Sobre “Elis, a musical”

Eu era muito pequena, mas lembro do aparelho 3 em 1 com dial iluminado tocando Elis Regina e minha mãe cantarolando pela casa. Cresci admirada pela entrega, por toda emoção que aquela mulher conseguia carregar na voz. Quando me profissionalizei como cantora, foi inevitável que Elis se tornasse minha maior inspiração. Assim, também foi inevitável que o musical sobre Elis fosse tão esperado por mim, até porque não tive a oportunidade de ouví-la cantar ao vivo (sortudos dos meus avós, que viram um show da turnê Falso Brilhante).

Uma semana após a estreia da peça em São Paulo, lá estava eu, acompanhada da minha irmã (atriz nata), ambas com frio na barriga na platéia do Teatro Alfa. Já vi uma imensa quantidade de vídeos da Elis, muitos deles remontados ali no palco do teatro. A interpretação de Laila Garin é impressionante, o timbre se aproxima absurdamente ao da Elis. Claudio Lins e Tuca Andrada como César Camargo Mariano e Ronaldo Bôscoli, respectivamente, atuaram lindamente. Cabe ressaltar que a orquestra também deu um show! Fora estes destaques, o musical soou superficial e minha irmã, que esperava conhecer melhor a história desta grande intérprete, saiu frustrada, já que a colagem de números musicais não conta claramente a trajetória da Pimentinha.

Ficou a impressão de que faltava uma narrativa que conectasse as cenas e canções, uma voz em off que contextualizasse ou elementos de dessem unicidade a tudo. As coreografias pareceram um pouco caricatas, o palco parecia meio vazio e a cenografia também ficou aquém do esperado para um espetáculo desse porte. Além de algumas “forçadas de barra” como quando uma moça imita de forma muito “Casseta e Planeta” a Marilia Gabriela, desviando o foco da história totalmente (eu adorava “Casseta” mas nesse contexto não combina esse tipo de abordagem). Outro detalhe incômodo foram os ruídos dos momentos de transição de elementos cênicos (entrada ou saída de móveis, painéis e tudo mais)… estávamos longe do palco e ainda sim ouvimos o barulho.

Como fã de Elis, saí um pouco frustrada. Esperava algo grandioso, surpreendente, “fogos de artifício”, colorido, forte, cheio de emoções e conflitos, ingredientes presentes na vida e obra da Elis. Mas foi um show bem montado, que provavelmente agradará muita gente, talvez não um musical…

Li que a intenção era homenagear a Elis mas acho que ela merecia mais…

Anunciado o elenco brasileiro de “O Rei Leão”

por Claudio Martins

A T4F realizou na manhã de hoje uma coletiva de imprensa para apresentar os nomes do elenco nacional de “O Rei Leão”, que tem estreia prevista para o dia 28 de março. A equipe do A Broadway é Aqui! esteve presente no evento, que aconteceu em São Paulo e contou com a presença de Gilberto Gil, responsável pela versão das letras das músicas. Julie Taymor é a diretora do musical, responsável pela criação dos figurinos e design do espetáculo, ganhando, em 1997, um Tony Award pelo seu trabalho. Ela também acumula o título de ser a primeira mulher a receber um Tony de Melhor Direção de um Musical. A maestrina Vânia Pajares, que coordenou a parte musical em “A família Addams” também está presente na equipe técnica brasileira, que tem a direção residente de Beatri Lucci

Veja na lista abaixo os atores do elenco nacional de “O Rei Leão”

Simba: Tiago Barbosa;

Nala: Josi Lopes;

Pequeno Simba: Gustavo Bonfim, Henrique Filgueiras, Yudichi Taniguti e Matheus Braga

Jovem Nala: Any Gabriele, Karollyne Nascimento, Lais Dias e Ysa Paula

Mufasa: César Mello;

Scar: Osvaldo Mil;

Rafiki: Phindile Mkhize;

Zazu: Rodrigo Candelot;

Pumba: Marcelo Klabin;

Timão: Ronaldo Reis.

*em colaboração com Grazy Pisacane

Fonte: A Broadway é aqui

Musicais com sotaque brasileiro

por Vanessa Jurgenfeld

Um nova fase começa a ser vivida pelos espetáculos musicais no Brasil. Depois do sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo” – que estreou em 2011 e ainda está em cartaz no Rio -, o conteúdo nacional, voltado a biografias de artistas brasileiros e temas que conduzem o espectador aos anos 1970 e 1980, virou a aposta das produtoras para 2013 e 2014.

