Chegou o trailer do filme do Jimi Hendrix

Galera do rock and roll e amantes da música, o tão esperado trailer do filme do Jimi Hendrix foi divulgado. A semelhança de André 3000, do Outbkast, com o músico impressiona e as poucas imagens reveladas remontam o gênio forte e o talento incontestável do cara!

O filme ˜Jimi: all is by my side˜ foi dirigido por John Ridley, que ganhou o Oscar por seu trabalho no longa ˜Doze anos de escravidão˜, e deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos no dia 26 de setembro. Vamos torcer para que possamos ver nas telonas brasileiras o quanto antes!

Confira o trailer e tire suas próprias conclusões…

Lincoln, de Steven Spielberg, concorre a 12 estatuetas no Oscar 2013

A atriz Emma Stone e Seth Macfarlane (O Ursinho Ted, Uma Família da Pesada, além de ser o apresentador do Oscar 2013) anunciaram na manhã desta quinta, 10, em Los Angeles, os indicados à premiação de cinema mais famosa do mundo. Curiosamente, esta foi a primeira vez desde 1972 que o mestre de cerimônias do evento também foi o responsável pelo anúncio dos indicados.

Lincoln é o campeão de indicações: são 12, no total. As Aventuras de Pi, de Ang Lee, disputa 11 estatuetas; Argo, dirigido e estrelado por Ben Affleck, tem sete indicações, enquanto Django Livre, de Quentin Tarantino, tem cinco.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas faz a entrega do Oscar no dia 24 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Los Angeles, Califórnia, com transmissão ao vivo para mais de 200 países, inclusive o Brasil. Durante a festa, será prestada uma homenagem aos 50 anos de James Bond, conforme já tinha sido divulgado. Veja abaixo a lista completa de indicados e assista ao anúncio das categorias principais.

Melhor Filme
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
A Hora Mais Escura
Os Miseráveis
Indomável Sonhadora
O Lado Bom da Vida
Amour

Melhor Diretor
Ang Lee (As Aventuras de Pi)
Steven Spielberg (Lincoln)
Michael Haneke (Amour)
Benh Zeitlin (Indomável Sonhadora)
David O. Russell (O Lado Bom da Vida)

Melhor Atriz
Jessica Chastain (A Hora Mais Escura)
Naomi Watts (O Impossível)
Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
Emmanuelle Riva (Amour)
Quvenzhané Wallis (Indomável Sonhadora)

Melhor Atriz Coadjuvante
Amy Adams (The Master)
Sally Field (Lincoln)
Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Helen Hunt (The Sessions)
Jacki Weaver (O Lado Bom da Vida)

Melhor Ator
Daniel Day Lewis (Lincoln)
Joaquin Phoenix (The Master)
Denzel Washington (Flight)
Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida)
Hugh Jackman (Os Miseráveis)

Melhor Ator Coadjuvante
Alan Arkin (Argo)
Philip Seymour Hoffman (The Master)
Tommy Lee Jones (Lincoln)
Robert De Niro (O Lado Bom da Vida)
Christoph Waltz (Django Livre)

Melhor Roteiro Original
A Hora Mais Escura (Mark Boal)
Django Livre (Quentin Tarantino)
Flight (John Gatins)
Amour (Michael Haneke)
Moorise Kingdom (Wes Anderson e Roman Coppola)

Melhor Roteiro Adaptado
Indomável Sonhadora (Lucy Alibar e Benh Zeitlin)
Argo (Chris Terrio)
Lincoln (Tony Kushner)
As Aventuras de Pi (David Magee)
O Lado Bom da Vida (David O. Russell)

Melhor Trilha Original
As Aventuras de Pi (Mychael Danna)
Argo (Alexandre Desplat)
Anna Karenina (Dario Marianelli)
007 – Operação Skyfall (Thomas Newman)
Lincoln (John Williams)

