Festival com artesanato, culinária e dança dura dez dias em SP

A próxima edição do Revelando São Paulo começa em 14 de setembro, às 9h, no Parque Vila Guilherme-Trote (zona norte de São Paulo). A entrada é gratuita.

urante dez dias, os visitantes poderão contar com uma programação variada, que inclui folias de reis, congadas, orquestras de violas, corridas de cavalhadas e festival de bonecos de ruas.

Haverá no local 120 espaços de artesanato, 90 de culinária, espaço indígena, tendas ciganas, rodas de sanfoneiros e violeiros, e o rancho tropeiro, onde o público poderá conferir como a farinha de mandioca é produzida artesanalmente.

É possível ainda se sentir no campo no espaço Fazendinha, com cerca de 200 animais, como cavalos, bois, búfalos, porcos, cabras, galinhas e mulas. Os visitantes poderão passear de charretes e carros de bois.

O evento promove também manifestações de vários segmentos religiosos e apresentações de danças folclóricas de grupos de imigrantes da Itália, Alemanha, Japão e Bolívia.

No ano passado, o evento recebeu um público de 1 milhão de pessoas.

Confira a programação completa no site do Revelando São Paulo.

Revelando São Paulo – Parque Vila Guilherme-Trote e Mart Center – av. Nadir Dias de Figueiredo s/nº, Vila Guilherme, zona norte, São Paulo, SP. Abertura: 14/9. Até 23/9. Seg. a dom.: 9h às 21h. Livre.

Fonte: Guia Folha

Grupo ‘cura’ calçadas ‘machucadas’ na região da av. Paulista

por Trajano Neto

Numa noite de agosto, buracos nas calçadas da avenida Paulista e das ruas Augusta e Peixoto Gomide (centro de São Paulo) receberam 40 curativos gigantes vermelhos. Eram parecidos aos usados normalmente em machucados, mas de tamanhos proporcionais às irregularidades no chão que pretendiam “curar”.

O ato faz parte de uma pequena intervenção, que recebe o nome de “Curativos Urbanos” e é promovida por um grupo de amigos –cinco deles moradores da cidade e uma sexta pessoa do Rio de Janeiro. “Estamos nos planejando para colocar os curativos no sábado [1º ] e no domingo [2] à tarde na região central de São Paulo. Ainda não temos os endereços definidos porque vamos fazer uma espécie de mapeamento dos buracos da região até sexta-feira [31]. Mas devemos colocar por volta de 50 curativos nos dois dias”, revela Renato Forster, um integrantes da ação.

Duas arquitetas, uma jornalista, uma profissional de relações públicas, uma publicitária e um designer, todos eles com gosto particular pela discussão dos problemas das metrópoles que habitam. Ainda que o escopo do grupo, segundo a publicitária gaúcha Jennifer Heemann, 28, seja analisar a cidade com foco em problemas de grande magnitude –como poluição, transporte público e uso dos espaços públicos–, o coletivo não ignora as possibilidades abertas por gestos menores e mais baratos.

Com pouco mais de R$ 120, gastos em plástico EVA, fita adesiva e cola do tipo super-bonder, os amigos confeccionaram curativos de três medidas diferentes (60 cm x 30 cm, 40 cm x 20 cm e 30 cm x 15 cm). Jennifer diz que, ao aplicá-los junto aos buracos e às rachaduras, o objetivo é chamar a atenção para as dificuldades de locomoção na cidade e, mais do que isso, incluir os próprios pedestres no problema e em sua discussão.

“É uma grande brincadeira com o intuito de levar um pouco de crítica ao dia a dia dos moradores de São Paulo. A cidade é cheia de problemas que são ignorados como se não fossem da importância de ninguém. Queremos que as pessoas também se sintam responsáveis por onde vivem”, ela explica.

A primeira região a passar pelo “tratamento” foi a da Paulista e arredores. Como o local é varrido frequentemente pelos serviços de limpeza, a intervenção resistiu apenas dois dias, mas foi fotografada e filmada pelo grupo. Os resultados dessa e de novas ações –já sendo planejadas para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre–, serão publicados na página do grupo no Facebook.

