Banda de Thom York e Flea divulga faixas de primeiro álbum; ouça

Depois de muitos meses de especulação, shows não divulgados e faixas vazadas, o Atoms For Peace finalmente divulgou nove faixas que estarão em seu primeiro álbum, chamado AMOK.

Além de Flea (Red Hot Chili Peppers) e Thom Yorke (Radiohead), O supergurpo ainda conta com Nigel Godrich (produtor do Radiohead), Joey Waronker (Beck e REM) e o brasileiro Mauro Refosco.

É nítido que a presença de Yorke no projeto faz com que a sonoridade caminhe para uma sonoridade mais próxima do próprio Radiohead. AMOK mostra momentos interessantes de texturas com sintetizadores, ritmos intensos de bateria e grooves – sempre – bem construídos de Flea.

As músicas você pode ouvir aí embaixo.

Ouça as músicas no link: http://musica.terra.com.br/independencia-ou-morte/blog/2013/02/19/banda-de-thom-york-e-flea-divulga-faixas-de-primeiro-album-ouca/

Fonte: Terra

Whitesnake lançará álbum ao vivo

Muito em breve, o Whitesnake lançará um novo álbum ao vivo. Intitulado ‘Made in Japan’, o trabalho foi anunciado pela Frontiers Records para o dia 23 de abril. Poderão ser encontrados os seguintes formatos: 2CD/DVD (deluxe), Blu-ray e DVD.
 
O show resgatado aconteceu no dia 15 de outubro de 2011, durante o festival Loud Park (Japão). Na ocasião, a banda divulgava o então recém-lançado ‘Forevermore’ – o último de inéditas deles até aqui.
 
A gravação teve como propósito inicial promoção do evento e veiculação na TV japonesa. Entretanto, a performance acabou despertando o interesse de diversos fãs, o que motivou o lançamento mundial.
 
‘Made in Japan’ sairá pouco antes de o Whitesnake cair na estrada com sua nova turnê, ‘Year of the Snake’. O trabalho também não deixa de ser uma celebração especial para os guitarristas Doug Aldrich e Reb Beach, que, em 2013, completam uma década na trupe comandada por David Coverdale. O time ainda tem Michael Devin (baixo), Brian Tichy (bateria) e Brian Ruedy (teclado).
 
As edições em DVD e Blu-ray terão 14 faixas, sendo as duas últimas gravadas por fãs. O CD duplo virá com 12 canções no disco principal e 8 registros de passagens de som no bônus.

 

Fonte: Guitar Player

‘Rock in Rio – O Musical’ inaugura Cidade das Artes em janeiro

por Heloisa Aruth Sturm

Dez anos e mais de meio bilhão de reais depois, a Cidade das Artes finalmente será aberta ao público. A polêmica casa de concertos localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, será o palco de estreia do espetáculo Rock in Rio – O Musical, uma história de amor embalada ao som de 50 hits do festival.

A inauguração ocorre em sistema de soft opening, espécie de teste do prédio, onde a produção do musical ocupa o espaço e, em troca, implementa a logística necessária ao seu funcionamento.

“Nós precisávamos fazer uma abertura em que começássemos a entender o que está funcionando e o que ainda precisa de restauro e de substituição. Fazer o soft opening é praticamente obrigatório em qualquer casa desse porte no mundo inteiro”, diz Emilio Kalil, que deixou recentemente a secretaria municipal de cultura para presidir a Fundação Rioarte, futura gestora do espaço.

O espetáculo ocorrerá na Grande Sala, o maior dos espaços multiuso da Casa, e terá capacidade para 1,2 mil lugares. No palco, a história de um casal apaixonado é narrada ao som de grandes hits nacionais e internacionais, interpretados pelos 25 atores. Os artistas cantam em cena contando com a ajuda e a experiência de Lucinha Lins e Guilherme Leme, que vivem a mãe de Alef e o pai de Sofia, os jovens protagonistas.

“A ideia é pegar um pouco do espírito do Rock in Rio e transformar em uma história de ficção. É inspirada na realidade que permeia o festival e no poder da música de transformar o mundo”, diz o roteirista Rodrigo Nogueira. O set list da produção é bastante eclético. “Se o perfil do festival é trazer todos os tipos de música, o musical deveria ter esse perfil também”, conta o diretor João Fonseca. Roberto Medina, idealizador do festival que já teve doze edições (oito delas no exterior), tem planos de transpor o musical para o cinema. A peça estreia em 3 de janeiro e estará em cartaz no Rio até abril e deverá chegar a São Paulo em maio.

