Crescimento de música streaming supera downloads

Mercado de música streaming crescerá 40% em 2012. Segundo informações da BBC, o avanço do setor é bem maior em relação ao crescimento dos downloads, com apenas 8,5% de previsão para crescimento.

Segundo pesquisa da Strategy Analytics, CDs ainda dominam a indústria, representando 61% das vendas do setor. Apesar disso, vendas físicas caíram 12% no mercado global.

Fonte: AdNews

Emoções transparecem da mesma forma na música e na voz

Tente buscar na memória uma melodia que é capaz de mudar seu humor – é muito provável que a distância entre as notas seja a grande responsável pelas emoções despertadas, segundo estudo publicado na Plos One. O neurocientista Daniel Bowling, da Universidade Duke, analisou os intervalos, ou distâncias entre as notas, em melodias de música clássica ocidental e de ragas indianos e descobriu que, nos dois tipos de música, o tamanho do intervalo médio é menor em melodias associadas à tristeza e maior em melodias ligadas à alegria.

Bowling cita como exemplo dessa variação a Sonata ao luar, um clássico do compositor alemão Ludwig van Beethoven. A melodia da primeira parte da peça, que envolve um pequeno conjunto de notas, evoca melancolia para a grande maioria dos voluntários que a ouvem. Já a segunda parte, mais alegre, compreende intervalos maiores entre as notas. Segundo o neurocientista, a música imita os padrões naturais de nosso instrumento mais primitivo: a voz. Para testar essa teoria, ele gravou 40 pessoas falando – metade delas em inglês e o restante em tâmil, um dialeto indiano. Ele observou que as emoções eram relacionadas a padrões melódicos semelhantes: quanto mais monótona a execução da fala, mais triste ela era considerada. “A associação de emoções a diferentes características tonais partiu de nossa percepção da fala”, diz Bowling.

Fonte: Scientific American – Mente e Cérebro

Música alta pode afetar memória e aprendizagem, diz estudo

Muitos adolescentes gostam de ouvir música alta, especialmente durante os estudos, costume que tem sido criticado pelo pais através de gerações.

Agora, cientistas da Argentina mostraram que a reclamação dos progenitores não é pura chateação: através de um experimento com ratos, eles descobriram que o som alto pode afetar a memória e os mecanismos de aprendizagem de animais em desenvolvimento.

O trabalho, publicado na revista Brain Research, foi realizado utilizando camundongos com idade entre 15 e 30 dias, o que corresponde a uma faixa etária entre 6 a 22 anos nos humanos.

‘Nós usamos ratos pois eles têm um sistema nervoso semelhante aos seres humanos’, disse à BBC Mundo Laura Guelman, coordenadora do projeto e pesquisadora do Centro de Estudos Farmacológico e Botânico (Cefybo) da Universidade de Buenos Aires (UBA).

Os pesquisadores expuseram os animais a intensidades de ruído entre 95 e 97 decibéis (dB) mais altos do que o patamar considerado seguro (70-80 dB), porém abaixo da intensidade de som que produz, por exemplo, um show de música (110 dB).

Concluído o experimento, eles descobriram que, depois de duas horas de exposição, os ratos sofreram danos irreversíveis nas células cerebrais.

Segundo os pesquisadores, foram identificadas anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem.

‘Tal evidência sugere que o mesmo poderia ocorrer em humanos em desenvolvimento, embora seja difícil de provar, porque não podemos expor as crianças a este tipo de experiência’, disse Guelman.

Danos
Já era sabido que a exposição ao som alto pode causar deficiência auditiva, cardiovascular e do sistema endócrino (além de stress e irritabilidade), mas Guelman afirmou que é a primeira vez que tais alterações morfológicas são detectadas no cérebro.

‘Pode-se supor a partir dessa descoberta que os níveis de ruído a que as crianças são expostas nas ‘baladas’ ou ouvir música alta com fones de ouvido podem levar a déficits de memória e cuidados de longa duração’, disse Maria Zorrilla Zubilete, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina da UBA.

