Homenagem a Jimi Hendrix reúne Andreas Kisser e Edgard Scandurra

Em homenagem aos 70 anos de Jimi Hendrix, que seriam completados em novembro de 2012, Andreas Kisser, Edgard Scandurra, Lanny Gordin, Martin, Pitty e Hélio Flanders se apresentam no show Hendrix 70, nos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro, no Teatro do Sesc Vila Mariana.

O show irá apresentar releituras de alguns sucessos do guitarrista como “Foxy Lady”, “Purple Haze”, “Hey Joe”, “Red House” e “Vodoo Child”.

Os músicos convidados serão acompanhados pela banda formada por Du Moreira, Loco Sosa e Estevan Sinkovitz.

Considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Jimi Hendrix revolucionou o modo de tocar guitarra e influenciou uma geração de músicos.

Serviço
Hendrix 70
Quando: 1º, 2 e 3 de fevereiro; sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana
Quanto: R$ 40 (inteira); R$ 20 (usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 10 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes)
Vendas: pelo sistema INGRESSOSESC a partir de 25/1, às 14h
Bilheteria: de terça a sexta, das 9 às 21h30, sábado das 10 às 21h30, domingo e feriado das 10 às 18h30 (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Aceitam-se todos os cartões
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: R$ 3 a primeira hora + R$ 1 a hora adicional (matriculados no Sesc). R$ 6 a primeira hora + R$ 2 a hora adicional (não matriculados). 200 vagas
Capacidade: 608 lugares
Duração: 90 minutos
Mais informações: (11) 5080 3000 ou 0800 118220

Fonte: UOL

Musicais com sotaque brasileiro

por Vanessa Jurgenfeld

Um nova fase começa a ser vivida pelos espetáculos musicais no Brasil. Depois do sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo” – que estreou em 2011 e ainda está em cartaz no Rio -, o conteúdo nacional, voltado a biografias de artistas brasileiros e temas que conduzem o espectador aos anos 1970 e 1980, virou a aposta das produtoras para 2013 e 2014.

As produções vão desde “Milton Nascimento – Nada Será Como Antes”, homenagem aos 50 anos de carreira do cantor, em cartaz até março no Rio, a “Rock in Rio”, história ficcional em cima do famoso festival de música carioca, que estreou no Rio neste mês.

Mas os planos das produtoras são maiores e devem se estender às biografias de Elis Regina (1945 – 1982) e Cazuza (1958 -1990), além de espetáculos como “Dancin’ Days” – ficção em torno da boate criada por Nelson Motta no Rio, nos anos 1970, marcada pelas Frenéticas e pela “disco music” – e “Chacrinha”, musical que relembrará as tardes de domingo com um dos famosos comunicadores do país, morto em 1988.

“O Brasil está encontrando sua forma própria [de fazer musicais]. Há uma evolução desse tipo de produto no país”, diz Leo Ganem, presidente da Geo Eventos.

Os musicais ganharam fôlego no começo dos anos 2000, quando o mercado começava a experimentar o conteúdo internacional trazido pela empresa Time for Fun (T4F), como “Les Misérables”. Entre 2008 e 2009, num segundo momento do setor, novas produtoras apareceram e patrocinadores passaram a investir mais no segmento. Alguns teatros foram reinaugurados, com vocação para o gênero, como o Oi Casa Grande, no Rio. Na esteira, surgiu um eixo de musicais entre Rio e São Paulo.
O importado “O Rei Leão” é a principal aposta da T4F no ano

“Até 2008, havia produção de musicais da Broadway no modelo franquia apenas para São Paulo e só uma grande empresa operando. O espetáculo era produzido lá fora e chegava aqui só para ser executado”, afirma Fernando Campos, sócio da empresa Aventura.

Agora, o setor está num terceiro momento. “Muita gente foi estudar fora e já existem escolas de ator só para musicais. Grandes atores, que não sabiam se queriam fazer esse tipo de espetáculo, hoje gritam para fazer um musical. Há também diretores de TV indo para musicais, como Daniel Filho [do musical “Se Eu Fosse Você”] e Pedro Vasconcellos [de “Tudo por um Pop Star”]”, diz Campos.

