Paul McCartney grava música em parceria com produtor de Amy Winehouse e DJ Ethan Johns

O ex-Beatle Paul McCartney lançará músicas com a participação do produtor inglês Mark Ronson, famoso por produzir o álbum “Back To Black”, de Amy Winehouse, e do produtor Ethan Johns, que trabalhou recentemente com o Kings of Leon. A informação foi publicada pela revista britânica “NME” nesta quinta (18).

“Nós gravamos três sessões nas últimas semanas e está soando maravilhoso. Ele continua um dos mais extraordinários talentos de gravação. Existe uma música chamada ‘Hosanna’ que fala sobre desilusões amorosas com Paul somente na voz e violão. É linda”, diz o produtor. “Também estive no estúdio com Ronson, que eu imagino que tornará o álbum atual.”

Ainda não se sabe se trata-se de um álbum inteiro ou somente uma parceria. “Sou o simplesmente o cara que recebeu uma ligação de alguém me perguntando se queria trabalhar com McCartney. E você não diz não para McCartney. Quer dizer, que diria?”

McCartney lançou no início de 2012 o álbum “Kisses On The Botton”, em que faz versões de músicas que o inspiraram durante sua carreira como músico.

Fonte: UOL

Rio de Janeiro terá encontro de produtores musicais

por Louise Palma
No dia 16 de junho, o Rio de Janeiro recebe o Estúdio Aberto, o primeiro encontro de produtores musicais do Brasil. A ideia do evento é reunir profissionais da área para discutir temas ligados à produção musical. Inspirado em workshops que já acontecem fora do país, o Estúdio Aberto pretende fazer a ligação entre profissionais que procuram aperfeiçoar seus conhecimentos e nomes relevantes do mercado fonográfico, que atuam em grandes produções, ditando tendências na área.

Para isso, foram convidados os produtores Torcuato Mariano e Fernando Moura, e os engenheiros Walter Costa e Ricardo Garcia. Nesta edição de estreia, temas como composição, arranjo, gravação, mixagem e masterização serão divididos entre os palestrantes, que carregam no currículo trabalhos com grandes artistas nacionais – como Djavan, Marisa Monte, Paralamas, Ana Carolina e Arnaldo Antunes – e internacionais, como Chuck Berry e George Martin.

Os interessados em participar do Estúdio Aberto podem fazer sua inscrição no site da Iatec, parceira do evento, que será realizado das 10h às 18h.

Serviço:
Estúdio Aberto
Quando: 16 de junho
Onde: Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (Rua Pedro I, nº 4 – 2º andar, Praça Tiradentes – Centro)
Valor: R$200,00
Informações: atendimento@overdubbing.com.br
(21) 2493-9628 / (21) 2486-0629 (Iatec)

Fonte: Áudio, Música & Tecnologia

Instituto Pensarte promove workshop sobre produção cultural

O Instituto Pensarte promove, neste sábado (4/6), em São Paulo, o workshop “Caminhos da Produção Cultural”. O objetivo é transmitir conhecimentos desvelando as estruturas do fazer cultural, desde o seu planejamento até a execução das ações, programas e metas.

Banda de pífaros de Caruaru

De manhã, PX Silveira abordará a elaboração e criação de um projeto cultural, e Leonardo Brant falará sobre a pré-produção e o desenvolvimento do projeto.

À tarde, Genoveva F. Moura falará sobre as leis de incentivo à cultura e editais e Piatã Stoklos Kignel abordará a execução e a finalização dos projetos.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (11) 3828-6600 ou pelos emails eunice@pensarte.org.br e benedito@pensarte.org.br.
O workshop acontece na Alameda Nothmann, 1029 – Campos Elísios – São Paulo (SP).

Fonte: Cultura e Mercado

Entretenimento chega à bolsa de valores

Um setor desconhecido, sem histórico de negócios, de baixa previsibilidade, alta dose de subjetividade, mas bastante promissor dado o interesse do público brasileiro por eventos culturais e pela música pop. Foi assim que o mercado de capitais recebeu a entrada na Bolsa de Valores da Time for Fun (TF4), a promotora de eventos culturais e de shows que trouxe ao Brasil o grupo U2 e a cantora Madonna. A informação é do jornal Folha de S. Paulo do último sábado (16/4).

Primeira empresa brasileira de entretenimento na Bolsa, a Time for Fun levantou R$ 539,3 milhões com a venda de ações e desbancou os críticos que duvidavam da profissionalização e da transparência mínima exigida para conseguir o dinheiro dos investidores profissionais.

As empresas da área cultural são criticadas pela baixa profissionalização e pela alta informalidade.

As ações foram vendidas a R$ 16 cada, no centro do intervalo de preço previsto, destoando da maioria das novatas da Bolsa que venderam ações abaixo do preço mínimo neste ano.

Além de organizar shows, a T4F é dona do Credicard Hall, Citibank Hall e do Teatro Abril em São Paulo; tem ainda o Citibank Hall do Rio de Janeiro e o Citi Opera de Buenos Aires. Também comercializa ingressos, vende alimentos e bebidas, e produtos promocionais.

Fundada por Fernando Luiz Alterio, a empresa tem ainda como acionistas a mexicana CIE International e um fundo de investimento da Gávea, do ex-presidente do BC Armínio Fraga, que reduziram suas participações.

Segundo Reginaldo Alexandre, presidente da Apimec-SP (associação dos analistas), o sucesso da abertura de capital da Time for Fun abre o mercado de capitais para outras empresas de entretenimento pulverizadas no país, como gravadoras, produtoras de audiovisuais, companhias de teatro, casas gastronômicas, eventos esportivos, corretores de patrocínio, entre outras.

“O setor de entretenimento é muito promissor no Brasil. É um setor cíclico [que segue o desempenho da economia.] O IPO [abertura de capital] mostra que o mercado de capitais voltou à vida, renasceu, é mais representativo da diversidade da economia.”

Os analistas, porém, continuam reticentes em relação à capacidade de analisar o setor e de fazer projeções factíveis de receita, que variam segundo fatores imponderáveis e subjetivos como o interesse do público, a exposição na mídia dos artistas e o momento da carreira de cada uma das atrações.

“É um setor desconhecido, tem evento que estoura e evento que não desperta interesse. Mas não é muito diferente de outros setores que pareciam também impossíveis de se analisar, como a construção civil. Lembra muito a volatilidade de preços que existe em outros mercados, como o commodities”, disse Alexandre. “O níquel, por exemplo foi de US$ 54 mil em 2007 a US$ 9.500 a tonelada em 2008. O mercado sabe trabalhar com essas variações, mas tem que aprender como funciona o negócio de shows e entretenimento”, completa.

*Com informações da Folha de S. Paulo

Fonte: Folha de S. Paulo

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