Titãs reúnem formação original para celebrar 30 anos do 1º show

por Marcos Grispum Ferraz

Quando subiram ao palco do então recém-inaugurado Sesc Pompeia, em outubro de 1982 –no show que consideram a estreia da banda–, os Titãs do Iê Iê tinham todos por volta de 20 anos.

“Era bem caótico, mas já tinha algum direcionamento”, conta Paulo Miklos, hoje aos 53. “Que aquele projeto pudesse virar algo comercial era difícil de supor, mas a gente estava caprichando!”.

Exatos 30 anos depois, com 17 álbuns na bagagem e após superar diversas reviravoltas na carreira –como a saída de alguns membros e a morte do guitarrista Marcelo Frommer, em 2001– os Titãs sobem neste sábado ao palco do Espaço das Américas para uma grande celebração (ainda há ingressos à venda).

Fonte: Folha de S. Paulo

Mulher Maravilha deve voltar para a telinha, é o que dizem

por Madaleine Davies

Boas novas para os fãs de super-heróis — Mulher Maravilha, com seu laço da verdade e seus reluzentes cabelos castanhos, pode muito bem estar voltando para a tela da tevê a bordo de seu avião invisível. O canal CW está finalizando os detalhes de um possível piloto do programa que, ao invés de focar na heroína como uma combatente do mal, vai explorar suas origens e dilemas ao descobrir seus poderes (tipo um Clark Kent em Smallville, mas com peitos).

O roteiro, segundo o Vulture, está sendo escrito por Allan Heinberg (que já escreveu episódios do The O.C. e de Grey’s Anatomy, bem como a série de livros Jovens Vingadores) sob o título de Amazon —mas a ideia de relançar as aventuras da Mulher Maravilha já teve alguns alarmes falsos. No ano passado, a NBC recusou a transmitir o piloto de David E. Kelley para a série, estrelada por Adrianne Palicki, a Tyra de Friday Night Lights.

The CW Is Developing a Wonder Woman Origins Series [Vulture]

Fonte: Jezebel

“Dirty Dancing” comemora 25 anos nesta terça (21); relembre hits e polêmicas do filme

Cena do filme Dirty Dancing

O Brasil conheceu o ritmo quente de “Dirty Dancing” em setembro de 1987, quando o filme chegou aos cinemas nacionais pela primeira vez, mas é nesta terça, 21 de agosto, que o blockbuster oitentista comemora exatamente 25 anos de sua estreia nos Estados Unidos, marcada por hits românticos e a polêmica envolvendo o aborto de uma das personagens.

Em entrevista ao canal CNN exibida nesta segunda, a atriz Jennifer Grey relembrou a época em que atuou no longa no papel da adolescente Frances (Baby) Houseman, quando tinha 27 anos.

“O filme fala sobre a morte da inocência. Filmei dos 27 aos 28 anos e hoje vejo como eu era nova e também como foi a morte da minha inocência”, explica a atriz. Para Grey, esse marco foi um acidente de carro que sofreu com Mathew Broderick, e que matou as duas mulheres do outro automóvel envolvido na batida, dias antes da première do filme em Nova York.

“Esse longa mostra o amadurecimento dessa personagem e a forma alegre como ela vive a vida. Acho que isso é contagiante, e o principal motivo de o filme ainda fazer sucesso depois de 25 anos. As pessoas se identificam com ela”, analisa.

A atriz também lamentou a morte de Patrick Swayze, seu par romântico na trama e que morreu de câncer aos 57 anos, em 2009. “Sempre vi Patrick de uma forma vulnerável, tudo que ele fazia era muito intenso, mas eu sempre consegui ver sua beleza, uma beleza vulnerável que ainda hoje faz com que continuemos sentindo sua falta.”

Em resenha publicada pelo “The New York Times” no mesmo dia de seu lançamento nos Estados Unidos em 1987, o longa protagonizado por Patrick Swayze e Jennifer Grey menciona o fato de as famílias tradicionais americanas acusarem o filme de “encurtar o caminho dos jovens para o inferno”, por causa do tema lascivo da história.