Entre atores e técnicos, o entendimento é que o conteúdo nacional abriu novo mercado, no qual hoje os artistas brasileiros estariam em condições de igualdade com os estrangeiros, “caindo um tabu de que não tínhamos condições para atuar em musicais”, diz Ligia de Paula Sousa, presidente do Sated-SP, sindicato da categoria.

Há uma busca por especialização. Foi aprovado recentemente no Congresso dos Trabalhadores Artistas e Técnicos (Cetated-SP) a possibilidade de que técnicos paulistas conhecessem os espetáculos em Londres e Nova York para trocar experiências.

A onda de produções nacionais se ancora no sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo”, produzido por Sandro Chaim. Há nesse movimento das produtoras uma tentativa de se diferenciar e, ao mesmo tempo, fugir das caras e concorridas produções da Broadway (Nova York) e West End (Londres), redutos tradicionais do gênero.

O conteúdo nacional é visto também como oportunidade de exportação. Chaim, que atualmente se envolve no musical “Cazuza”, quer levar “Tim Maia” para Portugal. Em associação com a XYZ Live, há planos de exportar outros conteúdos para a América Latina. “Ganhamos experiência e a visão de que existe um mercado a ser explorado. É uma tendência natural os produtores criarem suas próprias histórias. Faz parte de um amadurecimento profissional”, diz Chaim. O espetáculo “Rock in Rio”, produzido pela Aventura, está previsto para ir a Portugal, Espanha e há planos para levá-lo até mesmo a Broadway, em 2016, segundo Campos.

Nesse ritmo, outras cidades brasileiras também poderão entrar no circuito de musicais, além de Rio-São Paulo, como Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

“Carregar” espetáculos se tornou uma possibilidade especialmente para musicais nacionais em versões medianas – e não superproduções – e que, pelo próprio tamanho menor, possuem mais facilidade para transporte de equipamentos e elenco. “Milton”, “Rock in Rio” e “Elis” são alguns dos títulos que estão previstos para uma futura itinerância.

Mas os musicais com conteúdo nacional caíram de fato no gosto do brasileiro?

A julgar pelo sucesso de “Tim Maia”, há um bom sinal. O total de público passou de 300 mil pessoas (apenas como comparação, a megaprodução internacional “A Família Addams” teve 350 mil). Para Chaim, “é o boca a boca que garante a longevidade de uma temporada”. É cedo, no entanto, para afirmar que todo conteúdo nacional terá grande público.

Segundo o diretor Claudio Botelho, algumas obras não deveriam nem ser consideradas teatros musicais e estariam oferecendo mais do mesmo.

Sejam de qualidade ou não, o fato é que os musicais produzidos no país são custosos. Em geral gasta-se menos do que trazer uma produção consagrada no exterior. Segundo as produtoras, todas as produções dependem de patrocínio da Lei Roaunet para serem viáveis economicamente.

Para efeitos de comparação: espetáculos trazidos de fora e produzidos localmente, “A Família Addams” custou R$ 25 milhões; e “Mágico de Oz” (numa versão compacta), R$ 8 milhões, enquanto o nacional “Rock in Rio” custou R$ 12 milhões.

Fonte: Valor Econômico

Oito fatos que marcaram a cultura brasileira em 2012

Em 2012, o setor cultural brasileiro passou por mudanças e debates que podem apontar novos rumos políticos e mercadológicos para a área. Para encerrar o ano aqui no Cultura e Mercado, selecionamos oito fatos importantes para o país.

Qual mais além desses você indicaria?

Mudança no comando do Ministério da Cultura
No dia 11 de setembro, o Palácio do Planalto confirmou o convite da presidente Dilma Rousseff à então senadora Marta Suplicy (PT-SP), para substituir Ana de Hollanda no comando do Ministério da Cultura.

Já em seu discurso de posse, a nova ministra afirmou que uma de suas prioridades seria a aprovação do Vale Cultura – aprovado pelo Senado no dia 6 de dezembro.

