Chegou o trailer do filme do Jimi Hendrix

Galera do rock and roll e amantes da música, o tão esperado trailer do filme do Jimi Hendrix foi divulgado. A semelhança de André 3000, do Outbkast, com o músico impressiona e as poucas imagens reveladas remontam o gênio forte e o talento incontestável do cara!

O filme ˜Jimi: all is by my side˜ foi dirigido por John Ridley, que ganhou o Oscar por seu trabalho no longa ˜Doze anos de escravidão˜, e deve chegar aos cinemas dos Estados Unidos no dia 26 de setembro. Vamos torcer para que possamos ver nas telonas brasileiras o quanto antes!

Confira o trailer e tire suas próprias conclusões…

Biografia mais completa sobre Frida Kahlo chega ao Brasil com 30 anos de atraso

por Estela Cotes

Uma das imagens que ilustram o livro

A imagem de Frida Kahlo percorre o imaginário mundial depois de tantas reproduções de seus retratos, quase como um Che Guevara do México. Material não falta para remontar sua trágica história pessoal, além  das obras em tela. No Brasil, no entanto, não existia ainda o que chamam de “biografia definitiva” da artista mexicana, lançada oficialmente em 1983. “Frida – A Biografia” (Ed. Globo, 624 págs., R$ 64,90), da norte-americana Hayden Herrera chegou finalmente por aqui no final de outubro.

A diferença deste livro para as inúmeras opções na prateleira é a pesquisa. A escritora teve acesso ao diário de Frida e às cartas redigidas na infância. Entrevistou mais de cem pessoas, como Alejandro Gómez, o primeiro namorado, e Isamu Noguchi, escultor japonês e amante da pintora.

A personalidade forte, a inquietação mesmo diante da fragilidade física e os inúmeros romances. Nada escapa neste profundo mergulho na vida da artista, como o dia em que Noguchi fugiu da casa da mexicana antes de ser pego por Diego Rivera.

Hayden Herrera como historiadora de arte também interpreta e analisa a obra de Frida. A autora salienta a forte identificação das pessoas com o trabalho da pintora através do sofrimento. Para a norte-americana, todo mundo se interessa pelas aflições alheias. E deste assunto Frida Kahlo entendeu bem. Tragédia não faltou na sua vida: a perda do útero em um acidente de ônibus e as inúmeras traições de Diego Rivera são apenas dois exemplos.

Momentos polêmicos que se tornaram mito no México também são desvendados neste livro. Herrera investiga inclusive o mito de que Frida teria participado do espancamento de uma jovem lésbica que havia se interessado por ela, além de trazer detalhes sobre o romance com Leon Trotsky. “Frida – A Biografia” não traz novidades em imagens, as fotos escolhidas no livro já foram vistas em outras publicações. Seu texto balizou as filmagens de Julie Taymor para o longa estrelado por Salma Hayek e é sem dúvida a obra mais completa sobre a artista. Pelo menos até agora.

Fonte: Colherada Cultural

Elis Regina tem cinebiografia confirmada

 

Claudine Petroli / AE 

 

Os fãs de Elis Regina já podem comemorar. A cinebiografia da cantora está confirmada. Será dirigida por Hugo Prata e roteirizada por Nelson Motta. O filho da musa, João Marcello Bôscoli, falou com a coluna sobre os direitos das músicas e revelou que gostaria de ver uma atriz desconhecida no papel de sua mãe.

Os filhos irão contribuir com palpites no roteiro?
Se for consultado, opinarei com prazer. Hugo é meu amigo e Nelson, meu padrinho querido, portanto, sinto-me confortável em participar. Todavia, haverá liberdade total para desenvolverem o projeto.

Quem você gostaria de ver no papel da Elis? E do Bôscoli?
Elis eu gostaria que fosse interpretada por alguma atriz nova, com frescor. E Mateus Solano é um Bôscoli perfeito.

Já pensou em alguém para direção musical do filme?
Essa prerrogativa é do diretor, mas nomes como maestro Antonio Neves (Osesp), Roberto Menescal e Cesar Camargo Mariano, são boas sugestões.

Como foram as conversas com Hugo Prata?
Tranquilas. Segundo ele, é o projeto de sua vida.

Foram liberados os direitos?
Sim. Aproveito para registrar que acho fundamental a necessidade de mudança legislativa nesse campo. Para retratar alguém não deveria ser preciso pedir autorização para herdeiros ou familiares. Isso geralmente atrapalha.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Documentário musical abre o ano Tom Jobim nos cinemas

por Pedro Antunes

A palavra falada não é necessária para explicar a genialidade de Antônio Carlos Jobim, o Tom (1927-1994). É com a canção, e toda a sua contraditória simplicidade complexa, que a trajetória do compositor, maestro, pianista e cantor carioca se resume na melhor forma. Da praia de Ipanema para o mundo, sem escalas, sem as barreiras linguísticas que costumam emperrar a exportação dos nossos talentos.

Tudo parece caminhar para que 2012 se torne o ano de Tom nos cinemas. No dia 25 de janeiro, próxima quarta-feira, ele completaria 85 anos. Antes, nesta sexta, o documentário A Música Segundo Tom Jobim estreia nos cinemas para expor visualmente a obra do gênio, um dos pilares da bossa nova no fim dos anos 1950.

