Universal Music finaliza a compra da EMI por US$ 1,9 bilhão

O conglomerado francês Vivendi, que controla o grupo Universal Music, anunciou que a compra da EMI, que tem em seu portfólio artistas como Beatles, Katy Perry e Beach Boys, foi concluída nesta sexta-feira (28).

De acordo com a companhia, a aquisição, que custou US$ 1,9 bilhão, irá beneficiar “tanto a comunidade artística como a indústria cultural”.

A Universal informou que busca expandir a sua presença nos EUA, Japão e Alemanha com a negociação, aumentando o seu market share e a sua presença em plataformas digitais, além de oferecer uma maior quantidade de conteúdo exclusivo.

A conclusão da compra ocorre uma semana após a Comissão Europeia ter aprovado a operação, exigindo em troca a venda de selos responsáveis por 30% das receitas da companhia britânica.

O vendedor da EMI, o Citigroup, comprou a gravadora do grupo Terra Firma, quando ele não pagou empréstimos devidos ao banco de investimento. O acordo proposto vai consolidar a posição de liderança da Universal na indústria europeia da música.

A empresa vai vender a Parlophonne, um dos selos mais prestigiados da EMI e que reúne artistas como Coldplay e Queen. Os Beatles não estão incluídos nas vendas de ativos.

Também estão entre os selos que serão vendidos Mute, Ensign e Chrysalis, EMI Classics, Virgin Classics e unidades da EMI na França, Espanha, Bélgica, Dinamarca, República Tcheca, Polônia, Portugal, Suécia e Noruega.

A Universal também vai vender as marcas Sanctuary, Co-Op Music, King Island Roxystar, MPS Recordes, participação na Jazzland e sua unidade na Grécia.

Especialistas da indústria fonográfica afirmam que o valor do pacote a ser vendido pode alcançar os US$ 750 milhões.

Fonte: Folha de S. Paulo

Especial “Ivete, Gil e Caetano” é indicado em três categorias principais do Grammy Latino 2012

Divulgada nesta terça-feira (25), a lista de indicados ao Grammy Latino 2012 conta com 18 trabalhos brasileiros concorrendo nas categorias gerais.

O especial “Ivete, Gil e Caetano” concorre a três estatuetas da premiação principal. São elas: gravação do ano, por “Atrás da Porta”, álbum do ano, e melhor vídeo musical versão longa.

Outros indicados brasileiros nas categorias mais importantes são o disco “Chico”, de Chico Buarque (álbum do ano), a música “Extranjero”, de Maria Gadú (canção do ano), e Gaby Amarantos (revelação de 2012).

A cerimônia do Grammy Latino 2012 acontecerá em Las Vegas e terá como homenageados os cantores brasileiros Toquinho e Milton Nascimento. Eles receberão o prêmio de excelência musical da Academia Latina de Gravação. Caetano Veloso será condecorado como a “Personalidade do Ano”.

“O excepcional grupo de homenageados este ano não apenas representa nossas diversas comunidades musicais, mas também é um exemplo do que significa ser um verdadeiro pioneiro da arte”, disse Gabriel Abaroa, presidente da organização.

A cerimônia de premiação do Grammy Latino ocorrerá no hotel Mandalay, em Las Vegas, no dia 15 de novembro, a partir das 19h locais (23h Brasília).

O Grammy Latino 2012 conta ainda com sete categorias brasileiras.

Veja todos os indicados:

Gravação do ano
“Atrás Da Porta”, de Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Caetano Veloso

Canção do ano
“Extranjero”, de Maria Gadú

Álbum do ano
“Especial Ivete, Gil e Caetano”, de Ivete Sangalo, Caetano Veloso e Gilberto Gil
“Chico”, de Chico Buarque

Revelação
Gaby Amarantos

Melhor Canção Alternativa
“Neguinho”, de Gal Costa (composta por Caetano Veloso)

Melhor álbum de cantor/compositor
“Chico”, de Chico Buarque

Melhor álbum de jazz latino
“Tempo”, de Tania Maria

Melhor álbum instrumental
“Brasilianos 3”, de Hamilton de Holanda Quinteto
“Rasgando Seda”, de Guinga + Quinteto Villa-Lobos