As produções vão desde “Milton Nascimento – Nada Será Como Antes”, homenagem aos 50 anos de carreira do cantor, em cartaz até março no Rio, a “Rock in Rio”, história ficcional em cima do famoso festival de música carioca, que estreou no Rio neste mês.

Mas os planos das produtoras são maiores e devem se estender às biografias de Elis Regina (1945 – 1982) e Cazuza (1958 -1990), além de espetáculos como “Dancin’ Days” – ficção em torno da boate criada por Nelson Motta no Rio, nos anos 1970, marcada pelas Frenéticas e pela “disco music” – e “Chacrinha”, musical que relembrará as tardes de domingo com um dos famosos comunicadores do país, morto em 1988.

“O Brasil está encontrando sua forma própria [de fazer musicais]. Há uma evolução desse tipo de produto no país”, diz Leo Ganem, presidente da Geo Eventos.

Os musicais ganharam fôlego no começo dos anos 2000, quando o mercado começava a experimentar o conteúdo internacional trazido pela empresa Time for Fun (T4F), como “Les Misérables”. Entre 2008 e 2009, num segundo momento do setor, novas produtoras apareceram e patrocinadores passaram a investir mais no segmento. Alguns teatros foram reinaugurados, com vocação para o gênero, como o Oi Casa Grande, no Rio. Na esteira, surgiu um eixo de musicais entre Rio e São Paulo.
O importado “O Rei Leão” é a principal aposta da T4F no ano

“Até 2008, havia produção de musicais da Broadway no modelo franquia apenas para São Paulo e só uma grande empresa operando. O espetáculo era produzido lá fora e chegava aqui só para ser executado”, afirma Fernando Campos, sócio da empresa Aventura.

Agora, o setor está num terceiro momento. “Muita gente foi estudar fora e já existem escolas de ator só para musicais. Grandes atores, que não sabiam se queriam fazer esse tipo de espetáculo, hoje gritam para fazer um musical. Há também diretores de TV indo para musicais, como Daniel Filho [do musical “Se Eu Fosse Você”] e Pedro Vasconcellos [de “Tudo por um Pop Star”]”, diz Campos.

Entre atores e técnicos, o entendimento é que o conteúdo nacional abriu novo mercado, no qual hoje os artistas brasileiros estariam em condições de igualdade com os estrangeiros, “caindo um tabu de que não tínhamos condições para atuar em musicais”, diz Ligia de Paula Sousa, presidente do Sated-SP, sindicato da categoria.

Há uma busca por especialização. Foi aprovado recentemente no Congresso dos Trabalhadores Artistas e Técnicos (Cetated-SP) a possibilidade de que técnicos paulistas conhecessem os espetáculos em Londres e Nova York para trocar experiências.

A onda de produções nacionais se ancora no sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo”, produzido por Sandro Chaim. Há nesse movimento das produtoras uma tentativa de se diferenciar e, ao mesmo tempo, fugir das caras e concorridas produções da Broadway (Nova York) e West End (Londres), redutos tradicionais do gênero.

O conteúdo nacional é visto também como oportunidade de exportação. Chaim, que atualmente se envolve no musical “Cazuza”, quer levar “Tim Maia” para Portugal. Em associação com a XYZ Live, há planos de exportar outros conteúdos para a América Latina. “Ganhamos experiência e a visão de que existe um mercado a ser explorado. É uma tendência natural os produtores criarem suas próprias histórias. Faz parte de um amadurecimento profissional”, diz Chaim. O espetáculo “Rock in Rio”, produzido pela Aventura, está previsto para ir a Portugal, Espanha e há planos para levá-lo até mesmo a Broadway, em 2016, segundo Campos.

Nesse ritmo, outras cidades brasileiras também poderão entrar no circuito de musicais, além de Rio-São Paulo, como Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

“Carregar” espetáculos se tornou uma possibilidade especialmente para musicais nacionais em versões medianas – e não superproduções – e que, pelo próprio tamanho menor, possuem mais facilidade para transporte de equipamentos e elenco. “Milton”, “Rock in Rio” e “Elis” são alguns dos títulos que estão previstos para uma futura itinerância.

Mas os musicais com conteúdo nacional caíram de fato no gosto do brasileiro?