Dois meses após assumir o cargo, em entrevistas aos principais jornais do país, Marta contou que pretende dar uma marca de “inclusão social” à sua gestão no ministério. Além de aprovar o Vale Cultura, ela pretende construir 360 CEUs das Artes — centros de produção cultural dotados, por exemplo, de biblioteca somente com livros artísticos. Também já começou a promover projetos e editais de incentivo à produção da cultura negra.

Marco civil da internet
A votação do Projeto de Lei 2.126/2011, o Marco Civil da Internet, foi adiada seis vezes desde que chegou à Câmara dos Deputados, em julho.

A meta do projeto é estabelecer direitos e responsabilidades no uso dos meios digitais, entre os quais a responsabilidade civil de provedores e usuários sobre o conteúdo publicado na internet e medidas para preservar e regulamentar direitos do usuário da rede como a liberdade de expressão e a privacidade.

A proposta sofre pressões principalmente por dois pontos: neutralidade e responsabilização de provedores por retirada de conteúdo – sendo que essa última ainda envolve discussões sobre direitos autorais, o que acabou gerando a intervenção do Ministério da Cultura.

Direito autoral
Além dos debates sobre direito autoral promovidos em torno do Marco Civil da Internet, esse tema também foi muito tratado em 2012 por conta da CPI do Ecad.

A Comissão investigou denúncias de irregularidades praticadas pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) na arrecadação e distribuição de recursos vindos do direito autoral de produções artísticas musicais e gerou um Projeto de Lei (PLS 129/2012), que trata do Novo Sistema de Gestão Coletiva de Direitos Autorais e estabelece normas para o exercício das atividades da entidade

Diante da pressão de artistas, servidores e dirigentes do Ecad, os senadores decidiram adiar a discussão da matéria para 2013.

Procultura
Em maio, Cultura e Mercado e Cemec promoveram em São Paulo o Seminário #procultura, que reuniu os principais agentes interessados no avanço do financiamento à cultura do Brasil em um dia de palestras, depoimentos e análises do texto que modifica a Lei Rouanet.

O deputado Pedro Eugênio (PT-PE), relator da proposta, apresentou os principais pontos a serem alterados na lei de incentivo à cultura brasileira.

O projeto traz novos recursos para o Fundo Nacional de Cultura, promete descentralizar os recursos territorialmente e criar linhas para privilegiar pequenos produtores e produtores independentes. Clique aqui para saber mais.

No início de 2013, é possível que os líderes da Câmara e o governo votem um requerimento de urgência para que o projeto seja levado a Plenário sem ter que passar pelas comissões de Financiamento e Tributação e de Constituição e Justiça. Depois disso, vai para o Senado.

Crescimento do mercado das artes plásticas
Estudo realizado pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) e pelo projeto setorial de arte contemporânea da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), divulgado em maio, revelou que as galerias de artes monitoradas e que atuam no mercado primário (trabalham com o artista em atividade) cresceram em média 44% nos últimos dois anos.

O levantamento foi feito entre 40 galerias de sete estados brasileiros, que juntas representam cerca de 900 artistas. Essas mesmas galerias confirmam a tendência de internacionalização da arte contemporânea nacional, já que cerca de 48% dos seus artistas estão em coleções internacionais, enquanto 18% são representados por galerias estrangeiras e 20% dos seus negócios são gerados no exterior.

Junte-se a isso as visitações recorde em exposições, como a mostra “Impressionismo: Paris e a Modernidade”, no Centro Cultural Banco do Brasil, e “Caravaggio e Seus Seguidores”, no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Legado cultural da Copa
Segundo o Ministério da Cultura, durante a Copa do Mundo de 2014, são esperados no Brasil cerca de 600 mil turistas estrangeiros e uma movimentação de mais de 3,1 milhões de pessoas em todo o território nacional.

O assunto tem sido tema de diversos seminários e até de edital.

Em abril, a Câmara dos Deputados criou a Subcomissão Especial para o Legado Cultural. O grupo ficará encarregado de acompanhar a organização e os investimentos realizados em infraestrutura cultural na preparação para os megaeventos esportivos que o país sediará nos próximos anos.

Mudanças no mercado de entretenimento
Com o encalhe de ingressos para apresentações de grandes artistas internacionais e o cancelamento de shows, neste ano teve início um movimento que pode indicar mudanças estratégicas no mercado de entretenimento no Brasil.