Melhor Canção Original
“Suddenly” (Os Miseráveis)
“Skyfall” (007 – Operação Skyfall)
“Pi’s Lullaby” (As Aventuras de Pi)
“Everybody Needs a Best Friend” (O Ursinho Ted)
“Before My Time” (Chasing Ice)

Melhor Animação
Valente
Frankenweenie
Detona Ralph
Piratas Pirados
ParaNorman

Melhor Fotografia
Anna Karenina
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Melhor Figurino
Anna Karenina
Os Miseráveis
Lincoln
Espelho, Espelho Meu
Branca de Neve e o Caçador

Melhor Documentário
5 Broken Câmeras
The Gatekeepers
How to Survive a Plague
The Invisible War
Searching for Sugar Man

Melhor Documentário – Curta
Inocente
Kings Point
Mondays at Racine
Open Heart
Redemption

Melhor Edição
Argo
As Aventuras de Pi
Lincoln
O Lado Bom da Vida
A Hora Mais Escura

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Amour (Áustria)
En Kongelig Affære (Dinamarca)
Kon-Tiki (Noruega, Reino Unido e Dinamarca)
No (Chile)
Rebele (Canadá)

Melhor Cabelo e Maquiagem
Hitchcock
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis

Melhor Cenografia
Ana Karenina
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
Lincoln

Melhor Curta de Animação
Adam and Dog
Fresh Guacamole
Head Over Heels
Maggie Simpson in The Longest Daycare
Paperman

Melhor Curta
Assad
Buzkashi Boys
Curfew
Death of a Shadow (Dood van een Schaduw)
Henry

Melhor Edição de Som
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
007 – Operação Skyfall
A Hora Mais Escura

Mixagem de Som
Argo
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
007 – Operação Skyfall
Lincoln

Melhores Efeitos Visuais
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Vingadores
As Aventuras de Pi
Prometheus
Branca de Neve e o Caçador

Fonte: Rolling Stone Brasil

Filme sobre o CBGB será lançado em 2013

Relíquia do passado de Nova York, o clube CBGB e peças históricas que faziam parte do bar, da parede e até do banheiro do local serão reunidas na telona no ano que vem no filme que os produtores afirmaram ter terminado de fazer em agosto.

Quarenta anos após o local abrir as portas no Lower East Side da Big Apple, o escritor Jody Savin e o diretor Randall Miller do estúdio Unclaimed Freight Productions disseram à Rolling Stone EUA que estão editando um material de 100 minutos. Eles contarão a história de como Hilly Kristal, que será interpretado por Alan Rickman, ofereceu o estabelecimento para grupos como os Ramones, Patti Smith Group e Talking Heads tocarem. Em 1974, o Television se tornou o primeiro conjunto a tocar no CBGB e fez apresentações em todos os domingos nos anos que antecederam a gravação do álbum Marquee Moon. O clube fechou em 2006.

O filme receberá o nome de CBGB e foi rodado em diversas lugares, entre eles uma locação na Georgia, em Manhattan e em uma fazenda de Kristal em Nova Jersey. O elenco inclui músicos como o baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins, que irá interpretar Iggy Pop.

Para fazer o filme, Savin e Miller recorreram exaustivamente a frequentadores que puderam narrar um pouco das lembranças que tinham do local. Músicos que se apresentaram no palco do CBGB como Tom Verlaine, do Television, também foram entrevistados.

“É a história de Hilly e de como ele basicamente catalisou uma gigantesca mudança na música. E ele não tinha a intenção de fazer isso inicialmente, mas se tornou uma espécie de padrinho do punk e do rock underground”, disse Miller.

Produzido com menos de US$ 10 milhões, CBGB também contará, como não poderia deixar de ser, com uma trilha com mais de 40 músicas, que Savin afirma não estar fechada porque “algumas bandas coperam mais do que outras”.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Filme que representará o Brasil no Oscar 2013 será escolhido quinta-feira

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), recebeu 16 inscrições de filmes de longa-metragem que vão concorrer à seleção para a indicação brasileira ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro na 85ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences – Oscar 2013.

