Chegou o trailer do filme do Jimi Hendrix

Galera do rock and roll e amantes da música, o tão esperado trailer do filme do Jimi Hendrix foi divulgado. A semelhança de André 3000, do Outbkast, com o músico impressiona e as poucas imagens reveladas remontam o gênio forte e o talento incontestável do cara!

O filme ˜Jimi: all is by my side˜ foi dirigido por John Ridley, que ganhou o Oscar por seu trabalho no longa ˜Doze anos de escravidão˜, e deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos no dia 26 de setembro. Vamos torcer para que possamos ver nas telonas brasileiras o quanto antes!

Confira o trailer e tire suas próprias conclusões…

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Lincoln, de Steven Spielberg, concorre a 12 estatuetas no Oscar 2013

A atriz Emma Stone e Seth Macfarlane (O Ursinho Ted, Uma Família da Pesada, além de ser o apresentador do Oscar 2013) anunciaram na manhã desta quinta, 10, em Los Angeles, os indicados à premiação de cinema mais famosa do mundo. Curiosamente, esta foi a primeira vez desde 1972 que o mestre de cerimônias do evento também foi o responsável pelo anúncio dos indicados.

Lincoln é o campeão de indicações: são 12, no total. As Aventuras de Pi, de Ang Lee, disputa 11 estatuetas; Argo, dirigido e estrelado por Ben Affleck, tem sete indicações, enquanto Django Livre, de Quentin Tarantino, tem cinco.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas faz a entrega do Oscar no dia 24 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Los Angeles, Califórnia, com transmissão ao vivo para mais de 200 países, inclusive o Brasil. Durante a festa, será prestada uma homenagem aos 50 anos de James Bond, conforme já tinha sido divulgado. Veja abaixo a lista completa de indicados e assista ao anúncio das categorias principais.

Melhor Filme
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
A Hora Mais Escura
Os Miseráveis
Indomável Sonhadora
O Lado Bom da Vida
Amour

Melhor Diretor
Ang Lee (As Aventuras de Pi)
Steven Spielberg (Lincoln)
Michael Haneke (Amour)
Benh Zeitlin (Indomável Sonhadora)
David O. Russell (O Lado Bom da Vida)

Melhor Atriz
Jessica Chastain (A Hora Mais Escura)
Naomi Watts (O Impossível)
Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
Emmanuelle Riva (Amour)
Quvenzhané Wallis (Indomável Sonhadora)

Melhor Atriz Coadjuvante
Amy Adams (The Master)
Sally Field (Lincoln)
Anne Hathaway (Os Miseráveis)
Helen Hunt (The Sessions)
Jacki Weaver (O Lado Bom da Vida)

Melhor Ator
Daniel Day Lewis (Lincoln)
Joaquin Phoenix (The Master)
Denzel Washington (Flight)
Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida)
Hugh Jackman (Os Miseráveis)

Melhor Ator Coadjuvante
Alan Arkin (Argo)
Philip Seymour Hoffman (The Master)
Tommy Lee Jones (Lincoln)
Robert De Niro (O Lado Bom da Vida)
Christoph Waltz (Django Livre)

Melhor Roteiro Original
A Hora Mais Escura (Mark Boal)
Django Livre (Quentin Tarantino)
Flight (John Gatins)
Amour (Michael Haneke)
Moorise Kingdom (Wes Anderson e Roman Coppola)

Melhor Roteiro Adaptado
Indomável Sonhadora (Lucy Alibar e Benh Zeitlin)
Argo (Chris Terrio)
Lincoln (Tony Kushner)
As Aventuras de Pi (David Magee)
O Lado Bom da Vida (David O. Russell)

Melhor Trilha Original
As Aventuras de Pi (Mychael Danna)
Argo (Alexandre Desplat)
Anna Karenina (Dario Marianelli)
007 – Operação Skyfall (Thomas Newman)
Lincoln (John Williams)

Melhor Canção Original
“Suddenly” (Os Miseráveis)
“Skyfall” (007 – Operação Skyfall)
“Pi’s Lullaby” (As Aventuras de Pi)
“Everybody Needs a Best Friend” (O Ursinho Ted)
“Before My Time” (Chasing Ice)

Melhor Animação
Valente
Frankenweenie
Detona Ralph
Piratas Pirados
ParaNorman

Melhor Fotografia
Anna Karenina
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Melhor Figurino
Anna Karenina
Os Miseráveis
Lincoln
Espelho, Espelho Meu
Branca de Neve e o Caçador

Melhor Documentário
5 Broken Câmeras
The Gatekeepers
How to Survive a Plague
The Invisible War
Searching for Sugar Man

Melhor Documentário – Curta
Inocente
Kings Point
Mondays at Racine
Open Heart
Redemption

Melhor Edição
Argo
As Aventuras de Pi
Lincoln
O Lado Bom da Vida
A Hora Mais Escura

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Amour (Áustria)
En Kongelig Affære (Dinamarca)
Kon-Tiki (Noruega, Reino Unido e Dinamarca)
No (Chile)
Rebele (Canadá)

Melhor Cabelo e Maquiagem
Hitchcock
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis

Melhor Cenografia
Ana Karenina
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
Lincoln

Melhor Curta de Animação
Adam and Dog
Fresh Guacamole
Head Over Heels
Maggie Simpson in The Longest Daycare
Paperman

Melhor Curta
Assad
Buzkashi Boys
Curfew
Death of a Shadow (Dood van een Schaduw)
Henry

Melhor Edição de Som
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
007 – Operação Skyfall
A Hora Mais Escura

Mixagem de Som
Argo
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
007 – Operação Skyfall
Lincoln

Melhores Efeitos Visuais
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Vingadores
As Aventuras de Pi
Prometheus
Branca de Neve e o Caçador

Fonte: Rolling Stone Brasil

Disney compra a Lucasfilm por 4 bi de dólares

por Guilherme Amaral

A Walt Disney Company comprou 100% das ações da Lucasfilm, do cineasta George Lucas, por US$ 4,05 bilhões. A informação foi confirmada em comunicado publicado pela Disney em sua página oficial, nesta terça (30).

