Chegou o trailer do filme do Jimi Hendrix

Galera do rock and roll e amantes da música, o tão esperado trailer do filme do Jimi Hendrix foi divulgado. A semelhança de André 3000, do Outbkast, com o músico impressiona e as poucas imagens reveladas remontam o gênio forte e o talento incontestável do cara!

O filme ˜Jimi: all is by my side˜ foi dirigido por John Ridley, que ganhou o Oscar por seu trabalho no longa ˜Doze anos de escravidão˜, e deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos no dia 26 de setembro. Vamos torcer para que possamos ver nas telonas brasileiras o quanto antes!

Confira o trailer e tire suas próprias conclusões…

Luís Fernando Guimarães participará de musical de Möeller e Botelho

Previsto para estreiar em março de 2013, o novo musical da dupla Möeler e Botelho “Como vencer na vida sem fazer força“, promete ser uma comédia de muito bom gosto. No elenco temos o veterano Luiz Fernando Guimarães ( O Ruy do Os Normais), conhecido pelos seus papéis de veia cômica, sem contar a participação de Letícia Colin. A grande estréia, vai para o novato Gregório Duviver.

Como vencer na vida sem fazer força, é baseada na peça que estreiou na Broadway em 1961 “How to Succeed in Business Without Really Trying”, e já teve protagonistas como Daniel Radcliffe, Darren Chris e Nicholas Jonas (um dos integrantes dos Jonas Brotthers). A história se passa com o J. Pierrepoint Finch, um lavador de janelas que encontra um guia prático de como ser bem sucedido nos negócios. Seguindo cada dica ele começa trabalhando no departamento de correspondências de uma grande empresa, chegando rapidamente ao cargo de chefe do departamento de marketing.

Fonte: A Broadway é Aqui

Aprovado pelo pai de Michael Jackson, musical ‘Forever King of Pop’ vem ao Brasil

por Rodrigo Levino

Não há nada relacionado ao disco “Thriller”, de Michael Jackson (1958-2009), lançado em novembro de 1982, que não seja superlativo.

Alçado por músicas que se tornaram clássicos pop instantâneos, como a que lhe dá título, “Beat It”, “Billie Jean”, “Human Nature” e “Wanna Be Startin’ Something”, o trabalho produzido por Quincy Jones vendeu, segundo estimativas do mercado, cerca de 100 milhões de cópias ao redor do mundo, tornando-se o maior arrasa-quarteirão fonográfico da história.

Nos EUA, não arredou pé da lista dos dez mais tocados nas rádios durante cinco anos. Por gravidade, afinal de contas trata-se de um disco feito quase exclusivamente de hits, é “Thriller” que embala os segmentos mais pulsantes do musical “Forever King of Pop”.

O espetáculo dirigido pelo espanhol Carlos López, que já foi visto por quase 1 milhão de pessoas em três continentes (segue agora para uma excursão na China), terá 14 apresentações no Brasil no primeiro semestre de 2013 –ainda sem data definida.

Ao longo de quase duas horas, mais de 20 faixas do cancioneiro de Jackson costuram cenas marcantes da biografia do artista. A família dele chancelou a produção depois de o pai do cantor, Joe, assistir a uma sessão na Espanha e se impressionar com o esmero na mimese de coreografias, timbre e cacoetes vocais do cantor.

Depois de comover o patriarca dos Jacksons, López foi a Indiana conhecer o resto do clã.

PENEIRA

“O processo de seleção foi longo e extenuante”, descreve o diretor em entrevista à Folha, falando dos 30 atores e bailarinos que atuam na montagem.

Escolhido o elenco, partiu-se para outra série de ensaios e afinamentos tão puxada quanto a peneira inicial. No palco, o esforço ainda é hercúleo. Não é fácil ser Michael Jackson, interpretado por três atores em “King of Pop”.

“Tivemos de acrescentar um fisioterapeuta à nossa equipe, pois os bailarinos terminam o espetáculo extremamente cansados”, conta ele, sobre a dificuldade de reproduzir com exatidão (e à exaustão) a sequência de coreografias que se tornaram emblemas do cantor, compositor e dançarino.

