#NascidaEm1985 – parte 9 – Don’t you (forget about me)

Toda década tem aquela música icônica, que define a sonoridade das canções do período, que passa muito tempo no ranking da Billboard, que faz você cantar um refrão-chiclete mentalmente por longos dias. Aquela sonoridade eletrônica, o tecladinho característico dos anos 80, um refrão repetitivo que gruda na mente e uma batida que dá vontade de dançar! Assim é a #NascidaEm1985 de hoje: “Don’t you (forget about me)”, do Simple Minds. Quem nunca foi num bar cantou junto o “Hey, Hey, Hey/ Don’t you forget about me!”, ou até no carro, em casa ouvindo o rádio de dial iluminado ou até mesmo o rádio mais moderninho mesmo (porque essa música não sai de moda, tá nas “Alphas FM” da vida até hoje), afinal, música boa é eterna! Acho que essa mistura que resulta em balada dançante, que faz a gente viajar na melodia, é super a minha cara, então adorei ter nascido no mesmo ano de um dos mais legais “La, la la la la, la la la” da história 🙂

A música foi gravada para fazer parte da trilha sonora do filme “The Breakfast Club” (“Clube dos Cinco”, em português), e foi projetada com ajuda do sucesso estrondoso desse clássico do cinema. Vários outros filmes também adotaram a canção, como “American Pie” e “Pitch Perfect”, que fez uma versão sensacional dessa música, fazendo um “mash up” com outras músicas, como Price Tag, da Kesha. Aliás, o Glee também fez uma versão que amei!

Confira as várias versões:

Simple Minds: 

Glee: 

Pitch Perfect: 

Qual será a próxima #NascidaEm1985? Alguma pista? Alguma sugestão?

Chegou o trailer do filme do Jimi Hendrix

Galera do rock and roll e amantes da música, o tão esperado trailer do filme do Jimi Hendrix foi divulgado. A semelhança de André 3000, do Outbkast, com o músico impressiona e as poucas imagens reveladas remontam o gênio forte e o talento incontestável do cara!

O filme ˜Jimi: all is by my side˜ foi dirigido por John Ridley, que ganhou o Oscar por seu trabalho no longa ˜Doze anos de escravidão˜, e deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos no dia 26 de setembro. Vamos torcer para que possamos ver nas telonas brasileiras o quanto antes!

Confira o trailer e tire suas próprias conclusões…

Venda mundial de música sobe pela primeira vez desde 1999

A venda de música no mundo subiu em 2012 pela primeira vez desde 1999, apontou nesta terça-feira (26) a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).

As vendas aumentaram 0,3% e alcançaram um total de 16,5 bilhões de dólares, anunciou a IFPI, que representa 1.400 companhias fonográficas.

A IFPI esclareceu que os downloads legais de portais da Internet, assim como as novas fontes de receita, se desenvolveram o suficiente para compensar a baixa da venda de CDs.

As receitas do setor digital aumentaram 9% em 2012 e representaram 34% das receitas totais. Foram baixados legalmente cerca de 4,3 bilhões de canções e álbuns.

As assinaturas para se escutar canções, com ou sem publicidade, aumentaram 44% e contaram com 20 milhões de usuários em 2012.

No entanto, “os downloads ilegais e gratuitos de música persistem em nossos mercados”, declarou o diretor-geral da IFPI, Frances Moore.

A cantora pop canadense Carly Rae Jepsen liderou as vendas mundiais de singles em 2012 com sua canção “Call Me Maybe”, que vendeu 12,5 milhões de exemplares, seguido do belga-australiano Gotye, com sua balada “Somebody I Used To Know (11,8 milhões de exemplares vendidos).

Fonte: Terra

Banda de Thom York e Flea divulga faixas de primeiro álbum; ouça

Depois de muitos meses de especulação, shows não divulgados e faixas vazadas, o Atoms For Peace finalmente divulgou nove faixas que estarão em seu primeiro álbum, chamado AMOK.