Fonte: UOL

Manet, Van Gogh e Renoir em exposição no CCBB

No século 19, Paris não tinha apenas uma “luz maravilhosa”, mas uma “vida frenética” propícia para atrair artistas de todos os tipos. A cidade e sua sociedade tornaram-se tema de pinturas. “Ruas e pontes animados por um movimento incessante, jardins públicos, vibrantes mercados cobertos e a céu aberto, retraçados sob o céu cinza, bem como grandes lojas e vitrines, iluminadas a gás ou eletricidade, estações de trem, cafés, teatros e circos, corridas, sem falar dos bailes e noitadas mundanas”, diz a curadora-chefe do Museu d?Orsay de Paris, Caroline Mathieu, revelando o espírito de um momento no qual os pintores também avançaram para os arredores de Paris, levados pelo ensejo de pintar outras luzes.

É com esse resumo rápido que a curadora define o percurso da mostra Impresionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Acervo do Museu d?Orsay, que será inaugurada amanhã, 4, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo. Uma das principais exposições do ano, reúne 85 pinturas pertencentes à coleção de um dos mais importantes museus franceses, repleto, em seu acervo histórico, de obras criadas na passagem entre os séculos 19 e 20 por artistas como Edouard Manet, Claude Monet, Paul Gauguin, Van Gogh, Paul Cézanne, Edgar Degas e Auguste Renoir.

Orçada em R$ 10,9 milhões (incluindo o seguro das telas), Impressionismo: Paris e a Modernidade traz uma seleção de obras do d?Orsay feita especialmente para o Brasil, parte de um projeto de internacionalização da instituição. “Todos os movimentos do século 19 estão aqui”, diz Caroline, que trabalha no museu desde 1980. O Pífano (1866), de Manet, é uma das obras mais icônicas do acervo, assim como A Estação Saint-Lazare (1877), de Monet, e O Salão de Dança em Arles (1888), de Van Gogh, destaca a curadora sobre as telas da exposição que, depois de São Paulo, vai ser exibida no CCBB do Rio – de 22 de outubro a 13 de janeiro de 2013 -, seguindo ainda para Fundação Mapfre de Madri, também organizadora da mostra. No domingo, às 13h, o CCBB promove palestra com a curadora, Caroline Mathieu, com o presidente do d?Orsay, Guy Cogeval, e com o diretor da Fundação Mapfre, Pablo Jiménez Burillo.

Impressionismo: Paris e a Modernidade. CCBB. R. Álvares Penteado, 112, Centro, 3393-8615. 10h/22h (fecha 2ª). Grátis. Até 7/10. Inauguração: das 15h de sábado às 22h de domingo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Form Laboratory: Projeto itinerante chega a São Paulo para discutir diversidade cultural da maior cidade do Brasil

por Luty Vasconcelos

Esculturas abstratas carregam a cultura de grandes metrópoles

Será que é possível identificar a cultura de uma grande cidade a partir de formas abstratas? O mar de objetos descartados como lixo nas cidades se transforma em arte nas mãos do artista norte-americano Les Joynes através do projeto Form Laboratory, que entra em exposição pela primeira vez no Brasil de 04 a 27 de agosto, no MuBE.

Criado em 2007 pelo artista plástico e escultor californiano, o projeto já passou por Nova York, Berlim, Cingapura, Tóquio e Limousin, na França e agora é a vez de São Paulo. Segundo ele, a ideia é “criar um museu dentro do museu”, a partir do que seria um sítio arqueológico da própria cidade em que passa. E assim, Joynes busca redefinir os conceitos tradicionais dos museus tornando um evento contínuo baseado em processos no qual o público observa desde o artista montando a coleção dos artefatos até seu posicionamento na exposição.