Grandes empresas de entretenimento ao vivo uniram-se para criar duas associações, uma formada por produtoras de shows e musicais e outra por companhias que comercializam ingressos. A intenção é reduzir a proporção de meias-entradas ou, pelo menos, conseguir que os governos assumam a conta de parte do benefício.

Entidades de defesa do consumidor veem riscos para o público dos shows caso algumas demandas das novas associações sejam contempladas.

Por outro lado, já se fala em negociações mais intensas para baixar o valor dos cachês dos artistas internacionais e um aumento no número de cidades das apresentações para diluir custos, tentando expandir para além do tradicional circuito Rio-São Paulo.

Nova lei da TV paga
Sancionada em setembro de 2011, a Lei 12.485 entrou em vigor neste ano e, apesar de todas as polêmicas, já começa a movimentar o mercado audivisual nacional.

Até final de 2013, todos os canais brasileiros de séries, filmes, documentários e animação de TV paga deverão ter em sua grade de programação pelo menos 3h30 por semana de conteúdo nacional e de produção independente em horário nobre – embora algumas programadoras já estejam pedindo dispensa da obrigatoriedade.

Isso tem gerado um significativo aumento na procura por produtoras e roteiristas de produtos nacionais, provocando mudanças de hábitos e padrões em empresas estabelecidas e estimulando o crescimento de outras.

Fonte: Cultura e Mercado

O Boticário será o grande patrocinador da dança

A dança é fonte de alegria, emoção e beleza, capaz de transformar as pessoas pelo movimento do corpo. Acreditando nessa tradução para a arte, O Boticário, maior rede de franquias do país, abraça a dança como base de sua plataforma de patrocínios culturais a partir de 2013. Os grupos Mímulus e Primeiro Ato, de Minas Gerais, o Festival Internacional Viva Dança e o Festival de Joinville são os primeiros projetos a receber apoio da marca.

“Queremos ser o grande patrocinador privado da dança no Brasil, apoiando companhias, projetos, espetáculos e festivais com recursos próprios e também por meio de leis de incentivo à cultura. Assim, acreditamos que podemos contribuir com o desenvolvimento cultural do país”, explica a Diretora Executiva de O Boticário, Andrea Mota. A previsão é de que a marca invista de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões na dança por ano.

A iniciativa prevê ainda a realização do Festival O Boticário na Dança, em parceria com a Dueto, uma das produtoras mais conceituadas do país, e a XYZ Live. Marcado para maio de 2013, o evento vai reunir renomados grupos de dança nacionais e internacionais para apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

“A dança tem tudo a ver com a nossa marca, que acredita no poder transformador da beleza. O movimento está no nosso DNA e, abraçando a dança, temos mais uma forma de mostrar quem somos e o que fazemos, os nossos valores”, acrescenta Andrea.

Projetos apoiados
As companhias mineiras Mímulus e Primeiro Ato serão as primeiras a serem apoiadas. Sob a direção artística do bailarino Jomar Mesquita, a Mímulus busca referências na dança de salão de diversos países, criando um conceito próprio de dança contemporânea. Já o Primeiro Ato, nacionalmente premiado, foi criado em 1982 e tem a direção de Suely Machado. O grupo desenvolve um trabalho singular, baseado em processos colaborativos de pesquisa da dança moderna.
Também contam com o apoio de O Boticário dois dos mais importantes festivais do segmento no país: o tradicional Festival de Joinville, com a edição de 2013 marcada para julho com cerca de 240 horas de espetáculos em Joinville, Blumenau, Pomerode e Jaraguá do Sul; e o Festival Internacional Viva Dança, a ser realizado em Salvador, Belo Horizonte e Brasília em abril e maio do ano que vem, com 40 apresentações nacionais e internacionais, além de mesas redondas, exposições e mostras especiais.

Festival
Grande marco da plataforma de marketing cultural da marca, o Festival O Boticário na Dança deve trazer pela primeira vez à América Latina quatro renomados grupos internacionais: o norte-americano Shen Wei, de Nova York; e as companhias europeias Hofesh Schecter (Reino Unido), Peeping Toom (Bélgica) e Maribor Ballet (Eslovênia). Também já estão confirmadas as companhias brasileiras Mímulus (Belo Horizonte), Quasar (Goiânia) e a carioca Bruno Beltrão.