As dificuldades físicas só não foram menores do que as vocais. Todas as músicas são cantadas ao vivo e em seus tons originais. Os proverbiais agudos e modulações vocais de Jackson são milimetricamente repetidos.

A intenção de Lopez não é apenas o tributo. “Queremos fazer com que o público se sinta em um show do cantor”, diz. O aparato tecnológico ajuda a criar essa sensação.

Ao todo, são oito toneladas de figurino e equipamentos de som e luz que buscam reproduzir com fidelidade lances cenográficos das principais turnês de Jackson, como as dos discos “Off the Wall” e “Bad”, que em 2012 completou 25 anos de lançamento.

JACKSON NO BRASIL

Para López, a vinda ao Brasil é, de certa forma, um reencontro do país com a obra do cantor, que esteve pela primeira vez aqui em 1974, ainda como membro do Jackson Five, com os irmãos.

Em 1996, Jackson voltou ao país, onde gravou o clipe da canção “They Don’t Care about Us” no Rio e em Salvador. “Pretendemos fazer audições e incorporar ao elenco artistas brasileiros”, adianta o diretor.

Não deixa de ser também um olhar desejoso sobre um mercado emergente de musicais. O gênero experimenta um “boom” recente no Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo. Vem mais um colosso por aí, agora com trilha de música black.

Fonte: Folha de S. Paulo

Musical “New York, New York” reestreia com ingressos a R$ 40

O musical “New York, New York”, que fez temporada em São Paulo no Teatro Bradesco (zona oeste) com ingressos que chegavam a R$ 170, reestreia nesta quinta-feira (16) no teatro Sérgio Cardoso (centro), com preço popular: R$ 40.

Kiara Sasso, Julianne Daud e Juan Alba no musical "New York, New York", com direção de José Possi

Dirigida por José Possi Neto, a peça é baseada no livro de Earl Mac Rauch e conta a história de amor entre a cantora Francine Evans (Kiara Sasso) e o saxofonista Johnny Boyle (Juan Alba).

A comédia romântica permeada por grandes sucessos musicais das décadas de 1930, 1940 e 1950.

A história já ganhou adaptação para o cinema, em 1977, nas mãos do diretor Martin Scorsese, com interpretação de Liza Minnelli e Robert De Niro.

Entre as canções, estão os clássicos “Sing, Sing, Sing”, de Benny Goodman, e “New York, New York”, de John Kander e Fred Ebb.

A produção optou por não traduzir as músicas, que são cantadas em inglês. Há projeção de legenda em português.

Sérgio Cardoso – Sala Sérgio Cardoso
R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – Centro. Telefone: 3287-8844.
Ingresso: R$ 40.

Não tem área para fumantes. Não aceita cheques. Não aceita reservas. Tem ar-condicionado. Vende ingresso pelo telefone. Tem acesso para deficiente. Tem local para comer. 835 lugares.
Quando
Dia 16: 21h.
Dia 17: 21h30; 21h30.
Dia 18: 17h e 21h; 17h e 21h; 17h e 21h; 17h e 21h.
Dia 19: 16h; 16h.
Dia 23: 21h.
Estreia 16/8

Fonte: UOL

Bibi Ferreira festeja 90 anos com pot-pourri da carreira e diversos projetos

por Maria Eugênia de Menezes
A sala vazia parecia estar à sua espera. Como se fosse um palco, minutos antes de as cortinas abrirem. O cenário tinha pompa: poltronas imponentes, móveis antigos e, como toque final, a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar emoldurados na janela imensa. Gravador e câmera já estavam a postos. Só faltava mesmo que a porta larga se abrisse.