Formas abstratas criadas com objetos selecionados em diversas cidades do mundo para identificar a realidade do lugar. Os itens coletados são categorizados, combinados, transformados em esculturas e incorporados a uma instalação, que pretende identificar a cidade onde ela habita. Com essa proposta, o Form Laboratory também busca redefinir os conceitos tradicionais dos museus, tornando-se uma estrutura contínua nômade em outros países da Ásia, União Européia e América do Sul.

Para o artista, a capital paulista possui um rico celeiro de possibilidades para a mostra, por ser a cidade socialmente mais diversa do Brasil com etnias diversas como japoneses, imigrantes europes, afro brasileiros, chineses, entre outros, além de contabilizar em seu cotidiano o culto de sete religiões e as relações humanas faladas em doze línguas, encapsulando uma forte hibridização.

Formas originais, desde a concepção do até o resultado das instalações. A proposta do Form Laboratory vai além da estética, buscando reflexes sobre as sociedades existentes nas grandes metrópoles.

Clique na imagem para ver a galeria completa com as imagens do projeto Form Laboratory

Fonte: Colherada Cultural

Escultura de Garrincha e outros craques estão em mostra sobre futebol

Obra "Garrinha Guerreiro" (foto) integra a exposição "Deuses do Futebol - A Ginga Canonizada"

A escultura “Garrinha Guerreiro” é um dos destaques da exposição “Deuses do Futebol – A Ginga Canonizada”, de João Monteiro, na galeria Prestes Maia (centro de São Paulo). Com entrada gratuita, a mostra fica em cartaz até 3 de agosto, entre as 9h e 18h.

Com curadoria de Jacob Klintowit, a exposição conta com 40 esculturas em metais e resinas, maquetes e digigrafias, que buscam retratar os gestos típicos do futebol brasileiro e suas técnicas corporais.

Algumas obras são do acervo do artista e outras foram criadas especialmente para a mostra.

“Deuses do Futebol – A Ginga Canonizada” – galeria Prestes Maia – entre a praça do Patriarca e o vale do Anhangabaú (entrada pelo viaduto do Chá), s/n, Sé, centro, São Paulo, SP. Seg. a sex.: 8h às 18h. Até 19/8. Grátis. Livre.

Fonte: Folha de S. Paulo

Fellini em SP

Em novembro de 1958, um jornal italiano publicou uma foto da jovem atriz libanesa Aïché Nana fazendo striptease na badalada casa noturna Rugantino, em Roma. A foto inspirou Fellini a escrever a cena em que a atriz Nadia Gray tira a roupa em A Doce Vida (1960), obra-prima do cineasta.

“Na época em que foi lançado, muita gente pensou que A Doce Vida era contra a igreja. É revolucionário, uma história desconstruída. Um filme até hoje muito moderno, o meu favorito de Fellini”, diz Sam Stourdzé, curador da exposição Tutto Fellini, que chega agora a São Paulo.

A imagem da atriz, guardada por décadas no acervo pessoal de Fellini, é uma das relíquias que poderão ser vistas na mostra, que já passou por Bolonha, Roma, Barcelona, Madri, San Sebastián, Moscou e Toronto. Ao todo, estarão expostos cerca de 400 itens, entre fotografias de bastidores, entrevistas, trechos de filmes, cartazes e revistas de época e desenhos feitos pelo cineasta.

“Pretendemos revelar o processo criativo de Fellini, mostrando quão genial ele foi ao traduzir o que via ao seu redor – a realidade foi uma grande fonte de inspiração, que ele transformou em fortes imagens cinematográficas”, diz.

A exposição conta também com uma seção dedicada especialmente às mulheres. Sob o nome de “The City of Women” (“A Cidade das Mulheres”, título de um de seus filmes), explora os diferentes tipos presentes na obra do diretor, em especial Anita Ekberg, Anna Magnani e Giulietta Masina, com quem foi casado durante 50 anos.

“As mulheres foram extremamente importantes em sua obra. Quando dizemos ‘Fellini’, sempre se pensa nelas. Elas aparecem de todos os tipos: prostitutas, namoradas, mães, esposas – estão sempre lá, bizarras e excêntricas”, diz Stourdzé.