Melhor álbum de música clássica
“Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, de Quarteto Radamés Gnattali

Melhor obra/composição clássica contemporânea
“Quarteto Circular”, de Tim Rescala

Melhor projeto gráfico de um álbum
Bixiga 70, criada pelo artista MZK

Melhor álbum de engenharia de gravação
“O Canto da Sereia”, de Regina Benedetti
Alexandre Gaiotto (engenheiro/masterização)

“Liebe Paradiso”, de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos
Julio Boscher, Walter Costa, Duda Mello, Leonel Pereda & Carlos Toré (engenheiros); Ricardo Garcia (masterização)

“Chão”, de Lenine
Bruno Giorgi (engenheiro); Carlos Freitas (masterização)

“Brasilianos 3”, de Hamilton de Holanda Quinteto
Madre Música (engenharia); André Dias (masterização)

Produtor do ano
Moogie Canazio, por “Umbigobunker!?”, de Jay Vaquer

Melhor vídeo musical versão longa
“Especial Ivete, Gil e Caetano”
Caetano Veloso, Gilberto Gil & Ivete Sangalo, Rafael Dragaud & Roberto Talma (direção); Rafael Dragaud & Roberto Talma (produção)

Melhor álbum de música cristã (língua portuguesa)
“Diante do Trono 14”, Sol Da Justiça
“Ministério de Louvor”, Diante Do Trono
“Inquieto Coração”, Grupo Chamas
“Mulheres Ao Vivo”, Cantores de Deus
“Eletro Acústico 3”, Paulo César Baruk e Banda Salluz
“Aline Barros & Cia 3”, Aline Barros

Categorias brasileiras

Melhor álbum pop contemporâneo
“Não Tente Compreender”, Mart’nália
“Reza”, Rita Lee
“Músicas Para Churrasco Vol. 1”, Seu Jorge
“Pelo Sabor do Gesto Em Cena”, Zélia Duncan
“Caravana Sereia Bloom”, Céu

Melhor álbum de rock
“Elektra”, RPM
“Multishow Ao Vivo NxZero 10 Anos”, NxZero
“Celebração & Sacrifício”, Beto Lee
“Ao Vivo No Rock In Rio”, Ira! e Ultraje A Rigor
“Depois de um Longo Inverno”, CPM 22

Melhor álbum de samba/pagode
“Ousadia & Alegria”, Thiaguinho
“15 Anos Ao Vivo”, Sorriso Maroto
“Só Danço Samba Ao Vivo”, Emílio Santiago
“Nosso Samba Tá Na Rua”, Beth Carvalho
“Duas Faces Ao Vivo Na Mangueira”, Alcione

Melhor álbum de MPB
“Especial Ivete, Gil e Caetano”, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo
“Elo”, Maria Rita
“Raiz”, Leila Pinheiro
“O Que Você Quer Saber de Verdade”, Marisa Monte
“Amorágio”, Ivan Lins
“João Bosco 40 Anos Depois”, João Bosco
“Oásis de Bethânia”, Maria Bethânia

Melhor canção
“Querido Diário”, Chico Buarque (Chico Buarque)
“Amor É pra Quem Ama”, Lenine (Lenine e Ivan Santos)
“Ainda Bem”, Marisa Monte (Arnaldo Antunes e Marisa Monte)
“Ai Se Eu Te Pego”, Michel Teló (Antonio Dyggs e Sharon Axé Moi)
“A Doida”, Seu Jorge (Pretinho da Serrinha, Leandro Fab e Seu Jorge)

Melhor álbum de sertanejo
“Amor de Alma”, Victor & Leo
“Na Balada”, Michel Teló
“Quando Chega a Noite”, Luan Santana
“Meus Encantos”, Paula Fernandes
“Acústico Na Ópera de Arame”, Fernando & Sorocaba
“Pra Ser Feliz”, Daniel
“Chitãozinho & Xororó – 40 Anos – Sinfônico”, Chitãozinho & Xororó

Melhor álbum de raiz
“Canibália – Ritmos Do Brasil (Ao Vivo)”, Daniela Mercury
“Jammil Na Real”, Jammil
“Iluminado”, Dominguinhos
“Forró Chorado”, Oswaldinho do Acordeon
“Treme”, Gaby Amarantos

Fonte: UOL

Site pretende divulgar artistas independentes

Com o objetivo de divulgar novos talentos da música brasileira, o site http://www.vitrinedesucessos.com.br irá começar a divulgar inúmeros artistas independentes, sejam eles músicos, bailarinos, artistas cênicos ou DJs, a partir de outubro.