A julgar pelo sucesso de “Tim Maia”, há um bom sinal. O total de público passou de 300 mil pessoas (apenas como comparação, a megaprodução internacional “A Família Addams” teve 350 mil). Para Chaim, “é o boca a boca que garante a longevidade de uma temporada”. É cedo, no entanto, para afirmar que todo conteúdo nacional terá grande público.

Segundo o diretor Claudio Botelho, algumas obras não deveriam nem ser consideradas teatros musicais e estariam oferecendo mais do mesmo.

Sejam de qualidade ou não, o fato é que os musicais produzidos no país são custosos. Em geral gasta-se menos do que trazer uma produção consagrada no exterior. Segundo as produtoras, todas as produções dependem de patrocínio da Lei Roaunet para serem viáveis economicamente.

Para efeitos de comparação: espetáculos trazidos de fora e produzidos localmente, “A Família Addams” custou R$ 25 milhões; e “Mágico de Oz” (numa versão compacta), R$ 8 milhões, enquanto o nacional “Rock in Rio” custou R$ 12 milhões.

Fonte: Valor Econômico

‘Rock in Rio – O Musical’ inaugura Cidade das Artes em janeiro

por Heloisa Aruth Sturm

Dez anos e mais de meio bilhão de reais depois, a Cidade das Artes finalmente será aberta ao público. A polêmica casa de concertos localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, será o palco de estreia do espetáculo Rock in Rio – O Musical, uma história de amor embalada ao som de 50 hits do festival.

A inauguração ocorre em sistema de soft opening, espécie de teste do prédio, onde a produção do musical ocupa o espaço e, em troca, implementa a logística necessária ao seu funcionamento.

“Nós precisávamos fazer uma abertura em que começássemos a entender o que está funcionando e o que ainda precisa de restauro e de substituição. Fazer o soft opening é praticamente obrigatório em qualquer casa desse porte no mundo inteiro”, diz Emilio Kalil, que deixou recentemente a secretaria municipal de cultura para presidir a Fundação Rioarte, futura gestora do espaço.

O espetáculo ocorrerá na Grande Sala, o maior dos espaços multiuso da Casa, e terá capacidade para 1,2 mil lugares. No palco, a história de um casal apaixonado é narrada ao som de grandes hits nacionais e internacionais, interpretados pelos 25 atores. Os artistas cantam em cena contando com a ajuda e a experiência de Lucinha Lins e Guilherme Leme, que vivem a mãe de Alef e o pai de Sofia, os jovens protagonistas.

“A ideia é pegar um pouco do espírito do Rock in Rio e transformar em uma história de ficção. É inspirada na realidade que permeia o festival e no poder da música de transformar o mundo”, diz o roteirista Rodrigo Nogueira. O set list da produção é bastante eclético. “Se o perfil do festival é trazer todos os tipos de música, o musical deveria ter esse perfil também”, conta o diretor João Fonseca. Roberto Medina, idealizador do festival que já teve doze edições (oito delas no exterior), tem planos de transpor o musical para o cinema. A peça estreia em 3 de janeiro e estará em cartaz no Rio até abril e deverá chegar a São Paulo em maio.

Com as obras concluídas em setembro, os testes acústicos e de equipamentos tiveram início em novembro, e devem continuar nos próximos três meses. As salas serão abertas gradativamente até março, quando ocorre a abertura oficial da Cidade das Artes. “Crises passadas deixaram a casa um pouco abandonada.” Kalil se refere à trajetória atribulada de sua construção, que custou cinco vezes mais que o planejado e levou à instalação de duas CPIs. A mais recente, de 2009, terminou com um relatório indicando 57 irregularidades.

O prédio projetado pelo arquiteto francês Christian de Portzamparc, autor da Cité de la Musique (Paris), consumiu R$ 518 milhões da prefeitura e chegou a ser inaugurado cinco dias antes do término do mandato de César Maia, em dezembro de 2008, quando faltava a conclusão de 40% do projeto. Seu sucessor, o atual prefeito Eduardo Paes, suspendeu a execução dos contratos e pagamentos, e contratou uma equipe para fazer uma auditoria. As obras só foram retomadas dez meses depois.

Luís Fernando Guimarães participará de musical de Möeller e Botelho

Previsto para estreiar em março de 2013, o novo musical da dupla Möeler e Botelho “Como vencer na vida sem fazer força“, promete ser uma comédia de muito bom gosto. No elenco temos o veterano Luiz Fernando Guimarães ( O Ruy do Os Normais), conhecido pelos seus papéis de veia cômica, sem contar a participação de Letícia Colin. A grande estréia, vai para o novato Gregório Duviver.

