Funarte lança edital do Prêmio de Música Brasileira

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou edital para o Prêmio Funarte de Música Brasileira, com abrangência nacional.

Pessoas físicas (produtores e artistas) ou jurídicas (instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, de natureza artística e/ou cultural) poderão participar, inscrevendo-se até o dia 4 de outubro.

Serão selecionados projetos de composição, arranjos, shows, discos, vídeos, sites, publicações, pesquisas, seminários, debates e cursos, entre outras ações. As propostas podem ser relacionadas à criação, produção, distribuição e circulação de música.

O programa terá R$ 3,397 milhões disponibilizados pelo Fundo Nacional de Cultura. Os prêmios serão de R$ 30 mil a R$ 200 mil.

Clique aqui para mais informações.

*Com informações do site da Funarte

Fonte: Cultura e Mercado

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Rio de Janeiro terá encontro de produtores musicais

por Louise Palma
No dia 16 de junho, o Rio de Janeiro recebe o Estúdio Aberto, o primeiro encontro de produtores musicais do Brasil. A ideia do evento é reunir profissionais da área para discutir temas ligados à produção musical. Inspirado em workshops que já acontecem fora do país, o Estúdio Aberto pretende fazer a ligação entre profissionais que procuram aperfeiçoar seus conhecimentos e nomes relevantes do mercado fonográfico, que atuam em grandes produções, ditando tendências na área.

Para isso, foram convidados os produtores Torcuato Mariano e Fernando Moura, e os engenheiros Walter Costa e Ricardo Garcia. Nesta edição de estreia, temas como composição, arranjo, gravação, mixagem e masterização serão divididos entre os palestrantes, que carregam no currículo trabalhos com grandes artistas nacionais – como Djavan, Marisa Monte, Paralamas, Ana Carolina e Arnaldo Antunes – e internacionais, como Chuck Berry e George Martin.

Os interessados em participar do Estúdio Aberto podem fazer sua inscrição no site da Iatec, parceira do evento, que será realizado das 10h às 18h.

Serviço:
Estúdio Aberto
Quando: 16 de junho
Onde: Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (Rua Pedro I, nº 4 – 2º andar, Praça Tiradentes – Centro)
Valor: R$200,00
Informações: atendimento@overdubbing.com.br
(21) 2493-9628 / (21) 2486-0629 (Iatec)

Fonte: Áudio, Música & Tecnologia

Festival de Teatro na Bahia promove atividades até setembro

De maio a setembro, Salvador (BA) vai receber a primeira edição do projeto Bahia em Cena – Festival Baiano de Teatro. Serão cinco meses de atividades como debates, interações artísticas, workshops de gestão, oficinas e ensaios abertos, finalizando com um Festival que tomará oitos espaços da cidade, por um mês.

Na próxima segunda-feira (30/5), o editor do Cultura e Mercado, Leonardo Brant, ministra workshop sobre captação de recursos. Destinado a gestores e empreendedores culturais, o curso reúne exposições teóricas e casos concretos, habilitando o participante a desenvolver um plano de captação de recursos a partir do negócio, em direção ao mercado.

O Bahia em Cena vai estimular o trabalho de produção em rede, envolvendo oito grupos/espetáculos baianos participantes de todo o processo. Três espetáculos foram convidados pela organização do projeto e cinco serão selecionados através de edital público, aberto até o dia 18 de junho. O objetivo é que todos eles tenham a oportunidade de se posicionar melhor enquanto agentes fazedores e propagadores de arte.

Mais informações no site www.bahiaemcena.com.br.

Fonte: Cultura e Mercado

Workshop de Stage Manager com Leslie Pierce

MinC convida setor cultural de SP para encontro com Ana de Hollanda

O Ministério da Cultura, por meio de sua Representação Regional e da Representação Regional da Fundação Nacional de Artes – Funarte, juntamente com a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo convidam para o Encontro da ministra Ana de Hollanda com o setor cultural do Estado de São Paulo.

Podem participar artistas, gestores, produtores, artesãos, sindicatos, cooperativas, associações, educadores e interessados em geral.

O encontro acontece no dia 10 de maio, às 14h30, na Assembléia Legislativa do Estado (Auditório Paulo Kobayashi).

Fonte: Cultura e Mercado

Entretenimento chega à bolsa de valores

Um setor desconhecido, sem histórico de negócios, de baixa previsibilidade, alta dose de subjetividade, mas bastante promissor dado o interesse do público brasileiro por eventos culturais e pela música pop. Foi assim que o mercado de capitais recebeu a entrada na Bolsa de Valores da Time for Fun (TF4), a promotora de eventos culturais e de shows que trouxe ao Brasil o grupo U2 e a cantora Madonna. A informação é do jornal Folha de S. Paulo do último sábado (16/4).

