Romeu e Julieta no Theatro Municipal – RJ

Na remontagem conduzida pelas mãos de três célebres ex-bailarinos do Stuttgart Ballet: Márcia Haydée, Richard Cragun e Thierry Michel. Durante a temporada que começa no próximo domingo, 16 de outubro, os casais de solistas formados por Márcia Jaqueline e Filipe Moreira, Cláudia Mota e Denis Vieira, Bettina Dalcanale e Lúcio Kalbusch, Renata Tubarão e Cícero Gomesos se revezam no papel título. À frente da Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro, estará o maestro convidado Javier Logioia Orbe. O maestro convidado Javier Logioia Orbe conduz a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, que interpreta a música criada pelo compositor russo Sergei Prokofiev.

Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Praça Floriano, s/nº, Centro (2299/1711 2332-9134). Cap.: 2.237 pessoas. Dom. (16/10), às 17h; 3ª (18/10) a 5ª (20/10), às 20h; 5ª (27/10) a sáb. (29/10), às 20h. R$ 25 (galeria), R$ 60 (balcão superior), R$ 84 (platéia e balcão nobre) e R$ 504 (frisas e camarotes com seis lugares). Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia. Livre. Estreia no domingo (16/10).

Fonte: Jornal do Brasil

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Theatro Municipal de São Paulo comemora cem anos com ópera dirigida por Felipe Hirsch

por Natalia Engler

O Theatro Municipal de São Paulo, ícone arquitetônico do centro da cidade, completa cem anos nesta segunda-feira (12). Para celebrar, o espaço recebe um espetáculo que mistura tradição e contemporaneidade, ao unir uma ópera clássica, o “Rigoletto”, à direção de Felipe Hirsch, encenador que tem se destacado no cenário nacional com a Sutil Companhia de Teatro.

“Rigoletto” é uma ópera em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi, que estreou em Veneza em 1851. O drama narra a história do personagem homônimo, um bufão a serviço do duque de Mântua. Depois de ridicularizar um pai que acusa o duque de ter desonrado sua filha, Rigoletto é amaldiçoado e acaba matando a própria filha, Gilda, por quem o duque havia se apaixonado. Faz parte da obra a célebre canção “La Donna È Mobile”, imortalizada na voz de tenores como Enrico Caruso, Luciano Pavarotti e Plácido Domingo.
A montagem de Felipe Hirsch para “o clássico dos clássicos”, como ele define a ópera, tem regência do maestro Abel Rocha, diretor artístico do teatro, que comanda a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Lírico, e cenário de Felipe Tassara e Daniela Thomas, parceira constante de Hirsch nos espetáculos da Sutil.

Hirsch, que tem forte ligação com a música e já dirigiu a ópera “O Castelo do Barba Azul”, de Béla Bartók, em 2006, conta que recebeu o convite para montar “Rigoletto” do secretário municipal de cultura, Carlos Augusto Calil, que queria um clássico na programação da temporada de reabertura do teatro, e propôs a tarefa a Hirsch e Thomas.

“Eu tinha ordens médicas de descanso, mas, quando recebi esse convite, pensei ‘não, eu vou encarar mais um pouco e depois eu tiro minhas férias’. Eu mudei tudo porque eu achei maravilhoso estar aqui, comemorando os cem anos desse teatro, que é maravilhoso e tem uma energia ótima”, afirma o diretor.

Sobre a escolha da obra, ele conta que a experiência de Thomas na Metropolitan Opera de Nova York influenciou a decisão. “A Daniela passou muito tempo no Met, já depois do trabalho dela ter visibilidade, chegou a medir palco com o Pavarotti. Ela gosta muito, se emociona muito com música tonal, melodias. E o Verdi é um prato cheio para isso. A gente falou muito do Verdi e chegamos em dois títulos, “I Masnadieri” e “Rigoletto”. Então, pensamos ‘Ah, vamos encarar o que seria o clássico dos clássicos”.

Confira a seguir a entrevista concedida por Hirsch ao UOL, durante os ensaios finais de “Rigoletto”.

UOL – Dirigir uma ópera é diferente de dirigir outros espetáculos?
Felipe Hirsch –
Eu tento que não seja. Eu sempre falo para o grupo com quem eu vou fazer uma ópera que eles têm uma boa e uma má notícia. Primeiro, que eu tenho pouca experiência com ópera. Essa é a má. E a boa é a mesma coisa. Por isso, eu me dou o luxo de ter algumas irresponsabilidades. Gosto de dirigir ópera como dirijo teatro: trazendo um universo psicológico para os personagens, trazendo uma busca mais profunda de entendimento da dramaturgia, explorando a dramaturgia para conceitualizar, chegar a uma forma, a uma linguagem, de uma maneira profunda, não puramente formal e estética. Claro que a minha relação com a música ajuda. Eu me sinto muito à vontade, embora ainda seja um mundo que eu estou descobrindo. Mas eu sou um artista, a Daniela [Thomas] é uma artista, e a gente se manifesta no teatro, no cinema, em show de rock, show punk. O que a gente puder fazer, a gente faz. E se você nublar essas fronteiras, sempre vai ser mais interessante. É muito bom quando o cinema ajuda o teatro, quando o teatro ajuda a ópera. É sempre saudável.