“Um dos objetivos do festival, além de disseminar a dança, é também contemplar o vasto panorama dessa arte no mundo e suas múltiplas vertentes. Por isso, a curadoria do festival buscou o que há de mais representativo e inovador no cenário nacional e internacional”, explica a Diretora de Branding e Comunicação de O Boticário, Ana Ferrell. “Quesitos como estilo e forma, o novo e inesperado, o que apaixona e o que faz questionar foram essenciais para a escolha das companhias. Além, claro, da beleza e inovação dos espetáculos que elas apresentam”.

Estima-se a participação de cerca de 20 mil pessoas ao longo de 15 dias de apresentações. A proposta do Festival O Boticário na Dança é promover a arte da maneira acessível. Por isso, estão previstos ensaios abertos, workshops gratuitos para bailarinos e espetáculos com ingressos entre R$ 15 e R$ 100.

Novos apoios
A partir do segundo trimestre de 2013, as companhias poderão inscrever os projetos aprovados para leis de incentivo à cultura no hotsite http://www.boticario.com.br/oboticarionadanca. O canal entra no ar hoje e foi criado especialmente para reunir informações sobre a plataforma – incluindo critérios de avaliação e programação dos festivais e das companhias apoiadas. Periodicamente, os projetos serão analisados por uma comissão formada por profissionais de O Boticário e consultores externos.

Fonte: Dança Brasil

Gil 70 chega a São Paulo

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“A exposição não pretende ser um panorama da carreira do Gil”, ressalta o poeta e designer gráfico André Vallias, curador da exposição GIL70, que reúne 21 obras homenageando a trajetória do músico.

Inspirados nas revistas marginais da década de 1970, pinturas, grafites, vídeos, fotografias, esculturas e poesia visual fazem referência ou são dedicados às canções de Gil.

Ao todo, 25 artistas assinam as obras, entre eles Arnaldo Antunes, Ricardo Aleixo, Caetano Veloso e Augusto de Campos.

Onde:Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – São Paulo
Quando:12/12 a 17/02
Quanto:gratuito
Info.:http://www.itaucultural.org.br

Fonte: Revista Cult

Rock in Rio anuncia Springsteen, Metallica e Iron Maiden no line-up

por André Naddeo

Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta terça-feira (16), aos pés do Cristo Redentor, a organização do Rock in Rio 2013 confirmou três atrações para o line-up da quinta edição brasileira do festival, que acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro do ano que vem.

A primeira delas é o cantor norte-americano Bruce Springsteen, nome que havia sido cotado desde o início para o evento, e que tocou nas edições europeias do festival deste ano, em Madri (Espanha) e Lisboa (Portugal). “Foi um show impressionante, é um grande nome mundial, ele vem pela primeira vez ao Rio, já que tocou em São Paulo há 25 anos”, lembrou o idealizador do Rock in Rio, Roberto Medina. Springsteen, porém, na ocasião, se apresentou apenas em um show promovido pela Anistia Internacional no País, com outros artistas. Ele toca no dia 15 de setembro no Rio

Para a alegria dos metaleiros, Iron Maiden (no dia 22) e Metallica (no dia 19), “dinossauros” do estilo, também são nomes confirmados. A banda norte-americana, liderada por James Hetfield, fez um elogiado show na edição de 2011 e volta a pedido do público, em 2013. “É uma repetição de uma banda que todo mundo pede para voltar”, afirmou Medina. “Já o Iron Maiden está estritamente ligada à história do festival (a banda tocou na primeira edição, em 1985). Os metaleiros estão em paz comigo”, completou.

Para se juntar à multidão de preto do Rock in Rio, os brasileiros do Sepultura vão abrir uma das noites do palco Mundo, o principal, ao lado dos franceses dos Tambores do Bronx, banda percussionista performática. Ambas tocaram juntas em 2011. Os cantores George Benson e Ivan Lins também são atrações confirmadas para o palco Sunset, que reúne estilos variados numa jam session particular. Parceria que não é nova, já que os dois tocaram juntos em 1985.