Para o jornal, o filme – que se passa no verão americano de 1963, na colônia de férias Catskill – é “um adeus confortável ao ‘American way of life’ vivido após a morte do presidente Kennedy”. O “adeus” a que se refere o “NYT” é representado no filme pelas cenas em que Swayze – que vive o professor de dança pobretão Johnny Castle – sofre preconceito e é acusado de roubo por ser um empregado do hotel ou pelo amor proibido que vive com a aluna adolescente Frances (Baby) Houseman, papel de Grey.

Baby, por sua vez, também é uma garota à frente de seu tempo e se aventura pelas aulas de dança mesmo com a proibição do pai. Além disso, financia o aborto da amiga Penny, grávida de seu cunhado. Na época em que o filme foi lançado, o aborto tinha sido recém-liberado em algumas cidades americanas, na década de 1970, e por conta disso, o filme teve as cenas cortadas em algumas exibições. Isso depois do roteiro ser negado por diversos estúdios.

“Dirty Dancing” em números 

Escrito por Eleanor Bergstein e dirigido por Emile Ardolino, o filme arrecadou US$ 64 milhões nos Estados Unidos e US$ 214 milhões no mundo todo. Sua trilha sonora ficou no topo da parada da “Billboard” por 18 semanas.

“Dirty Dancing” foi o primeiro longa a ultrapassar a marca de um milhão de vendas em VHS. Uma de suas últimas versões em musical para o teatro, no Canadá, arrecadou US$ 2 milhões só no primeiro dia de estreia, em 2007.

Nos Estados Unidos No mundo Na parada Billboard
US$ 64 milhões US$ 214 milhões 18 semanas no 1º lugar

Remake do longa será produzido até 2014

O sucesso de “Dirty Dancing” motivou a produtora Lionsgate a fazer um remake para o filme, que tem previsão de lançamento para 2014. O roteirista escolhido é Brad Falchuk, responsável pelos episódios da série musical “Glee”. O elenco ainda não foi definido.

Fonte: Uol

Metallica, Iron Maiden e The Flaming Lips vão participar de álbum em tributo ao Deep Purple

Metallica, Iron Maiden e The Flaming Lips vão participar de um álbum em tributo ao Deep Purple. As informações são do site especializado em música NME.

O disco, intitulado “Re-Machined: A Tribute to Machine Head”, reúne covers do álbum “Machine Head”, de 1972.

Também estão confirmadas as participações do Black Label Society, do guitarrista Carlos Santana e do supergrupo Chickenfoot — formado pelo vocalista Sammy Hagar (ex-Van Halen e Montrose), o baixista Michael Anthony (também ex-Van Halen), o guitarrista Joe Satriani e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers).

O álbum é uma homenagem ao tecladista Jon Lord, que morreu em julho, aos 71 anos, de embolia pulmonar.

Veja a lista completa de faixas de “Re-Machined: A Tribute to Machine Head”:

Carlos Santana – “Smoke On The Water”
Chickenfoot – “Highway Star”
Glenn Hughes, Chad Smith e Luis Maldonado – “Maybe I’m A Leo”
Black Label Society – “Pictures Of Home”
Kings of Chaos (Joe Elliott, Steve Stevens, Duff McKagan, Matt Sorum, Arlan Schierbaum) – “Never Before”
The Flaming Lips – “Smoke On The Water”
Jimmy Barnes, Joe Bonamassa – “Lazy”
Iron Maiden – “Space Truckin'”
Metallica – “When A Blind Man Cries”
Glenn Hughes, Steve Vai, Chad Smith, Lachlan Doley – “Highway Star”

Fonte: UOL

Biografia de Elis Regina será distribuída em escolas e bibliotecas públicas

Viva Elis, nova biografia de Elis Regina, será distribuída gratuitamente em escolas e bibliotecas públicas de todo o país.