UOL – Você sentiu alguma diferença entre “O Castelo do Barba Azul” e essa montagem do “Rigoletto”?
Hirsch –
Muita. “O Castelo do Barba Azul” eu dirigi como se fosse uma peça de teatro, com dois bons atores-cantores. Aqui, eu tenho que lidar com uma equipe de 70 pessoas. E eu sou muito rígido comigo mesmo e quero que todos — não importa se é o último da fila do coro — saibam o que estão fazendo no palco. Isso é cansativo. É complexo trazer toda essa densidade psicológica.

UOL – Pessoalmente, você é apreciador de ópera?
Hirsch –
Eu adoro. Eu amo ópera. Eu gosto de clássicos. Clássicos são um parque de diversões maravilhoso, porque são raízes que deram frutos. Se você se aprofundar num clássico, você vai entender mil outras coisas. Você trabalha com profundidade, essas raízes, e você trabalha no tempo, na história. Por que esse clássico venceu 200, 300 anos — no caso do “Rigoletto”, 160 anos? Por que ele nos trouxe de novo, artistas condenados a repeti-lo? Porque fala de algo que nos diz respeito hoje e que, de alguma maneira, se reflete em mil outros assuntos.

UOL – E como foi o processo de trazer a sua visão para esse clássico?
Hirsch –
Eu estudei muito, quis me aprofundar. Quis jogar fora as coisas depois de saber e não simplesmente deslocar. É importante você entender a dramaturgia, o porquê, desenvolver o conceito. Foi um processo longo, delicado, para chegar até aqui. Eu sinto que a montagem é bastante delicada, é uma montagem que não está aqui para escolher um truque. É muito profunda e muito delicada na maneira em que a gente aborda a dramaturgia e a emoção que ela deve ter. Porque é uma ilusão achar que não se pode mexer na música. Você mexe na cadência, no ritmo, na maneira em que vai ser interpretada. E é isso que conta na escolha de como montar, de como fazer o “Rigoletto”.

UOL – O “Rigoletto” é uma ópera que você já gostava?
Hirsch –
Sim, eu gosto muito porque é muito próximo. Fala de nós artistas, nós cínicos, que servimos aos duques de Mântua, que atacamos a burguesia. Mas que temos nossos mundos, nossas Gildas protegidas, nossos pais, filhos, netos, que a gente não quer que o mundo da nossa exposição os atinja. Mas que acabam sendo os primeiros a serem atingidos ao primeiro clarão da luz que você deixa entrar.

UOL – O fato de ter sido concebida para o Theatro Municipal tem alguma influência na montagem?
Hirsch –
Tem muito, porque esse teatro está fazendo cem anos e a gente está falando de teatro. O Rigoletto é um artista, um bufão, como nós aqui, expostos. Então, a gente revela o teatro. A montagem é bastante teatral. Mostra o backstage, mostra os técnicos, não tem nenhum truque velado. É uma história de artistas, contada por artistas.

UOL – Apesar de não ser paulistano, você chegou a viver bastante o Theatro Municipal como espectador? Lembra de algum momento marcante?
Hirsch –
Muito, muito. Eu sou carioca, mas estou há 11 anos em São Paulo e sempre frequentei muito a cidade. Eu vi coisas incríveis no Municipal. Desde as coisas mais imprevisíveis — como a Yoko Ono, com um público todo empetecado para ver a mulher do ex-Beatle e ela gritando, fazendo performances, se arrastando por esse palco — até montagens de óperas bonitas. Eu lembro que vi há muitos anos uma “Flauta Mágica” muito bonita. Coisas que você sempre vê num bom teatro. Tomara que o teatro tenha uma programação cada vez mais constante.  Mas eu estou acreditando muito. Acho que o trabalho tanto do secretário [municipal de cultura] quanto da Bia [Beatriz Franco do Amaral, diretora administrativa do teatro] realmente é digno de muita crença.

UOL – Você pretende levar o “Rigoletto” para algum outro teatro?
Hirsch –
Eu adoraria mostrar no Theatro Municipal do Rio e até em outros teatros, em outros países, se possível. Vamos ver como andam as coisas. Não gosto de ter essas expectativas. Mas acho que merece. É uma montagem da qual todo mundo vai sair muito tocado pela música, pela delicadeza que a gente tentou dar, sem nenhuma arrogância, nenhuma prepotência em relação ao clássico.