Como destaques da mostra, aponta os recém-descobertos frames coloridos do clássico filme (1963). Além disso, ressalta: “Esta é a primeira grande mostra dedicada a ele em um museu, e há muito material inédito. Talvez o highlight seja o ‘Livro dos Sonhos’, reunião de desenhos que Fellini fez de seus sonhos durante 30 anos”.

Na ocasião, também será lançado o catálogo Tutto Fellini (Edições SESC SP/ IMS, R$ 65), composto por 184 páginas com fotos de cenas de filmes, cartazes de divulgação, gravuras feitas pelo cineasta e imagens dos bastidores.

Tutto Fellini
Local: Sesc Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo
Data: de 06 de julho à 16 de setembro
Horário: terça a sexta, das 10h30 às 21h; sábados, das 10h30 às 21h; domingos e feriados, das 10h30 às 18h30
Entrada: franca

Fonte: Revista Cult

Exposição “Georges Méliès, o mágico do cinema”, no MIS, apresenta as invenções de um dos precursores dos efeitos especiais

Nota do Catarse Musical:

O filme “A invenção de Hugo Cabret” mostrou todo o fascínio exercido pelo cinema quanto ainda não tinha Steven Spielberg ou 3D. O longa me provocou a curiosidade sobre Méliès e acredito que muitos outros espectadores tenham ficado intrigados com a mágica dele. Agora temos a oportunidade de conhecer melhor o trabalho dele e compreender sua importância no mundo da cinematografia! Vejam na matéria abaixo:

Na época em que começou a trabalhar com efeitos especiais para o cinema, o parisiense George Méliès era visto quase como um cientista. O “mago” do começo do século 20 foi desenhista, diretor teatral, cenógrafo, ator, produtor, ilusionista e distribuidor de mais de 500 filmes entre os anos de 1896 e 1912. Morreu em 1938, aos 76 anos, deixando um legado que serviu de ponto de partida para muitos outros cineastas, como, por exemplo, os irmãos Lumière e D. W. Griffith (diretor que inaugurou o cinemão em Hollywood). E é uma boa parte de todo esse trabalho que chega ao MIS (Museu da Imagem e do Som) em exposição inédita no Brasil, que acontece de 4 de junho a 16 de setembro.

A mostra “Georges Méliès, o mágico do cinema”, organizada pela Cinemateca Francesa, contém material reunido pela própria entidade, desde 1936, mais o que foi herdado por Madeleine Malthête-Méliès, neta do artista, e adquirido, em 2004, pelo Centro Nacional de Filme, também na França. Para quem ainda não se atentou para a importância de Méliès para o cinema, basta lembrar que é dele uma das primeiras produções de fantasia, “Viagem à Lua”, de 1902.

Cena de Viagem à Lua, filme mais conhecido do cineasta

Ele também foi o primeiro a testar as técnicas de fade-in e fade-out nos filmes, algo que hoje se tornou corriqueiro, mas que na época fez muito para ajudar a dar o clima de fábula que suas produções pediam – ao contrário do que acontecia nos documentários.

A exposição ocupa dois andares do MIS e traz também cartazes, objetos, desenhos, figurinos, fotografias e documentos originais que foram do artista. Mas o mais bacana para os cinéfilos será acompanhar a projeção de onze de seus filmes em algumas paredes do museu. Um programão para quem gosta de arte, de cinema e da fusão dos dois. Pena que, apesar de toda sua criatividade, Georges Méliès tenha morrido da pobreza.

SERVIÇO:
Exposição “Georges Méliès, o mágico do cinema”
De 04 de julho a 16 de setembro
MIS (Museu da Imagem e do Som) – Avenida Europa, 158
Terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h.
Ingresso: R$4 (estudantes pagam meia)

Fonte: Colherada Cultural

Faap recebe a “Arte Chinesa Tradicional”

Tradição. Palavra que marca a história da China e seu povo. No campo das artes não seria diferente. A extrema precisão no manejo dos pincéis, a “temperatura” das cores e a representação fiel das belas paisagens chegam ao MAB (Museu de Arte Brasileira) da Faap. Com entrada gratuita, a mostra A Arte Chinesa Tradicional fica em cartaz até 29 de julho.

