Anunciado o elenco brasileiro de “O Rei Leão”

por Claudio Martins

A T4F realizou na manhã de hoje uma coletiva de imprensa para apresentar os nomes do elenco nacional de “O Rei Leão”, que tem estreia prevista para o dia 28 de março. A equipe do A Broadway é Aqui! esteve presente no evento, que aconteceu em São Paulo e contou com a presença de Gilberto Gil, responsável pela versão das letras das músicas. Julie Taymor é a diretora do musical, responsável pela criação dos figurinos e design do espetáculo, ganhando, em 1997, um Tony Award pelo seu trabalho. Ela também acumula o título de ser a primeira mulher a receber um Tony de Melhor Direção de um Musical. A maestrina Vânia Pajares, que coordenou a parte musical em “A família Addams” também está presente na equipe técnica brasileira, que tem a direção residente de Beatri Lucci

Veja na lista abaixo os atores do elenco nacional de “O Rei Leão”

Simba: Tiago Barbosa;

Nala: Josi Lopes;

Pequeno Simba: Gustavo Bonfim, Henrique Filgueiras, Yudichi Taniguti e Matheus Braga

Jovem Nala: Any Gabriele, Karollyne Nascimento, Lais Dias e Ysa Paula

Mufasa: César Mello;

Scar: Osvaldo Mil;

Rafiki: Phindile Mkhize;

Zazu: Rodrigo Candelot;

Pumba: Marcelo Klabin;

Timão: Ronaldo Reis.

*em colaboração com Grazy Pisacane

Fonte: A Broadway é aqui

Musicais com sotaque brasileiro

por Vanessa Jurgenfeld

Um nova fase começa a ser vivida pelos espetáculos musicais no Brasil. Depois do sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo” – que estreou em 2011 e ainda está em cartaz no Rio -, o conteúdo nacional, voltado a biografias de artistas brasileiros e temas que conduzem o espectador aos anos 1970 e 1980, virou a aposta das produtoras para 2013 e 2014.

As produções vão desde “Milton Nascimento – Nada Será Como Antes”, homenagem aos 50 anos de carreira do cantor, em cartaz até março no Rio, a “Rock in Rio”, história ficcional em cima do famoso festival de música carioca, que estreou no Rio neste mês.

Mas os planos das produtoras são maiores e devem se estender às biografias de Elis Regina (1945 – 1982) e Cazuza (1958 -1990), além de espetáculos como “Dancin’ Days” – ficção em torno da boate criada por Nelson Motta no Rio, nos anos 1970, marcada pelas Frenéticas e pela “disco music” – e “Chacrinha”, musical que relembrará as tardes de domingo com um dos famosos comunicadores do país, morto em 1988.

“O Brasil está encontrando sua forma própria [de fazer musicais]. Há uma evolução desse tipo de produto no país”, diz Leo Ganem, presidente da Geo Eventos.

Os musicais ganharam fôlego no começo dos anos 2000, quando o mercado começava a experimentar o conteúdo internacional trazido pela empresa Time for Fun (T4F), como “Les Misérables”. Entre 2008 e 2009, num segundo momento do setor, novas produtoras apareceram e patrocinadores passaram a investir mais no segmento. Alguns teatros foram reinaugurados, com vocação para o gênero, como o Oi Casa Grande, no Rio. Na esteira, surgiu um eixo de musicais entre Rio e São Paulo.
O importado “O Rei Leão” é a principal aposta da T4F no ano

“Até 2008, havia produção de musicais da Broadway no modelo franquia apenas para São Paulo e só uma grande empresa operando. O espetáculo era produzido lá fora e chegava aqui só para ser executado”, afirma Fernando Campos, sócio da empresa Aventura.

Agora, o setor está num terceiro momento. “Muita gente foi estudar fora e já existem escolas de ator só para musicais. Grandes atores, que não sabiam se queriam fazer esse tipo de espetáculo, hoje gritam para fazer um musical. Há também diretores de TV indo para musicais, como Daniel Filho [do musical “Se Eu Fosse Você”] e Pedro Vasconcellos [de “Tudo por um Pop Star”]”, diz Campos.