UOL – Você já está trabalhando em algum novo projeto?
Hirsch –
A Sutil [Companhia de Teatro] sempre toca muitos projetos. Eu devo fazer uma Marguerite Duras, “A Doença da Morte”, no começo do ano, que é um texto que eu tenho fixação há muito tempo. A Fernanda Montenegro falava muito dele para mim. É algo que eu devo fazer no começo do ano, mas não sei ainda nem o elenco, ainda estou pensando. Agora, a primeira coisa são as férias mesmo.

RIGOLETTO
Onde:
Theatro Municipal de São Paulo (Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Centro, tel. 0/xx/11/3397-0327)
Quando: 14 a 18/9 (quarta a sexta, às 21h; sábado, às 20h; domingo, às 17h)
Quanto: R$ 15 a R$ 70
Site ficial: www.teatromunicipal.sp.gov.br

Fonte: UOL

Depois de reforma, Municipal é palco de ópera de Villa-Lobos

por Irineu Franco Perpetuo
Sucesso da temporada 2009 do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, “A Menina das Nuvens”, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), é a primeira ópera a subir ao palco do Theatro Municipal de São Paulo depois da reforma.
Cantada em português, e inspirada em peça com temática infantil de Lúcia Benedetti, a ópera, em três atos, foi finalizada em 1958, e estreada no Rio, em 1960.
A produção mineira venceu o Prêmio Carlos Gomes nas categorias de Melhor Espetáculo, Cenário, Iluminação e Produção. Com cerca de duas horas, e definida pelo próprio compositor como “aventura musical”, a partitura está vazada na linguagem neorromântica da fase final de Villa-Lobos, com orquestração luxuriante, certa prolixidade nos dois atos iniciais e voos de lirismo no último ato.
O time envolvido na montagem é quase o mesmo de Belo Horizonte, com direção cênica de William Pereira e Gabriella Pace no papel-título. A principal mudança é a entrada de Lício Bruno, como o Tempo -o barítono ensaiou a parte na produção de 2009, mas sofreu um acidente pouco antes da estreia.
A regência é de Roberto Duarte, um especialista em Villa-Lobos que fez uma revisão do manuscrito do compositor para a montagem de dois anos atrás, que celebrava o cinquentenário de seu falecimento.
Os ajustes chegaram até a composição de uma abertura. “Considerei oportuno juntar alguns trechos de temas importantes da própria obra, mantendo exatamente o que o mestre escreveu, criando assim uma introdução de mais de quatro minutos”, conta Duarte. “Meu trabalho de revisão foi o que normalmente faço em toda a partitura de Villa-Lobos, dirimindo dúvidas quanto a grafia e ajustando dinâmicas.”

A MENINA DAS NUVENS
Quando ter e qui, às 21h; sáb, às 20h;e dom, às 17h
Onde Theatro Municipal (pça. Ramos de Azevedo, s/nº; tel. 0/xx/11/3397-0327)
Quanto R$ 15 a R$ 70

Fonte: Folha de S. Paulo

SINDDANÇA apresenta Golden Stars

Dois dias de apresentações (25 e 26/7) reúne 27 coreografias em comemoração aos 30 anos do ENDA (Encontro Nacional de Dança), com direção de Maria Pia Finócchio.

O SINDDANÇA (Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de São Paulo) realiza dias 25 e 26 de julho, segunda e terça-feira, o Golden Stars – XXX ENDA no Theatro Municipal de São Paulo, às 21 horas. O espetáculo – que comemora o 30º aniversário do ENDA (Encontro Nacional de Dança) – reúne bailarinos e bailarinas convidados que foram premiados no Encontro, nessas três décadas de história, e hoje atuam em importantes companhias de ballet, nacionais e internacionais. A direção do evento é de Maria Pia Finócchio.

Os bailarinos atuantes no Exterior que participam do Golden Stars – XXX ENDA são: Ana Paula Oioli (Thüringen Ballet, Alemanha), Andreza Randisek (1ª bailarina do Ballet de Santiago do Chile), Carlos Quenedit (1º bailarino do Ballet de Monterrey, México), Érico Montes (Royal Ballet, Londres), Farley Ferenze (solista do Royal City Youth Ballet, Canadá), Guilherme de Menezes e Vitor de Menezes (English National Ballet, Londres), Liliane Baptistucci (solista do Ballet de Chicago), Priscilla Yokoi (foi 1ª bailarina no Columbia Classical Ballet, USA) e Silvia Gaspar e Everson Botelho (Grupo Corpo, Belo Horizonte, MG).