 

Bibi em casa com a sua gata, Xuxa, presente da apresentadora Xuxa Meneguel - Wilton Junior/AE

Dá para ouvir os passos firmes no assoalho de mármore. Bibi Ferreira, 90 anos, caminha de jeito empertigado. De cima do salto bem alto, que ajuda a alongar os seus pouco mais de 1,50 m, ela olha para frente, sem se fixar em nada. Sabe que é observada. Sabe que está diante do público. Uma plateia diminuta, é verdade. Só repórter e fotógrafo. Mas ainda assim, plateia. A fala e o sorriso têm de surgir no momento preciso. Ela sabe exatamente como fazer.

Falta pouco mais de uma semana para sua estreia em São Paulo. No dia 10, o terceiro sinal vai soar de novo. As luzes, Bibi diz que adora as luzes, vão se acender mais uma vez. Deve ser natural para quem praticamente nasceu dentro do teatro – fez sua primeira aparição em uma peça com apenas 24 dias de nascida. “Mas sabe que eu ainda sinto uma angústia naqueles instantes antes de entrar em cena? Aquele lugar, depois que você sai do camarim, e ainda não está no palco. Aquele cantinho… É ali que eu sinto um terror. Frank Sinatra dizia que sofria nessa hora. E olha que era o Frank Sinatra… Com medo de a voz não sair.”

A voz de Bibi sai. Às vezes, sem que ela perceba. “Cantando sempre? Quando eu cantei?”, ela inquire, como se espantada com a observação. São trechos de canções que ela vai desfiando, puxando o fio da memória. Porque cada história faz lembrar uma música. Ou o contrário. O nome do espetáculo que ela leva a São Paulo e, na sequência, apresenta em Lisboa e Nova York, é Bibi, Histórias e Canções. No repertório, um pot-pourri dos seus mais de 70 anos de carreira. Óperas, fados, sambas de Chico Buarque, Noel Rosa.

Conta que conheceu o compositor da Vila Isabel durante a gravação de um filme de Carmen Santos, Cidade Mulher. “Filme, aliás, que se perdeu. Não se encontra uma cópia. Noel aparecia, ensinando a gente a cantar. Era muito simpático. Embora não fosse de sorrisos”, ela ressalva. “Entrava sério, todo de branco. Sabia lidar com as pessoas. Falava assim: ‘Está muito baixo esse tom, não está, Bibi?’ Era paciente. Muito paciente.”

Bibi responde a qualquer pergunta. Desde que você não a chame de senhora. “Vamos acabar com isso, sim? É só Bibi. Ou Abigail, se você preferir. Mas, curioso, ninguém nunca me chamou assim.” O nome é o mesmo de sua madrinha, Abigail Maia. “A maior vedete do Brasil, naquela época. Era casada com Oduvaldo Vianna. Um casal sensacional. Estavam sempre com papai. Oduvaldo era autor de várias das suas peças.”

Em uma das paredes, há um retrato, um desenho de Procópio Ferreira feito a grafite. Fica em um canto da sala, discreto. Mas sua figura é evocada um sem-número de vezes na conversa da filha. A atriz chegou a dirigi-lo em cena. “Fizemos Divórcio (1947). Foi um sucesso estrondoso. E papai estava em um papel dramático, faceta que as pessoas não conheciam.” A peça marcou sua estreia como encenadora, logo depois da temporada em Londres, onde estudou direção na Royal Academy of Dramatics Arts.

Anos antes, foi Procópio quem a conduziu em sua estreia. Não só naquela breve participação, quando tinha menos de um mês de vida e substituiu uma boneca que desapareceu na hora do espetáculo. Mas também no seu primeiro personagem como profissional, em 1941, na comédia La Locandiera. O pendor para carreira de atriz, portanto, está mais do que explicado. Mas a porção cantora também encontra raízes familiares. “Meu bisavô conheceu minha bisavó no Teatro Solis, de Montevidéu. Cantavam no coro. Ele poderia ter viajado, sido solista. Mas preferiu ficar e se casar. Tiveram sete filhos. Um deles era a minha adorada avó, com quem vivi até os 12, 13 anos. Engraçado, tudo para mim aconteceu nessa idade. Quando eu tinha 12, 13 anos.”