Entre atores e técnicos, o entendimento é que o conteúdo nacional abriu novo mercado, no qual hoje os artistas brasileiros estariam em condições de igualdade com os estrangeiros, “caindo um tabu de que não tínhamos condições para atuar em musicais”, diz Ligia de Paula Sousa, presidente do Sated-SP, sindicato da categoria.

Há uma busca por especialização. Foi aprovado recentemente no Congresso dos Trabalhadores Artistas e Técnicos (Cetated-SP) a possibilidade de que técnicos paulistas conhecessem os espetáculos em Londres e Nova York para trocar experiências.

A onda de produções nacionais se ancora no sucesso de “Tim Maia – Vale Tudo”, produzido por Sandro Chaim. Há nesse movimento das produtoras uma tentativa de se diferenciar e, ao mesmo tempo, fugir das caras e concorridas produções da Broadway (Nova York) e West End (Londres), redutos tradicionais do gênero.

O conteúdo nacional é visto também como oportunidade de exportação. Chaim, que atualmente se envolve no musical “Cazuza”, quer levar “Tim Maia” para Portugal. Em associação com a XYZ Live, há planos de exportar outros conteúdos para a América Latina. “Ganhamos experiência e a visão de que existe um mercado a ser explorado. É uma tendência natural os produtores criarem suas próprias histórias. Faz parte de um amadurecimento profissional”, diz Chaim. O espetáculo “Rock in Rio”, produzido pela Aventura, está previsto para ir a Portugal, Espanha e há planos para levá-lo até mesmo a Broadway, em 2016, segundo Campos.

Nesse ritmo, outras cidades brasileiras também poderão entrar no circuito de musicais, além de Rio-São Paulo, como Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

“Carregar” espetáculos se tornou uma possibilidade especialmente para musicais nacionais em versões medianas – e não superproduções – e que, pelo próprio tamanho menor, possuem mais facilidade para transporte de equipamentos e elenco. “Milton”, “Rock in Rio” e “Elis” são alguns dos títulos que estão previstos para uma futura itinerância.

Mas os musicais com conteúdo nacional caíram de fato no gosto do brasileiro?

A julgar pelo sucesso de “Tim Maia”, há um bom sinal. O total de público passou de 300 mil pessoas (apenas como comparação, a megaprodução internacional “A Família Addams” teve 350 mil). Para Chaim, “é o boca a boca que garante a longevidade de uma temporada”. É cedo, no entanto, para afirmar que todo conteúdo nacional terá grande público.

Segundo o diretor Claudio Botelho, algumas obras não deveriam nem ser consideradas teatros musicais e estariam oferecendo mais do mesmo.

Sejam de qualidade ou não, o fato é que os musicais produzidos no país são custosos. Em geral gasta-se menos do que trazer uma produção consagrada no exterior. Segundo as produtoras, todas as produções dependem de patrocínio da Lei Roaunet para serem viáveis economicamente.

Para efeitos de comparação: espetáculos trazidos de fora e produzidos localmente, “A Família Addams” custou R$ 25 milhões; e “Mágico de Oz” (numa versão compacta), R$ 8 milhões, enquanto o nacional “Rock in Rio” custou R$ 12 milhões.

Fonte: Valor Econômico

Com canções adaptadas por Gilberto Gil, musical “O Rei Leão” chega a SP em 2013

O musical da Broadway “O Rei Leão” chega a São Paulo em março de 2013. A première vai ocorrer no Teatro Abril, que vai mudar seu nome para Teatro Renault. A versão brasileira contará com músicas adaptadas por Gilberto Gil. A data de estreia ainda não foi divulgada.

No palco, os atores vão manipular objetos cenográficos e figurinos especiais para representar os animais do filme da Disney. Centenas de máscaras e fantoches foram criados para o espetáculo. A direção é de Julie Taymor.

Além das músicas de Gil, “O Rei Leão” apresenta canções de Elton John e Tim Rice (entre as feitas para o filme e material adicional), Lebo M, Mancina Mark, Rifkin Jay, Julie Taymor e Hans Zimmer.