Outros grupos e bailarinos, que se destacaram em várias edições do ENDA, completam o programa do espetáculo: Cecília Oliveira, Pamela Vallim, Renata Medeiros, Fernanda Joares, Steps, PG Grupo de Danças Clássicas, Cia. Panteras, Cisne Negro, Faces Ocultas Cia. de Dança, Uirapuru, Especial Cia. de Danças Clássicas, Iluminarte, Cia. A.M. de Dança, Conservatório de Danças Clássicas, Centro de Arte e Dança Flamenca, Cia. das A’Artes, EDAP, Ilusão e Vida Cia. de Dança, Ballet Art’Expressão, Scala Mi, Fama, Intermezzo e Habeas Corpus.

Espetáculo de dança: Golden Stars – XXX ENDA
Direção: Maria Pia Finócchio
Realização/produção: SINDDANÇA – Sind. dos Prof. de Dança do Estado de SP
Dias 25 e 26 de julho – segunda e terça – 21 horas
Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/nº – CentroSP – Tel: (11) 3397-0300
Ingressos: R$ 40,00 (Setor 1), R$ 20,00 (Setor 2) e R$10,00 (Setor 3)
Bilheteria: (11) 3397-0327. Antecipados: http://www.ingressorapido.com.br/prefeitura (4003-2050)
Duração: 120 min (c/ intervalo) – Capacidade: 1.580 lugares – Classificação etária: 8 anos
Acesso universal. Ar condicionado. Serviço de valet c/ manobrista: R$ 25,00.
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Programa Golden Stars – XXX ENDA
25 de julho – segunda-feira – 21 horas

Raymonda – Ilusão e Vida Cia. de Dança
Coreografia: Marius Petipa
Remontagem: Camilla Pupa
Elenco: Liliane Baptistucci (solista do Ballet de Chicago), Farley Ferenze (solista do Royal City Youth Ballet, Canadá) e conjunto

Dom Quixote – Bailarinos convidados
Coreografia: Marius Petipa
Remontagem: Guivalde Almeida
Elenco: Andreza Randisek (1ª bailarina do Ballet de Santiago do Chile) e Everson Botelho (Grupo Corpo, Brasil)

Dharma – Grupo Steps
Coreografia: Cecília Oliveira e Grupo Steps

Suíte Dansante – PG Grupo de Danças Clássicas
Coreografia: Paula Gasparini

Orgulho de Ser Brasileiro – Cia. Panteras
Coreografia: Bel e Euler Consoli
Coreografia vencedora do Bi-campeonato de Dança Country e Medalha de Ouro na Olimpíada de Line Dance (EUA, 2011)

Cisne Negro – Grand Pas-de-Deux – Bailarinos convidados
Coreografia: Marius Petipa
Elenco: Priscilla Yokoi (atuou como 1ª bailarina do Columbia Classical Ballet, USA) e Carlos Quenedit (1º bailarino do Ballet de Monterrey, México)

The Fairy Doll – Grupo Habeas Corpus – Bailarinos convidados
Coreografia: Hassreiter
Remontagem: Elisa Dante Godinho
Elenco: Guilherme de Menezes e Vitor de Menezes (English National Ballet) e Fernanda Joares (Brasil)

Proparoxítona – Faces Ocultas Cia. de Dança
Coreografia: Arilton Assunção

Amor em Paralelo – Grupo Uirapuru (Núcleo de Dança Nice Leite – Ilara Lopes)
Coreografia: Alcides Júnior
Remontagem: Ilara Lopes

La Sylphide – Cena da Floresta – Especial Cia. de Danças Clássicas
Coreografia: August Bournonville
Remontagem: Guivalde de Almeida

A Rosa – Bailarinos convidados
Coreografia: Cassilene Abranches
Ensaios: Filipe Bruschi
Elenco: Everson Botelho e Silvia Gaspar (Bailarinos do Grupo Corpo, Brasil)
Coreografia baseada em poesia de Manuel bandeira.

Sambalanço – Grupo de Dança Iluminarte
Coreografia: Rodrigo Oliveira

Bodas de Aurora – Bailarinos convidados
Coreografia: Marius Petipa
Remontagem: Guivalde de Almeida
Elenco: Pamela Vallim (Brasil) e Érico Montes (Royal Ballet de Londres)

La Valse – Cia. A.M. de Dança
Coreografia: André Malosá

Programa Golden Stars – XXX ENDA
26 de julho – terça-feira – 21 horas

La Sylphide – Cena da Floresta – Especial Cia. de Danças Clássicas
Coreografia: August Bournonville
Remontagem: Guivalde de Almeida

Águas Primaveris – Bailarinos Convidados
Coreografia: Assaf Messerer
Remontagem: Camilla Pupa
Elenco: Ana Paula Oioli (Thüringen Ballet, Alemanha) e Farley Ferenze (solista do Royal City Youth Ballet, Canadá)

Tributo às Estrelas – Cia. Conservatório de Danças Clássicas
Coreografia: Jolles Salles
Diretoras: Daniella e Giselle Pavarini