Além dos dois dias de metal, o Rock In Rio ainda terá dois dias para o pop, um para o pop rock e, de acordo com Medina, “os outros ainda estou vendo”. A organização do evento ainda confirmou o retorno da Rock Street, que em 2011 foi sensação ao lembrar do estilo musical de Nova Orleans, baseado no jazz americano, mas que na edição de 2013 presta homenagem à cultura irlandesa e escocesa, além dos Palcos Mundo e Sunset.

Outra novidade fica por conta do palco de street dance, que vai reunir amantes do estilo de rua para um espécie de batalha, com direito a prêmio de R$ 50 mil. “Vamos trazer o novo palco de street dance para promover um concurso de danças. O casting vai ser melhor ainda”, assegurou Medina, que esteve ao lado de Eike Batista, seu novo sócio da empreitada musical, ao lado da empresa IMX, de propriedade de Eike.

O valor inteiro do ingresso para cada dia é de R$ 260 e as vendas antecipadas serão realizadas entre 1º de fevereiro e 1º de abril. A partir de 30 de outubro, no entanto, 80 mil ingressos serão disponibilizados como Rock Card, passe que garante a entrada em um dos dias do evento, a ser escolhido pelo comprador. “Isso tudo sem taxa de conveniência, vale lembrar. Não precisa se assustar, que em abril as vendas recomeçam com todo ritmo”, garantiu Roberta Medina, a presidente do Rock in Rio e filha de seu criador.

Menos gente, e mistério
Nesta edição, o festival espera receber um público de 85 mil pessoas por dia, 15 mil visitantes a menos do que em 2011. Segundo Roberto Medina, organizador do evento, a redução foi decidida “para que as pessoas possam usufruir melhor do festival”. Na edição de 2011, foi notório o problema de circulação dentro do Rock in Rio, principalmente para compra de bebidas e alimentos.

Sobre os próximos nomes a serem confirmados pela organização para a formação final do line-up, Medina faz suspense. Disse que já tem fechado um grande ou uma grande cantora pop. “Posso dizer que ela ou ele, o mais votado em nossas pesquisas, eu já contratei. No final de novembro vocês vão saber todos os nomes”, assegurou.

Fonte: Terra

Com canções adaptadas por Gilberto Gil, musical “O Rei Leão” chega a SP em 2013

O musical da Broadway “O Rei Leão” chega a São Paulo em março de 2013. A première vai ocorrer no Teatro Abril, que vai mudar seu nome para Teatro Renault. A versão brasileira contará com músicas adaptadas por Gilberto Gil. A data de estreia ainda não foi divulgada.

No palco, os atores vão manipular objetos cenográficos e figurinos especiais para representar os animais do filme da Disney. Centenas de máscaras e fantoches foram criados para o espetáculo. A direção é de Julie Taymor.

Além das músicas de Gil, “O Rei Leão” apresenta canções de Elton John e Tim Rice (entre as feitas para o filme e material adicional), Lebo M, Mancina Mark, Rifkin Jay, Julie Taymor e Hans Zimmer.

Em entrevista coletiva nesta terça (2), da qual o UOL participou, Gilberto Gil comentou que a “história de redenção” do musical o motivou a participar do espetáculo. “Eu acho que “O Rei Leão” tem essa história de redenção, da família, a tarefa de levar o processo redentor. É um pouco da minha história também, e um pouco do que me atraiu para a peça.”

Clientes dos Cartões de Crédito Bradesco, Bradesco Seguros e American Express® Membership Cards terão pré-venda exclusiva para os ingressos do musical de 20 de outubro a 28 de novembro de 2012, com 20% de desconto e parcelamento em até 5x sem juros. A data de início das vendas para o público em geral ainda não foi divulgada.

Segundo a produção do espetáculo, a produção já foi traduzida para 8 oito línguas diferentes (japonês, alemão, coreano, francês, holandês, mandarim, espanhol, e agora, português) e já passou por 15 países diferentes em cinco continentes. Sua estreia ocorreu na Broadway em 1997.