“Pelos últimos 35 anos, um dos meus maiores prazeres tem sido ver ‘Star Wars’ passar de uma geração para outra. Agora é hora de passar ‘Star Wars’ para uma nova geração de cineastas”, disse Lucas, justificando a venda. O comunicado também anunciou que “Star Wars: Episode 7″, será o primeiro filme da franquia produzido pela empresa, com previsão de lançamento para 2015, e consultoria criativa do diretor. Os episódios 8 e 9 também podem acontecer, visto que a trajetória da saga prevê 9 episódios.

“A Lucasfilm reflete a paixão, visão e roteiro extraordinário de seu fundador, George Lucas. Essa transação combina um portfólio clássico de conteúdo que inclui ‘Star Wars’, uma das maiores famílias e franquias de entretenimento de todos os tempos, com a criatividade única da Disney em diferentes plataformas, negócios e mercados, para gerar um crescimento sustentável e conduzir a um valor significativo a longo prazo”, disse Robert A. Iger, chefe executivo da Walt Disney Company.

“Sempre acreditei que ‘Star Wars’ poderia viver sem mim, e eu acho importante fazer essa transição enquanto estou vivo. Estou confiante que sob liderança de Kathleen Kennedy, a Lucasfilm terá uma nova casa na Disney. ‘Star Wars’ certamente viverá e prosperará por muito mais gerações. A experiência e alcance da Disney dará a Lucasfilm a oportunidade de vislumbrar novos caminhos na televisão, mídia interativa, parques temáticos, entretenimento ao vivo e produtos para o consumidor”, explicou Lucas.

“Star Wars” fará parte dos parques temáticos

Outra novidade apresentada no comunicado foi a de que o “conteúdo de ‘Star Wars’ será integrado a rede de parques temáticos da Disney”, na cidade de Orlando, na Flórida, além de Anaheim, Paris e Tóquio. No parque Hollywood Studios, já há uma atração relacionada aos filmes, o simulador Star Tours. A empresa espera com essas estratégias, “florescer o trabalho da Lucasfilm por mais 35 anos.”

A Disney informa que a aquisição foi inspirada nas compras milionárias feitas pela empresa, da Pixar, em 2006, e da Marvel, em 2009. Junto com a franquia de “Star Wars”, a Disney também adquire as tecnologias de filmagem e exibição criadas pela empresa. Mas explica que os funcionários que trabalham nos estúdios, atualmente localizados em San Francisco, na Califórnia, assim como a presidente e produtora executiva Kathleen Kennedy, serão mantidos em seus locais de trabalho.

Em agosto de 2012, a Lucasfilm já tinha anunciado o relançamento de duas franquias da saga em 3D. “Guerra nas Estrelas: Episódio II – O Ataque dos Clones” chegará aos cinemas dos Estados Unidos em 3D no dia 20 de setembro do ano que vem, e sua continuação, “Guerra nas Estrelas: Episódio III – A Vingança dos Sith”, estreará semanas mais tarde, no dia 11 de outubro.

Na época, o estúdio da Fox seria o responsável pela distribuição dos filmes depois da boa recepção que teve neste ano o lançamento no formato estereoscópico do primeiro capítulo da famosa saga, “Guerra nas Estrelas: Episódio I – A Ameaça Fantasma”.

Essa versão arrecadou US$ 43,5 milhões nos EUA e US$ 59,3 milhões no resto do mundo, um número notável levando em conta que se trata de um filme que estreou originalmente em 1999, naquela ocasião em 2D.

Fonte: UOL Cinema

Finalmente: Cine Belas Artes tombado

Gente, há alguns meses assinei a petição pública contra o fechamento do Cine Belas Artes, a favor de seu tombamento… finalmente, a decisão do Condephaat saiu! Uma vitória que mostra o potencial das mobilizações públicas por causas importantes.

Leiam na íntegra o comunicado de Thiago Adorno Albejante, que colocou a petição no ar.

“Parece sonho, mas é VERDADE! O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT) acaba de APROVAR o TOMBAMENTO do Cine Belas Artes!!!

Em votação realizada hoje (15/10), com placar de 16 votos favoráveis ao tombamento e 2 abstenções, os conselheiros reconheceram o valor do imóvel para a sociedade de SP e a importância de considerá-lo como parte integrante do patrimônio histórico paulista. De acordo com a decisão do CONDEPHAAT, o proprietário tem o dever de preservar a fachada do prédio, incluindo a visibilidade das vidraças, respeitando-se recuo de 4 metros.

Obrigado a todos os que ajudaram a promover o último abaixo-assinado, feito às pressas para a votação! Reunimos quase 1000 assinaturas em apenas 4 dias!
Obrigado, também, por terem participado até hoje dessa causa Contra o Fechamento do Cine Belas Artes! Sem cada um de vocês, essa vitória não teria sido alcançada!

Nós continuaremos lutando pela reabertura do cinema, certos de que a sociedade não pode se conformar com o fechamento desse patrimônio cultural!

Mais detalhes:

A deliberação segue estudo da Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico (UPPH), órgão técnico vinculado ao CONDEPHAAT, bem como o parecer do relator do processo. Ambos previam a possibilidade de se tombar o cinema, e podem ser acessados aqui: http://links.causes.com/s/clEaGQ?r=P7id

O processo de tombamento do Cine Belas Artes havia sido anteriormente arquivado pelo órgão, com base na impossibilidade de se tombar o uso. O relator, então, recorreu da decisão de arquivamento, pedindo que houvesse reconsideração por parte dos demais conselheiros. A decisão de hoje dá provimento ao recurso do relator, determina o desarquivamento do processo e tomba a fachada do prédio, bem como promove o registro do Cine Belas Artes como bem cultural de natureza imaterial.