Dicen de Mi – Centro de Arte e Dança Flamenca
Coreografia: Adriana Rabello

Passagem – Cia. das A’Artes
Coreografia: Cláudia Albanese e Verônica Coutinho

Libertango – Grupo Iluminarte
Coreografia: Rodrigo de Oliveira

Dom Quixote – Bailarinos convidados
Coreografia: Marius Petipa
Remontagem: Guivalde de Almeida
Elenco: Andreza Randisek (1ª bailarina do Ballet de Santiago do Chile) e Everson Botelho (Bailarino do Grupo Corpo, Brasil)

“Diana e Action” – Grupo EDAP
Coreografia: Vaganova
Remontagem: Camilla Pupa
Elenco: Renata Medeiros (Brasil) e Farley Ferenze (solista do Royal City Youth Ballet, Canadá) e grupo

Sexteto em Cordas – Ballet Art’Expressão
Coreografia: Lúcia Weber

Ciranda de um Destino – Scala Mi
Coreografia: Isabel Mano

Partes de um Todo – Grupo Fama
Coreografia: Gustavo Lopes
Direção: Betina Zacharias

Valsa do Lago dos Cisnes – Grupo de Dança Intermezzo
Coreografia: Marius Petipa
Remontagem e Direção: Narcisa Coelho

Vozes – Grupo Habeas Corpus
Coreografia: Erick Silva
Direção: Elisa Dante Godinho

Cisne Negro – Grand Pas-de-Deux – Bailarinos convidados
Coreografia: Marius Petipa
Elenco: Priscilla Yokoi (foi 1ª bailarina do Columbia Classical Ballet, USA) e Carlos Quenedit (1º bailarino do Ballet de Monterrey, México).

La Valse – Cia. A.M. de Dança
Coreografia: André Malosá

Os Flintstones – Cia. Panteras
Coreografia: Bel e Euler Consoli
Direção: Euds Ricardo e Laenir Consoli.

O ENDA
O ENDA (Encontro Nacional de Dança) é pioneiro no estímulo à dança no Brasil, inspirando a realização de outros festivais pelo País. Há 30 anos, vem revelando e lançando talentos desta arte, bailarinos que se projetaram e, hoje, participam de importantes grupos nacionais e internacionais. Atualmente, é presidido por Maria Pia Finócchio, que também é diretora do Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de São Paulo, desde sua fundação, em 1991. Destinado aos profissionais da dança em atividade, contempla também a categoria amador e semiprofissional. A seleção é feita por ordem de inscrição e os premiados são convidados para a próxima mostra.

Fonte: Dança Brasil

Início do conteúdo Balé da Cidade retorna ao Teatro Municipal de SP

O Balé da Cidade está voltando para casa. Depois de receber uma série de concertos, que marcaram sua reabertura, o Teatro Municipal agora abre as portas para a dança. A partir de hoje, a companhia sobe ao palco projetado por Ramos de Azevedo para apresentar duas coreografias inéditas: “Nos Outros”, de Lara Pinheiro, e “Cidade Incerta”, do português André Mesquita.

As peças surgem em um momento de retomada do conjunto, que está sob nova direção desde o ano passado. Nos últimos seis meses, o corpo de baile já trouxe outras duas novas criações: “Paraíso Perdido” e uma releitura do clássico “Giselle”. As atuais “Nos Outros” e “Cidade Incerta”, contudo, destoam um pouco dessas coreografias anteriores. Para conceber “Paraíso Perdido”, o grego Andonis Foniadakis pôs em relevo a potência do Balé. Ao levar à cena 34 bailarinos, evidenciou o vigor físico do conjunto. Aprofundou-se em uma proposta estética e extraiu dela um espetáculo de dimensões grandiloquentes.

Agora, a proposta é declaradamente menos pretensiosa. “É como se colocássemos uma lupa sobre o grupo. São trabalhos mais curtos, para menos bailarinos, em que tentamos mostrar o que há de mais singular, individual”, considera Lara, criadora de “Nos Outros” e diretora do Balé. “Não são trabalhos de arroubos, mas de linguagem coreográfica.”

Em sua primeira coreografia para o Balé da Cidade, Lara diz ter se debruçado, particularmente, sobre o elenco que tinha nas mãos. A noção de que o corpo está impregnado pelo acúmulo de experiências serve de esteio para o trabalho dançado por 10 bailarinos. Sob foco, surge a questão da alteridade e seus limites. Um questionamento sobre o que adquirimos no contato com o outro e o que nos é inato. “Concentro-me, sobretudo, nos detalhes. Em gestos, em padrões de movimentos, em informações que pipocam de todos os lados”, comenta a diretora. Composta separadamente, sem interferir na concepção da coreografia, a trilha sonora original é de Guga Bernardo e Eduardo Agni. A mesma dupla a assinar a música que embala a peça de André Mesquita.