Ela não se alonga muito no comentário. Adquire uma expressão grave, distante. Faz uma pausa. Já se passaram quase 80 anos. No que será que está pensando? Tudo não dura mais que um instante. E Bibi retoma o raciocínio. A avó, torna a contar, já despertava cantando. O dia inteiro entoando árias de ópera. A menina aprendeu ouvindo. Sem fazer aulas. Sempre a oscilar entre os dois mundos: o lírico e o popular. Do Barbeiro de Sevilha salta para Pixinguinha. Foi capaz de dirigir Carmen, de Bizet (1999). Mas também Brasileiro: Profissão Esperança (1970), musical com Maria Bethânia e Ítalo Rossi.

A rotina para os próximos meses tem ares de maratona: São Paulo, Lisboa, Nova York. Canta no Lincoln Center, em 21 de novembro. Depois, Bibi grava um disco com canções de Natal. Faz concerto em Petrópolis no fim do ano. Retorna a São Paulo em 2013 para dirigir uma peça de Juca de Oliveira. Mas sem perder de vista o projeto de um novo espetáculo com canções de Edith Piaf. Com datas já previstas em Paris. “Cada um sente a idade de um jeito. Muitas pessoas, com 90 anos, não sentem o que eu sinto. A saúde é muito boa. Sempre levei uma vida meio besta, sabe? Sem beber, sem fumar. Não que eu seja contra. Tem quem faça isso muito bem. É que para mim, simplesmente, não calhou.” Calharam outras coisas. E, a julgar pelos planos de Bibi, ainda calharão umas tantas mais.

BIBI,HISTÓRIAS E CANÇÕES
Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569, 3472-2229.
6ª e sáb., 21 h; dom., 19 h.
R$ 120. De 10/8 a 30/9.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Ruínas revelam teatro onde Shakespeare estreou “Romeu e Julieta”

por Tonia Machado

Arqueólogos ingleses anunciaram a descoberta de ruínas do teatro Curtain, em Londres, que abrigou Shakespeare e sua companhia de teatro, a The Lord Chamberlain’s Men, entre 1597 e 1599.

O teatro, fundado em 1577, foi o palco de estreia para duas grandes obras de Shakespeare: Romeu e Julieta e Henrique V e foi um dos principais teatros da capital britânica até meados do século XVII, quando foi destruído.

A descoberta dos escombros se deu durante trabalhos de restauração no bairro de Shoreditch, leste de Londres. Até o momento, as escavações revelaram as paredes de fundação do teatro e o pátio onde a plateia se reunia, em pé, para assistir as apresentações.

Fonte: Blog Mente Aberta – Época

Musical sobre Tim Maia estreia no Teatro Procópio Ferreira em março

Teatro Procópio Ferreira(671 lugares)
Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César
Informações: 3083-4475
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Reservas e grupos: (11) 3064-7500
Bilheteria: de terça à domingo, das 14h até o início do espetáculo. Acesso a deficientes físicos, ar condicionado e entrega de ingressos a domicílio.
Estacionamento conveniado na Rua Augusta, 2.673 – R$ 10,00 (período de 4 horas. Retirada de selo do estacionamento na bilheteria).
 
Quinta e Sábado às 21h.
Sexta às 21h30.
Domingo às 18h
 
Quintas e sextas
Setor Premium: R$ 120,00
Setor I: R$ 100,00
Setor II: R$ 50,00

Sábados e Domingos
Setor Premium: R$ 150,00
Setor I: R$ 130,00
Setor II: R$ 70,00
 
Duração: 160 minutos
Classificação 14 anos
 
Estreia dia 09 de março.
 
Temporada: até 24 de junho

Documentário musical abre o ano Tom Jobim nos cinemas

por Pedro Antunes

A palavra falada não é necessária para explicar a genialidade de Antônio Carlos Jobim, o Tom (1927-1994). É com a canção, e toda a sua contraditória simplicidade complexa, que a trajetória do compositor, maestro, pianista e cantor carioca se resume na melhor forma. Da praia de Ipanema para o mundo, sem escalas, sem as barreiras linguísticas que costumam emperrar a exportação dos nossos talentos.