Uma das curiosidades relevadas pelo estudo é que, para as crianças, uma única exposição a ruídos altos pode ser mais prejudicial do que uma exposição prolongada.

Durante a experiência, dois grupos de ratos foram analisados: o primeiro foi exposto uma única vez a duas horas de ruído e o segundo recebeu o mesmo estímulo, mas uma vez por dia durante duas semanas.

Após 15 dias, os ratos que tinham sido submetidos a uma única exposição no início da experiência mostraram sinais de danos mais contundentes.

Os cientistas atribuíram tal fato à chamada ‘plasticidade neural’ existente durante os anos de desenvolvimento, quando o sistema nervoso ainda está em formação.

‘É possível que os estímulos do cérebro já não tenham tempo para reparar tais ferimentos’, disse Guelman.

Conclusões precipitadas
Embora o estudo cause preocupação em um cenário em que cada vez mais crianças ouvem música em alto volume através de dispositivos digitais e vídeo games, Guelman alerta para conclusões precipitadas.

‘O som que usamos para o experimento foi o ruído branco, um sinal que contém todas as freqüências de som, e é percebido como se fosse o barulho de uma TV mal sintonizada’, disse ela.

‘Mas a música que muitas das crianças ouvem contém apenas algumas freqüências, e ainda não sei exatamente o que causou o dano’, acrescentou.

O próximo trabalho desses cientistas é determinar o ‘mecanismo molecular’ pelo qual o ruído afeta as células do hipocampo.

‘Nós não sabemos se o dano é gerado diretamente pelas vibrações sonoras ou o som ativa neurotransmissores que causam o problema’, diz Guelman.

Depois de entender esse mecanismo, os peritos tentarão desenvolver drogas que podem prevenir lesões.

Enquanto isso, cientistas argentinos acreditam que este estudo deve servir como um alerta para evitar a exposição das crianças a sons altos.

Com a descoberta, os professores, que já se queixam de como as novas tecnologias podem distrair os alunos, têm agora um novo argumento para proibir os gadgets em sala de aula.

Fonte: G1

Luva musical ajuda pacientes com lesões na medula a retomarem a sensibilidade

Nota do Catarse Musical: e alguém ainda duvida do poder da música na vida das pessoas? Vale a pena ler a matéria abaixo…

por Luciana Zaramela

 

Mobile Music Touch Luva

Uma luva sem fio foi desenvolvida no Georgia Tech – Centro de Música e Tecnologia, nos EUA – para ensinar os usuários a tocar piano e, além disso, melhorar a sensibilidade e mobilidade das mãos de pessoas que sofreram danos na medula espinhal, segundo pesquisadores.

O estudante de graduação Kevin Huang, a professora Ellen Yi-Luen Do e o professor Thad Starner fazem parte do projeto “Piano Touch”, que utiliza uma luva equipada com pequenos sensores de vibração para ajudar os usuários a aprender a tocar músicas em um teclado.

O dispositivo chamado “Mobile Music Touch” trabalha ao lado de um computador e um teclado. Graças a ele, pacientes que sofreram traumas na medula há mais de um ano já apresentam bom desenvolvimento. Segundo a líder do projeto, Tanya Markow, os resultados foram além de suas expectativas, já que alguns pacientes conseguiram, inclusive, sentir a textura de suas roupas pela primeira vez após o trauma.

Quando uma música está programada em um computador, smartphone ou MP3 Player, o usuário aprende a tocá-la atráves de pistas táteis (que vibram na região dos dedos que devem pressionar as teclas) e visuais (que acendem as notas corretas nas teclas). Com o tempo, os usuários começam a memorizar as músicas e expandem seus repertórios.

Neste estudo, alguns participantes foram instruídos a praticar com a luva por 30 minutos, três vezes por semana, e também utilizar o aparelho por duas horas diárias, durante cinco dias na semana, para sentirem suas vibrações. Outros participantes praticaram as músicas e fizeram suas tarefas do dia-a-dia sem usar a luva.