É do universo do conterrâneo Fernando Pessoa que o jovem coreógrafo português extrai a matéria de sua criação. “Cidade Incerta” mira um dos heterônimos do poeta, o guarda-livros Bernardo Soares, e lança-se sobre seu título mais notável, o monumental Livro do Desassossego. Mesmo sem ter uma trama a que se apegar e mergulhado em uma obra na qual as palavras têm tanta força, o artista luso concentra-se apenas no movimento e na expressividade dos corpos. “Mesmo sem se valer de nenhuma palavra, ele estabelece uma relação entre os bailarinos que é quase literária”, considera Lara. Uma peça consagrada do repertório da companhia fecha o programa triplo da noite. Lançada em 2001, Divineia, de Jorge Garcia, volta à baila.

Além do Balé da Cidade, o Municipal recebe, nas próximas semanas, uma série de outras companhias de destaque. E retoma uma antiga tradição da casa: fazer de julho o mês da dança. Até o dia 26, devem passar por lá a Cia. TeatroDança Ivaldo Bertazzo; a São Paulo Cia de Dança, que traz quatro trabalhos no programa e a tradicional Cisne Negro, de Hulda Bittencourt. Em destaque, os franceses da Companhia de Dança Philippe Genty, que fazem apenas duas sessões de Viajantes Móveis, coreografia dirigida por Philippe Genty e Mary Underwood. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Balé da Cidade de São Paulo – Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/nº). Tel. (011) 3397-0327. 5ª e 6ª, às 21h; sáb., às 20h; dom., às 17h. R$ 40 – ingressos pela internet: http://www.ingressorapido.com.br/prefeitura ou pelo tel. 4003-2050.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Nos bastidores do novo Teatro Municipal

por Adriana Del Ré

A 20 metros do chão, andando por estruturas suspensas nas coxias do Teatro Municipal de São Paulo, no Centro, o chefe de palco e cenotécnico paulistano Anibal Marques, o Pelé, 52 anos, parou por alguns instantes e apreciou o que via. Acostumado a trabalhar nas alturas, parecia reconfortado, como se sua casa finalmente estivesse sendo colocada em ordem, após três anos de reformas e restaurações. Esse momento só não foi de total silêncio porque operários próximos dali não davam descanso, correndo contra o tempo para a reabertura do teatro, amanhã e sábado – para convidados – e domingo – para o público (bilheteria: 3397-0327), com apresentações da Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Lírico, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo e solistas, sob a regência do maestro Abel Rocha.

Pelé é uma das mais de 100 pessoas que trabalharam na reforma do Teatro Municipal, que reabre suas portas no ano em que completa seu centenário. Esse exército de operários, arquitetos, eletricistas, maquinistas, engenheiros, decoradores e tantos outros profissionais é o responsável pela nova e moderna cara do Municipal, que une a tradição do passado à tecnologia do presente (leia reportagem nas páginas 4 e 5). Filho de um maquinista do teatro, Pelé começou a acompanhar o pai quando tinha 5 anos. Aos poucos, deu-se conta de que a lida de maquinista – montar e movimentar cenários – era fundamental para um espetáculo. De acompanhante do pai, ele passou a pisar no teatro como maquinista a partir de 1978. Aprendeu a gostar de ópera. Sua preferida é Falstaff, de Giuseppe Verdi (1813-1901).

O Municipal também já lhe proporcionou visões sobrenaturais. “Estava montando um espetáculo numa madrugada, quando vi um vulto alto, com um chapéu, na plateia. Desci, mas não havia ninguém”. E testemunhou mudanças. Pelé já era funcionário quando o teatro passou por sua segunda reforma, entre 1985 e 1988. “Foram obras de remanejamento. Agora é outra coisa. Vai ser tudo novo”, diz, referindo-se à área em que atua há 33 anos: o palco e seus bastidores.

Com bem menos intimidade com o Municipal do que Pelé – mas com a mesma dedicação –, outra figura que se empenhou nas obras de reforma do teatro é o pernambucano João Ventura da Silva, 58. Integrante da equipe da Telem, empresa responsável por toda a renovação do palco do Municipal, ele está há dois meses incumbido da manutenção geral do espaço. Isso inclui parte mecânica, iluminação e montagem. Seu João não é estreante no assunto. Ele acumula passagens por outros teatros, como o de Paulínia e o Municipal do Rio do Janeiro. “Nunca havia entrado aqui. Tinha curiosidade de conhecer”, diz.