Sun Changwu, Liu Qyang e Deng Lianghua, membros da Academia Nacional de Pinturas e da Academia Central de Artes Plásticas da China, integram a exposição que conta com um total de 9 artistas. As obras foram fundamentadas na técnica de caligrafia e pertencem à UIBE (Universidade Internacional de Economia e Negócios) da China.

O MAB fica aberto à visitação de terça a sexta-feira, das 10 às 20h e aos sábados, domingos e feriados das 13 às 17h.

Serviço

O Que: Exposição: A Arte Tradicional Chinesa
Quando:
  • de 27/06 a 29/07
    • Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 10:00 às 20:00
    • Sábados e Domingos das 13:00 às 17:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: MAB-FAAP (Museu de Arte Brasileira)
Endereço: Rua Alagoas, 903. Higienópolis – Centro – São Paulo (SP)

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Fonte: Catraca Livre

SP – Programa Ocupação homenageia Nelson Rodrigues

O maior dramaturgo brasileiro e um dos grandes cronistas do país. Gênio ou tarado? Libertário ou reacionário? Contraditório, polêmico, contundente, Nelson Rodrigues é o homenageado da vez do Ocupação. Neste ano em que se celebra o centenário de seu nascimento, o programa explora sua obra e vida, com exposição, espetáculos e ciclo de debates, no Itaú Cultural e no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

A exposição tem curadoria de Maria Lucia Rodrigues, filha de Nelson, e cocuradoria de sua filha, Sonia Muller. A proximidade familiar implica em uma visão afetiva, que procura abordar lados pouco observados do autor. Nesse sentido, fica em destaque o que Nelson disse sobre si mesmo, nas suas confissões e memórias, assim como a importância que a família teve para sua formação.

Nelson revolucionou o teatro brasileiro. Entre outros destaques, sua peça Vestido de Noiva, montada pelos Comediantes em 1943, no Rio de Janeiro, é considerada um marco — o momento em que o modernismo, que havia atingido literatura, música e artes plásticas desde 1922, chega às artes cênicas nacionais.

Além da obra como dramaturgo, Nelson escreveu crônicas esportivas, romances de folhetim (como Asfalto SelvagemEngraçadinha, seus amores e seus pecados) e contos (A Vida Como Ela É…). Sua obra foi adaptada para cinema e televisão. Falou sobre artes, política e sobre sua própria vida, com senso do épico, fluência narrativa e uma habilidade de criar frases e personagens memoráveis.

Espetáculos

Além da mostra, o Ocupação conta com montagens, leitura dramática e seminário. O diretor Nelson Baskerville encena, em 30 de junho e 1º de julho, 17X Nelson, peça inspirada em várias obras rodrigueanas, e, em 21 e 22 de julho, Os Sete Gatinhos, texto de Nelson. Ambas ocorrem no Itaú Cultural, às 20h, e são gratuitas.

Já em 27, 28 e 29 de julho, as atrizes Cleyde Yáconis e Denise Fraga interpretam os textos do autor, em uma leitura dramática sobre amor, mulheres, humor e morte: Elas Não Gostam de Apanhar. As apresentações acontecem no Auditório Ibirapuera: na sexta e sábado, às 21h; no domingo, às 19h. A direção é de Marco Antonio Braz. (veja abaixo como comprar seu ingresso).

Ciclo de Debates

Por fim, o encontro Com Nelson ao Pé da Cena reunirá diretores que fizeram peças de Nelson, aproximando concepções distintas do autor. Mais informações sobre as mesas serão fornecidas em breve.

Hotsite

No dia da abertura da mostra, será inaugurado um hotsite especial para a Ocupação Nelson Rodrigues com parte do material da exposição e conteúdo exclusivo — textos, fotos de peças e de família, além de entrevistas com personalidades que esclarecem os vários lados do autor.