Uma ideia perseguida pelo diretor Nelson Pereira dos Santos desde antes da morte do músico, em 8 de dezembro de 1994, era registrar vida e obra de Tom Jobim, numa espécie de homenagem cinematográfica ao ícone da música, popular ou erudita. Tom nunca aceitou, com medo de ser interpretado por alguém que não lhe agradasse. Foi feito, então, um programa especial na extinta TV Manchete, com quatro episódios e um total de quatro horas de duração, dirigido por Santos. O nome já era esse, mas, segundo ele, ainda não era o bastante. A música, que dava nome ao programa, dividia seu nobre espaço com entrevistas. E não era essa a ideia.

A história foi para a gaveta, até que em 2009 o projeto foi aprovado pelo edital da Natura Musical. Logo, Nelson Pereira dos Santos chamou a neta Dora Jobim, a “queridinha do vovô”, cujo conhecimento do acervo de Tom é vasto. Como dois diretores, dividiriam as obrigações do filme. Outro documentário, A Luz do Tom, também de Santos, sairá neste ano. 

A Música Segundo Tom Jobim é, primeiramente, um deleite musical em sua mais pura forma. Dado a colocar a cabeça dos espectadores para funcionar, Nelson Pereira dos Santos, um dos precursores do Cinema Novo, desde o princípio quis que a música de Tom falasse por si, sem quaisquer interjeições e interferências, em 90 minutos. “É um registro cronológico da criação de Tom Jobim. Reunimos material suficiente para contar a sua história sem que a gente precisasse interferir”, explicou o cineasta, logo depois da exibição do filme à imprensa, na semana passada. A ligação entre a música de Tom e o público chega de forma direta. De telona e alto-falantes para olhos e ouvidos, sem aquelas entrevistas com os especialistas de sempre, sem letreiros ou explicações. A pureza causa um estranhamento inicial.

“Não queria precisar indicar o nome de quem estava cantando, qual era a música. Queria que o som, que aquela interpretação, fosse o suficiente”, explicou-se o diretor. “É um habito da televisão, as pessoas querem tudo mastigado. Isso não é necessário. Pode estragar a conexão entre obra e público”, ponderou Santos. O roteiro teve a ajuda da cantora Miúcha Buarque de Holanda. “Eu e o Nelson conversávamos por horas”, contou ela. A direção musical ficou com Paulo Jobim, filho de Tom. 

Um time que nitidamente não poderia ser melhor para adentrar um universo musical tão complexo e, ao mesmo tempo, tão simples, de Tom Jobim. O Tom popular sobressaiu-se na seleção ao Tom erudito, garantem eles, em razão da falta de bons registros. 

O documentário remete ao Rio de Janeiro dos anos 1950, e faz um sentimento bucólico logo se espalhar pela sala de cinema enquanto as imagens em preto e branco são projetadas. Chega, então, um batalhão de estrelas: Frank Sinatra, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Pierre Barouh, Silvia Telles, Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr., Chico Buarque, Vinicius de Moraes. Interpretações de épocas diferentes de um gênio atemporal. Como o próprio Tom escreveu: “A linguagem musical basta”. E tudo se justifica em suas palavras. 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Diretor procura ator desconhecido para ser Elvis Presley no cinema

John Scheinfeld, que escreverá e dirigirá o novo filme sobre a vida de Elvis Presley, Fame & Fortune, andou comentando o projeto em entrevista à Rolling Stone EUA. Segundo ele, um ator desconhecido deverá interpretar o cantor nas telonas.

O filme, baseado no livro Elvis: Still Taking Care of Business, de 2007, conta a história de Presley através dos olhos do melhor amigo dele, o guarda-costas Sonny West (o livro foi escrito por ele em parceria ao biógrafo Marshall Terrill). “Quero fazer um drama íntimo e um desses caras acaba sendo Elivs”, contou Scheinfeld. “Não será um filme sobre a vida toda dele. Não estamos trabalhando com tudo que aconteceu na trajetória dele. Levaremos os espectadores a esta jornada de amizade e de tudo que aconteceu por 17 anos.”

Para ele, encontrar o elenco certo é o maior desafio. “Sinto que precisamos escolher um ator desconhecido”, revelou. “Se você acaba pegando um ator conhecido, será apesar mais um cara interpretando Elvis. Quero encontrar um ator que de fato viva Elvis. Então, tenho em mente que teremos que fazer uma busca ao redor do mundo para encontrar a melhor pessoa para isso. Daí, por ser um filme indie e por haver considerações comerciais nele, procuraremos por alguns nomes conhecidos para os outros papéis.”

Fame & Fortune ainda não tem data de lançamento e não se sabe se Scheinfeld Rvai conseguir adquirir os direitos da música do lendário artista. “Ainda é muito cedo para dizer, mas estamos nos dedicando ao máximo para que isso aconteça”, comentou.

Fonte: RollingStone

Ringo Starr lançará autobiografia musical

por Gabriel Mandel

Ringo Starr lançará autobiografia musical

Que muitos músicos são extremamente criativos, nós já sabemos. Agora, veio a comprovação de que alguns são mais do que os outros. Após receber várias propostas para escrever sua autobiografia, o quarto e, por vezes, “mais esquecido” dos Beatles, Ringo Starr, finalmente concordou em contar sua versão da história. Porém, o baterista fará tudo de um jeito diferente.

Ele disse, em entrevista à revista inglesa Uncut, que está “fazendo um disco” em que contará suas histórias e, claro, as passagens do quarteto. Ringo destacou que “tudo que querem saber, sempre, é sobre aqueles oito anos nos Beatles, e daria para escrever três volumes antes de chegar nisso”. Com as músicas, ele acredita que terá mais liberdade, e um exemplo é a questão do Cavern Club, onde o grupo cansou de se apresentar: ele menciona outro clube, o Iron Dorr.

Fonte: Jovem Pan Online

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