Continua assegurado ao dono o direito de fazer uso do interior do imóvel como bem entender. Em outras palavras, não necessariamente o lugar volta a ser cinema. No entanto, o instituto do tombamento traz consigo uma série de restrições, que podem favorecer a instalação de um cinema no local. Hipoteticamente, caso o imóvel venha a ser vendido, a União, o Estado e o Município, nessa ordem, terão direito de preferência para aquisição – e, nesse caso, qualquer desses entes poderia tomar a iniciativa de comprar o Belas Artes para montar um cinema público de programação de filmes de arte, por exemplo.

A decisão deve ser publicada amanhã (16/10) no Diário Oficial!!

Viva! Parabéns à todos nós, que contribuímos para a conquista!

Conheça os filmes confirmados para a 36ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

A 36ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta sexta-feira (19) e acontece até o dia 1º de novembro em 28 salas da capital.

O evento, que neste ano presta homenagem ao cineasta russo Andrei Tarkóvski, divulgou uma lista dos filmes já confirmados na programação.

Outros homenageados são os diretores Sergei Loznitsa, Minoru Shibuya, Raúl Ruiz e Chris Marker, além de apresentações especiais como a do filme “Nosferatu”, de Friedrich Wilhelm Murnau, que será exibido com orquestra e coral ao vivo no Parque Ibirapuera.

Veja abaixo:

COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES

111 Garotas (111 Dokhtar, Iraque, Irã), de Nahid Ghobadi
A Casa (Portugal), de Júlio Alves
A Culpa Do Cordeiro (La Culpa del Cordero, Uruguai), de Gabriel Drak
A História de Tomi Ungerer (Far out isn´t far enough: the Tomi Ungerer story, EUA), de Brad Bernstein
Água (Water, Israel, Palestina), de Nir Sa’ar, Maya Sarfaty, Mohammad Fuad, Yona Rozenkier, Mohammad Bakri, Ahmad Bargouthi, Pini Tavger, Tal Haring
Aqui e Ali (Aquí y Allá, Espanha, EUA, México), de Antonio Mendez Esparza
Arcadia (EUA), de Olivia Silver
Avanti (Suíça, Bélgica), de Emmanuelle Antille
Babeldom (Inglaterra), de Paul Bush
Crônicas da Infância (Chroniques d´une cour de récré, França), de Brahim Fritah
Debaixo da Sombra da Cruz (All’Ombra Della Croce, Espanha, Itália), de Alessandro Pugno
Dente por Dente (Diente por Diente, México), de Miguel Bonilla Schnaas
El Resquicio (Colômbia, Argentina), de Alfonso Acosta
Encontrando Leila (Ashnaee ba Leila, Irã), de Adel Yaraghi
Estrada de Palha (Portugal, Finlândia), de Rodrigo Areias
Hemel (Holanda, Espanha), de Sacha Polak
Herança (Inheritance, França, Israel, Turquia, Palestina), de Hiam Abbass
L (Grécia), de Babis Makridis
La Sirga (Colômbia, França, México), de William Vega
Los Días (Argentina), de Ezequiel Yanco
Mad Ship (Canadá, Noruega), de David Mortin
Memories Look At Me (Ji Yi Wang Zhe Wo, China), de Song Fang
Meu caro amigo Chico (Portugal), de Joana Barra Vaz
Minha Vida em Nairóbi (Nairobi Half Life, Quênia, Alemanha), de Tosh Gitonga
Miradas Múltiplas – O Universo de Gabriel Figueroa (Miradas Múltiples (La Máquina Loca), México, França, Espanha), de Emilio Maillé
Mosquita e Mari (Mosquita y Mari, EUA), de Aurora Guerrero
O Comediante (The Comedian, UK ), de Tom Shkolnik
O Filho Querido (Jin Sun, Taiwan), de Chou She Wei
O Frágil Som do Meu Motor (Portugal), de Leonardo António
O Quase Homem (Mer Eller Mindre Mann, Noruega), de Martin Lund
O Último Passo (Peleh Akhar, Irã), de Ali Mosaffa
Os Descrentes (Les Mécréants, Marrocos, Suíça), de Mohcine Besri
Os Selvagens (Los Salvajes, Argentina), de Alejandro Fadel
Ouro Colombiano: 400 Anos de Música da Alma (Oro Colombiano: 400 años de musica del alma, Colômbia, Venezuela), de Sanjay Agarwal, Ivan Higa
Padak (Coréia do Sul), de Lee Dae Hee
Parviz (Irã), de Majid Barzegar|
Paul Bowles: A Porta da Jaula Está Sempre Aberta (Paul Bowles: The Cage Door Is Always Open, Suíça), de Daniel Young
Pedaços de Mim (Des Morceaux de Moi, França), de Nolwenn Lemesle
Preenchendo o Vazio (Lemale Et Ha’halal, Israel), de Rama Burshtein
Quando Vi Você (When I Saw You, Palestina, Jordânia), de Annemarie Jacir
Rua da Redenção (Ustanicka Ulica, Sérvia), de Miroslav Terzic
Salsipuedes (Argentina), de Mariano Luque
Satellite Boy (Autrália), de Catriona McKenzie
Sem Outono, Sem Primavera (Sin Otoño, Sin Primavera, Equador, Colômbia, França), de Iván Mora Manzano
Sequestro (Kapringen, Dinamarca), de Tobias Lindholm
Shameless (Bez Wstydu, Polônia), de Filip Marczewski
Sobre o Céu Rosa (Momoiro Sora Wo, Japão), de Keiichi Kobayashi
Voz da Primavera (Sedaye Cheshme, Irã), de Houshang Falah Rezaei
We Came Home (EUA, Afeganistão) de Ariana Delawari
You and Me Forever (Dinamarca), de Kaspar Munk