A indicação será feita por Comissão Especial de Seleção, composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana; Ana Luiza Azevedo; Andre Sturm; Carlos Eduardo Rodrigues; Flávio Tambellini; George Torquato Firmeza; José Geraldo Couto; e Lauro Escorel.

A comissão se reunirá na próxima quinta-feira (20/9), às 10h, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, para anunciar o filme selecionado.

Confira as produções inscritas e os respectivos diretores:

À Beira do Caminho (Breno Silveira)
Billi Pig (José Eduardo Belmonte)
Capitães da Areia (Cecília Amado)
Colegas (Marcelo Galvão)
Corações Sujos (Vicente Amorim)
Dois Coelhos (Afonso Poyart)
Heleno (José Henrique Fonseca)
Elvis & Madona (Marcelo Laffite)
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas (Julia Murat)
Luz Nas Trevas (Helena Ignez e Icaro Martins)
Menos Que Nada (Carlos Gerbase)
Meu País (André Ristum)
O Carteiro (Reginaldo Faria)
O Palhaço (Selton Mello)
Paraísos Artificiais (Marcos Prado)
Xingu (Cao Hamburger)

*Com informações do site do Ministério da Cultura

Fonte: Cultura e Mercado

Mulher Maravilha deve voltar para a telinha, é o que dizem

por Madaleine Davies

Boas novas para os fãs de super-heróis — Mulher Maravilha, com seu laço da verdade e seus reluzentes cabelos castanhos, pode muito bem estar voltando para a tela da tevê a bordo de seu avião invisível. O canal CW está finalizando os detalhes de um possível piloto do programa que, ao invés de focar na heroína como uma combatente do mal, vai explorar suas origens e dilemas ao descobrir seus poderes (tipo um Clark Kent em Smallville, mas com peitos).

O roteiro, segundo o Vulture, está sendo escrito por Allan Heinberg (que já escreveu episódios do The O.C. e de Grey’s Anatomy, bem como a série de livros Jovens Vingadores) sob o título de Amazon —mas a ideia de relançar as aventuras da Mulher Maravilha já teve alguns alarmes falsos. No ano passado, a NBC recusou a transmitir o piloto de David E. Kelley para a série, estrelada por Adrianne Palicki, a Tyra de Friday Night Lights.

The CW Is Developing a Wonder Woman Origins Series [Vulture]

Fonte: Jezebel

“Dirty Dancing” comemora 25 anos nesta terça (21); relembre hits e polêmicas do filme

Cena do filme Dirty Dancing

O Brasil conheceu o ritmo quente de “Dirty Dancing” em setembro de 1987, quando o filme chegou aos cinemas nacionais pela primeira vez, mas é nesta terça, 21 de agosto, que o blockbuster oitentista comemora exatamente 25 anos de sua estreia nos Estados Unidos, marcada por hits românticos e a polêmica envolvendo o aborto de uma das personagens.

Em entrevista ao canal CNN exibida nesta segunda, a atriz Jennifer Grey relembrou a época em que atuou no longa no papel da adolescente Frances (Baby) Houseman, quando tinha 27 anos.

“O filme fala sobre a morte da inocência. Filmei dos 27 aos 28 anos e hoje vejo como eu era nova e também como foi a morte da minha inocência”, explica a atriz. Para Grey, esse marco foi um acidente de carro que sofreu com Mathew Broderick, e que matou as duas mulheres do outro automóvel envolvido na batida, dias antes da première do filme em Nova York.

“Esse longa mostra o amadurecimento dessa personagem e a forma alegre como ela vive a vida. Acho que isso é contagiante, e o principal motivo de o filme ainda fazer sucesso depois de 25 anos. As pessoas se identificam com ela”, analisa.