Além de Flea (Red Hot Chili Peppers) e Thom Yorke (Radiohead), O supergurpo ainda conta com Nigel Godrich (produtor do Radiohead), Joey Waronker (Beck e REM) e o brasileiro Mauro Refosco.

É nítido que a presença de Yorke no projeto faz com que a sonoridade caminhe para uma sonoridade mais próxima do próprio Radiohead. AMOK mostra momentos interessantes de texturas com sintetizadores, ritmos intensos de bateria e grooves – sempre – bem construídos de Flea.

As músicas você pode ouvir aí embaixo.

Ouça as músicas no link: http://musica.terra.com.br/independencia-ou-morte/blog/2013/02/19/banda-de-thom-york-e-flea-divulga-faixas-de-primeiro-album-ouca/

Fonte: Terra

Homenagem a Jimi Hendrix reúne Andreas Kisser e Edgard Scandurra

Em homenagem aos 70 anos de Jimi Hendrix, que seriam completados em novembro de 2012, Andreas Kisser, Edgard Scandurra, Lanny Gordin, Martin, Pitty e Hélio Flanders se apresentam no show Hendrix 70, nos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro, no Teatro do Sesc Vila Mariana.

O show irá apresentar releituras de alguns sucessos do guitarrista como “Foxy Lady”, “Purple Haze”, “Hey Joe”, “Red House” e “Vodoo Child”.

Os músicos convidados serão acompanhados pela banda formada por Du Moreira, Loco Sosa e Estevan Sinkovitz.

Considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Jimi Hendrix revolucionou o modo de tocar guitarra e influenciou uma geração de músicos.

Serviço
Hendrix 70
Quando: 1º, 2 e 3 de fevereiro; sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana
Quanto: R$ 40 (inteira); R$ 20 (usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 10 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes)
Vendas: pelo sistema INGRESSOSESC a partir de 25/1, às 14h
Bilheteria: de terça a sexta, das 9 às 21h30, sábado das 10 às 21h30, domingo e feriado das 10 às 18h30 (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Aceitam-se todos os cartões
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: R$ 3 a primeira hora + R$ 1 a hora adicional (matriculados no Sesc). R$ 6 a primeira hora + R$ 2 a hora adicional (não matriculados). 200 vagas
Capacidade: 608 lugares
Duração: 90 minutos
Mais informações: (11) 5080 3000 ou 0800 118220

Fonte: UOL

Música digital ultrapassa a física nos EUA

Relatório anual da Nielsen e Billboard, divulgado nesta sexta-feira, 4, revela que a venda de músicas digitais dominou o mercado norte-americano.

Ao todo, as mídias eletrônicas foram responsáveis por 55,9% das vendas de música nos EUA.

É a primeira vez que o feito acontece. Juntos, iTunes, Amazon, eMusic e outras lojas virtuais representaram 37% das vendas. Grandes varejistas físicos, como Walmart e Target, que dominavam esse mercado nos últimos cinco anos, em 2012 foram responsáveis por apenas 29% do mercado.

No total, as compras de músicas cresceram 3,1% em comparação a 2011. O número foi impulsionado pelo comércio de canções individuais, já que as vendas de álbuns e equivalentes caiu 1,8% relação ao ano anterior.

Em 2012 foram vendidos 193 milhões de CDs físicos — o que representa uma queda de 13,5% em relação a 2011. Já os discos digitais venderam 118 milhões — um crescimento de 14%, na comparação com o ano anterior.

O disco digital mais vendido foi 21, da Adele, seguido por Red (Taylor Swift), Babel (Mumford & Sons), Up All Night (One Direction) e Some Nights (Fun).

Fonte: Olhar Digital

Com maior oferta de shows gringos no Brasil, 2012 viu alta de ingressos e tropeços de festivais

por José Norberto Flesch

A festa acabou. A farra da lotação nos grandes shows em estádios e arenas no Brasil concluiu seu ciclo no primeiro semestre de 2012 com as apresentações de Roger Waters e sua “The Wall – Live”. A partir daí, palcos como o do estádio Morumbi se tornaram um templo do medo para artistas e produtores. E assim começou a fase dos ingressos encalhados, que mexeu com o mercado nacional e vai gerar mudanças em 2013.