Para celebrar esta iniciativa, haverá o lançamento do portal no dia 10 de outubro, às 21h na Boogie Disco (Rua Alvorada, 515, Vila Olímpia – São Paulo). O evento terá a participação de vários artistas, como Renata Pizi e Sergio Bello, Grupo Rá Dança do Ventre e Folclore, Grupo SP5, Banda Old School, entre outros.

Fonte: Backstage

Filme sobre o CBGB será lançado em 2013

Relíquia do passado de Nova York, o clube CBGB e peças históricas que faziam parte do bar, da parede e até do banheiro do local serão reunidas na telona no ano que vem no filme que os produtores afirmaram ter terminado de fazer em agosto.

Quarenta anos após o local abrir as portas no Lower East Side da Big Apple, o escritor Jody Savin e o diretor Randall Miller do estúdio Unclaimed Freight Productions disseram à Rolling Stone EUA que estão editando um material de 100 minutos. Eles contarão a história de como Hilly Kristal, que será interpretado por Alan Rickman, ofereceu o estabelecimento para grupos como os Ramones, Patti Smith Group e Talking Heads tocarem. Em 1974, o Television se tornou o primeiro conjunto a tocar no CBGB e fez apresentações em todos os domingos nos anos que antecederam a gravação do álbum Marquee Moon. O clube fechou em 2006.

O filme receberá o nome de CBGB e foi rodado em diversas lugares, entre eles uma locação na Georgia, em Manhattan e em uma fazenda de Kristal em Nova Jersey. O elenco inclui músicos como o baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins, que irá interpretar Iggy Pop.

Para fazer o filme, Savin e Miller recorreram exaustivamente a frequentadores que puderam narrar um pouco das lembranças que tinham do local. Músicos que se apresentaram no palco do CBGB como Tom Verlaine, do Television, também foram entrevistados.

“É a história de Hilly e de como ele basicamente catalisou uma gigantesca mudança na música. E ele não tinha a intenção de fazer isso inicialmente, mas se tornou uma espécie de padrinho do punk e do rock underground”, disse Miller.

Produzido com menos de US$ 10 milhões, CBGB também contará, como não poderia deixar de ser, com uma trilha com mais de 40 músicas, que Savin afirma não estar fechada porque “algumas bandas coperam mais do que outras”.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Filme que representará o Brasil no Oscar 2013 será escolhido quinta-feira

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), recebeu 16 inscrições de filmes de longa-metragem que vão concorrer à seleção para a indicação brasileira ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro na 85ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences – Oscar 2013.

A indicação será feita por Comissão Especial de Seleção, composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana; Ana Luiza Azevedo; Andre Sturm; Carlos Eduardo Rodrigues; Flávio Tambellini; George Torquato Firmeza; José Geraldo Couto; e Lauro Escorel.

A comissão se reunirá na próxima quinta-feira (20/9), às 10h, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, para anunciar o filme selecionado.