Como vencer na vida sem fazer força, é baseada na peça que estreiou na Broadway em 1961 “How to Succeed in Business Without Really Trying”, e já teve protagonistas como Daniel Radcliffe, Darren Chris e Nicholas Jonas (um dos integrantes dos Jonas Brotthers). A história se passa com o J. Pierrepoint Finch, um lavador de janelas que encontra um guia prático de como ser bem sucedido nos negócios. Seguindo cada dica ele começa trabalhando no departamento de correspondências de uma grande empresa, chegando rapidamente ao cargo de chefe do departamento de marketing.

Fonte: A Broadway é Aqui

Aprovado pelo pai de Michael Jackson, musical ‘Forever King of Pop’ vem ao Brasil

por Rodrigo Levino

Não há nada relacionado ao disco “Thriller”, de Michael Jackson (1958-2009), lançado em novembro de 1982, que não seja superlativo.

Alçado por músicas que se tornaram clássicos pop instantâneos, como a que lhe dá título, “Beat It”, “Billie Jean”, “Human Nature” e “Wanna Be Startin’ Something”, o trabalho produzido por Quincy Jones vendeu, segundo estimativas do mercado, cerca de 100 milhões de cópias ao redor do mundo, tornando-se o maior arrasa-quarteirão fonográfico da história.

Nos EUA, não arredou pé da lista dos dez mais tocados nas rádios durante cinco anos. Por gravidade, afinal de contas trata-se de um disco feito quase exclusivamente de hits, é “Thriller” que embala os segmentos mais pulsantes do musical “Forever King of Pop”.

O espetáculo dirigido pelo espanhol Carlos López, que já foi visto por quase 1 milhão de pessoas em três continentes (segue agora para uma excursão na China), terá 14 apresentações no Brasil no primeiro semestre de 2013 –ainda sem data definida.

Ao longo de quase duas horas, mais de 20 faixas do cancioneiro de Jackson costuram cenas marcantes da biografia do artista. A família dele chancelou a produção depois de o pai do cantor, Joe, assistir a uma sessão na Espanha e se impressionar com o esmero na mimese de coreografias, timbre e cacoetes vocais do cantor.

Depois de comover o patriarca dos Jacksons, López foi a Indiana conhecer o resto do clã.

PENEIRA

“O processo de seleção foi longo e extenuante”, descreve o diretor em entrevista à Folha, falando dos 30 atores e bailarinos que atuam na montagem.

Escolhido o elenco, partiu-se para outra série de ensaios e afinamentos tão puxada quanto a peneira inicial. No palco, o esforço ainda é hercúleo. Não é fácil ser Michael Jackson, interpretado por três atores em “King of Pop”.

“Tivemos de acrescentar um fisioterapeuta à nossa equipe, pois os bailarinos terminam o espetáculo extremamente cansados”, conta ele, sobre a dificuldade de reproduzir com exatidão (e à exaustão) a sequência de coreografias que se tornaram emblemas do cantor, compositor e dançarino.

As dificuldades físicas só não foram menores do que as vocais. Todas as músicas são cantadas ao vivo e em seus tons originais. Os proverbiais agudos e modulações vocais de Jackson são milimetricamente repetidos.

A intenção de Lopez não é apenas o tributo. “Queremos fazer com que o público se sinta em um show do cantor”, diz. O aparato tecnológico ajuda a criar essa sensação.

Ao todo, são oito toneladas de figurino e equipamentos de som e luz que buscam reproduzir com fidelidade lances cenográficos das principais turnês de Jackson, como as dos discos “Off the Wall” e “Bad”, que em 2012 completou 25 anos de lançamento.

JACKSON NO BRASIL

Para López, a vinda ao Brasil é, de certa forma, um reencontro do país com a obra do cantor, que esteve pela primeira vez aqui em 1974, ainda como membro do Jackson Five, com os irmãos.

Em 1996, Jackson voltou ao país, onde gravou o clipe da canção “They Don’t Care about Us” no Rio e em Salvador. “Pretendemos fazer audições e incorporar ao elenco artistas brasileiros”, adianta o diretor.

Não deixa de ser também um olhar desejoso sobre um mercado emergente de musicais. O gênero experimenta um “boom” recente no Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo. Vem mais um colosso por aí, agora com trilha de música black.