Escrito por Allen Guimarães e publicado pela editora Master Books, o livro retrata, segundo comunicado oficial, os momentos mais marcantes da carreira da cantora. São 173 páginas, que, diferentemente de Furacão Elis, da autora Regina Echeverria, não devem mostrar momentos mais conturbados da vida pessoal da artista.

O livro faz parte do projeto NIVEA Viva Elis, idealizado por João Marcelo Bôscoli, filho dela. A série de homenagens, iniciada para marcar os 30 anos da morte de Elis (completados em 19 de janeiro), contou com shows gratuitos de Maria Rita, que pela primeira vez interpretou o repertório imortalizado pela mãe.

Fonte: Rolling Stone Brasil

“Garota de Ipanema” completa 50 anos de sucesso mundial Comente

por Santi Carneri

A canção mais célebre da Bossa Nova, a mítica “Garota de Ipanema”, completa nesta quinta-feira (2) 50 anos desde que foi interpretada pela primeira vez em público, dando início à sua incomparável trajetória de sucesso que ultrapassou as fronteiras da música.

Em 2 de agosto de 1962, Tom Jobim, João Gilberto, Vinícius de Moraes, o baterista Milton Banana e o contrabaixista Otávio Bailly deslumbravam o Rio de Janeiro interpretando em um clube a canção que faria sombra a todas as demais desse gênero musical.

A simples mas elegante melodia de “Garota de Ipanema” passou por acima de outras mais elaboradas, como a genial “Chega de Saudade”, também do prolífico Tom Jobim.

A letra, escrita por Vinícius por encomenda de seu amigo Tom para acompanhar uma melodia que fizera pouco tempo antes, nasceu com o nome de “Menina que Passa”, mas foi rebatizada, dando lugar ao título conhecido por todos, segundo explicou à Agência Efe o professor de literatura e especialista em Bossa Nova Carlos Alberto Afonso.

No início dos anos 60, quando Vinícius e Jobim dedicavam horas ao uísque no Bar Veloso, na antiga Rua Montenegro (hoje Rua Vinícius de Moraes), em Ipanema, os dois gênios da música brasileira espiavam o “doce balanço” dos quadris de uma linda jovem que passava em direção à praia.

Três meses depois da apresentação no Brasil, aconteceu a estreia na famosa sala de concertos Carnegie Hall, em Nova York, onde os mestres da Bossa Nova deixariam plantada uma semente que germinaria em forma de disco gravado com o saxofonista americano Stan Getz.

O tema foi gravado em inglês por Astrud Gilberto e foi estendida pela célebre execução de Getz a pouco mais de cinco minutos.

“Para reconhecer a melodia de ‘Garota’ não é preciso mais que um minuto, mas essa forma maravilhosa de interpretá-la de Getz a estendeu mais que na versão original”, disse Afonso à Efe em sua loja, chamada Toca do Vinícius, situada no coração de Ipanema e transformada em um autêntico museu e templo da Bossa Nova.

Mais tarde, em 1965, Vinícius confessaria que sua musa foi uma adolescente chamada Helô Pinheiro, que graças a sua figura inspiradora desfruta de fama no Brasil e em outros países, se tornou uma atriz de telenovelas, organizadora de concursos de beleza e empresária.

“Eu nunca respondia a seus elogios, só entrava no bar para comprar cigarros para meus pais ou passava por ali para aproveitar meus dias livres ao sol”, explicou Helô à Efe em recente entrevista.

Afonso assinalou que foi a Bossa Nova que exerceu influência no jazz, não o contrário, “porque nessa época as melodias de Cole Porter já estavam desgastadas”.

Para Afonso, também houve motivos políticos para o impulso que os americanos deram à Bossa Nova, já que a Guerra Fria fez com que quisessem usar a música tropical brasileira para resistir à salsa cubana.

“A Bossa Nova busca o mesmo que a arte renascentista: a perfeição através da simplicidade”, concluiu Afonso.