Em entrevista coletiva nesta terça (2), da qual o UOL participou, Gilberto Gil comentou que a “história de redenção” do musical o motivou a participar do espetáculo. “Eu acho que “O Rei Leão” tem essa história de redenção, da família, a tarefa de levar o processo redentor. É um pouco da minha história também, e um pouco do que me atraiu para a peça.”

Clientes dos Cartões de Crédito Bradesco, Bradesco Seguros e American Express® Membership Cards terão pré-venda exclusiva para os ingressos do musical de 20 de outubro a 28 de novembro de 2012, com 20% de desconto e parcelamento em até 5x sem juros. A data de início das vendas para o público em geral ainda não foi divulgada.

Segundo a produção do espetáculo, a produção já foi traduzida para 8 oito línguas diferentes (japonês, alemão, coreano, francês, holandês, mandarim, espanhol, e agora, português) e já passou por 15 países diferentes em cinco continentes. Sua estreia ocorreu na Broadway em 1997.

Atualmente, o musical pode ser visto na Broadway (EUA), Tóquio (Japão), Londres (Inglaterra), Hamburgo (Alemanha) e Madri (Espanha).

Serviço
“O Rei Leão”
Quando: a partir de março de 2013. Quartas, quinta, sexta e sábado às 21, domingo às 20h e às 1530 e sábado às 16h30
Onde: Teatro Abril, futuro Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 411 – Bela Vista)
Pontos de venda:
– Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Teatro Abril (futuro Teatro Renault) – diariamente, 12h às 20h (em dias de espetáculo, a bilheteria funciona até o início da apresentação) – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista
– No link: http://www.premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
– Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.
– Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Fonte: UOL

Musical em Nova York renova clichês sobre o Rio para gringo ver

por Raul Juste Lores

Saem Carmen Miranda e personagens chamados Pepe ou Conchita e sombreros. Entram múltiplas referências aos longa-metragens “Cidade de Deus”, “Central do Brasil” e “Tropa de Elite”.

“Rio”, que estreou na terça da semana passada como parte do Festival de Teatro Musical de Nova York, atualiza, condensa e multiplica os clichês cariocas para consumo americano, mas sem constranger muito os poucos brasileiros na plateia do Teatro Saint Clement’s (que também funciona como igreja episcopal).

Com mais aulas de geografia que seus antepassados, os produtores e diretores canadenses e norte-americanos contam a história de Pipio (Nicholas Daniel Gonzalez), garoto de 12 anos que foi criado por freiras em um convento e procura por sua mãe.

Sobrevivente de uma chacina, que em muito lembra a da Candelária (1993), Pipio é testemunha dos disparos feitos pelo corrupto policial Ferreira (Lelund Durond).

Perseguido por Ferreira, Pipio é disputado por dois traficantes, Pantera (J. Manuel Santos) e Samson (Nik Walker), que querem trocar o menino por um carregamento de drogas e armas que será levado para São Paulo.

Pipio é protegido pela bela Neves (Tanesha Ross), misto de rainha da bateria com destaque de escola de samba, mulher do traficante Samson, mas que é assediada por Pantera. Só faltou o capitão Nascimento.

De “o Rio é o único lugar onde o inferno fica acima do paraíso” a “só Pipio consegue ver beleza aqui no morro”, as citações são mais ao Rio pré-UPPs que à cidade de Orfeu do Carnaval.

Algumas são até velhinhas: “Vai, Cafu” é o que Pipio fala a um personagem jogando bola; musicalmente é puro Broadway, apesar da percussão flertar com samba e bossa nova.

Com tanto clichê e citação, a história pouco anda, mas os atores, grandes dançarinos e cantores, saem-se muito bem da empreitada, especialmente a atriz Tanesha Ross, que já foi finalista do programa de TV “American Idol”, uma potencial Gabriela, com perdão do chavão.

Cerca de um terço dos musicais apresentados no festival, chamado de “Sundance dos musicais”, em referência ao evento-vitrine do cinema independente americano, chega aos teatrões da Broadway e off-Broadway.