Os pesquisadores avaliaram os participantes com vários testes de sensibilidade, e também segurando objetos, para mensurar o progresso. O resultado foi satisfatório: aqueles que usaram a luva ao piano apresentaram melhoras estatisticamente significantes.

Tanya Markow diz que as melhorias poderiam ser o resultado de uma atividade renovada no córtex sensorial da mão, que leva ao disparo do estímulo ao córtex motor cerebral. Tudo isso era uma reação de gatilho causada pelas vibrações na luva. Ainda não está claro se utilizar a luva fora do piano melhora os resultados. Para isso, mais pesquisas necessitam ser feitas e Markow pretende utilizar ressonância magnética para incluir resultados funcionais na próxima etapa.

Fonte: Canal Tech

Nexus Q é a “bolinha” multimídia ligada à nuvem do Google

Nota do Catarse Musical:

O blog é essencialmente sobre entretenimento mas essa matéria de tecnologia mostra um novo gadget que pode mudar a experiência social de ouvir música. Achei bem interessante e alinhado com as novas tendências de conectividade, integração e de não apenas ser ouvinte… Abaixo, a matéria completa.

por Cauã Taborda

Nem smartphone, nem tablet. Durante a apresentação do Google I/O uma pequena bola marca a entrada da gigante das buscas do mercado de eletroeletrônicos. Apelidada de “jukebox social”, a esfera Nexus Q é uma central multimídia com acesso ao conteúdo da Google Play (áudio e vídeo).

Totalmente fabricado nos EUA, o gadget começa a ser vendido no mercado norte-americano por 299 dólares na metade de julho. O diferencial da solução é seu controle. Sem nenhuma interface ou botões, o gadget é controlado por dispositivos rodando Android (smartphones e tablets). A ideia é que qualquer device comande as músicas em uma festa, ou os vídeos que serão enviados à TV. A conexão com a central é feita por Wi-Fi ou cabo (Ethernet). Equipada com chip NFC, a central Nexus Q também se conecta a dispositivos compatíveis com um simples encostar dos produtos.

[ Veja a cobertura completa do Google I/O ]

Pela apresentação feita no evento, e também pela página do produto, a central multimídia só transmitirá conteúdo disponível na nuvem, ou seja, da Google Play. Seus arquivos pessoais, armazenados em sua rede em PCs ou dispositivos, vão ficar excluídos da festa. Não há menção a outros serviços de streaming, como Netflix ou Spotify.

Veja abaixo o vídeo oficial do Nexus Q (em inglês).

Fonte: Info Online

Jogos virtuais auxiliam no ensino de música

Uma equipe de pesquisadores da UFSCar está desenvolvendo uma série de jogos virtuais para facilitar o ensino de música. O objetivo principal é permitir que alunos dos cursos de Licenciatura em Música e Licenciatura em Educação Musical (oferecido na modalidade a distância) possam aprender de forma lúdica e agradável, mas os programas podem ser acessados por qualquer pessoa interessada.

Com base em pesquisas realizadas na instituição, quatro jogos foram desenvolvidos em 2011 por uma empresa de software. Eles possibilitam o aprimoramento da leitura de notas de partitura, a percepção de intervalos musicais e escalas musicais e a montagem de acordes.

Todos apresentam diferentes níveis de dificuldade e o conteúdo musical se torna mais completo e complexo a cada fase, possibilitando evolução no aprendizado. Além dos desafios, há uma seção de fundamentos na qual o usuário pode se aprofundar na teoria musical tratada.

Este ano mais um jogo foi desenvolvido pelo professor Glauber Lúcio Alves Santiago, do Departamento de Artes e Comunicação da UFSCar, e pelos ex-alunos Larissa Amurov Korsokovas e Terence Peixoto dos Santos, responsáveis pela concepção musical e conceitual dos quatro primeiros jogos.