Atualmente, você pode conferir as edições anteriores, dedicadas a artistas como Flávio Império, Angeli, Rogério Sganzerla, Zé Celso, Haroldo de Campos. Visite!

 


Ocupação Nelson Rodrigues
Itaú Cultural
quinta 21 de junho a domingo 29 de julho
terça a sexta 9h às 20h
sábado domingo feriado 11h às 20h

[indicado para todas as idades]
entrada franca


Montagens e leitura dramática

Itaú Cultural e Auditório Ibirapuera

sábado 30 de junho e domingo 1º de julho
peça 17X Nelson
por Nelson Baskerville
às 20h
110 minutos
Sala Itaú Cultural

[indicado para maiores de 16 anos]

Onze atores circulam através de cinquenta personagens pelas dezessete peças do autor, lançando-se em uma aventura rodrigueana que tem como foco a família, seus confortos e neuroses.

peça Os Sete Gatinhos
sábado 21 e domingo 22 de julho
por Nelson Baskerville
às 20h
80 minutos
Sala Itaú Cultural

[indicado para maiores de 16 anos]

A família Noronha parece ser tão normal quanto qualquer outra. No entanto, se esconde sob as aparências. Quatro das cinco filhas da família se prostituem para garantir a castidade e a boa educação da mais nova, Silene. Só que Silene não é a virgem que todos pensam ser, e nem seus pais estão livres de terríveis perversões.

Elas Não Gostam De Apanhar
por Marco Antonio Braz
com Cleyde Yáconis e Denise Fraga
sexta 27, sábado 28 e domingo 29 de julho
sexta e sábado, às 21h; domingo, às 19h

Auditório Ibirapuera
800 lugares
70 minutos

ingressos: R$20 e R$10 (meia entrada).

Você pode comprar seu ingresso de duas maneiras:

– pela Tickets for Fun (site ou telefone 11 4003 5588)
– na bilheteria do Auditório. Horários de funcionamento:

não abre segunda
terça a quinta: das 11h às 18h
sexta: das 11h às 22h
sábado: das 9h às 22h
domingo: das 9h às 20h

Leitura dramática de contos de A Vida Como Ela É… e de crônicas das Memórias – A Menina Sem Estrela e O Reacionário, dentre outras obras. Um duo feminino que apresenta um painel da visão de Nelson sobre mulheres, amor, humor e morte.


Encontro Com Nelson ao Pé da Cena

Mais informações em breve

itaú cultural | avenida paulista 149 – paraíso – são paulo sp [próximo à estação brigadeiro do metrô]
informações: 11 2168 1777 | youtube.com/itaucultural | twitter.com/itaucultural | facebook.com/itaucultural |atendimento@itaucultural.org.br

Auditório Ibirapuera | Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 2 – Parque do Ibirapuera
informações: http://www.auditorioibirapuera.com.br/

Fonte: Itaú Cultural

Exposição sobre música, com discos raros e fotos, fica mais tempo em SP

A exposição que conta a história de 100 anos da capital paulista por meio da música foi prorrogada. O público tem a oportunidade de conferir gratuitamente “Roteiro Musical da Cidade de São Paulo”, no Sesc Santana (zona norte), até 27 de maio.

Discos raros, partituras, letras, fotografias, documentos e depoimentos foram reunidos pelo jornalista Assis Ângelo. Dois momentos ganham destaque: a Revolução de 1932 e o aniversário de 400 anos da cidade, que renderam músicas de Carlos Gomes a Ari Barroso, passando por Chiquinha Gonzaga, Lamartine Babo, Tom Zé, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Itamar Assumpção.

Sesc Santana área de convivência 2
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana – Norte. Telefone: 2971-8700.

Não tem ar-condicionado. Grátis. Tem acesso para deficiente. Tem local para comer. Estac. (R$ 3,50 a R$ 7 a 1ª h mais h adicional).
Quando
terça a sábado: 10h às 21h
domingo: 10h às 17h
até 27/5

Fonte: Guia Folha

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