O evento é uma plataforma para convites, financiamento e promoção de caras novas. No último ano, a Broadway arrecadou US$ 1,14 bilhão em ingressos (cerca de R$ 2 milhões).

Fonte: Folha de S. Paulo

Spice Girls se reúnem para anunciar musical

Melanie B (36), Geri Halliwell (39), Melanie C (38), Victoria Beckham (38) e Emma Bunton (36) – para os mais íntimos, Scary, Ginger, Sporty, Posh e Baby Spice – se reuniram na manhã desta terça-feira, 26, em Londres, para anunciar o lançamento do musical Viva Forever!. O espetáculo, que estreia em dezembro no teatro Piccadilly, foi inspirado no repertório das Spice Girls, que estão separadas há mais de uma década.

A ideia segue a mesma que o clássico Mamma Mia!, o qual foi escrito tomando por base as músicas do grupo Abba. Ao todo, serão 16 músicas que ficaram famosas nas vozes das cinco meninas. O roteiro é de Jennifer Saunders e a direção fica por conta de Judy Cramer, que curiosamente produziu o Mamma Mia!.
Fonte: Caras

Bolsos enxutos na Broadway

por PATRICK HEALY

Os musicais da Broadway geralmente custam entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões para serem produzidos e esse dinheiro frequentemente chega sob a forma de cheques de US$ 50 mil ou mais emitidos por investidores experientes que não se incomodam com o desconto de impostos se o espetáculo for um fracasso. Mas o revival de “Godspell” encenado nesta temporada assinalou a chegada de um novo grupo: acionistas que investiram valores tão pequenos quanto US$ 1.000 no musical de US$ 5 milhões e, em troca, ganharam uma visão do funcionamento interno do show business.

Jane Strauss é uma dos 700 integrantes do People of Godspell, um grupo de investidores 15 a 20 vezes maior que os grupos mais comuns entre os musicais da Broadway. Atriz e investidora estreante na Broadway, Strauss, numa reunião recente de acionistas, manifestou-se sobre o novo cartaz do espetáculo, dizendo recear que seja “típico demais”. Ela foi uma dos cem investidores presentes no teatro Circle in the Square ou que participaram do encontro on-line.

Ao adaptar o modelo de “crowd-funding” (financiamento coletivo) ao teatro comercial, Ken Davenport, o produtor principal de “Godspell”, pretende injetar energia jovem e novos investidores num setor dominado pela velha guarda. Ele abre os braços para qualquer acionista; 75% dos espetáculos da Broadway dão prejuízo.

“Nos espetáculos grandes, é comum ouvir investidores se queixarem de não ter a chance de conhecer o produtor ou de se sentir parte do processo. Não há razão para imaginar que essas pessoas vão continuar a investir se não se sentirem apreciadas”, disse Davenport.

A maioria dos produtores da Broadway pede dinheiro de investidores que atendem aos critérios de riqueza determinados pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA.

“Tenho muita dificuldade com a ideia de chamar pessoas que não tenham valor líquido alto a investir no teatro, porque é uma aposta muito incerta”, comentou o advogado teatral John Breglio, que produziu o revival de 2006 na Broadway de “A Chorus Line”.

Davenport citou como inspirações o sucesso da campanha de 2008 de Barack Obama com pequenos doadores e o site de levantamento de fundos kickstarter.com.

O grupo People of Godspell contribuiu com cerca de 55% da capitalização do show da Broadway; metade dos 700 integrantes contribuíram com US$ 1.000 cada, enquanto outros deram até US$ 25 mil. A maioria dos pequenos investidores tem entre 20 anos e 80 anos e vive na América do Norte ou Londres.

Fonte: The New York Times

Confirmado: Hair chega a São Paulo no início do próximo ano

pós temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a próxima cidade a receber o elogiado musical “Hair”, da dupla Möeller e Botelho, será São Paulo. A Aventura Entretenimento informou que a peça chegará na capital no dia 13 de janeiro de 2012, no Teatro Frei Caneca.