Atualmente, o musical pode ser visto na Broadway (EUA), Tóquio (Japão), Londres (Inglaterra), Hamburgo (Alemanha) e Madri (Espanha).

Serviço
“O Rei Leão”
Quando: a partir de março de 2013. Quartas, quinta, sexta e sábado às 21, domingo às 20h e às 1530 e sábado às 16h30
Onde: Teatro Abril, futuro Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 411 – Bela Vista)
Pontos de venda:
– Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Teatro Abril (futuro Teatro Renault) – diariamente, 12h às 20h (em dias de espetáculo, a bilheteria funciona até o início da apresentação) – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista
– No link: http://www.premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
– Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.
– Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Fonte: UOL

Titãs reúnem formação original para celebrar 30 anos do 1º show

por Marcos Grispum Ferraz

Quando subiram ao palco do então recém-inaugurado Sesc Pompeia, em outubro de 1982 –no show que consideram a estreia da banda–, os Titãs do Iê Iê tinham todos por volta de 20 anos.

“Era bem caótico, mas já tinha algum direcionamento”, conta Paulo Miklos, hoje aos 53. “Que aquele projeto pudesse virar algo comercial era difícil de supor, mas a gente estava caprichando!”.

Exatos 30 anos depois, com 17 álbuns na bagagem e após superar diversas reviravoltas na carreira –como a saída de alguns membros e a morte do guitarrista Marcelo Frommer, em 2001– os Titãs sobem neste sábado ao palco do Espaço das Américas para uma grande celebração (ainda há ingressos à venda).

Fonte: Folha de S. Paulo

Festival Monsters of Rock retorna ao Brasil em 2013

Dentre os festivais mais legais de rock pesado e alternativo que rolaram nos anos 90 sem sombra de dúvidas destaca-se o Monsters of Rock, patrocinado pela empresa Philips. O festival teve quatro edições e exibiu um formato bem diferente do que podemos ver nos dias de hoje nos festivais, onde as bandas podiam executar os seus shows completamente durante o evento, que chegavam a ter 13 horas de música em um único dia.

A produtora XYZ Live, responsável por anunciar três shows do Kiss no Brasil para este ano, publicou que tem planos para uma nova edição do Monsters of Rock no Brasil e que ele deve acontecer em outubro de 2013. As vendas devem ser iniciadas em fevereiro do ano que vem, mas o line up será revelado ainda este ano.

Em edições passadas, estiveram bandas como Black Sabbath, Kiss, Slayer, King Diamond, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Skid Row, Faith no More, Therapy?, Clawfingers, Viper, Angra, Dr Sin e os Raimundos em sua melhor fase, fazendo o Pacaembu tremer no refrão de “Eu quero ver o oco”.

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Filme que representará o Brasil no Oscar 2013 será escolhido quinta-feira

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), recebeu 16 inscrições de filmes de longa-metragem que vão concorrer à seleção para a indicação brasileira ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro na 85ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences – Oscar 2013.

A indicação será feita por Comissão Especial de Seleção, composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana; Ana Luiza Azevedo; Andre Sturm; Carlos Eduardo Rodrigues; Flávio Tambellini; George Torquato Firmeza; José Geraldo Couto; e Lauro Escorel.

A comissão se reunirá na próxima quinta-feira (20/9), às 10h, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, para anunciar o filme selecionado.

Confira as produções inscritas e os respectivos diretores:

À Beira do Caminho (Breno Silveira)
Billi Pig (José Eduardo Belmonte)
Capitães da Areia (Cecília Amado)
Colegas (Marcelo Galvão)
Corações Sujos (Vicente Amorim)
Dois Coelhos (Afonso Poyart)
Heleno (José Henrique Fonseca)
Elvis & Madona (Marcelo Laffite)
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas (Julia Murat)
Luz Nas Trevas (Helena Ignez e Icaro Martins)
Menos Que Nada (Carlos Gerbase)
Meu País (André Ristum)
O Carteiro (Reginaldo Faria)
O Palhaço (Selton Mello)
Paraísos Artificiais (Marcos Prado)
Xingu (Cao Hamburger)

*Com informações do site do Ministério da Cultura

Fonte: Cultura e Mercado

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