Concerto especial. Existe um ato recorrente e quase automático para quem anda por essas dependências: o de mirar para o alto em busca das belezas do teatro. E João não escapou. “É uma coisa linda. Amanhã, meus filhos vão chegar e dizer: ‘Meu pai trabalhou aqui’”, fala, orgulhoso. Seu João sempre quis assistir a um espetáculo no Municipal, mas nunca teve oportunidade, numa rotina marcada por muito trabalho pelos teatros de São Paulo, onde vive desde os 19 anos, e por outras cidades. Isso deve mudar hoje, quando haverá um concerto especial só para funcionários do lugar, operários das obras, artistas e seus familiares.

João da Silva é um dos soldados anônimos do batalhão de mais de 100 operários envolvidos na reforma. Só da Telem, que entrou no projeto há dez meses (após duas malsucedidas licitações), foram destacadas 50 pessoas para trabalhar diretamente nas obras do palco. “Temos de respeitar o patrimônio. Fazer uma reforma é sempre mais difícil do que se tivéssemos de construir um prédio novo”, observou o engenheiro Fernando Fontes, um dos diretores da empresa. No caso, um prédio tombado e, além de tudo, ocupado por funcionários, que continuaram instalados em suas respectivas salas mesmo durante a reforma. “É preciso ficar se ajustando. Se tem de trocar o transformador, tem de cortar a luz das pessoas que estão trabalhando. Tudo isso é muito bem programado”.

Na reta final para a reinauguração – e com alguns ajustes pendentes –, foi necessário manter a equipe em esquema de força-tarefa. Enquanto as arquitetas Rafaela Bernardes, do Departamento do Patrimônio Histórico, e Lilian Jaha, do Teatro Municipal, mostravam o novo espaço à imprensa, operários foram alertados para terem o máximo de cuidado. “Agora que está tudo pronto, tem de ter atenção dobrada para a gente não precisar refazer nada”, comentou Rafaela.

Fonte: Jornal da Tarde

Peça com John Malkovich vem ao Brasil em novembro

Entre as (poucas) grandes atrações da programação de reabertura do Teatro Municipal está, quem diria, John Malkovich. Duas apresentações do espetáculo “The Infernal Comedy”, com o ator no papel principal, estão agendadas para 4 e 5 de novembro em São Paulo.

Misto de peça teatral e ópera, “The Infernal Comedy” acompanha um serial killer morto, que volta ao palco para narrar sua vida, passando pelo assassinato de 12 prostitutas e pelo suicídio cometido na prisão.

Acompanham o ator duas sopranos e uma orquestra. Representando as vítimas do psicopata, as sopranos cantam árias de Haydn, Mozart e Vivaldi. O texto e a direção são de Michael Sturminger.

A peça foi encenada pela primeira vez no Barnum Theatre, em Santa Monica (EUA), no início de 2008. Em julho de 2009, fez sua estreia formal em Viena. Desde então, itinerou pelo Canadá e por países da Europa.

Uma apresentação no Rio está agendada para o dia 2 de novembro, ainda sem local definido. A passagem pela América Latina inclui ainda duas apresentações em Bogotá, na Colômbia.

Fonte: Folha de S. Paulo

Morre aos 95 anos ex-coreógrafo do Theatro Municipal do Rio

Morreu por volta das 5h10 desta segunda-feira (6) o ex-coreógrafo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Nilson Goes Penna, aos 95 anos. A informação foi confirmada pela Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul da cidade, onde ele estava internado havia quatro dias.

De acordo com o hospital, o boletim médico sobre a causa da morte do ex-coreógrafo ainda foi divulgado. O corpo ainda está na unidade.

Procurada pelo G1, a assessoria do Theatro Municipal lamentou a morte de Nilson e acrescentou que ele também foi bailarino e cenógrafo da casa. A assessoria também informou que vai apurar mais detalhes sobre o ocorrido e enviará uma nota.

Fonte: G1

Theatro Municipal de São Paulo reabrirá em junho – Conheça algumas curiosidades sobre o Theatro

  Após um longo e tenebroso inverno período de reformas, o Theatro Municipal de São Paulo será reaberto em junho.

Como nós, do Catarse Musical, sabemos que você provavelmente vai ler muitas coisas sobre o assunto nos próximos dias, fomos atrás de uma listinha de curiosidades sobre o Theatro, publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo:

link A construção do Teatro Municipal consumiu oito anos, 4,5 mil contos de réis, 4,5 milhões de toneladas de tijolos, 700 toneladas de armadura de ferro e 50 toneladas de ferro fundido;

link O Municipal foi inaugurado em 12 de setembro de 1911 com a ópera ‘Hamlet’, de Ambroise Thomas, interpretada pelo barítono italiano Titta Rufo, com a participação de uma orquestra de 70 músicos, 56 coristas e 16 bailarinos;

link O Teatro Municipal manteve a fama, durante anos, de ser um lugar assombrado, onde almas vagariam durante as noites vazias;

link Ouro de 24 quilates ornamentam os capitéis e cornijas;