Na semana passada, quando Madonna se despediu do Brasil com um show em Porto Alegre de sua “MDNA Tour”, ficou claro que o mercado mudou. Se em 2008 os ingressos para três shows da cantora no Morumbi esgotaram-se em poucas horas, desta vez foi um desespero levar público suficiente para o lugar. Não faltaram promoções com entradas a preços convidativos –tipo de ação que já havia acontecido para promover a turnê de Lady Gaga por aqui em novembro.

A situação tornou-se assunto indigesto no setor. Time For Fun, XYZ e Geo –as três maiores produtoras de São Paulo– não quiseram falar com a reportagem. A primeira trouxe as “encalhadas” Lady Gaga e Madonna; a segunda arriscou a vinda de Jennifer Lopez e a viu cantar para público muito abaixo do esperado. A Geo é a que mais acertou ao comprar os direitos de realizar o Lollapalooza no Brasil: o festival entupiu o Jockey Club na primeira noite com Foo Fighters, e já programou a segunda edição para março de 2013, com Pearl Jam e The Killers.

Junto com as três produtoras, a Planmusic –que bancou Paul McCartney e Tears For Fears no país– pretende criar associações para controlar a meia-entrada, tida como a grande vilã dos negócios e principal responsável pela alta dos ingressos. A ideia é reduzir a porcentagem de ingressos com desconto em cada evento, que, segundo empresários do setor, chega a 90% em determinados shows.

Cachê inflacionado e ingressos caros
A situação é delicada para produtores do país inteiro. “Foi um ano atípico. Uma grande quantidade de shows, principalmente no segundo semestre, aliada a alta dos ingressos, resultou em uma retração”, acredita Cássio Lopes, sócio da Hits, produtora de Porto Alegre que levou Roger Waters, Bob Dylan e Kiss à capital gaúcha. “O custo do show está alto demais. A locação dos espaços, por exemplo, ficou mais cara. Repassamos o preço para o consumidor, como acontece com qualquer outro produto. Se sobe o preço da farinha, aumenta o preço do pão”, compara o empresário.

Carlos Konrath, diretor da também gaúcha Opus Promoções e que cuida do Teatro Bradesco em São Paulo, aponta mais razões para o atual cenário. “A redução de vendas no mercado fonográfico obrigou os artistas a saírem em turnê. Com a crise na Europa e Estados Unidos, a América Latina surgiu como um grande mercado, até então pouco explorado, mas a disputa das produtoras para trazer determinados artistas acabou inflacionando os espetáculos”, comenta ele, lembrando que o público não conseguiu acompanhar o ‘boom’ de oferta.

Os produtores concordam que a mudança terá que começar pela baixa no preço dos ingressos. “O setor do entretenimento deve repensar suas estratégias, e não necessariamente em relação ao número de shows, mas aos valores repassados ao público. Buscar mais patrocínio de empresas parceiras pode ajudar na redução dos preços”, acredita Konrath.

Lopes também reclama do estado de guerra em que as produtoras entraram para trazer os artistas. “O leilão inflaciona o cachê e isso também rebate no preço do ingressos”, avisa. Ele sugere o que chama de concorrência saudável. “Tem que saber quanto vale o artista e não pagar algo fora da realidade”.

Gladston Tedesco, sócio-proprietário do Grupo Tom Brasil, de São Paulo, relaciona mais motivos para os valores dos ingressos. “São altos os impostos –Ecad, ISS, PIS, Cofins, IR–, o preço da logística com passagens aéreas, transporte e hotelaria, e, é claro, o número de meias-entradas, que é o principal problema e encarece o preço final”. Para baixar os preços dos bilhetes, ele propõe: “Começar pela diminuição tributária fiscal já seria uma boa ideia, que viabilizaria ingressos mais acessíveis para todos”.