Fonte: Folha de S. Paulo

Audição na área: In The Heights

Atores e cantores de plantão, a 4act está selecionando brasileiros e latino americanos para as audições do musical “In The Heights”, que estreia em julho de 2013 no Rio de Janeiro e migra para São Paulo em outubro do mesmo ano. As inscrições para os testes podem ser realizadas no site do musical, clicando aqui.

Fonte: Musicais BR

Com canções adaptadas por Gilberto Gil, musical “O Rei Leão” chega a SP em 2013

O musical da Broadway “O Rei Leão” chega a São Paulo em março de 2013. A première vai ocorrer no Teatro Abril, que vai mudar seu nome para Teatro Renault. A versão brasileira contará com músicas adaptadas por Gilberto Gil. A data de estreia ainda não foi divulgada.

No palco, os atores vão manipular objetos cenográficos e figurinos especiais para representar os animais do filme da Disney. Centenas de máscaras e fantoches foram criados para o espetáculo. A direção é de Julie Taymor.

Além das músicas de Gil, “O Rei Leão” apresenta canções de Elton John e Tim Rice (entre as feitas para o filme e material adicional), Lebo M, Mancina Mark, Rifkin Jay, Julie Taymor e Hans Zimmer.

Em entrevista coletiva nesta terça (2), da qual o UOL participou, Gilberto Gil comentou que a “história de redenção” do musical o motivou a participar do espetáculo. “Eu acho que “O Rei Leão” tem essa história de redenção, da família, a tarefa de levar o processo redentor. É um pouco da minha história também, e um pouco do que me atraiu para a peça.”

Clientes dos Cartões de Crédito Bradesco, Bradesco Seguros e American Express® Membership Cards terão pré-venda exclusiva para os ingressos do musical de 20 de outubro a 28 de novembro de 2012, com 20% de desconto e parcelamento em até 5x sem juros. A data de início das vendas para o público em geral ainda não foi divulgada.

Segundo a produção do espetáculo, a produção já foi traduzida para 8 oito línguas diferentes (japonês, alemão, coreano, francês, holandês, mandarim, espanhol, e agora, português) e já passou por 15 países diferentes em cinco continentes. Sua estreia ocorreu na Broadway em 1997.

Atualmente, o musical pode ser visto na Broadway (EUA), Tóquio (Japão), Londres (Inglaterra), Hamburgo (Alemanha) e Madri (Espanha).

Serviço
“O Rei Leão”
Quando: a partir de março de 2013. Quartas, quinta, sexta e sábado às 21, domingo às 20h e às 1530 e sábado às 16h30
Onde: Teatro Abril, futuro Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 411 – Bela Vista)
Pontos de venda:
– Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Teatro Abril (futuro Teatro Renault) – diariamente, 12h às 20h (em dias de espetáculo, a bilheteria funciona até o início da apresentação) – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista
– No link: http://www.premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
– Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.
– Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Fonte: UOL

Produtores de “Chicago” e “Hairspray” serão responsáveis pela cerimônia do Oscar 2013

O presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas Hawk Koch anunciou nesta quinta-feira (23) que Craig Zadan e Neil Meron serão os produtores da 85ª edição do Oscar.

A premiação da Academia será realizada em 24 de fevereiro de 2013, em Los Angeles.

“Craig e Neil são inovadores que trazem uma perspectiva única ao show do Oscar”, disse Koch em comunicado à imprensa. “O enorme talento coletivo deles, junto com seu amor por filmes, serve ao nosso show perfeitamente”.

Zadan e Meron produziram juntos filmes como “Hairspray” (2007) e “Chicago” (2002), e séries como “Smash” e “Drop Dead Diva”. Seus trabalhos receberam 73 indicações ao Emmy, 12 ao Tony e sete ao Grammy.

“Estamos muito animados de colaborar com Hawk e todos da Academia para produzir o Oscar desse ano”, afirmaram os produtores em nota oficial. “Esperamos usar nossa experiência em produzir longas-metragens, TV e teatro para trazer algo fresco e especial a essa incrível cerimônia de premiação”.

Fonte: UOL

Musicais e peça em SP fazem temporadas a preços populares com ingressos de R$ 15 a 50

Dois musicais e uma peça em São Paulo realizam, a partir de agosto, temporadas com preços populares.