Confira as produções inscritas e os respectivos diretores:

À Beira do Caminho (Breno Silveira)
Billi Pig (José Eduardo Belmonte)
Capitães da Areia (Cecília Amado)
Colegas (Marcelo Galvão)
Corações Sujos (Vicente Amorim)
Dois Coelhos (Afonso Poyart)
Heleno (José Henrique Fonseca)
Elvis & Madona (Marcelo Laffite)
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas (Julia Murat)
Luz Nas Trevas (Helena Ignez e Icaro Martins)
Menos Que Nada (Carlos Gerbase)
Meu País (André Ristum)
O Carteiro (Reginaldo Faria)
O Palhaço (Selton Mello)
Paraísos Artificiais (Marcos Prado)
Xingu (Cao Hamburger)

*Com informações do site do Ministério da Cultura

Fonte: Cultura e Mercado

Música & cinema: canções que viraram hits por causa de filmes

Existem algumas músicas batidas, manjadas e executadas à exaustão que devem todo esse hype à outro tipo de arte, o cinema. Sabe quando começam os primeiros acordes de certa canção na rádio e na hora todo mundo associa a um filme? Como ouvir “My Heart Will Go On” sem lembrar do romance entre Rose e Jack em Titanic? E escutar “Unchained Melody” sem lembrar com saudade de Patrick Swayze? A seguir, dez exemplos de músicas intimamente associadas à trilhas sonoras.

“Take My Breath Away” e Top Gun – Ases Indomáveis – A trilha de Top Gun – Ases Indomáveis como um todo foi um sucesso. É até hoje uma das mais populares, já recebeu nove discos de platina. Mas foi com “Take My Breath Away” que o filme venceu o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Canção Original. A composição de Giorgio Moroder e Tom Whitlock foi interpretada pela banda Berlin.

“Mrs. Robinson” e A Primeira Noite de um Homem – Anne Bancroft e suas pernas em formato de triângulo são um marco do cinema, assim como a frase “Sra. Robinson, você está tentando me seduzir”. Mas acima de tudo, a canção de Simon & Garfunkel se tornou uma referência quando o assunto são trilhas de destaque. Quando foi lançada como single em 1968, chegou ao primeiro lugar da parada Billboard Hot 100, nos Estados Unidos, e ainda ajudou a dupla a ganhar o Grammy de Melhor Disco do Ano, em 1969. A faixa estava sendo composta por Simon para contar a história de Mrs. Roosevelt e a princípio não tinha nada a ver com a produção. Mas acabou se adaptando para se tornar o hino da Mrs. Robinson de Bancroft. Ficou para sempre associada à mulheres mais velhas que seduzem rapazes mais jovens.

“Unchained Melody” e Ghost – Do Outro Lado da Vida – O filme narra um romance muito forte, que supera os limites do corpo e do plano físico. De forma que a trilha, assinada por Maurice Jarre, abusou das letras melosas e de um instrumento intimamente associado ao romance, o saxofone. Mas “Unchained Melody”, em especial, se destacou nessa trilha açucarada. A canção é de Alex North e a letra de Hy Zaret, mas a versão popular e usada no filme é dos Righteous Brothers. Relembre a famosa cena protagonizada por Patrick Swayze (Sam), Demi Moore (Molly), a canção e o torno.

“I Got You Babe” e Feitiço do Tempo – Nesse cult de 1993 protagonizado por Bill Murray, o mal-humorado Phil é condenado a despertar todas as manhãs ao som de Sonny & Cher, mais especificamente “I Got You Babe”. Aliás, tudo que ele ouve diariamente é um trecho da música, que é interrompida pelo locutor da rádio para que ele comente sobre o frio que vai fazer naquele 2 de fevereiro. O desafio é terminar de ver o filme sem ficar com aquele pedaço da canção na cabeça. Ou ouvir a música em outro contexto e não refletir a respeito do tempo, a vida e a rotina.

“My Heart Will Go On” e Titanic – Chegou um momento nos anos de 1997/1998 que mesmo quem era fã de Celine Dion não aguentava mais ouvir a música. O sucesso do filme de James Cameron, protagonizado pelo casal Kate Winslet (Rose) e Leonardo DiCaprio (Jack) fez da música tema dos pombinhos trágicos o maior hit de Celine, um dos singles mais vendidos de todos os tempos e o single mais vendido de 1998. Isso porque a música começou somente como um tema instrumental para o longa. Depois, se transformou em uma versão com letra feita apenas para os créditos finais – e a princípio nem Celine queria gravar, nem Cameron queria usar! No fim, acabou se tornando uma das músicas mais conhecidas da década.