Primeira empresa brasileira de entretenimento na Bolsa, a Time for Fun levantou R$ 539,3 milhões com a venda de ações e desbancou os críticos que duvidavam da profissionalização e da transparência mínima exigida para conseguir o dinheiro dos investidores profissionais.

As empresas da área cultural são criticadas pela baixa profissionalização e pela alta informalidade.

As ações foram vendidas a R$ 16 cada, no centro do intervalo de preço previsto, destoando da maioria das novatas da Bolsa que venderam ações abaixo do preço mínimo neste ano.

Além de organizar shows, a T4F é dona do Credicard Hall, Citibank Hall e do Teatro Abril em São Paulo; tem ainda o Citibank Hall do Rio de Janeiro e o Citi Opera de Buenos Aires. Também comercializa ingressos, vende alimentos e bebidas, e produtos promocionais.

Fundada por Fernando Luiz Alterio, a empresa tem ainda como acionistas a mexicana CIE International e um fundo de investimento da Gávea, do ex-presidente do BC Armínio Fraga, que reduziram suas participações.

Segundo Reginaldo Alexandre, presidente da Apimec-SP (associação dos analistas), o sucesso da abertura de capital da Time for Fun abre o mercado de capitais para outras empresas de entretenimento pulverizadas no país, como gravadoras, produtoras de audiovisuais, companhias de teatro, casas gastronômicas, eventos esportivos, corretores de patrocínio, entre outras.

“O setor de entretenimento é muito promissor no Brasil. É um setor cíclico [que segue o desempenho da economia.] O IPO [abertura de capital] mostra que o mercado de capitais voltou à vida, renasceu, é mais representativo da diversidade da economia.”

Os analistas, porém, continuam reticentes em relação à capacidade de analisar o setor e de fazer projeções factíveis de receita, que variam segundo fatores imponderáveis e subjetivos como o interesse do público, a exposição na mídia dos artistas e o momento da carreira de cada uma das atrações.

“É um setor desconhecido, tem evento que estoura e evento que não desperta interesse. Mas não é muito diferente de outros setores que pareciam também impossíveis de se analisar, como a construção civil. Lembra muito a volatilidade de preços que existe em outros mercados, como o commodities”, disse Alexandre. “O níquel, por exemplo foi de US$ 54 mil em 2007 a US$ 9.500 a tonelada em 2008. O mercado sabe trabalhar com essas variações, mas tem que aprender como funciona o negócio de shows e entretenimento”, completa.

*Com informações da Folha de S. Paulo

Fonte: Folha de S. Paulo

Forum de Coprodução reunirá brasileiros e franceses em Cannes

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Centre national du cinéma et de l’image animée– CNC, da França, e o Programa Cinema do Brasil estão organizando um Fórum de Coprodução em Cannes, durante o próximo Festival Internacional de Cinema. O evento acontece no dia 13 de maio, das 15h às 18 h.

Produtores brasileiros e franceses poderão se encontrar para discutir projetos em regime de coprodução. Cada encontro direto terá a duração aproximada de 30 minutos, o que permitirá a cada produtor brasileiro ou francês agendar até seis reuniões durante as três horas de duração do Fórum.

Representantes do CNC e da ANCINE estarão presentes para esclarecer dúvidas relativas às normas às quais devem ser submetidas as coproduções entre o Brasil e a França.

Em maio do ano passado, também durante o Festival de Cannes, o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, e a presidente do CNC, Véronique Cayla, assinaram um novo Acordo de Coprodução entre os dois países. O acordo originalmente firmado em 1969 foi modernizado e ganhou regras mais flexíveis.

A principal alteração diz respeito à participação mínima do país que entrar com capital minoritário, que caiu de 30% para 20% do orçamento total do projeto, podendo chegar a 10% em casos excepcionais. Esta mudança deve beneficiar principalmente os produtores brasileiros. Outra modificação no texto diz respeito à divisão das receitas obtidas com o filme nos territórios onde ele for exibido, que passa a ser livremente estabelecida entre os produtores.

As empresas produtoras interessadas em participar do Forum de Coprodução deverão encaminhar a sua candidatura ao programa Cinema do Brasil (eventos@cinemadobrasil.org.br), com cópia para assessoria.internacional@ancine.gov.br, até o dia 14 de abril, indicando:

a)  um  perfil resumido da empresa e filmografia;
b) no caso da  empresa já possuir um projeto que poderia ser realizado em coprodução com uma empresa francesa (descrever sucintamente o projeto: sinopse, diretor, orçamento preliminar, locais de filmagem, etc.). Não é obrigatório.
b) a experiência anterior da empresa em coproduções internacionais;
c) o nome da pessoa que representará a empresa em Cannes.

*Com informações do site da Ancine

Fonte: Cultura e Mercado

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