“New York, New York” reestreia no dia 16 de agosto no Teatro Sergio Cardoso com entradas a R$ 40 (inteira) para qualquer lugar da plateia, do mezanino à primeira fileira. O musical, em cartaz de quinta a domingo até 7 de outubro, retrata a era das “big bands” de jazz americanas e já ganhou versão para o cinema dirigida por Martin Scorsese.

Já para “Priscilla”, que narra as andanças de três drag queens pela Austrália e também já ganhou as telonas, os ingressos variam entre R$ 20 e R$ 50. As sessões especiais ocorrem nos dias 29 de agosto, 12 de setembro, 17 de outubro e 7 de novembro, às 19h. A iniciativa é parte do projeto “Dias de Teatro Musical”, que já ofereceu também a preços reduzidos o espetáculo “As Bruxas de Eastwick”. Já não há mais ingressos para as duas primeiras apresentações.

Há ainda “A Noviça Mais Rebelde”, sobre uma freira que conta histórias de seu passado picante, que não é classificada como musical, mas conta com performances do ator Wilson Santos, como uma imitação de Amy Winehouse. A peça está em cartaz no Teatro Santo Agostinho desde 4 de agosto com ingressos de R$ 15 a R$ 30 em todos os tipos de lugar.

 

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Fome de cultura
Fabio Gomes de Oliveira, maestro e produtor do primeiro espetáculo, conta que aprendeu uma lição importante no ano passado, quando duas apresentações de “New York, New York” foram oferecidas a 50 e a 25 reais, para qualquer lugar da casa, e tiveram lotação esgotada.

“Existe uma classe média em ascensão ou até, por que não, a Classe D, que está subindo e tem fome de consumir não só bens materiais, mas também cultura, desde que haja preços acessíveis.”

Após o episódio, Oliveira sentiu um estímulo para realizar uma temporada popular. “Queremos oferecer esse espetáculo que já foi tanto sucesso com preços acessíveis, agora, a 40 reais, para que todo mundo possa assistir.”

Segundo ele, esse setor da população também é exigente. “É uma classe que paga 40 reais mas que também não quer sentar num lugar lá em cima, no pior.”

Carlos Konrath, diretor da Opus Promoções, criadora do projeto Dias de Teatro Musical, concorda com Oliveira, mas diz que o objetivo do projeto foi viabilizar o acesso de pessoas que não possuem condições de assistir ao espetáculo com os valores normais sugeridos. “Dessa forma, é possível gerar democratização cultural e formação de plateia para espetáculos deste gênero.”

Confira abaixo dias, horários e preços dos musicais.

SERVIÇO

“A Noviça Mais Rebelde”
Quando: 
de 4 de agosto a 26 de agosto, sábado às 20h e domingo às 18h
Onde: Teatro Santo Agostinho – Rua Apeninos, 118 (Metrô Vergueiro)
Quanto: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Mais informações: (11) 3209-4858
Pontos de venda: Bilheteria (de quarta a domingo, das 15 às 20h) e pelo site www.ingresso.com
Duração: 90minutos
Recomendação: 12 anos

“New York, New York”
Quando:
16 de agosto a 07 de outubro (curta temporada). Quinta às 21h, sexta às 21h30, sábado às 17h e 21h, domingo às 16h
Onde: Teatro Sergio Cardoso (835 lugares) – Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) – temporada popular
Mais informações: 3288-0136
Pontos de vendas:
– Bilheteria do teatro, de quarta a domingo, das 15h às 19h
– Pelo telefone 4003-1212
– Pelo site www.ingressorapido.com.br
Duração: 130 minutos com intervalo de 15 minutos
Recomendação: 12 anos

“Priscilla”
Quando:
29 de agosto, 12 de setembro, 17 de outubro e 07 de novembro, às 19h
Onde: Teatro Bradesco –  Piso Perdizes do Bourbon Shopping São Paulo – Rua Turiassú, 2100, 3º piso, Pompéia
Quanto: R$ 20 (promocional estudante), R$ 25 (meia – para idosos e professores) e R$ 50 (inteira, todos os setores). Ingressos esgotados para as duas primeiras apresentações.
Mais informações: www.musicalpriscilla.com.br
Pontos de venda: www.ingressorapido.com.br e bilheteria do teatro (de domingo a quinta das 12h às 20h, sexta e sábado das 12h às 22h)
Duração: 2h30min
Classificação etária: Livre

Fonte: UOL

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