“Oh, Pretty Woman” e Uma Linda Mulher – O nome da música inspirou o título do fime (Pretty Woman, no original, em inglês). Não tinha como uma coisa não ficar diretamente associada à outra. A faixa de 1964 já era um sucesso de Roy Orbinson e experimentou um revival em 1990 com o lançamento do longa protagonizado por Julia Roberts e Richard Gere. Na trama, ela é uma prostituta e, ele, um homem de negócios bem-sucedido. O encontro dos dois muda a vida de ambos.

“My Girl” e Meu Primeiro Amor – A canção do Temptations caiu como uma luva para essa comédia romântica juvenil protagonizada por Anna Chlumsky, Macaulay Culkin, Jamie Lee Curtis e Dan Aykroyd. Aliás, esse é mais um caso em que a canção principal da trilha dá nome ao filme (My Girl, em inglês).

“Can’t Take My Eyes Off You” e 10 Coisas que Eu Odeio em Você – Heath Ledger, Julia Stiles e Joseph Gordon-Levitt ainda muito jovens protagonizam essa comédia romântica teen de muito sucesso em 1999 – uma reinterpretação da história de A Megera Domada, de Shakespeare. Uma das cenas mais marcantes é a que tem o já falecido Ledger cantando para sua amada “Can’t Take My Eyes Off You”, de Frankie Valli, popular na voz de Gloria Gaynor. A trilha como um todo acabou sendo um hit, trazendo bandas que fizeram muito sucesso naquela década, como Letters to Cleo, Save Ferris e Semisonic.

“Anyone Else But You” e Juno – Juno foi o hit indie de 2008 e apresentou ao mundo a atriz Ellen Page e a roteirista Diablo Cody. Depois que passou o hype do filme, porém, a cena final dele continuou sendo exibida por muitos meses. Nela, Juno e Paulie (Michael Cera) cantam uma versão de “Anyone Else But You”, do Moldy Peaches, que viu sua carreira crescer novamente depois do lançamento filme.

“You Can Leave Your Hat On” e 9 1/2 Semanas de Amor – Composta por Randy Newman e gravada por ele para o disco de 1972 Sail Away. Porém, se tornou um hit de verdade na voz de Joe Cocker, quando sonorizou o filme de 1986 de Adrian Lyne durante uma famosa cena de striptease.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Com três museus dedicados à moda, Florença é opção de viagem para fashionistas

por Claudia Silveira

A cidade italiana de Florença, na região da Toscana, é conhecida como o berço do Renascimento, mas poderia também ser chamada de capital da moda e da sua história. Três grandes museus com um acervo de roupas e acessórios de valor inestimável se instalaram neste importante destino turístico italiano.

O mais novo deles é o Gucci Museo, que se destaca pelos acessórios icônicos da marca e que completará um ano em atividade no final de setembro. O Museu Salvatore Ferragamo tem um acervo de mais de 10 mil modelos de sapatos criados pela casa desde os anos 1920, início da carreira do fundador que dá nome à instituição. A Galleria del Costume é o espaço mais histórico de todos. São cerca de 6 mil peças de roupa e acessórios que contam o rico passado do vestuário do século 16 até o século 20. Segundo o próprio museu, este é o único na Itália dedicado inteiramente à história da moda.

Quem está a passeio por Florença consegue visitar os três museus em um único dia. Por estarem a menos de 1 km de distância um do outro, é possível ir a pé, com uma pausa para compras, refeições e um indispensável gelato, o sorvete típico inventado na cidade.

De acordo com a pesquisadora Maria Claudia Bonadio, professora do curso de pós-graduação em moda no Senac-SP, um museu dedicado ao segmento é válido para quem é entusiasta do tema e para turistas em geral, não apenas para estudantes ou para quem trabalha na área. “A moda no museu é importante, porque é o registro de trabalhos primorosos, técnicas e feitios”, afirma.