Dos tropeços às previsões
O ano de 2012 teve a maior oferta de shows internacionais já vista no Brasil. No total, foram 459 artistas estrangeiros no país, segundo levantamento do jornal “Folha de S. Paulo”. Com a quantidade de opção também vieram grandes tropeços.

O principal foi o festival SWU, que, depois de duas edições anuais no interior de São Paulo, não conseguiu ser realizado em 2012. Outro foi o Metal Open Air, que aconteceu aos trancos e barrancos no Maranhão até ser cancelado no meio de sua realização. Para piorar, nesta semana surgiram boatos de que o festival Planeta Terra seria extinto. Os organizadores desmentiram e garantiram a edição de 2013, mas todos estes são casos que podem influenciar negativamente no mercado.

“Para o próximo ano, esses cancelamentos podem afetar a visão dos produtores e artistas internacionais sobre o Brasil. Possivelmente eles se sintam mais inseguros em trazer grandes shows para o nosso país”, diz Carlos Konrath. “Ficamos tristes quando isso acontece, porque diminui a credibilidade do país para produções internacionais”, acrescenta Gladston Tedesco, do Tom Brasil.

Para Cássio Lopes, “foram casos isolados”. E parecem ter sido mesmo, quando, por outro lado, observa-se que muitas operações foram vitoriosas. O melhor exemplo é o violinista suíço André Rieu, que veio ao Brasil pelas mãos da Poladian Produções e fez 30 apresentações em São Paulo, no ginásio do Ibirapuera. Cerca de 200 mil pessoas compraram ingresso para ver o músico –mais do que conseguiram juntas, na cidade, Madonna e Lady Gaga.

Outros artistas de peso médio, como Robert Plant, Creed e Scorpions, esgotaram antecipadamente os ingressos para seus shows em São Paulo. Até mesmo o espetáculo “Elvis in Concert”, com a presença do Rei do rock em um telão, teve todos as entradas vendidas e obrigou a realização de apresentações extras.

Uma coisa parece certa: quem gosta de shows internacionais não tem com o que se preocupar. O calendário musical já será alimentado pelo Lollapalooza, em março; a já definida volta de Elton John, de 27 de fevereiro a 8 de março; e a nova edição do Rock In Rio no segundo semestre. “Não é por que alguns shows não deram certo em 2012 que em 2013 o mercado vai parar”, avisa Lopes.

Adele e Taylor Swift estão entre os indicados ao Globo de Ouro 2013


O próximo ano será agitado para a nova mamãe Adele. Além de ter rendido à cantora a pré-indicação ao Oscar de Melhor Canção Original, o novo hit da britânica, “Skyfall”, está entre os candidatos ao título de Melhor Música Original no Globo de Ouro 2013.

Taylor Swift também está no páreo, com “Safe & Sound”, trilha do filme Jogos Vorazes. Já Jon Bon Jovi, que também busca uma vaga no Oscar, foi lembrado com “Not Running Anymore”, música tema deStand Up Guys.

Acostumado a acompanhar sua esposa, a atriz Nicole Kidman, na premiação, Keith Urban tem chances duplas de levar a estatueta para casa. O cantor é co-autor de “For Yo”, de Act Of Valor, e de “Suddenly”, do musical Os Miseráveis.

O ganhador será revelado na 70ª edição do Globo de Ouro, que será realizada no dia 13 de janeiro.

Fonte: Billboard Brasil

Aprovado pelo pai de Michael Jackson, musical ‘Forever King of Pop’ vem ao Brasil

por Rodrigo Levino

Não há nada relacionado ao disco “Thriller”, de Michael Jackson (1958-2009), lançado em novembro de 1982, que não seja superlativo.

Alçado por músicas que se tornaram clássicos pop instantâneos, como a que lhe dá título, “Beat It”, “Billie Jean”, “Human Nature” e “Wanna Be Startin’ Something”, o trabalho produzido por Quincy Jones vendeu, segundo estimativas do mercado, cerca de 100 milhões de cópias ao redor do mundo, tornando-se o maior arrasa-quarteirão fonográfico da história.