MOSTRA BRASIL – Competição Novos Diretores

A Arte de Interpretar – A Saga da Novela Roque Santeiro, de Lucia Abreu
A Porta Larga, de Aleandro Tubaldi
Antes Do Fim Do Mundo, de Sabrina Marostica e Herbert Gondo
Cores, de Francisco Garcia
Embu – Terra das Artes, de Maria De Fátima Seehagen
Francisco Brennand, de Mariana Brennand Fortes
Jardim Atlântico, de Jura Capela
Lacuna, de André Lavaquial
Muito Além do Peso, de Estela Renner
Nove Crônicas Para Um Coração aos Berros, de Gustavo Galvão
Pra Lá do Mundo, de Roberto Studart
Sinfonia De Um Homem Só, de Cristiano Burlan
Metro, de Guilherme B. Hoffmann

MOSTRA BRASIL – Perspectiva

A Busca, de Luciano Moura
A Floresta de Jonathas, de Sergio Andrade
A Memória que me Contam, de Lúcia Murat
Balança mas não Cai, de Leonardo Barcelos
Boa Sorte, Meu Amor, de Daniel Aragão
Chamada a Cobrar, de Anna Muylaert
Cine Holliúdy, de Halder Gomes
CutBack, de Alex Miranda
Dores de Amores, de Raphael Vieira
Elena, de Petra Costa
Entretempos, de Henri Arraes Gervaiseau
Era uma Vez Eu, Verônica, de Marcelo Gomes
Estado de Exceção, de Juan Posada
Hélio Oiticica, de Cesar Oiticica Filho
Jards, de Eryk Rocha
Kátia, de Karla Holanda
Laura, de Fellipe Gamarano Barbosa
Meu Amigo Claudia, de Dácio Pinheiro
Noites de Reis, de Vinicius Reis
O Dia que Durou 21 Anos, de Camilo Tavares
O que se Move, de Caetano Gotardo
O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho
Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos, de Daniel Gaggini, Fausto Noro, Otávio Pacheco
Sementes do Nosso Quintal, de Fernanda Heinz Figueiredo
Um Filme para Dirceu, de Ana Johann
Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi
Colegas, de Marcelo Galvão
Pernamcubanos – O Caribe que nos Une, de Nilton Pereira
A Coleção Invisível, de Bernard Attal
Margaret Mee e a Flor da Lua, de Malu De Martino
Repare Bem, de Maria de Medeiros
A Última Estação, de Marcio Curi
Super Nada, de Rubens Rewald