A atriz também lamentou a morte de Patrick Swayze, seu par romântico na trama e que morreu de câncer aos 57 anos, em 2009. “Sempre vi Patrick de uma forma vulnerável, tudo que ele fazia era muito intenso, mas eu sempre consegui ver sua beleza, uma beleza vulnerável que ainda hoje faz com que continuemos sentindo sua falta.”

Em resenha publicada pelo “The New York Times” no mesmo dia de seu lançamento nos Estados Unidos em 1987, o longa protagonizado por Patrick Swayze e Jennifer Grey menciona o fato de as famílias tradicionais americanas acusarem o filme de “encurtar o caminho dos jovens para o inferno”, por causa do tema lascivo da história.

Para o jornal, o filme – que se passa no verão americano de 1963, na colônia de férias Catskill – é “um adeus confortável ao ‘American way of life’ vivido após a morte do presidente Kennedy”. O “adeus” a que se refere o “NYT” é representado no filme pelas cenas em que Swayze – que vive o professor de dança pobretão Johnny Castle – sofre preconceito e é acusado de roubo por ser um empregado do hotel ou pelo amor proibido que vive com a aluna adolescente Frances (Baby) Houseman, papel de Grey.

Baby, por sua vez, também é uma garota à frente de seu tempo e se aventura pelas aulas de dança mesmo com a proibição do pai. Além disso, financia o aborto da amiga Penny, grávida de seu cunhado. Na época em que o filme foi lançado, o aborto tinha sido recém-liberado em algumas cidades americanas, na década de 1970, e por conta disso, o filme teve as cenas cortadas em algumas exibições. Isso depois do roteiro ser negado por diversos estúdios.

“Dirty Dancing” em números 

Escrito por Eleanor Bergstein e dirigido por Emile Ardolino, o filme arrecadou US$ 64 milhões nos Estados Unidos e US$ 214 milhões no mundo todo. Sua trilha sonora ficou no topo da parada da “Billboard” por 18 semanas.

“Dirty Dancing” foi o primeiro longa a ultrapassar a marca de um milhão de vendas em VHS. Uma de suas últimas versões em musical para o teatro, no Canadá, arrecadou US$ 2 milhões só no primeiro dia de estreia, em 2007.

Nos Estados Unidos No mundo Na parada Billboard
US$ 64 milhões US$ 214 milhões 18 semanas no 1º lugar

Remake do longa será produzido até 2014

O sucesso de “Dirty Dancing” motivou a produtora Lionsgate a fazer um remake para o filme, que tem previsão de lançamento para 2014. O roteirista escolhido é Brad Falchuk, responsável pelos episódios da série musical “Glee”. O elenco ainda não foi definido.

Fonte: Uol

Parque Ibirapuera recebe festival de cinema ao ar livre

O Parque Ibirapuera se transformará em uma imensa sala de cinema entre os dias 21 e 23 de setembro. É lá que será realizada a segunda edição do Rocky Spirit, festival que reúne documentários inéditos de aventura produzidos em todo o mundo.

Neste ano, serão exibidos seis produções nacionais e 22 internacionais que abrangem diversas facetas do universo do esporte radical e retratam a prática de modalidades como mountain bike, surf e escalada. São filmes como Blue Obsession (foto), que acompanha alpinistas de geleiras no Alasca.

Os filmes estrangeiros foram exibidos na última edição do Telluride Mountainfilm Festival, evento semelhante que ocorre nos Estados Unidos, e legendados para o público brasileiro. Mais informações podem ser encontradas no site oficial do festival, que após passar pela capital paulista excursiona ainda por outras cidades, como Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Diretor analfabeto é destaque de mostra

por Rodrigo Salem

“A fama acaba com a vida de qualquer sujeito”. Lindsay Lohan sabe bem disso, mas quem está reclamando da vida não é uma atriz mimada hollywoodiana com milhões de dólares na conta e uma mansão em Beverly Hills.