No caso de Florença, os três museus concentram em seu acervo criações primorosas genuinamente italianas, o que dá ao visitante uma ideia da extrema habilidade, pioneirismo e criatividade dos costureiros e artesãos desse país. A valorização da moda nacional em Florença, no entanto, vem de várias décadas atrás. Foi na cidade que, em 12 de fevereiro de 1951, ocorreu a primeira série de desfiles que lançaria a semente do que se transformou na atual semana de moda italiana.

Décadas depois, Florença se mantém como cidade onde se respira moda e, sobretudo, a história da moda. Saiba, abaixo, o que cada museu reserva ao visitante.

Galleria del Costume

A Galleria del Costume fica em um dos prédios do complexo de museus que ocupam o gigante Palazzo Pitti. Atualmente, a galeria abriga a exposição “Moda: um mundo de semelhanças e diferenças”, cujo ponto de partida é o que há em comum entre o estilo das roupas do passado – sobretudo do século 18 – e a moda do século 20. O ponto forte da exposição são as vitrines que colocam lado a lado roupas de épocas bem diferentes, mas com semelhanças visíveis.

Dá para olhar tudo de perto, visualizar em 360° e observar a extrema habilidade na confecção que fez do “Made in Italy” sinônimo de qualidade. Vale observar também a arquitetura do prédio e a decoração das salas, incluindo móveis e quadros, já que tudo ali é peça histórica.

O tema das exposições da Galleria del Costume é trocado a cada dois anos para que a rotatividade das peças ajude a conservá-las. Em uma das salas, no entanto, o acervo não muda. É onde ficam as roupas com que um casal da nobreza italiana e seu filho foram enterrados no século 16. Apesar do aspecto fúnebre da exposição e de as peças terem sofrido decomposição devido ao tempo, o material é considerado uma importante relíquia e tem forte conteúdo histórico. Os paineis informativos descrevem o longo processo de recuperação de cada peça.

A Galeria del Costume tem ainda uma programação especial, com exposições temporárias e compactas, que podem abordar desde uma coleção particular com mais de mil gravatas até o vestuário dos índios que povoaram os Estados Unidos.

A dica para quem visitar o museu é comprar o catálogo da exposição (11 euros) na loja que fica logo na entrada da galeria e passear pelas salas já com ele em mãos. Além de contar um pouco da história do museu e dar detalhes da exibição, o catálogo tem um útil mapa na contracapa e descrições minuciosas das peças expostas. É mais informativo do que as plaquetas que identificam as peças de cada vitrine.

:: Serviço ::
Onde: Piazza Pitti 1, Florença
Quando: diariamente, das 8h15 às 16h30 (de novembro a março); das 8h15 às 17h30 (março); das 8h15 às 18h30 (abril, maio, setembro e outubro); das 8h15 às 17h30 (outubro, a partir do fim do horário de verão); das 8h15 às 18h50 (de junho a agosto). Fechado na primeira e última segunda-feira de cada mês, no dia 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro.
Quanto: 7 euros (o preço pode variar de acordo com a quantidade de museus a ser visitado dentro do Palazzo Pitti)
Informações: +39 055 294883 ou no site oficial

Gucci Museo

A criação do Gucci Museo fez parte das comemorações dos 90 anos da grife italiana, celebrados em setembro de 2011. O que o museu faz é contar essas nove décadas de rica história por meio de peças que ajudaram a definir a identidade da marca e ainda a colocaram no restrito grupo de grifes de luxo, sendo Florença a cidade onde tudo começou.

A exposição é permanente e começa a viagem no tempo com as malas e maletas, entre outros artigos de viagem que conquistaram o “jet-set” internacional e ajudaram a Gucci a alcançar a fama a partir dos anos 1950. Poucos sabem que as primeiras coleções de Guccio Gucci foram inspiradas nos hóspedes do Savoy Hotel de Londres, onde o estilista trabalhou como porteiro.

Nos andares superiores, o visitante passeia por outros temas e ícones da marca. O “Flora world” faz um resgate da série de itens que receberam a icônica estampa de flores. Bolsas, roupas, joias e até artigos esportivos também são usados para contar a história da Gucci. Destaque para o espaço “Logomania”, que conta a evolução do monograma GG.