PERSPECTIVA INTERNACIONAL

10+10 (Taiwan), de Hou Hsiao-hsien e outros
25/11 O Dia em que Mishima Escolheu o Seu Destino (11.25 Jiketsu No Hi: Mishima Yukio To Wakamono-Tachi, Japão), de Koji Wakamatsu
38 Testemunhas (38 Témoins, França ), de Lucas Belvaux
A Aposentada (La Jubilada, Chile), de Jairo Boisier
A Árvore dos Morangos (El Árbol De Las Fresas, Canadá, Cuba, Itália), de Simone Rapisarda Casanova
A Bela Que Dorme (Bella Addormentata, França, Itália), de Marco Bellocchio
A Caça (Jagten, Dinamarca), de Thomas Vinterberg
A Feiticeira da Guerra (Rebelle, Canadá), de Kim Nguyen
A Glória das Prostitutas (Whore´s Glory, Alemanha, Áustria), de Michael Glawogger
A Horda (Orda, Rússia), de Andrei Proshkin
A Parede (Die Wand, Áustria, Alemanha), de Julian Roman Pölsler
A Parte dos Anjos (The Angel´s Share, Reino Unido, França, Bélgica, Itália), de Ken Loach
A Riqueza do Lobo (La Richesse Du Loup, França), de Damien Odoul
A Royal Affair (En Kongelig Affære, Dinamarca), de Nikolaj Arcel
À Sombra da República (A L’ombre de La République, França), de Stéphane Mercurio
A Voz do Meu Pai (Babamin Sesi, Turquia, Alemanha, França), de Orhan Eskikoy
Abendland (Áustria), de Nikolaus Geyrhalter
África Negra Mármore Branco (Africa Nera Marmo Bianco, Itália, Estados Unidos), de Clemente Bicocchi
Além Das Montanhas (Dupa Dealuri, Romênia), de Cristian Mungiu
Alois Nebel (República Tcheca), de Tomas Lunak
Alpes (Alpeis, Grécia), de Yorgos Lanthimos
Amanhã (Zavtra, Rússia), de Andrey Gryazev
Amanhã? (Demain?, França, Portugal), de Christine Laurent
Ano de Graça (Año De Gracia, Espanha), de Ventura Pons
Antiviral (Canadá), de Brandon Cronenberg
Aos 80 (Anfang 80, Áustria), de Sabine Hiebler e Gerhard Ertl
Barbie (Coreia Do Sul), de Lee Sang-Woo
Bergman & Magnani: A Guerra dos Vulcões (Bergman & Magnani: La Guerra Dei Vulcani, Itália), de Francesco Patierno
Bully (EUA), de Lee Hirsch
City State (Borgrík, Islândia), de Olaf De Fleur Johannesson
Crianças de Saravejo (Djeca, Bósnia Herzegovina, Alemanha, França, Turquia), de Aida Begic
De Pai para Filho (Entre Les Bras, França), de Paul Lacoste
Depois da Batalha (Baad El Mawkeaa / Apres La Bataille, Egito, França), de Yousry Nasrallah
Desculpe Incomodar (Undskyld Jeg Forstyrrer, Dinamarca), de Henrik Ruben Genz
Dinotasia (EUA), de David Krentz e Erik Nelson
Dom – Uma Família Russa (Dom – A Russian Family, Rússia), de Oleg Pogodin
Duane Michals – The Man Who Invented Himself (França), de Camille Guichard
El Gusto (França, Algeria, Irlanda), de Safinez Bousbia
Em Família (In The Family, EUA), de Patrick Wang
Em Segunda Mão (Portugal), de Catarina Ruivo
Entre o Amor e a Paixão (Take this Waltz, Canadá, Espanha, Japão), de Sarah Polley
Espaços Inacabados: A História da Escola de Artes de Cuba (Unfinished Spaces, EUA), de Alysa Nahmias, Benjamin Murray
Estudante (Student, Cazaquistão), de Darezhan Omirbayev
Eu, Anna (I, Anna, Inglaterra, Alemanha, França), de Barnaby Southcombe
Felicidade… Terra Prometida (Le Bonheur…Terre Promise, França), de Laurent Hasse
Fogo (México, Canadá), de Yulene Olaizola
Frisson des Collines (Canadá), de Richard Roy
Gente Fina (Kurteist Fólk, Islândia), de Olaf De Fleur Johannesson
Hasta Nunca (EUA, Uruguai ), de Mark Street
Imperdoável (Impardonnables, França), de André Téchiné
Indignados (França), de Tony Gatlif
Ingrid Caven, Música e Voz (Ingrid Caven, Musique et Voix, França ), de Bertrand Bonello
Istambul (Isztambul, Hungria ), de Török Ferenc
Keyhole (Canadá), de Guy Maddin
La Demora (Uruguai, México, França), de Rodrigo Plá
Lado a Lado (Side by Side, EUA), de Chris Kenneally
Ladrão (Booster, EUA), de Matt Rusking
Laurence Anyways (Canadá, França), de Xavier Dolan
Liv & Ingmar – Uma História De Amor (Liv & Ingmar, Noruega, Reino Unido e Índia), de Dheeraj Akolkar
Longe do Afeganistão (Far From Afghanistan, EUA), de John Gianvito, J. Jost, M. Martin, Soon-Mi Yoo, T. Wilkerson
Malaventura (México), de Michel Lipkes
Mantenha-me em Pé (Tiens Moi Droite, França), de Zoé Chantré
Melhor Não Falar de Certas Coisas (Mejor No Hablar de Ciertas Cosas, Equador), de Javier Andrade
Melodia dos Bálcãs (Balkan Melodie, Suíça, Alemanha, Bulgária), de Stefan Schwietert
Michael, (Índia) de Ribhu Dasgupta
Mother (Coreia do Sul), de Tae Jun Seek
Música da Primavera (Habllada La´Aviv Haboche, Israel), de Benni Torati
My German Friend (Alemanha, Argentina), de Jeanine Meerapfel
Mystery (China, França), de Lou Ye
Na Sua Ausência (J’enrage de son Absence, França), de Sandrine Bonnaire
Não Estou Morto (Je Ne Suis Pas Mort, França), de Mehdi Ben Attia
No (Chile, França, EUA), de Pablo Larraín
No Lixo (Décharge, Canadá), de Benoît Pilon
Noite Nº1 (Nuit #1, Canadá), de Anne Émond
Num Lugar Conhecido (En Terrains Connus, França, Canadá), de Stéphane Lafleur
Nunca Houve um Irmão Melhor (I Ne Bilo Luchshe Brata, Azerbaijão, Rússia, Bulgária), de Murad Ibragimbekov
O Comboio (Convoy, Rússia), de Alexey Mizgirev
O Cordeiro (Behold The Lamb ), de John Mc Ilduf
O Dançarino (Ballroom Dancer, Dinamarca), de Christian Bonke e Andreas Koefoed
O Fim Do Amor (The End of Love, EUA ), de Mark Webber
O Gebo e a Sombra (Portugal), de Manoel de Oliveira
O Lago Balaton (Német Egység@Balatonnál – Mézföld, Hungria), de Péter Forgács
O Paraíso dos Animais (Le Paradis Des Bêtes, França), de Estelle Larrivaz
O Rei do Curling (Kong Curling, Noruega), de Ole Endresen
O Resto Do Mundo (Le Reste Du Monde, França), de Damien Odoul
O Ritual da Comida (Himself He Cooks, Bélgica), de Valerie Berteau e Philippe Witjes
O Sorriso do Chefe (Il Sorriso Del Capo, Itália), de Marco Bechis
O Zelador (Viceværten, Dinamarca), de Katrine Wiedemann
Off The Beaten Track, (Irlanda, Romênia), de Dieter Auner
Operation Libertad (Suiça, França), de Nicolas Wadimoff
Operation Libertad (Suíça, França), de Nicolas Wadimoff
Os Italianos Na Ópera (Italiani All´Opera, Itália, Argentina), de Franco Brogi Taviani
Outrage: Beyond (Autoreiji: Biyondo, Japão), de Takeshi Kitano
Pântanos (Marécages, Canadá), de Guy Édoin
Para Ellen (For Ellen, EUA), de So Yong Kim
Para Sempre (Tot Altijd, Bélgica), de Nic Balthazar
Paraíso (Paradeisos, Grécia), de Panagiotis Fafoutis
Pastorela: Uma Peça de Natal (Pastorela, México), de Emilio Portes
Pequenas Mentiras (Orchim Lerega, Israel), de Maya Kenig
Perder a Razão (A Perdre La Raison, Bélgica, Luxemburgo, França, Suíça), de Joachim Lafosse
Pó (Polvo, Alemanha, Guatemala, Espanha, Chile), de Julio Hernández Cordón
Por Enquanto (Meanwhile, EUA), de Hal Hartley
Postcards From The Zoo (Kebun Binatang, Indonésia, Alemanha, Hong Kong), de Edwin
Purgatório (Araf, Turquia, França, Alemanha), de Yesim Ustaoglu
Quatro Sóis (Ctyri Slunce, República Tcheca), de Bohdan Sláma
Reality (Itália, França), de Matteo Garrone
Renoir (França), de Gilles Bourdos
Rio (River, Japão), de Ryuichi Hiroki
Rio de Ouro (Rio de Oro, México), de Pablo Aldrete
Ristabbanna (Itália), de Gianni Cardillo e Daniele de Plano
Saudações de Tim Buckley (Greetings From Tim Buckley, EUA ), de Daniel Algrant
Silêncio na Neve (Silencio en la Nieve, Espanha, Lituânia), de Gerardo Herrero
Soldier/Citizen (Israel) de Silvina Landsmann
Sombra do Mar (Sea Shadow, Emirados Árabes Unidos), de Nawaf Al-Janahi
Sonho e Silêncio (Sueño Y Silencio, Espanha, França), de Jaime Rosales
Tão Perto Tão Longe (Si Près Si Loin, Suíça), de Michel Favre
Tenho 11 Anos (I Am Eleven, Austrália, Marrocos, Suécia, China, Índia, Republica Checa, França, Tailândia, Japão, Alemanha, Bulgária, Holanda, Reino Unido, EUA), de Genevieve Bailey
The Creators (África do Sul, EUA), de Laura Gamse, Jacques de Villiers
The Kampala Story (The Kampala Story, Uganda), de Donald Mugisha e Kasper Bisgaard
The Lost World Cup (Itália), de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni
Tiro na Cabeça (Headshot, Tailândia, França), de Pen-Ek Ratanaruang
Última Sexta-Feira (Al Jumaa Al Akhira, Jordãnia), de Yahya Alabdalla
Um Alguém Apaixonado (Like Someone In Love, França, Japão), de Abbas Kiarostami
Um Ato de Caridade (Paziraie Sadeh, Irã), de Mani Haghighi
Um Lindo Vale (Emek Tiferet, França, Israel), de Hadar Friedlich
Uma Bala Para o Che (Una Bala Para El Che, Uruguai), de Gabriela Guillermo
Vidas Curdas (Mesh, Alemanha, Turquia), de Shiar Abdi
Walk Away Renée (França), de Jonathan Caouette
Winter of Discontent (El Sheta Elli Fat, Egito), de Ibrahim El Batoot