Em 1967, Frank Sinatra ligou para Tom Jobim, que atendeu ao telefone no próprio Bar Veloso, e o convidou para gravar “Garota de Ipanema”. A voz de Sinatra fez com que a canção chegasse ao mundo inteiro.

Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, é hoje um lugar de visita obrigatória para os amantes do jazz, da Bossa Nova e da música em geral.

Em suas ruas podem ser encontradas a casa onde Tom Jobim viveu grande parte de sua vida, o bar onde o maestro se encontrava com Vinícius e um dos últimos locais remanescentes na cidade com programação diária de Bossa Nova ao vivo.

Em Ipanema também está o primeiro monumento erguido em homenagem a este estilo musical, um mural que enfeita a parede da estação de metrô do bairro.

Fonte: UOL Música

Bibi Ferreira festeja 90 anos com pot-pourri da carreira e diversos projetos

por Maria Eugênia de Menezes
A sala vazia parecia estar à sua espera. Como se fosse um palco, minutos antes de as cortinas abrirem. O cenário tinha pompa: poltronas imponentes, móveis antigos e, como toque final, a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar emoldurados na janela imensa. Gravador e câmera já estavam a postos. Só faltava mesmo que a porta larga se abrisse.

 

Bibi em casa com a sua gata, Xuxa, presente da apresentadora Xuxa Meneguel - Wilton Junior/AE

Dá para ouvir os passos firmes no assoalho de mármore. Bibi Ferreira, 90 anos, caminha de jeito empertigado. De cima do salto bem alto, que ajuda a alongar os seus pouco mais de 1,50 m, ela olha para frente, sem se fixar em nada. Sabe que é observada. Sabe que está diante do público. Uma plateia diminuta, é verdade. Só repórter e fotógrafo. Mas ainda assim, plateia. A fala e o sorriso têm de surgir no momento preciso. Ela sabe exatamente como fazer.

Falta pouco mais de uma semana para sua estreia em São Paulo. No dia 10, o terceiro sinal vai soar de novo. As luzes, Bibi diz que adora as luzes, vão se acender mais uma vez. Deve ser natural para quem praticamente nasceu dentro do teatro – fez sua primeira aparição em uma peça com apenas 24 dias de nascida. “Mas sabe que eu ainda sinto uma angústia naqueles instantes antes de entrar em cena? Aquele lugar, depois que você sai do camarim, e ainda não está no palco. Aquele cantinho… É ali que eu sinto um terror. Frank Sinatra dizia que sofria nessa hora. E olha que era o Frank Sinatra… Com medo de a voz não sair.”

A voz de Bibi sai. Às vezes, sem que ela perceba. “Cantando sempre? Quando eu cantei?”, ela inquire, como se espantada com a observação. São trechos de canções que ela vai desfiando, puxando o fio da memória. Porque cada história faz lembrar uma música. Ou o contrário. O nome do espetáculo que ela leva a São Paulo e, na sequência, apresenta em Lisboa e Nova York, é Bibi, Histórias e Canções. No repertório, um pot-pourri dos seus mais de 70 anos de carreira. Óperas, fados, sambas de Chico Buarque, Noel Rosa.

Conta que conheceu o compositor da Vila Isabel durante a gravação de um filme de Carmen Santos, Cidade Mulher. “Filme, aliás, que se perdeu. Não se encontra uma cópia. Noel aparecia, ensinando a gente a cantar. Era muito simpático. Embora não fosse de sorrisos”, ela ressalva. “Entrava sério, todo de branco. Sabia lidar com as pessoas. Falava assim: ‘Está muito baixo esse tom, não está, Bibi?’ Era paciente. Muito paciente.”

Bibi responde a qualquer pergunta. Desde que você não a chame de senhora. “Vamos acabar com isso, sim? É só Bibi. Ou Abigail, se você preferir. Mas, curioso, ninguém nunca me chamou assim.” O nome é o mesmo de sua madrinha, Abigail Maia. “A maior vedete do Brasil, naquela época. Era casada com Oduvaldo Vianna. Um casal sensacional. Estavam sempre com papai. Oduvaldo era autor de várias das suas peças.”