Batizado de “Incrível Músico das Neves”, o game trabalha conceitos musicais e, em sua primeira versão, apresenta o tema Intervalos Harmônicos.

Os cinco programas já estão sendo usados pelos alunos da UFSCar em algumas disciplinas do curso de Música. Podem ser acessados nas versões on e offline e também para dispositivos móveis que utilizem o sistema operacional Android. O endereço é http://educacaomusical.sead.ufscar.br/jogos

Fonte: Agência Fapesp

Música aumenta células do sistema imunológico

Cientistas japoneses descobriram que além de auxiliar pessoas com deficiências neurológicas,
a música também atua, de forma efetiva, nas células do sistema imunológico

Aqui mesmo já mostramos diversos benefícios da música, seja para pessoas que sofrem de Alzheimer ou outras doenças neurológicas, quanto para proteção do cérebro em idade avançada e até mesmo para fortalecimento da memória. Pois bem, agora outra vantagem foi descoberta: a música aumenta as células que regulam o sistema imunológico.

Em matéria no jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, os autores da pesquisa, uma equipe japonesa, mostraram os resultados do estudo realizado por dois anos em cerca de 300 ratos transplantados do coração. O primeiro grupo de animais, que não ouvia música, faleceu depois de sete dias da cirurgia. Já o outro grupo, que ouviu música por uma semana, 24 horas por dia, teve resultados impressionantes. E é interessante saber que o tipo de música também influenciou.

Para os ratinhos que ouviram Enya, o novo coração bateu por 11 dias. Para os que ouviram Mozart, por 20. E para os que ouviram a ópera La Traviata, de Verdi, 26 dias e meio. Os cientistas conseguiram identificar um aumento expressivo do número das ”células T”, que regulam o sistema imunológico, no coração.

A pesquisa ainda não foi realizada em humanos. Com a sua conclusão, os cientistas preveem que, em breve, o número de remédios tomados por transplantados possa ser diminuído drasticamente; uma excelente notícia, pois seus efeitos colaterais são, em geral , bastante nocivos aos pacientes, debilitando outros órgãos.

Para assistir a reportagem do Bom Dia Brasil, clique aqui.

Música tem papel importante no nosso humor, diz pesquisador

Não se surpreenda se você começar a ouvir música nos corredores de hospitais. Pesquisadores estão descobrindo o poder dos sons sobre o nosso cérebro – para o bem e para o mal – e usando melodias para o tratamento de doenças.

Em entrevista à Galileu, o pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (A cura com a velocidade do som, sem edição brasileira) conta como a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e, por consequência, no nosso sistema imunológico. Na obra, eles ainda sugerem como usar a música em caráter medicinal.

Segundo o pesquisador, é preciso ter a música certa. “As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios que ensinamos no livro, o que chamamos de “marchas” (gears em inglês). Você pode separar as canções de acordo com o andamento, o alcance da frequência e arranjo”, afirma. Confira a explicação e um exemplo de cada uma das marchas citadas pelos autores:

Primeira marcha

“Na primeira, indicamos músicas de até 60 batidas por minuto (bpm), tons graves e arranjos simplificados, geralmente, instrumentais. Música ambiente e new age são exemplos e podem ser usadas para acalmar os ritmos do corpo e reduzir estresse”.

 

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Música tem papel importante no nosso humor, diz pesquisador

As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios

por Redação Galileu
 

Editora Globo

 

Não se surpreenda se você começar a ouvir música nos corredores de hospitais. Pesquisadores estão descobrindo o poder dos sons sobre o nosso cérebro – para o bem e para o mal – e usando melodias para o tratamento de doenças.

Em entrevista à Galileu, o pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (A cura com a velocidade do som, sem edição brasileira) conta como a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e, por consequência, no nosso sistema imunológico. Na obra, eles ainda sugerem como usar a música em caráter medicinal.