link O lustre principal tem 15 mil pingentes e 260 lâmpadas, pesa 300 quilos, mede aproximadamente dois metros e meio de diâmetro e dois de altura;

link As esculturas da escadaria do Municipal são de Afonso Aldinoffi, que foi professor de Victor Brecheret. Foram entalhadas em 1911;

link A Semana de Arte Moderna, que alçou o movimento modernista nas artes plásticas e na literatura, aconteceu no Teatro Municipal, em fevereiro de 1922;

link Em 1985, um laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas indicou que o Teatro Municipal deveria ser fechado, o que foi feito pelo prefeito à época, Mário Covas;

link Construído em alvenaria e granito em mais de 1 mil metros quadrados, o subsolo do Municipal foi descoberto em 1987. A área, que estava soterrada, servia de abrigo para os gatos da Praça Ramos;

link Os gatos, aliás, miaram tão alto durante toda a temporada lírica de 1966  que chegaram a atrapalhar o canto da soprano Lucia de Lamemour;

link Durante a reforma da década de 80, foram descobertos dois mosaicos venezianos de ladrilhos minúsculos. Os painéis, que representam cenas do mar e a obra Cavalgada das Valquírias, estavam encoberto de tinta, fuligem e poluição. Foram limpos com cotonetes.

Gilberto Kassab sanciona lei que cria Fundação Teatro Municipal de São Paulo

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) sancionou na manhã desta sexta-feira (27/5) a lei de criação da Fundação Teatro Municipal de São Paulo. No evento, realizado na prefeitura, com a presença de diversos secretários municipais, como o da cultura, Carlos Augusto Calil, também foram anunciadas a programação para o ano e a data de reabertura do teatro, marcada para 10 e 11 de junho, para convidados, e dia 12 do mesmo mês, para o público.

Na cerimônia, também foi apresentado pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano Miguel Bucalém o projeto de construção de um estacionamento que ficará nas esquinas das ruas 24 de Maio e Conselheiro Crispiniano. O edifício, com área total de 12 mil m² e nove andares, atenderá o público no entorno do teatro e também terá uma passagem subterrânea com acesso direto ao Municipal.

O teatro, que havia passado por reformas em 1956 e em 1988 (até 1991), completa cem anos no dia 12 de setembro e está fechado desde julho de 2008 para reformar a fachada e o interior, com destaque para o palco e a parte cenotécnica, considerada obsoleta e que impedia, por exemplo, que óperas e outras grandes produções pudessem ser apresentadas. “Como vocês sabem, o principal o atraso nas obras do palco é que trouxe a reabertura a esta data. Tivemos dificuldades na licitação da reforma do palco, mas agora poderemos ter um aumento da produção artística e receber espetáculos mais complexos. Trata-se de uma tecnologia que nós ainda não dominamos, mas nosso funcionários acompanharam todo o processo e estarão aptos a desempenhar suas funções”, disse o secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil.

Foram quase três anos de obras e um investimento superior a R$ 26 milhões, com recursos financiados pelo Banco Intermediário de Desenvolvimento (BID). O projeto de lei para transformar o Municipal em uma fundação havia sido aprovado, em segunda votação, na Câmara de São Paulo, no último dia 5. No evento de ontem, no qual Kassab sancionou a lei, Calil lembrou da antiga “batalha” para que o teatro fosse administrado por uma fundação. “Esse esforço ocorre faz mais de 35 anos. E é importante deixar claro que o Municipal será uma Fundação de Direito Público, não privado. Quem disse que o teatro ia ser privatizado, falou bobagem. Além da restauração da fachada, da modernização do palco, o Municipal tem agora uma nova organização administrativa”, disse.

Sobre a morosidade na mudança para uma fundação, ele se justificou apontando a complexidade da estrutura. “Diferente de outros teatros, o Municipal tem diversos organismos, com duas orquestras, dois corais, um corpo de dança, um quarteto de cordas e as escolas. Havia desigualdades entre atividades semelhantes, com precariedades que se arrastavam fazia 20 anos. Isso precisa mudar”, completou Calil.

Ao comentar sobre a programação, com início marcado para o próximo dia 12, o diretor artístico Abel Rocha explicou a opção por Concerto para Quarteto de Cordas e Orquestra, de Radamés Gnatalli. “Escolhemos o Radamés por ele ter uma obra para quarteto e orquestra. Temos também a obra do Ralph Vaughan-Williams (Serenade to Music) que permite usar o coral. A dança não aparece, mas terá um mês dedicado à ela em julho. O objetivo é trabalhar com os corpos estáveis do teatro de maneira conjunta.”

Em relação à fundação, Rocha declarou: “Ainda tudo é muito novo. Existe o conselho artístico, trabalhamos juntos, mas futuro é futuro, não sei até quando permaneço, quero colaborar”.

*Com informações do Estadão.com

Fonte: Cultura e Mercado

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