Seu Manoelzinho é analfabeto, ex-servente de pedreiro e agricultor. Mora em uma casinha humilde –herdada da mãe, dona Fernandina, morta há um ano– em Mantenópolis, pequena cidade a 251 km de Vitória (ES).

Ele é diretor amador de filmes, mas não se dedica à paixão há quatro anos por causa da tal “fama”.

“Depois que eu apareci na televisão, as pessoas que trabalhavam nos meus filmes de graça acham que fiquei rico e querem cobrar R$ 100 para atuar”, diz Manoel Loreno, 52, que filmou mais de 40 filmes em VHS e perdeu a maioria das fitas.

Seu Manoelzinho (à dir.) posa com Aldenir Coty, o Rambo da Amazônia, em 2011

Uma dessas obras foi encontrada e será exibida no Cinema de Bordas, festival especializado em filmes de baixo custo que começa hoje no Itaú Cultural, em São Paulo.

“A Maudição da Casa de Vanirim” foi rodada em 1988 e será exibida na sexta-feira, às 20h.

A fita original havia sido levada para os Estados Unidos por um morador local, que possuía uma locadora, e foi devolvida recentemente.

“Dizem que meus filmes todos passam na televisão americana e fazem sucesso”, acredita Seu Manoelzinho.

Quando filmou “A Maudição da Casa de Vanirim”, o cineasta ainda estava no começo da carreira. Chamou parentes e amigos, pessoas que percorriam mais de 15 km a cavalo para aparecer no filme, que seria exibido dias depois na quadra de esportes de Mantenópolis.

O padre exorcista é um senhor negro, sem camisa, mas com um terno e um colar de sereia seminua pendurado no pescoço. A assombração da casa, em “Miamis” (os filmes de Seu Manoelzinho se passam nos EUA), usa o mesmo terno e uma máscara de Frankenstein.

À meia-noite, o monstro aparece. Sem recursos para filmar cenas noturnas, Seu Manoelzinho coloca um despertador na cômoda marcando o horário desejado. Na janela, o sol bate forte.

As cenas arrancam risadas. Mas Seu Manoelzinho não liga. “Acho graça que eles [o público] achem graça”, diz com seu alegre sotaque caipira. “Eles estão acostumados com os filmes milionários de Hollywood.”

Apesar da crítica, o diretor, ator e roteirista revela que sonha em conhecer a terra do cinema. “Deve ser linda demais”, exalta.

Mas ele morre de medo de avião –vem para São Paulo de ônibus. Foi assim que saiu de Mantenópolis em 2004 e participou de entrevistas nos programas de TV de Ana Maria Braga, Gugu e Jô Soares.

“A Globo não me deu um centavo. O único que me ajudou foi Gugu, me dando R$ 1.500”, conta o cineasta.

Seu Manoelzinho não imaginava que as aparições em rede nacional atrapalhariam seus filmes. Mas em 2008, quando produziu “A Gripe do Frango”, sobre um amigo que vira galinha, com uma câmera digital emprestada, os “atores” pediram cachê de R$ 30 por dia.

PÃO COM SALAME

Ele tenta fazer a continuação de seu primeiro filme, o faroeste “A Vingança de Loreno”. Mas ninguém quer trabalhar por menos de R$ 100 e outras regalias.

“Querem almoço, jantar e refrigerante. Mas só refrigerante? Vão querer pão com salame”, conta.

Por causa disso, Seu Manoelzinho não consegue mais filmar. Ele sobrevive do dinheiro que recebe de festivais (R$ 350 por fita) e do seguro saúde da mulher. “O restante é para a comida”, diz.

“Não consigo nem sair de bicicleta vendendo os filmes, porque não tenho dinheiro para fazer as cópias dos DVDs”, reclama o diretor, que cobra R$ 10 por disco.

Quando pede trabalho em Mantenópolis, os empregadores acham que ele “está de gozação, já que é famoso.”

“Quero ir para um lugar onde ninguém me conheça para poder trabalhar, mesmo que seja como servente de pedreiro ou na roça”, revela.