Tudo parece caminhar para que 2012 se torne o ano de Tom nos cinemas. No dia 25 de janeiro, próxima quarta-feira, ele completaria 85 anos. Antes, nesta sexta, o documentário A Música Segundo Tom Jobim estreia nos cinemas para expor visualmente a obra do gênio, um dos pilares da bossa nova no fim dos anos 1950.

Uma ideia perseguida pelo diretor Nelson Pereira dos Santos desde antes da morte do músico, em 8 de dezembro de 1994, era registrar vida e obra de Tom Jobim, numa espécie de homenagem cinematográfica ao ícone da música, popular ou erudita. Tom nunca aceitou, com medo de ser interpretado por alguém que não lhe agradasse. Foi feito, então, um programa especial na extinta TV Manchete, com quatro episódios e um total de quatro horas de duração, dirigido por Santos. O nome já era esse, mas, segundo ele, ainda não era o bastante. A música, que dava nome ao programa, dividia seu nobre espaço com entrevistas. E não era essa a ideia.

A história foi para a gaveta, até que em 2009 o projeto foi aprovado pelo edital da Natura Musical. Logo, Nelson Pereira dos Santos chamou a neta Dora Jobim, a “queridinha do vovô”, cujo conhecimento do acervo de Tom é vasto. Como dois diretores, dividiriam as obrigações do filme. Outro documentário, A Luz do Tom, também de Santos, sairá neste ano. 

A Música Segundo Tom Jobim é, primeiramente, um deleite musical em sua mais pura forma. Dado a colocar a cabeça dos espectadores para funcionar, Nelson Pereira dos Santos, um dos precursores do Cinema Novo, desde o princípio quis que a música de Tom falasse por si, sem quaisquer interjeições e interferências, em 90 minutos. “É um registro cronológico da criação de Tom Jobim. Reunimos material suficiente para contar a sua história sem que a gente precisasse interferir”, explicou o cineasta, logo depois da exibição do filme à imprensa, na semana passada. A ligação entre a música de Tom e o público chega de forma direta. De telona e alto-falantes para olhos e ouvidos, sem aquelas entrevistas com os especialistas de sempre, sem letreiros ou explicações. A pureza causa um estranhamento inicial.

“Não queria precisar indicar o nome de quem estava cantando, qual era a música. Queria que o som, que aquela interpretação, fosse o suficiente”, explicou-se o diretor. “É um habito da televisão, as pessoas querem tudo mastigado. Isso não é necessário. Pode estragar a conexão entre obra e público”, ponderou Santos. O roteiro teve a ajuda da cantora Miúcha Buarque de Holanda. “Eu e o Nelson conversávamos por horas”, contou ela. A direção musical ficou com Paulo Jobim, filho de Tom. 

Um time que nitidamente não poderia ser melhor para adentrar um universo musical tão complexo e, ao mesmo tempo, tão simples, de Tom Jobim. O Tom popular sobressaiu-se na seleção ao Tom erudito, garantem eles, em razão da falta de bons registros. 

O documentário remete ao Rio de Janeiro dos anos 1950, e faz um sentimento bucólico logo se espalhar pela sala de cinema enquanto as imagens em preto e branco são projetadas. Chega, então, um batalhão de estrelas: Frank Sinatra, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Pierre Barouh, Silvia Telles, Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr., Chico Buarque, Vinicius de Moraes. Interpretações de épocas diferentes de um gênio atemporal. Como o próprio Tom escreveu: “A linguagem musical basta”. E tudo se justifica em suas palavras. 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Estreias e reestreias de musicais em 2012 no Brasil

O ano de 2012 prometer ser maravilhoso para os musicais. Estreias e reestreias não faltarão para deixar fãs e espectadores com agenda cheia. Algumas produções iniciam suas apresentações logo no início do ano e outras, apesar de já estarem confirmadas no Brasil, ainda não possuem elenco e local definidos.

