Luís Fernando Guimarães participará de musical de Möeller e Botelho

Previsto para estreiar em março de 2013, o novo musical da dupla Möeler e Botelho “Como vencer na vida sem fazer força“, promete ser uma comédia de muito bom gosto. No elenco temos o veterano Luiz Fernando Guimarães ( O Ruy do Os Normais), conhecido pelos seus papéis de veia cômica, sem contar a participação de Letícia Colin. A grande estréia, vai para o novato Gregório Duviver.

Como vencer na vida sem fazer força, é baseada na peça que estreiou na Broadway em 1961 “How to Succeed in Business Without Really Trying”, e já teve protagonistas como Daniel Radcliffe, Darren Chris e Nicholas Jonas (um dos integrantes dos Jonas Brotthers). A história se passa com o J. Pierrepoint Finch, um lavador de janelas que encontra um guia prático de como ser bem sucedido nos negócios. Seguindo cada dica ele começa trabalhando no departamento de correspondências de uma grande empresa, chegando rapidamente ao cargo de chefe do departamento de marketing.

Fonte: A Broadway é Aqui

Aprovado pelo pai de Michael Jackson, musical ‘Forever King of Pop’ vem ao Brasil

por Rodrigo Levino

Não há nada relacionado ao disco “Thriller”, de Michael Jackson (1958-2009), lançado em novembro de 1982, que não seja superlativo.

Alçado por músicas que se tornaram clássicos pop instantâneos, como a que lhe dá título, “Beat It”, “Billie Jean”, “Human Nature” e “Wanna Be Startin’ Something”, o trabalho produzido por Quincy Jones vendeu, segundo estimativas do mercado, cerca de 100 milhões de cópias ao redor do mundo, tornando-se o maior arrasa-quarteirão fonográfico da história.

Nos EUA, não arredou pé da lista dos dez mais tocados nas rádios durante cinco anos. Por gravidade, afinal de contas trata-se de um disco feito quase exclusivamente de hits, é “Thriller” que embala os segmentos mais pulsantes do musical “Forever King of Pop”.

O espetáculo dirigido pelo espanhol Carlos López, que já foi visto por quase 1 milhão de pessoas em três continentes (segue agora para uma excursão na China), terá 14 apresentações no Brasil no primeiro semestre de 2013 –ainda sem data definida.

Ao longo de quase duas horas, mais de 20 faixas do cancioneiro de Jackson costuram cenas marcantes da biografia do artista. A família dele chancelou a produção depois de o pai do cantor, Joe, assistir a uma sessão na Espanha e se impressionar com o esmero na mimese de coreografias, timbre e cacoetes vocais do cantor.

Depois de comover o patriarca dos Jacksons, López foi a Indiana conhecer o resto do clã.

PENEIRA

“O processo de seleção foi longo e extenuante”, descreve o diretor em entrevista à Folha, falando dos 30 atores e bailarinos que atuam na montagem.

Escolhido o elenco, partiu-se para outra série de ensaios e afinamentos tão puxada quanto a peneira inicial. No palco, o esforço ainda é hercúleo. Não é fácil ser Michael Jackson, interpretado por três atores em “King of Pop”.

“Tivemos de acrescentar um fisioterapeuta à nossa equipe, pois os bailarinos terminam o espetáculo extremamente cansados”, conta ele, sobre a dificuldade de reproduzir com exatidão (e à exaustão) a sequência de coreografias que se tornaram emblemas do cantor, compositor e dançarino.

As dificuldades físicas só não foram menores do que as vocais. Todas as músicas são cantadas ao vivo e em seus tons originais. Os proverbiais agudos e modulações vocais de Jackson são milimetricamente repetidos.

A intenção de Lopez não é apenas o tributo. “Queremos fazer com que o público se sinta em um show do cantor”, diz. O aparato tecnológico ajuda a criar essa sensação.

Ao todo, são oito toneladas de figurino e equipamentos de som e luz que buscam reproduzir com fidelidade lances cenográficos das principais turnês de Jackson, como as dos discos “Off the Wall” e “Bad”, que em 2012 completou 25 anos de lançamento.

JACKSON NO BRASIL

Para López, a vinda ao Brasil é, de certa forma, um reencontro do país com a obra do cantor, que esteve pela primeira vez aqui em 1974, ainda como membro do Jackson Five, com os irmãos.

Em 1996, Jackson voltou ao país, onde gravou o clipe da canção “They Don’t Care about Us” no Rio e em Salvador. “Pretendemos fazer audições e incorporar ao elenco artistas brasileiros”, adianta o diretor.

Não deixa de ser também um olhar desejoso sobre um mercado emergente de musicais. O gênero experimenta um “boom” recente no Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo. Vem mais um colosso por aí, agora com trilha de música black.

Fonte: Folha de S. Paulo

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