Segundo o pesquisador, é preciso ter a música certa. “As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios que ensinamos no livro, o que chamamos de “marchas” (gears em inglês). Você pode separar as canções de acordo com o andamento, o alcance da frequência e arranjo”, afirma. Confira a explicação e um exemplo de cada uma das marchas citadas pelos autores:

Primeira marcha

“Na primeira, indicamos músicas de até 60 batidas por minuto (bpm), tons graves e arranjos simplificados, geralmente, instrumentais. Música ambiente e new age são exemplos e podem ser usadas para acalmar os ritmos do corpo e reduzir estresse”.

Segunda marcha

“Na marcha 2, são músicas de 60 a 90 bpm, frequências médias e geralmente instrumentais – violões e música barroca, por exemplo. São boas para a concentração”.

Terceira marcha

“A terceira marcha é de músicas acima de 90 bpm e ampla frequência sonora, como no pop, rock e jazz, usadas para aumentar a energia. Dependendo do resultado que você deseja (reduzir estresse, melhorar a concentração ou a performance atlética), você pode montar um playlist tentando atingir esse objetivo”.

Fonte: Galileu

I Encontro Paulista dos Pesquisadores da Cultura

Pesquisadores de São Paulo que se dedicam à área da cultura chamam encontro para debater e organizar o campo da pesquisa no estado. O encontro acontece entre os dias 9 e 10 de fevereiro de 2012 no campus da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (USP Leste). O encontro recebe inscrições até o dia 18 de janeiro.

O I Encontro Paulista dos Pesquisadores da Cultura busca reunir nos próximos dias 9 e 10 de fevereiro pesquisadores das diversas áreas do conhecimento do estado de São Paulo que têm por objeto a cultura. O objetivo do encontro é fomentar a troca e o encontro interdisciplinares evidenciando convergências e oportunidades de colaboração – pesquisadores que se dedicam a temas semelhantes em diferentes instituições e pesquisadores de áreas disciplinares distintas que têm o mesmo objeto.

O encontro parte da necessidade dos pesquisadores de encontrar interlocução organizada e espaços de interação e troca.

A quem se dirige o chamado? Como se trata de um primeiro encontro, buscando a prospecção da área, está aberto a todos os que fazem pesquisa, nas universidades, no governo e na sociedade civil e que consideram que atuam no universo da cultura.

Como será organizado o encontro? O encontro será composto de mesas onde os participantes apresentarão resumo das suas pesquisas, além de alguns painéis sobre a avaliação e o financiamento da pesquisa em cultura.

Se eu quiser apenas assistir, sem apresentar trabalho, o que preciso fazer? Nada. Apenas compareça ao local do evento.

Sou um pesquisador senior e gostaria de palestrar ou montar uma mesa – é possível? O encontro nasceu da necessidade que alguns pesquisadores sentiram falta de ter uma visão mais global do campo de pesquisa em cultura no estado de São Paulo. Infelizmente, não temos ainda um mapa de quais são os principais grupos de pesquisa, programas de pós-graduação ou as pesquisas em curso. Assim, achamos que antes de organizar um congresso acadêmico mais tradicional, seria conveniente chamar uma reunião na qual os pesquisadores apenas apresentassem suas pesquisas, que seriam agrupadas por tema de modo a que pudessem se encontrar. Antes de começarmos a organizar o campo, a ideia é fazer uma prospecção. Por esse motivo, não estamos separando, neste encontro, os pesquisadores que estão começando dos pesquisadores mais seniores (reunindo eles em mesas e painéis com mais destaque). Isso não significa que não distinguimos os diferentes graus de maturidade dos pesquisadores, mas apenas que nosso foco agora é fazer essa prospecção. Convidamos os pesquisadores seniores a apresentar a sua pesquisa e a presidir a mesa onde seu trabalho será apresentado e esperamos numa próxima oportunidade conceder a eles um lugar de mais destaque.