Fonte: UOL

Os dez piores nomes em português de filmes estrangeiros

Isso tem melhorado com o tempo, é verdade, mas ainda hoje, alguns filmes internacionais chegam aqui com um título tão irreconhecível e absurdo que a gente nem consegue associar que se trata da mesma obra. Um caso recente é o de Indomável Sonhadora, que faz pensar mais em um romance desses de banca de jornal do que em uma obra da sétima arte. Na realidade, trata-se do elogiadíssimo Beasts of The Southern Wild, recém-estreado no Festival do Rio. Algumas traduções já foram tão criticadas ao longo dos anos que se tornaram clássicos do risível, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (foto), de Woody Allen – Annie Hall no original. Relembre a seguir dez adaptações (difíceis de escolher) de títulos internacionais de levantar as sobrancelhas.


Se Beber, Não Case! – Imbuído de muito espírito cívico, o responsável por esse título incutiu na cabeça dos telespectadores sem querer a noção de perigo ao realizar certas atividades depois de consumir grandes quantidade de bebida alcóolica. A impressão que dá para quem nunca viu o longa é que o protagonista se casou acidentalmente em uma noite de bebedeira. E essa é a história de outro(s) filmes(s).O título original, The Hangover (a ressaca), acaba se encaixando bem melhor com a temática, afinal, passar por tudo que os protagonistas passam no dia seguinte àquela noitada é basicamente a pior ressaca do mundo.


Entrando Numa Fria – Assim como no caso anterior, não só deram ao filme um título “tiozão”, que soa pronto para fazer carreira na Sessão da Tarde, como fez toda uma franquia ganhar nomes progressivamente mais bizarros (Entrando Numa Fria Maior Ainda e Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família). Um filme que era sobre conhecer os pais da pessoa amada (Meet The Parents), aqui no Brasil, pode ser sobre um milhão de situações embaraçosas e genéricas diferentes.


Noivo Neurótico, Noiva Nervosa – Certamente há alguma pesquisa de mercado na qual se baseiam as pessoas que traduzem títulos no Brasil que diz que o brasileiro tem dificuldade de assimilar nomes próprios gringos e que isso fará do filme um fracasso. Só isso explica que Annie Hall, de Woody Allen, tenha se transformado em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (?!). Também entram nessa categoria “nomes de personagens”, por exemplo, Shane, batizado aqui de Os Brutos Também Amam (?!?!) e Calamity Jane – ou Ardida Como Pimenta (?!?!?!).


Amor, Sublime Amor – Outro estudo também deve indicar que títulos com clichê são de fácil assimilação e, portanto, o caminho mais seguro (especialmente se esse clichê envolver a palavra “amor”). Aí, West Side Story (“história do lado oeste”) vira Amor, Sublime Amor e Lost In Translation (“perdidos na tradução”) passa a se chamar Encontros e Desencontros. Esses nomes indicam que os filmes retratam… qualquer coisa!


Um Corpo que Cai – Traduções e adaptações que contam parte da história também são uma categoria interessante. Foi Apenas Um Sonho poderia ser o título de diversos filmes feitos antes de se tornarem o hors-concours dos clichês finais em que o protagonista sonhou a história inteira. Mas foi o nome escolhido para Revolutionary Road. Porém, nesse quesito, nada supera Um Corpo que Cai, originalmente Vertigo. Em um mundo em que spoiler é praticamente um palavrão, títulos que dão pistas sobre a trama são possivelmente uma tendência decadente.


Forrest Gump – O Contador de Histórias – Parece haver uma ressalva na regra de evitar nomes próprios norte-americanos. Eles são permitidos contanto que haja um travessão e um complemento explicativo depois, seja este adendo a respeito do filme ou do protagonista. Que o diga Erin Brockovich, aquela mulher de talento. Ou Patch Adams, ou Larry Crowne.