Com as obras concluídas em setembro, os testes acústicos e de equipamentos tiveram início em novembro, e devem continuar nos próximos três meses. As salas serão abertas gradativamente até março, quando ocorre a abertura oficial da Cidade das Artes. “Crises passadas deixaram a casa um pouco abandonada.” Kalil se refere à trajetória atribulada de sua construção, que custou cinco vezes mais que o planejado e levou à instalação de duas CPIs. A mais recente, de 2009, terminou com um relatório indicando 57 irregularidades.

O prédio projetado pelo arquiteto francês Christian de Portzamparc, autor da Cité de la Musique (Paris), consumiu R$ 518 milhões da prefeitura e chegou a ser inaugurado cinco dias antes do término do mandato de César Maia, em dezembro de 2008, quando faltava a conclusão de 40% do projeto. Seu sucessor, o atual prefeito Eduardo Paes, suspendeu a execução dos contratos e pagamentos, e contratou uma equipe para fazer uma auditoria. As obras só foram retomadas dez meses depois.

Sobre minha parte cantora e compositora…

por Mariana Paes, editora do Catarse Musical

Desde o início do blog, relutei em divulgar aqui meu trabalho como cantora e compositora. Nem sei ao certo o motivo mas o fato é que hoje me dei conta da situação e decidi reverter.

Tanto no SoundCloud quanto no My Space, vocês podem conferir algumas canções que realmente fazem parte da minha vida, com arranjo do maestro Douglas Berti, querido amigo com grande sensibilidade e referências bem bacanas. Então, fizemos uma salada que incluiu Christopher Cross, The Police, Kiss e Van Halen em versões bem light, com piano bem desenhado, e a intenção de ser tão visceral quanto delicada.

Já a música “Tão” é nossa composição, produto de um momento de fossa (mas não sou como a Adele. Minha terapeuta me alertou: não “precise” da tristeza pra compor, exercite compor sobre assuntos positivos, para não “viciar” nela ou “buscar coisas ruins” em momentos de bloqueio criativo).

Agora estou em um novo momento, com umas 15 músicas já compostas com o Rogério Maçan, cantor e compositor excepcional, amigo que foi meu professor e depois chefe e parceiro de composição. Para testar uma das músicas compostas, a inscrevi em um concurso de compositores e acabamos ficando entre os 15 finalistas (foram 150 inscritos). Infelizmente, por incompatibilidade de agendas, não pudemos competir na final, mas vimos que realmente o trabalho tá ficando bacana e tem potencial para entrar no mercado de uma forma bem legal. Sem pressa, estamos finalizando as músicas para depois gravar suas versões finais. Então… em breve, novidades.

Enquanto isso, curtam as músicas que estão no SoundCloud e no My Space

Aerosmith faz show em frente ao prédio onde integrantes da banda moraram em Boston

Milhares de fãs encheram uma rua de Boston, nesta segunda-feira (5), para assistir a um show do Aerosmith em frente ao prédio onde os integrantes da banda moraram.

As pessoas se penduraram nas janelas, encheram escadas de incêndio e ocuparam os tetos das construções na Commonwealth Avenue para assistir a uma apresentação destinada a estimular o voto e promover o novo álbum da banda, que será lançado na terça, dia em que os americanos vão às urnas para eleger seu presidente.

A banda tocou “Walk this Way”, ”Sweet Emotion” e algumas faixas do novo álbum, “Music from Another Dimension!”.

O quarterback do New England Patriots e marido de Gisele Bündchen, Tom Brady, subiu ao palco depois que a banda chegou em um veículo anfíbio.

A estudante da Universidade de Boston Becca Emmetts, que mora no antigo prédio do Aerosmith, mandou um amigo para a aula de física com uma mensagem explicando seu atraso: “O Aerosmith estava tocando em frente ao meu prédio”.