 Como faço a inscrição? A inscrição é gratuita, bastando enviar os seguintes dados para o email : * Nome * Instituição a qual está vinculado * Cargo/ Função/ Nível * Endereço para correspondência * Telefone * Página Internet * Email para contato * Título da pesquisa * Resumo de até 200 palavras * Palavras-chave da pesquisa Como fico sabendo da programação completa?

A programação completa será divulgada no site: http://www.pesquisaemcultura.org no final de janeiro.

Como chego até a EACH (USP Leste)? O acesso à USP Leste é muito fácil. De carro, siga na Rodovia Ayrton Senna e pegue a última saída antes do aeroporto de Cumbica. A saída é sinalizada e o prédio da EACH é visível da rodovia. De transporte público o acesso também é simples. Siga até a estação Brás ou Tatuapé do metrô e faça a conexão com a CPTM. Pegue a linha F (sentido Calmon Vianna) e desça na estação USP Leste que já está integrada no campus (20 minutos vindo do Tatuapé).

Discos de Criolo e Adele são eleitos melhores de 2011 pela “Rolling Stone Brasil”; você concorda?

Em sua lista dos 50 melhores discos de 2011, a revista “Rolling Stone Brasil” alçou Criolo e Adele nos destaques do ano que passou. A seleção dos álbuns nacionais e internacionais está na edição de janeiro, que chega às bancas nesta quinta-feira (5).
Entre os melhores lançamentos no Brasil, Criolo lidera a lista com elogiado “Nó na Orelha”, o segundo de sua carreira. Em uma dobradinha de rap paulistano, Emicida vem em segundo lugar com “Doozicabraba e a Revolução Silenciosa”. O terceiro lugar é ocupado por Mallu Magalhães e seu “Pitanga”.
No cenário internacional, o ano foi mesmo da britânica Adele, que também teve seu álbum “21” eleito o melhor do ano pela edição norte-americana da “Rolling Stone”. No segundo lugar está Foo Fighters com “Wasting Light”, que traz participações de Krist Novoselic (ex-companheiro de Dave Grohl no Nirvana) e Bob Mould, do Hüsker Dü. Em terceiro lugar, PJ Harvey surge com “Let England Shake”, disco que marca a volta da cantora às suas origens com músicas inspiradas no folk inglês.
Veja os dez melhores álbuns nacionais e internacionais eleitos pela “Rolling Stone Brasil”:
Nacional
1º – Criolo – “Nó na Orelha”
2º – Emicida – “Doozicabraba e a Revolução Silenciosa”
3º – Mallu – “Pitanga”
4º – Kassin – “Sonho Devagar”
5º – Chico Buarque – “Chico”
6º – Marcelo Camelo – “Toque Dela”
7º – Boss in Drama – “Pure Gold”
8º – Karina Buhr – “Longe de Onde”
9º – Autoramas – “Música Crocante”
10º – Fábio Góes – “O Destino Vestido de Noiva”
Internacional
1º – Adele – “21”
2º – Foo Fighters – “Wasting Light”
3º – PJ Harvey – “Let England Shake”
4º – Noel Gallagher’s High Flying Birds – “Noel Gallagher’s High Flying Birds”
5º – The Black Keys – “El Camino”
6º – Arctic Monkeys – “Suck It and See”
7º – Jay-Z & Kanye West – “Watch the Throne”
8º – The Decemberists – “The King Is Dead”
9º – The Vaccines – “What Did You Expect from the Vaccines?”
10º – Danger Mouse and Daniele Luppi – “Rome”
Fonte: UOL
– OBS.: O CATARSE MUSICAL QUER SABER SE VOCÊ CONCORDA COM ESSE RANKING! E AÍ, QUAIS SEUS ÁLBUNS PREFERIDOS DENTRE OS LANÇADOS EM 2011? Coloquem sua opinião nos comentários e compilarei para fazer uma matéria exclusivamente sobre a preferência dos leitores do CATARSE.

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