Amnésia – Ninguém viu o filme antes de dar o nome? O personagem fala claramente que a doença dele não é amnésia. Não precisava manter o original (Memento), mas praticamente qualquer outro título seria mais correto e menos enganoso.


Assim Caminha a Humanidade – Giant (gigante, no original) exemplifica não só casos de títulos nada a ver com o original, mas também uma tendência a nomes muito mais longos em português do que no iriginal. Pode reparar, são poucas as exceções, como Priscilla – A Rainha do Deserto (que suprimiu um “adventures” no começo), por exemplo.


O Garoto do Futuro – Tem 1985, talvez ninguém fosse sair de casa para ver um filme sobre um adolescente que vira lobo. Mas a coisa mudaria de figura se esse garoto fosse interpretado por Michael J. Fox. Pegando carona no sucesso de De Volta Para o Futuro, os espertinhos aqui no Brasil chamaram Teen Wolf de O Garoto do Futuro.


Curtindo a Vida Adoidado – Ele pode até não fugir tanto da temática original de Ferris Bueller’s Day Off quanto outros títulos nacionais da lista fizeram, mas nada que tenha “adoidado” no nome pode passar incólume, especialmente considerando o quanto isso deixa ainda mais datada a produção.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Filme sobre o CBGB será lançado em 2013

Relíquia do passado de Nova York, o clube CBGB e peças históricas que faziam parte do bar, da parede e até do banheiro do local serão reunidas na telona no ano que vem no filme que os produtores afirmaram ter terminado de fazer em agosto.

Quarenta anos após o local abrir as portas no Lower East Side da Big Apple, o escritor Jody Savin e o diretor Randall Miller do estúdio Unclaimed Freight Productions disseram à Rolling Stone EUA que estão editando um material de 100 minutos. Eles contarão a história de como Hilly Kristal, que será interpretado por Alan Rickman, ofereceu o estabelecimento para grupos como os Ramones, Patti Smith Group e Talking Heads tocarem. Em 1974, o Television se tornou o primeiro conjunto a tocar no CBGB e fez apresentações em todos os domingos nos anos que antecederam a gravação do álbum Marquee Moon. O clube fechou em 2006.

O filme receberá o nome de CBGB e foi rodado em diversas lugares, entre eles uma locação na Georgia, em Manhattan e em uma fazenda de Kristal em Nova Jersey. O elenco inclui músicos como o baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins, que irá interpretar Iggy Pop.

Para fazer o filme, Savin e Miller recorreram exaustivamente a frequentadores que puderam narrar um pouco das lembranças que tinham do local. Músicos que se apresentaram no palco do CBGB como Tom Verlaine, do Television, também foram entrevistados.

“É a história de Hilly e de como ele basicamente catalisou uma gigantesca mudança na música. E ele não tinha a intenção de fazer isso inicialmente, mas se tornou uma espécie de padrinho do punk e do rock underground”, disse Miller.

Produzido com menos de US$ 10 milhões, CBGB também contará, como não poderia deixar de ser, com uma trilha com mais de 40 músicas, que Savin afirma não estar fechada porque “algumas bandas coperam mais do que outras”.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Filme que representará o Brasil no Oscar 2013 será escolhido quinta-feira

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), recebeu 16 inscrições de filmes de longa-metragem que vão concorrer à seleção para a indicação brasileira ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro na 85ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences – Oscar 2013.

A indicação será feita por Comissão Especial de Seleção, composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana; Ana Luiza Azevedo; Andre Sturm; Carlos Eduardo Rodrigues; Flávio Tambellini; George Torquato Firmeza; José Geraldo Couto; e Lauro Escorel.

A comissão se reunirá na próxima quinta-feira (20/9), às 10h, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, para anunciar o filme selecionado.

Confira as produções inscritas e os respectivos diretores:

À Beira do Caminho (Breno Silveira)
Billi Pig (José Eduardo Belmonte)
Capitães da Areia (Cecília Amado)
Colegas (Marcelo Galvão)
Corações Sujos (Vicente Amorim)
Dois Coelhos (Afonso Poyart)
Heleno (José Henrique Fonseca)
Elvis & Madona (Marcelo Laffite)
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas (Julia Murat)
Luz Nas Trevas (Helena Ignez e Icaro Martins)
Menos Que Nada (Carlos Gerbase)
Meu País (André Ristum)
O Carteiro (Reginaldo Faria)
O Palhaço (Selton Mello)
Paraísos Artificiais (Marcos Prado)
Xingu (Cao Hamburger)

*Com informações do site do Ministério da Cultura

Fonte: Cultura e Mercado

Música & cinema: canções que viraram hits por causa de filmes

Existem algumas músicas batidas, manjadas e executadas à exaustão que devem todo esse hype à outro tipo de arte, o cinema. Sabe quando começam os primeiros acordes de certa canção na rádio e na hora todo mundo associa a um filme? Como ouvir “My Heart Will Go On” sem lembrar do romance entre Rose e Jack em Titanic? E escutar “Unchained Melody” sem lembrar com saudade de Patrick Swayze? A seguir, dez exemplos de músicas intimamente associadas à trilhas sonoras.

“Take My Breath Away” e Top Gun – Ases Indomáveis – A trilha de Top Gun – Ases Indomáveis como um todo foi um sucesso. É até hoje uma das mais populares, já recebeu nove discos de platina. Mas foi com “Take My Breath Away” que o filme venceu o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Canção Original. A composição de Giorgio Moroder e Tom Whitlock foi interpretada pela banda Berlin.