Angela Menino, mulher do prefeito de Boston, Thomas Menino, presenteou os integrantes da banda com placas de rua comemorando o seu antigo endereço. Outra placa, que será afixada na fachada do prédio, diz que Steven Tyler, Joe Perry, Brad Whitford, Joey kramer e Tom Hamilton viveram no segundo andar nos anos 1970, e que foi lá que os “Bad Boys of Boston” começaram sua carreira no rock.
O Aerosmith encerrou o show atirando confetes vermelhos, brancos e azuis sobre o público. Mais tarde, os integrantes da banca também gravaram suas mãos em quadros de cimento fresco, que a cidade planeja colocar na frente do velho endereço dos roqueiros.

Fonte: Uol Música

Jimmy Page promete caixas com raridades do Led Zeppelin para 2013

Os fãs do Led Zeppelin podem ter ficado decepcionados com o aparente fim da possibilidade de a banda se reunir novamente, como chegou a ser esperado, mas material desconhecido do quarteto é o que não falta. O guitarrista Jimmy Page revelou à revista inglesa Mojo que está remasterizando antigos discos do Led Zeppelin para um grande lançamento no próximo ano.

Isso depois de o Zeppelin anunciar, no início de outubro, o lançamento nos cinemas de todo o mundo de Celebration Day, performance histórica da banda realizada em 2007, a última reunião do grupo sobre um palco.

Depois de supervisionar todo o processo de levar o show para os cinemas e DVDs, o guitarrista se dedica a olhar para materiais antigos. “Existe um grande número de projetos do Led Zeppelin que irão aparecer a partir do ano que vem, porque há diferentes versões de faixas que podem ser adicionadas aos álbuns”, disse o guitarrista, em frase reproduzida pela também inglesa NME.

De acordo com Page, 2013 terá ainda mais novidades àqueles que gostam de raridades e canções do fundo do baú da banda. “Algumas caixas serão lançadas com esse material. Uma a cada álbum que surgir”, garantiu ele.

Fonte: Rolling Stone Brasil

CD comemora 30 anos de revolução na indústria fonográfica

O CD completou, no dia 1º de outubro, três décadas de revolução digital na indústria fonográfica, por meio da Sony e Philips.

No dia 1º de outubro de 1982 saía à venda no Japão o primeiro reprodutor comercial de discos compactos, o CDP-101. O aparelho custava, aproximadamente, R$ 4,3 mil e pesava nada menos que 7,6 quilos.

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o tamanho do CD foi determinado pelo uso das populares fitas cassetes. formato criado pela Philips no começo dos anos 60, que tinham 11,5 centímetros. No entanto, como essa proporção só seria capaz de armazenar uma hora de música gravada, a Sony decidiu aumentar meio centímetro (os 12 atuais) para fixar sua capacidade em 74 minutos.

Tudo isso levando em consideração, também, a portabilidade que esse tamanho daria para os usuários: era preciso que o CD coubesse em um bolso de jaqueta, por exemplo.

O sucesso foi tanto que, no final de 1984, a Sony lançou o primeiro reprodutor portátil de CDs, o famoso “discman”.

Agora, com as opções de aparelhos ultra pequenos que armazenam músicas baixadas da internet, o CD não é tão procurado. Mesmo assim, para comemorar os 30 anos da chegada do CD ao mercado, a Universal Music lançou no Japão uma série especial de CDs, incluindo a nona sinfonia de Beethoven.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

*Com informações do site do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Cultura e Mercado

Novo disco do Yngwie Malmsteen será lançado em dezembro

Yngwie Malmsteen já tem data certa para lançar seu próximo álbum inédito. O ídolo sueco anunciou ‘Spellbound’ para o dia 5 de dezembro, via Rising Force Records (seu próprio selo). Seu último trabalho saiu em 2010, ‘Relentless’.

Essa não é a única novidade do guitarrista. Ele também está preparando sua autobiografia, também intitulada ‘Relentless’, a qual garantiu ser a “única história verdadeira e real” sobre sua jornada. A previsão é a de que o livro saia em algum momento do início de 2013.

Além disso, Malmsteen apresentou recentemente seu site de aulas online, Relentless Shred. “Pela primeira vez na história, Yngwie Malmsteen está dando aulas para quem quer se tornar um virtuose como ele! No site, você encontrará lições sobre tudo, desde fazer bends aos arpejos com a seis-cordas”, diz um texto descritivo.