Nos seus 1,7 mil m² de história, o Gucci Museo abriga ainda o Contemporary Art Space, sala dedicada a trabalhos de arte contemporânea, um café, uma livraria recheada de títulos sobre moda e arte e ainda a Icon Store, loja onde estão à venda peças exclusivas da Icon Collection, incluindo bolsas como a New Jackie e a New Bamboo, além do mocassim Horsebit e do lenço Flora. As peças são confeccionadas em cores e detalhes exclusivos para o Gucci Museo.

:: Serviço ::
Onde: Piazza della Signoria, 10, Florença
Quando: diariamente, das 10h às 20h (museu e Icon Store); das 10h às 23h (livraria); e das 8h à 0h (café). Fechado nos dias 25 de dezembro, 1º de janeiro e 15 de agosto.
Quanto: 6 euros (50% do valor de cada entrada é usado para ajudar na restauração dos tesouros artísticos de Florença).
Informações: +39 055 759233027 ou no site oficial

Museu Salvatore Ferragamo

O acervo do Museu Salvatore Ferragamo conta não apenas a história da marca, mas também faz uma retrospectiva dos sapatos que conquistaram as mulheres elegantes do século 20, incluindo estrelas de Hollywood, como Greta Garbo e Audrey Hepburn, e figuras políticas como Evita Perón e Margaret Thatcher.

O museu ocupa o subsolo de um prédio medieval construído no início do século 13 e se destaca pelo capricho com que exibe e contextualiza suas exposições. É um poço de inspiração para aspirantes a designer de sapatos e um parque de diversões para os apaixonados pela arte de se fazer um calçado.

O que o museu tenta destacar a cada exposição é a habilidade artística do designer Salvatore Ferragamo ao escolher cores, técnicas e materiais inéditos para a confecção de novos modelos. O centro das atenções, no entanto, muda quando o museu faz uma homenagem a alguma celebridade, como é o caso da exposição atual, “Marilyn”.

Até o dia 28 de janeiro do próximo ano, o visitante poderá conferir, além de sapatos da marca, vestidos e acessórios que pertenceram à diva do cinema Marilyn Monroe. A exposição é uma homenagem aos 50 anos de morte da atriz, completos em 2012.

De acordo com Stefania Ricci, diretora do museu, a escolha de cada novo tema depende de vários aspectos. “Pode ser ‘algo no ar’, um sentimento, uma ideia, uma intuição. Pode ser a sugestão de um especialista”, enumera. “Isso leva um tempo. Nós precisamos fazer várias reuniões de ‘brainstorming’. ‘Marilyn’ levou cerca de dois anos”, completa a diretora.

E para quem acha que museu de moda é coisa de fashionista, Stefania Ricci faz o convite: “O Salvatore Ferragamo é um museu real, é um importante ponto de referência cultural em Florença. É uma instituição que dá as boas-vindas a qualquer tipo de visitante.”

:: Serviço ::
Onde: Piazza Santa Trinita, 5, Florença
Quando: de quarta a segunda-feira, das 10h às 18h. Em agosto, o museu fecha aos domingos.
Quanto: 5 euros.
Informações: +39 055 3562455 ou no site oficial

Fonte: UOL

Maná confirma quatro shows no Brasil em outubro e novembro

Quase um ano depois, o Maná voltará ao Brasil para quatro apresentações em capitais brasileiras. O grupo de pop rock mexicano passará por Rio de Janeiro (23/10), São Paulo (26/10), Belo Horizonte (28/10) e Porto Alegre (1/11).

Clientes dos cartões Citi, Credicard e Diners poderão adquirir os ingressos da pré-venda entre os dias 11 e 17 de setembro no Rio e em São Paulo. Nesses dois lugares, a venda normal se iniciará no dia 18. Para os fãs de Belo Horizonte e Porto Alegre, os bilhetes poderão ser comprados pelo público em geral já no dia 11 de setembro.

A banda liderada pelo cabeludo Fher Olvera esteve por aqui em 2008 e voltou em 2011, na turnê do disco Drama Y Luz, para uma apresentação no Rock in Rio (leia aqui) na noite fechada pelo grupo inglês Coldplay.