“Mrs. Robinson” e A Primeira Noite de um Homem – Anne Bancroft e suas pernas em formato de triângulo são um marco do cinema, assim como a frase “Sra. Robinson, você está tentando me seduzir”. Mas acima de tudo, a canção de Simon & Garfunkel se tornou uma referência quando o assunto são trilhas de destaque. Quando foi lançada como single em 1968, chegou ao primeiro lugar da parada Billboard Hot 100, nos Estados Unidos, e ainda ajudou a dupla a ganhar o Grammy de Melhor Disco do Ano, em 1969. A faixa estava sendo composta por Simon para contar a história de Mrs. Roosevelt e a princípio não tinha nada a ver com a produção. Mas acabou se adaptando para se tornar o hino da Mrs. Robinson de Bancroft. Ficou para sempre associada à mulheres mais velhas que seduzem rapazes mais jovens.

“Unchained Melody” e Ghost – Do Outro Lado da Vida – O filme narra um romance muito forte, que supera os limites do corpo e do plano físico. De forma que a trilha, assinada por Maurice Jarre, abusou das letras melosas e de um instrumento intimamente associado ao romance, o saxofone. Mas “Unchained Melody”, em especial, se destacou nessa trilha açucarada. A canção é de Alex North e a letra de Hy Zaret, mas a versão popular e usada no filme é dos Righteous Brothers. Relembre a famosa cena protagonizada por Patrick Swayze (Sam), Demi Moore (Molly), a canção e o torno.

“I Got You Babe” e Feitiço do Tempo – Nesse cult de 1993 protagonizado por Bill Murray, o mal-humorado Phil é condenado a despertar todas as manhãs ao som de Sonny & Cher, mais especificamente “I Got You Babe”. Aliás, tudo que ele ouve diariamente é um trecho da música, que é interrompida pelo locutor da rádio para que ele comente sobre o frio que vai fazer naquele 2 de fevereiro. O desafio é terminar de ver o filme sem ficar com aquele pedaço da canção na cabeça. Ou ouvir a música em outro contexto e não refletir a respeito do tempo, a vida e a rotina.

“My Heart Will Go On” e Titanic – Chegou um momento nos anos de 1997/1998 que mesmo quem era fã de Celine Dion não aguentava mais ouvir a música. O sucesso do filme de James Cameron, protagonizado pelo casal Kate Winslet (Rose) e Leonardo DiCaprio (Jack) fez da música tema dos pombinhos trágicos o maior hit de Celine, um dos singles mais vendidos de todos os tempos e o single mais vendido de 1998. Isso porque a música começou somente como um tema instrumental para o longa. Depois, se transformou em uma versão com letra feita apenas para os créditos finais – e a princípio nem Celine queria gravar, nem Cameron queria usar! No fim, acabou se tornando uma das músicas mais conhecidas da década.

“Oh, Pretty Woman” e Uma Linda Mulher – O nome da música inspirou o título do fime (Pretty Woman, no original, em inglês). Não tinha como uma coisa não ficar diretamente associada à outra. A faixa de 1964 já era um sucesso de Roy Orbinson e experimentou um revival em 1990 com o lançamento do longa protagonizado por Julia Roberts e Richard Gere. Na trama, ela é uma prostituta e, ele, um homem de negócios bem-sucedido. O encontro dos dois muda a vida de ambos.

“My Girl” e Meu Primeiro Amor – A canção do Temptations caiu como uma luva para essa comédia romântica juvenil protagonizada por Anna Chlumsky, Macaulay Culkin, Jamie Lee Curtis e Dan Aykroyd. Aliás, esse é mais um caso em que a canção principal da trilha dá nome ao filme (My Girl, em inglês).

“Can’t Take My Eyes Off You” e 10 Coisas que Eu Odeio em Você – Heath Ledger, Julia Stiles e Joseph Gordon-Levitt ainda muito jovens protagonizam essa comédia romântica teen de muito sucesso em 1999 – uma reinterpretação da história de A Megera Domada, de Shakespeare. Uma das cenas mais marcantes é a que tem o já falecido Ledger cantando para sua amada “Can’t Take My Eyes Off You”, de Frankie Valli, popular na voz de Gloria Gaynor. A trilha como um todo acabou sendo um hit, trazendo bandas que fizeram muito sucesso naquela década, como Letters to Cleo, Save Ferris e Semisonic.

“Anyone Else But You” e Juno – Juno foi o hit indie de 2008 e apresentou ao mundo a atriz Ellen Page e a roteirista Diablo Cody. Depois que passou o hype do filme, porém, a cena final dele continuou sendo exibida por muitos meses. Nela, Juno e Paulie (Michael Cera) cantam uma versão de “Anyone Else But You”, do Moldy Peaches, que viu sua carreira crescer novamente depois do lançamento filme.

“You Can Leave Your Hat On” e 9 1/2 Semanas de Amor – Composta por Randy Newman e gravada por ele para o disco de 1972 Sail Away. Porém, se tornou um hit de verdade na voz de Joe Cocker, quando sonorizou o filme de 1986 de Adrian Lyne durante uma famosa cena de striptease.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Mulher Maravilha deve voltar para a telinha, é o que dizem

por Madaleine Davies

Boas novas para os fãs de super-heróis — Mulher Maravilha, com seu laço da verdade e seus reluzentes cabelos castanhos, pode muito bem estar voltando para a tela da tevê a bordo de seu avião invisível. O canal CW está finalizando os detalhes de um possível piloto do programa que, ao invés de focar na heroína como uma combatente do mal, vai explorar suas origens e dilemas ao descobrir seus poderes (tipo um Clark Kent em Smallville, mas com peitos).

O roteiro, segundo o Vulture, está sendo escrito por Allan Heinberg (que já escreveu episódios do The O.C. e de Grey’s Anatomy, bem como a série de livros Jovens Vingadores) sob o título de Amazon —mas a ideia de relançar as aventuras da Mulher Maravilha já teve alguns alarmes falsos. No ano passado, a NBC recusou a transmitir o piloto de David E. Kelley para a série, estrelada por Adrianne Palicki, a Tyra de Friday Night Lights.

The CW Is Developing a Wonder Woman Origins Series [Vulture]

Fonte: Jezebel

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