Fonte: Guitar Player

Aerosmith revelará uma faixa do novo álbum por semana

O Aerosmith está prestes a lançar o aguardado Music From Another Dimension, primeiro álbum com novas canções da banda em 11 anos. A faixa “Legendary Child” já foi revelada e ganhou clipe em julho deste ano, e a banda decidiu que irá disponibilizar para audição uma faixa por semana até o dia 6 de novembro, data de lançamento do disco.

À agência Bang Showbiz, o guitarrista Joe Perry expressou preocupações sobre as constantes mudanças no mercado musical. “É o fim de uma era. As pessoas ouvem música de uma maneira diferente. Elas ouvem poucas canções dos discos. Elas não vão mais querer ouvir as bandas ao vivo”, disse.

A primeira faixa revelada foi “Beautiful”, que você pode ouvir aqui. Music From Another Dimension é o primeiro trabalho de inéditas do Aerosmith desde Just Push Play (2001). O último registro da banda em estúdio foi o álbum de covers Honkin’ on Bobo (2004).

Assista abaixo ao vídeo de “Legendary Child”, primeiro single do álbum:

Fonte: Rolling Stone Brasil

Pra ler com uma caixa de lenços do lado: “Pequeno Segredo”

por Mariana Paes

Foram sete dias em contagem regressiva para o lançamento de “Pequeno Segredo”, novo livro de Heloisa Schurmann, a matriarca da família Schurmann.

Troquei poucas frases com Formiga (o apelido de Heloísa), peguei meu autógrafo, meu livro e corri pra casa. Devorei o livro em três horas. Sou jornalista daquelas bem chatas, com gosto literário meio peculiar, mas minha fascinação pelas aventuras da Família Schurmann, o encantamento com os livros anteriores de Heloísa e a expectativa de conhecer mais sobre a pequena Kat me fizeram acreditar que eu amaria o livro. E, de fato, foi um turbilhão de emoções.

Heloisa consegue repetir o feito dos outros livros: com narrativa fluida e uma linguagem bem intimista, o leitor se sentir amigo íntimo da família já nas primeiras páginas do livro. Ok, eu já me sentia íntima da família por ter lido seus livros anteriores, assistido o filme e por continuar acompanhando sua tragetória.

O diferencial desse livro é que o desafio narrado é muito maior que uma navegação ao redor do mundo ou pela rota de Fernão de Magalhães: é a jornada de uma família que se vê sem rumo após a descoberta de uma doença e que, na iminência de deixar sua filha desamparada, resolve entregá-la para adoção. Os escolhidos são os Schurmann, que criaram seus três filhos durante suas viagens à vela. Em um ato de amor imenso e quase insano, toparam adotar a pequena Kat, mesmo com as péssimas perspectivas quanto à saúde da menina. A sentença de que teria poucos meses de expectativa de vida foi colocada em cheque, graças à dedicação, coragem e benevolência do pai e da família adotiva.

Conselho: leia com uma caixa de lenços ao lado. Momentos da vida dos pais biológicos de Kat, a revelação da doença, a adoção, seus momentos no hospital e as dúvidas sobre como tratar sua enfermidade da melhor forma são de cortar o coração. Mas quem pensa que isso faz do livro algo depressivo, está enganado. Com habilidade e delicadeza, Heloísa relata as situações de forma a torná-las uma motivação para o leitor, mostrando a superação de cada obstáculo, fé e esperança.

Não, não é um livro de auto-ajuda, não é um livro do tipo “tenham dó de mim”, é um livro do tipo “nós conseguimos, ela conseguiu e todos que quiserem podem conseguir o que quiser”. Uma literatura bacana pra quem acha que está no fundo do poço ou que nada tem jeito: mostra que sempre há um caminho do meio, que o contato com a natureza e as emoções podem salvar vidas e que nenhum mal resiste à real benevolência.

Terminei o livro querendo dar um abraço em toda a família Schurmann, agradecendo-os por todas as oportunidades que ofereceram à Kat e por, agora, compartilharem sua história conosco.

Quando crescer, quero ser velejadora forte e, ao mesmo tempo, delicada… como Heloísa.

Agora começa uma nova contagem regressiva: em breve, o filme baseado no livro (dirigido por David Schurmann).

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