Além deles, há também os musicais que já nos encantaram em 2011 e continuarão em 2012; alguns permanecem em seus teatros de “origem” e outros migrarão para outros endereços. Confira abaixo a lista completa do que foi confirmado até o momento para montar sua programação:

  “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”
Onde: Teatro Maison/ RJ
Quando: 5 de janeiro de 2012
Com quem: Solange Badin, Vanessa Gerbelli, Stella Maria Rodrigues, Ângela Rebello e grande elenco.

  Judy Garland – O Fim do Arco-íris
Onde: Teatro Fashion Mall / RJ
Quando: 5 de janeiro de 2012
Com quem: Gracindo Junior, Igor Rickili e Claudia Netto.

“Tim Maia – Vale tudo”
Onde: Teatro João Caetano/ RJ
Quando: 6 de Janeiro de 2012
Com quem: Tiago Abravanel, Isabella Bicalho, Lilian Valeska, Pedro Lima, André Vieri, Bernardo La Roque, Reiner Tenente, Evelyn Castro, Pablo Ascoli e grande elenco.

“Xanadu”
Onde: Teatro oi Casagrande/ RJ
Quando: 12 de Janeiro de 2012
Com quem: Sidney Magal, Daniele Winits, Thiago Fragoso, Sabrina Korgut, Gotsha e grande elenco.

“Cabaret”
Onde:  Teatro Procópio Ferreira/ SP
Quando: 12 de janeiro de 2012
Com quem: Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello,  Guilherme Magon e grande elenco.

“Hair”
Onde: Teatro Frei Caneca/ SP
Quando: 13 de janeiro de 2012
Com quem: Hugo Bonemer, Fernando Rocha, Kiara Sasso, Carol Puntel, Estrela Blanco e grande elenco.

“Priscilla, Rainha do Deserto”
Onde: Teatro Bradesco/ SP
Quando: 16 de Março de 2012
Com quem: Saulo Vasconcelos, Andrezza Massei, Simone Gutierrez, Priscila Borges, Lívia Graciano, Naíma, Leandro Luna e grande elenco

“A Família Addams”
Onde: Teatro Abril/ São Paulo
Quando: 2 de março de 2012
Com quem: Marisa Orth e Daniel Boaventura (os demais nomes ainda não foram divulgados)

“Fame”
Onde: Não informado/ SP
Quando: Primeiro semestre de 2012
Com quem: Kleber Toledo (os demais nomes ainda não fora divulgados)

“O Violinista no Telhado”
Onde: Não informado/ SP
Quando: Março de 2012
Com quem: Não informado

Fonte: Musicais BR

Com Claudia Raia, “Cabaret” estreia dia 27 deste mês

Com texto traduzido de Miguel Falabella e direção de José Possi Neto, o musical “Cabaret”, estrelado pela atriz e bailarina Claudia Raia,  inicia suas apresentações dia 27 de outubro, no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.

Claudia realizará, neste musical, o sonho de viver a protagonista Sally Bowles, interpretada por Liza Minnelli na versão cinematográfica de 1972. Cláudia Raia já tem uma vasta experiência em musicais, foi protagonista de “O Beijo da Mulher Aranha”, “Chorus Line”, “Sweet Charity” e “Pernas pro Ar”.

Cabaret se passa na Alemanha, nos anos 30, durante a ascensão do Nazismo, e trata da história de uma cantora e dançarina vinda dos Estados Unidos que se envolve com dois homens, um professor inglês e um nobre alemão. Sally trabalha no Kit Kat Klub de Berlim e sofre constantes ameaças dos nazistas em seus shows. Sua grande ambição é receber um convite da UFA, um grande estúdio de cinema alemão.

Cabaret
Teatro Procópio Ferreira – Rua Augusta, 2.823 – São Paulo
Tel.:  (11) 3083-4475

Fonte: Musicais BR

Entradas Mais Antigas Anteriores

Blog Stats

  • 167.427 hits