Em uma das paredes, há um retrato, um desenho de Procópio Ferreira feito a grafite. Fica em um canto da sala, discreto. Mas sua figura é evocada um sem-número de vezes na conversa da filha. A atriz chegou a dirigi-lo em cena. “Fizemos Divórcio (1947). Foi um sucesso estrondoso. E papai estava em um papel dramático, faceta que as pessoas não conheciam.” A peça marcou sua estreia como encenadora, logo depois da temporada em Londres, onde estudou direção na Royal Academy of Dramatics Arts.

Anos antes, foi Procópio quem a conduziu em sua estreia. Não só naquela breve participação, quando tinha menos de um mês de vida e substituiu uma boneca que desapareceu na hora do espetáculo. Mas também no seu primeiro personagem como profissional, em 1941, na comédia La Locandiera. O pendor para carreira de atriz, portanto, está mais do que explicado. Mas a porção cantora também encontra raízes familiares. “Meu bisavô conheceu minha bisavó no Teatro Solis, de Montevidéu. Cantavam no coro. Ele poderia ter viajado, sido solista. Mas preferiu ficar e se casar. Tiveram sete filhos. Um deles era a minha adorada avó, com quem vivi até os 12, 13 anos. Engraçado, tudo para mim aconteceu nessa idade. Quando eu tinha 12, 13 anos.”

Ela não se alonga muito no comentário. Adquire uma expressão grave, distante. Faz uma pausa. Já se passaram quase 80 anos. No que será que está pensando? Tudo não dura mais que um instante. E Bibi retoma o raciocínio. A avó, torna a contar, já despertava cantando. O dia inteiro entoando árias de ópera. A menina aprendeu ouvindo. Sem fazer aulas. Sempre a oscilar entre os dois mundos: o lírico e o popular. Do Barbeiro de Sevilha salta para Pixinguinha. Foi capaz de dirigir Carmen, de Bizet (1999). Mas também Brasileiro: Profissão Esperança (1970), musical com Maria Bethânia e Ítalo Rossi.

A rotina para os próximos meses tem ares de maratona: São Paulo, Lisboa, Nova York. Canta no Lincoln Center, em 21 de novembro. Depois, Bibi grava um disco com canções de Natal. Faz concerto em Petrópolis no fim do ano. Retorna a São Paulo em 2013 para dirigir uma peça de Juca de Oliveira. Mas sem perder de vista o projeto de um novo espetáculo com canções de Edith Piaf. Com datas já previstas em Paris. “Cada um sente a idade de um jeito. Muitas pessoas, com 90 anos, não sentem o que eu sinto. A saúde é muito boa. Sempre levei uma vida meio besta, sabe? Sem beber, sem fumar. Não que eu seja contra. Tem quem faça isso muito bem. É que para mim, simplesmente, não calhou.” Calharam outras coisas. E, a julgar pelos planos de Bibi, ainda calharão umas tantas mais.

BIBI,HISTÓRIAS E CANÇÕES
Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569, 3472-2229.
6ª e sáb., 21 h; dom., 19 h.
R$ 120. De 10/8 a 30/9.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Rolling Stones disponibilizam no YouTube o show feito na praia de Copacabana

A possível próxima turnê dos Rolling Stones ainda é um mistério, mas as comemorações do aniversário dos 50 anos de carreira da banda não param. Como parte da celebração, os próprios roqueiros disponibilizaram, via YouTube, o show que eles fizeram na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 2006.

Cada música está dividida por vídeo, totalizando 16 canções das 20 tocadas no show. Entre elas estão os clássicos “Jumpin’ Jack Flash”, “Wild Horses”, “Midnight Ramber” e “(I Can´t Get No) Satisfaction”. Também foi disponibilizado um documentário, dividido em 11 partes, que mostra toda a produção do mega show, desde o início da montagem do enorme palco até o momento em que os fogos de encerramento foram lançados.