Nos EUA, não arredou pé da lista dos dez mais tocados nas rádios durante cinco anos. Por gravidade, afinal de contas trata-se de um disco feito quase exclusivamente de hits, é “Thriller” que embala os segmentos mais pulsantes do musical “Forever King of Pop”.

O espetáculo dirigido pelo espanhol Carlos López, que já foi visto por quase 1 milhão de pessoas em três continentes (segue agora para uma excursão na China), terá 14 apresentações no Brasil no primeiro semestre de 2013 –ainda sem data definida.

Ao longo de quase duas horas, mais de 20 faixas do cancioneiro de Jackson costuram cenas marcantes da biografia do artista. A família dele chancelou a produção depois de o pai do cantor, Joe, assistir a uma sessão na Espanha e se impressionar com o esmero na mimese de coreografias, timbre e cacoetes vocais do cantor.

Depois de comover o patriarca dos Jacksons, López foi a Indiana conhecer o resto do clã.

PENEIRA

“O processo de seleção foi longo e extenuante”, descreve o diretor em entrevista à Folha, falando dos 30 atores e bailarinos que atuam na montagem.

Escolhido o elenco, partiu-se para outra série de ensaios e afinamentos tão puxada quanto a peneira inicial. No palco, o esforço ainda é hercúleo. Não é fácil ser Michael Jackson, interpretado por três atores em “King of Pop”.

“Tivemos de acrescentar um fisioterapeuta à nossa equipe, pois os bailarinos terminam o espetáculo extremamente cansados”, conta ele, sobre a dificuldade de reproduzir com exatidão (e à exaustão) a sequência de coreografias que se tornaram emblemas do cantor, compositor e dançarino.

As dificuldades físicas só não foram menores do que as vocais. Todas as músicas são cantadas ao vivo e em seus tons originais. Os proverbiais agudos e modulações vocais de Jackson são milimetricamente repetidos.

A intenção de Lopez não é apenas o tributo. “Queremos fazer com que o público se sinta em um show do cantor”, diz. O aparato tecnológico ajuda a criar essa sensação.

Ao todo, são oito toneladas de figurino e equipamentos de som e luz que buscam reproduzir com fidelidade lances cenográficos das principais turnês de Jackson, como as dos discos “Off the Wall” e “Bad”, que em 2012 completou 25 anos de lançamento.

JACKSON NO BRASIL

Para López, a vinda ao Brasil é, de certa forma, um reencontro do país com a obra do cantor, que esteve pela primeira vez aqui em 1974, ainda como membro do Jackson Five, com os irmãos.

Em 1996, Jackson voltou ao país, onde gravou o clipe da canção “They Don’t Care about Us” no Rio e em Salvador. “Pretendemos fazer audições e incorporar ao elenco artistas brasileiros”, adianta o diretor.

Não deixa de ser também um olhar desejoso sobre um mercado emergente de musicais. O gênero experimenta um “boom” recente no Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo. Vem mais um colosso por aí, agora com trilha de música black.

Fonte: Folha de S. Paulo

Cantor Elton John fará três shows no Brasil em 2013

Elton John fará três shows no Brasil entre fevereiro e março de 2013, informou nesta quarta-feira (5) a XYZ Live, produtora responsável pela vinda do cantor ao País. A performance do artista poderá ser assistida em São Paulo, no dia 27 de fevereiro, no Jockey Club; em Porto Alegre, dia 5 de março, no estádio Zequinha; e em Brasília, dia 8 de março, no Centro de Convenções Internacional.

Os ingressos para as apresentações começam a ser vendidos a partir de 8 de dezembro para os shows de São Paulo e Brasília, e dia 10 de dezembro para o show de Porto Alegre. A compra pode ser feita pelo http://www.livepass.com.br (para os shows de São Paulo e Porto Alegre) e pelo http://www.ingressorapido.com.br (para Brasília). Os valores vão de R$ 180 a R$ 1.000,00.

Fonte: Terra

Entradas Mais Antigas Anteriores

Blog Stats

  • 146,438 hits