“Que fama é essa que não me dá dinheiro?”

BRASIL AMADOR Outros cineastas presentes no festival

Fonte: Folha de S. Paulo

Chega ao Brasil ‘Yellow Submarine’, primeiro filme animado dos Beatles

por Stéfanie Privado

 

 

Divulgação

 

Mesmo após quatro décadas do final da banda, o quarteto de Liverpool continua exercendo fascínio nos antigos e novos fãs e para estes chega ao Brasil Yellow Submarine, filme de 1968 e o primeiro longa animado dos Beatles. O material foi restaurado  digitalmente, preservando as suas características originais (cut-out) e esta disponível em DVD e Blu-Ray.

Em embalagem colorida com alguns mimos, como transparências com cada beatle desenhado, adesivos e livrinho original (em inglês) contendo todo o storyboard do filme, o lançamento chega ao País acompanhado da trilha sonora do filme com sucessos como Eleanor Rigby, Lucy in the Sky with Diamonds, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, entre outras faixas que todo fã de carteirinha da banda sabe cantar de cor.

Além do filme, o DVD traz muitos extras: documentário Mod Odyssey (bastidores da produção do filme), trailer original de divulgação, sequências de storyboard, entrevistas com produtores, dubladores e pessoas envolvidas na produção de Yellow Submarine e o melhor para qualquer admirador ou curioso por música: imagens raras e inéditas de John, Paul, Ringo e George.

Dirigido por George Dunning e escrito por Lee  Minoff, All Brodax, jack Mendelsohn e Erich Segal, Yellow Submarine é baseado na música de John Lennon e Paul Mccartney que retrata um conto fantástico de amor, paz e esperança impulssionados pela música. O filme, um marco na época, tornou-se imediatamente importante após o seu lançamento por exibir efeitos especiais (na época os mais modernos), além de ter referências claras na Pop Art de Andy Wahrol, Martin Sharp, Alan Aldridge e Peter Blake.

No ano que vem no mês de abril, será lançado uma nova edição compacta, de capa dura do livro ilustrado Yellow Submarine. O livro, que poderá ser encontrado em livrarias e na Beatle Store (www.thebeatles.com), traz em suas 40 páginas, a beleza e a arte do filme que encantou adultos e crianças por gerações. Uma versão interativa do livro também está disponível para download grátis na iBookstore da Apple para Ipad, Iphone e Ipod em (www.Itunes.com/thebeatles).

É novidade para nenhum fã colocar defeito, inclusive nos preços que seguem a média do mercado: o CD com a trilha sonora custará em média R$ 34,90, o DVD R$ 49,90 e o Blu-Ray R$ 84,90. Agora só é preciso um pouco mais de paciência: o material todo só estará no mercado no dia 1 de agosto.

Fonte: E+

Documentário Quem Kiss Teve, sobre vinda da banda ao Brasil em 1983, será exibido na quinta, 26

O documentário Quem Kiss Teve, de Tadeu Jungle, será exibido na próxima quinta, 26, às 21h, na Cinemateca Brasileira, como parte de uma mostra dedicada ao diretor. O filme retrata a passagem do Kiss pelo Brasil em 1983.

O curta aborda temas como o fato de os fãs cantarem corretamente todas as letras, mesmo não falando inglês, e traz entrevista com camelôs e cambistas que lucraram com o show, além de fãs, o próprio grupo e o crítico musical Pepe Escobar.

A exibição dos trabalhos de Tadeu Jungle faz parte do programa Arte/Experimentais da mostra que fica em cartaz até o dia 5 de agosto. Outros filmes que integram a programação são Evoé, Retrato de um Antropófago, sobre Zé Celso Martinez, Passarela, videoarte sobre uma espécie de desfile de moda, entre outros. A entrada é franca e a programação pode ser vista aqui.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Entradas Mais Antigas Anteriores

Blog Stats

  • 167.423 hits