A apresentação, realizada no dia 18 de fevereiro de 2006, fez parte da turnê A Bigger Bang, uma das mais lucrativas da história do grupo, e levou cerca de 1,5 milhão de pessoas à praia de Copacabana.

Na época, o show foi transmitido pela Rede Globo. A apresentação e o documentário também fazem parte do box Rolling Stones – Biggest Bang, lançado em 2007.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, morre aos 71 anos

Nota do Catarse Musical: e mais um gênio torna-se eterno… vejam a notícia:

Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, morreu nesta segunda, 16, aos 71 anos, após sofrer de embolia pulmonar. Lord lutava contra um câncer no pâncreas e estava na companhia de seus familiares em uma clínica de Londres. A informação foi confirmada pela produtora Guest Pr, que cuidava da carreira dele.

Lord foi um dos fundadores do Deep Purple em 1968, junto ao baterista Ian Paice, e permaneceu na banda até em 1976, tempo em que ajudou a compor alguns clássicos como “Smoke On the Water” e “’Child Of Our Time”. Em 1984, após integrar outros projetos, o tecladista voltou a se apresentar com o grupo, com o qual permaneceu até 2002.

Além do Deep Purple, ele também integrou a banda Whitesnake e outras como The Artwoods e Flower Pot Men. Registrou também alguns discos solo, nos quais mostrou seu trabalho de música clássica.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Spike Lee vai lançar documentário sobre Michael Jackson

O cineasta norte-americano Spike Lee está preparando um documentário sobre o álbum “Bad” (1987), de Michael Jackson, morto em 2009, informa a agência Associated Press.

Lee, que já trabalhou com o popstar e o considerava um amigo, afirmou que “há imagens nunca vistas anteriormente, coisas que Michael filmava ele mesmo, cenas de bastidores”. “Nós tivemos acesso irrestrito ao acervo dele”, disse o cineasta durante uma entrevista na segunda-feira (9).

Segundo o diretor, Michael escreveu 60 músicas para “Bad”, mas somente 11 entraram no disco. “Então tivemos muita coisa para ouvir, foi uma experiência ótima”, detalhou.

O documentário deve ser lançado no final deste ano, como parte das comemorações do aniversário de 25 anos de “Bad” (leia mais abaixo).

Lee contou também que o documentário mostrará o lado mais pessoal do rei do pop. “Ele tinha um senso de humor ótimo, ele era engraçado, então você verá muito disso”, revela.

Além disso, conta o diretor, haverá entrevistas com artistas, desde Kanye West a Sheryl Crow, que foi cantora de apoio na turnê de “Bad”.

“Nós dividimos o documentário em duas partes: artistas que foram influenciados por Michael e pessoas que trabalharam lado a lado com ele, músicos, compositores, técnicos e engenheiros de áudio, gente de gravadora.”

Lee ainda planeja um tributo a Michael Jackson no Brooklyn, em Nova York, em 25 de agosto –no dia 29, ele completaria 54 anos.

25 ANOS DE “BAD”

“Bad”, sétimo disco de estúdio de Michael Jackson, ganhará uma reedição especial com material inédito –em áudio e vídeo– em comemoração ao aniversário de 25 anos de seu lançamento.

O pacote de luxo chamado “Bad 25” inclui três CDs, um DVD e um booklet, e deve chegar às lojas em 18 de setembro.

De acordo com o semanário musical “NME”, no DVD entrarão imagens inéditas do arquivo pessoal do rei do pop, morto em 2009, gravadas durante um show para 72 mil pessoas –entre elas a princesa Diana– no estádio de Wembley, em Londres, em 16 de junho de 1988.

Será o primeiro show da turnê “Bad” a ganhar um lançamento oficial. Segundo comunicado oficial, o vídeo não terá cortes.

O áudio desse show e uma versão remasterizada do “Bad” original estarão no pacote. Gravações demo e músicas que não entraram na edição final do disco original estarão compiladas no terceiro CD.

Capa do disco "Bad", de Michael Jackson, que completa 25 anos

Fonte: Folha de S. Paulo

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