Durante sua temporada no Rio – que teve início em novembro de 2010 – a produção de 5,5 milhões de reais recebeu elogios da crítica, sendo classificada como a melhor peça em cartaz pela Veja Rio. Também trouxe no elenco nomes pouco conhecidos, mas de talentos insofismáveis, como Hugo Bonemer, Igor Rickli, Carol Puntel, Karin Hills, Leticia Collin, Danilo Tim, dentre outros.

O musical

O controverso musical “Hair” foi escrito em 1964 pela dupla James Rado e Gerome Ragni (letras e libretto), contando com Gal MacDermot para as músicas, no qual são demonstrados, em uma narrativa não linear,  temas relacionados à contracultura hippie da década de 1960, tendo por eixo central os movimentos contrários à vergonhosa Guerra do Vietnã.

Estreou no off-Broadway em 1967 e rápido alcançou os públicos e as discotecas, impulsionando seu debut na Broadway em 1968. Daí em diante, ganhou inúmeras montagens pelo mundo todo, uma adaptação cinematográfica em 1979 e uma série de discos, revistas e debates emocionados até hoje.

No Brasil “Hair” já foi montado por Ademar Guerra em 1969, tendo no elenco Armando Bogus, Sonia Braga, Aracy Balabanian, Ney Latorraca e outros de peso.

Fonte: Musicais Brasil

Sting assinará canções de musical, diz New York Times

De acordo com nota publicada nesta sexta-feira (2) pelo jornal The New York Times, Sting escreverá canções para o musical The Last Ship, baseado no livro homônimo do renomado escritor Brian Yorkey. A história se passa na década de 1980 na cidade britânica de Newcastle, onde o músico nasceu.

“Será a primeira experiência dele neste gênero”, disse Yorkey sobre o ex-líder do The Police. “Ele está escrevendo algo em torno de 20, 24 canções incríveis para o espetáculo. Elas são claramente do estilo de Sting, mas, ao mesmo tempo, suficientemente musicais para o teatro. Não será simplesmente música pop atirada no palco”.

A peça trará como protagonistas um padre, um grande industrial e um operário.

Fonte: Terra

Veja nomes cotados para papéis em versão de “Les Misérables” para o cinema

Assim como já divulgado, parece que finalmente Hugh Jackman terá seu papel em um musical nas telonas. O ator é escalado para viver ninguém menos que Jean Valjean, protagonista do clássico “Les Misérables“, de Victor Hugo. Segundo fontes norte-americanas, as filmagens devem começar ainda este ano.

Esta semana, foram divulgados nomes de atores e atrizes que estão na lista para interpretarem outros personagens no longa. O site www.itsonthegrid.com informou que entre os nomes estão:

Russell Crowe para o papel de Javert

Geoffrey Rush como Thenardier

Helena Bonaham Carter como Madame Thenardier

Hayden Panettiere, Miranda Cosgrove, Lucy Hale ou Emma Watson para os papéis de Eponine ou Cosette

Amy Adams, Anne Hathaway ou Rebecca Hall como Fantine.

Fonte: Musicais BR

Musical inspirado no filme ‘Ghost’ estreia na Broadway em abril

Um musical inspirado no filme “Ghost”, escriOs atores Richard Fleeshman e Caissie Levy em "Ghost - The Musical" (Foto: Divulgação/Facebook)to pelo ex-músico do Eurythmics Dave Stewart, estreará na Broadway em abril de 2012, disseram representantes do musical nesta segunda-feira (22). “Ghost the musical” está saindo de uma temporada em Londres, onde recebeu críticas boas e ruins. A versão da Broadway terá pré-estreia em março e será dirigida por Matthew Warchus, que ganhou um Tony Award pela peça “God of carnage”.

O livro foi escrito por Bruce Joel Rubin, autor do roteiro para o filme de 1990 que fez sucesso com Patrick Swayze e Demi Moore. O musical também acompanha o bancário Sam, que volta do mundo dos mortos para falar de seu amor pela sua companheira, Molly.

O musical de Londres tem no elenco Richard Fleeshman e Caissie Levy. A versão da Broadway ainda não anunciou suas estrelas.

Fonte: G1

Entradas Mais Antigas Anteriores

Blog Stats

  • 167.125 hits