Embalados por músicas nas telenovelas, os mexicanos conseguiram fazer algum sucesso no Brasil, abusando de letras com forte apelo romântico e dramático, como “Corazón Espinado”, “Vivir Sin Aire” e “Labios Compartidos”.

Rio de Janeiro
Dia 23 de outubro, às 21h30
Citibank Hall – Av. Ayrton Senna, 3.000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca
Informações: 4003-5588
Preços: De R$ 180 a R$ 400
Vendas: Na bilheteria ou no site http://www.ticketsforfun.com.br

São Paulo
Dia 26 de outubro, às 22h
Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro
Informações: 4003-5588
Preços: De R$ 80 a R$ 450
Vendas: Na bilheteria ou no site http://www.ticketsforfun.com.br

Belo Horizonte
Dia 28 de outubro, às 20h
Chevrolet Hall – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi
Informações: 4003-5588
Preços: De R$ 80 a R$ 200
Vendas: Na bilheteria ou no site http://www.ticketsforfun.com.br

Porto Alegre
1o de novembro, às 22h
Pepsi On Stage – Av. Severo Dulius, 1995 – São João
Informações: 4003-5588
Preços: De R$ 140 a R$ 200
Vendas: Multisom (Rua dos Andradas, 1001 – Centro) ou no site site http://www.ticketsforfun.com.br

Fonte: Rolling Stone Brasil

Mulher Maravilha deve voltar para a telinha, é o que dizem

por Madaleine Davies

Boas novas para os fãs de super-heróis — Mulher Maravilha, com seu laço da verdade e seus reluzentes cabelos castanhos, pode muito bem estar voltando para a tela da tevê a bordo de seu avião invisível. O canal CW está finalizando os detalhes de um possível piloto do programa que, ao invés de focar na heroína como uma combatente do mal, vai explorar suas origens e dilemas ao descobrir seus poderes (tipo um Clark Kent em Smallville, mas com peitos).

O roteiro, segundo o Vulture, está sendo escrito por Allan Heinberg (que já escreveu episódios do The O.C. e de Grey’s Anatomy, bem como a série de livros Jovens Vingadores) sob o título de Amazon —mas a ideia de relançar as aventuras da Mulher Maravilha já teve alguns alarmes falsos. No ano passado, a NBC recusou a transmitir o piloto de David E. Kelley para a série, estrelada por Adrianne Palicki, a Tyra de Friday Night Lights.

The CW Is Developing a Wonder Woman Origins Series [Vulture]

Fonte: Jezebel

Festival com artesanato, culinária e dança dura dez dias em SP

A próxima edição do Revelando São Paulo começa em 14 de setembro, às 9h, no Parque Vila Guilherme-Trote (zona norte de São Paulo). A entrada é gratuita.

urante dez dias, os visitantes poderão contar com uma programação variada, que inclui folias de reis, congadas, orquestras de violas, corridas de cavalhadas e festival de bonecos de ruas.

Haverá no local 120 espaços de artesanato, 90 de culinária, espaço indígena, tendas ciganas, rodas de sanfoneiros e violeiros, e o rancho tropeiro, onde o público poderá conferir como a farinha de mandioca é produzida artesanalmente.

É possível ainda se sentir no campo no espaço Fazendinha, com cerca de 200 animais, como cavalos, bois, búfalos, porcos, cabras, galinhas e mulas. Os visitantes poderão passear de charretes e carros de bois.

O evento promove também manifestações de vários segmentos religiosos e apresentações de danças folclóricas de grupos de imigrantes da Itália, Alemanha, Japão e Bolívia.

No ano passado, o evento recebeu um público de 1 milhão de pessoas.

Confira a programação completa no site do Revelando São Paulo.

Revelando São Paulo – Parque Vila Guilherme-Trote e Mart Center – av. Nadir Dias de Figueiredo s/nº, Vila Guilherme, zona norte, São Paulo, SP. Abertura: 14/9. Até 23/9. Seg. a dom.: 9h às 21h. Livre.

Fonte: Guia Folha

Blog Stats

  • 167.044 hits