Coxinhas na área vip

Texto genial publicado no site da Época me fez compreender o motivo pelo qual ando me sentindo tão deslocada em grandes shows nos últimos tempos… não vou “montada” pro show, vou pela música e não usar a presença no evento como forma diferenciação!

por Luís Antonio Giron*

O público de shows está se alterando, em especial o de espetáculos de rock e pop em espaços abertos. As mudanças podem ser observadas nas atitudes, na gestualidade e no estilo, na forma de falar e de cantar. No último show da banda californiana Maroon 5, na Arena Anhembi em São Paulo, no domingo, dia 26 de agosto, não foi diferente. Como a cada evento surge uma novidade no âmbito do comportamento, são perceptíveis agora algumas inovações bizarras dignas de nota. O público, predominantemente jovem, anda mais antipático e exibicionista do que jamais pude testemunhar em 30 anos de cobertura de espetáculos desse tipo. Os frequentadores de hoje comparecem mais para ser conhecidos do que conhecer, mais para brilhar do que para ver o espetáculo. A interação com os artistas deu lugar à ostentação, a espontaneidade ao exibicionismo. Os novos espectadores São muito diferentes dos que já passaram. Gostaria de explicar por que essas mudanças ocorrem, e em que elas alteram a própria maneira de praticar e compreender a arte.

Antes de mais, um naco de reflexão. O público é histórico. Tem data e local. Varia de acordo com as mudanças de anseios, sonhos, sensibilidade e interesse em determinados temas ou aspectos da realidade, da tecnologia e da arte disponíveis no momento. Lembro-me de que, três décadas atrás no Brasil, havia uma fome terrível de conhecimento. O interesse crescia na razão inversa da oferta de espetáculos. Eram os anos 80, quase nenhum talento internacional ousava se apresentar no Brasil. E, quando o fazia, como a banda Queen, em 1981, a reação era apaixonada. Eu me recordo de ver o Morumbi na penumbra, iluminado pelos isqueiros e fósforos, a celebrar Freddie Mercury e banda, em um tempo em que não havia telões. Os jovens se encontravam para escutar um LP de vinil do Queen ou do Pink Floyd de cabo a rabo, sem dizer nada. Eram descabelados, malvestidos, ingênuos, agressivos, mal sabiam as letras e muito menos entendiam inglês muito bem. Acampavam na frente do estádio para sonhar com alguma utopia que o rock ainda poderia trazer.

Claro que não trouxe a utopia, e, ao longo da “década perdida” – como denominam os economistas os anos 80 no país – a oferta de shows era escassa e o público não sabia se comportar direito. Sabia, sim, vibrar e interagir com as bandas. Lembro de um show dos ingleses do Echo & the Bunnymen em 1985, quando a plateia suplicava pelos tênis dos músicos – e eles acabaram jogando os tênis que tinham nos pés sobre uma turba enlouquecida. Vigoravam pobreza e falta de informação. Se ir a shows podia ser divertido, também oferecia seus perigos. Como quando os punks e os carecas do ABC brigaram no extinto Palace em São Paulo quando por aqui passaram a banda americana The Ramones. Ninguém saiu ileso da pancadaria. Meninos e meninas riam das roupas sujas e molhadas. Os discos dos Ramones eram raros, todos os discos eram caros, mais ainda os importados. Ninguém pensava em YouTube.

Os anos 90 representaram a abertura econômica e cultural do Brasil para o mundo, apesar de tudo. E foi possível viajar, comprar discos, veio a MTV e um pouco de sofisticação. Um pouco. As roupas jovens não passavam de uma imitação barata das que os grandes centros exibiam. E os festivais que começaram a acontecer com mais freqeência traziam astros em fim de carreira, ou quase. No Rock in Rio de 1991 no Maracanã, lembro de um público largado, dançando ao som da banda inglesa Happy Mondays. Sob chuva, as garotas não temiam desmanchar a escova ou a chapinha – até porque não faziam. E tinha gente que ousava se despir completamente na frente do palco. A era grunge e das raves estava em alta. Começaram a aparecer telões nos estádios. E as pessoas se juntavam em uma desavergonhada maçaroca de desejos. Havia paixão pela música e por discuti-la em grupo. Quem conhecia mais discos e canções era rei. Havia interesse pela música, então o veículo dos anseios juvenis.

Foi assim até a metade dos anos 2000. Mas, com o crescimento econômico, a aparição da internet e a imposição das redes sociais, o comportamento se alterou nos shows de estádio. Com a decadência da Europa e a crise americana, os músicos passaram a ver o Brasil como a Meca da grana. O país tornou-se ponto obrigatório das turnês internacionais. E o público, mimado por todos os astros, já havia viajado, aprendido inglês e adquirido hábitos alinhados com as plateias mundiais. À medida que o gosto se banalizava, aumentava o acesso à informação – e o desinteresse por elaborá-la.

A resultante dos novos tempos foi a aparição da geração coxinha, dos jovens de posses que são tão bem comportados, que são iniciados sexualmente e fumam maconha nos estádios como se fizessem uma lição de casa. Na plateia modelo 2012, as meninas chegam vestidas para matar: de salto alto, minissaia e maquiagem carregada. Os rapazes surgem embriagados e drogados, ostentando grifes da moda e prontos para a azaração. Até aí não difere tanto dos públicos do passado, salvo pela qualidade das roupas e dos acessórios. O consumo de artigos de luxo nunca foi tão disseminado. Quase todo mundo carrega smartphones, correntes de ouro, brincos e relógios luxuosos. A ostentação ao ar livre muito se deve à implantação das áreas vip. Trata-se de uma situação escandalosa, pois encena a luta de classes nas arenas antes devotadas à igualdade proposta pela música pop. Na Arena Anhembi aconteceram muitos assaltos – e me surpreende não ter ocorrido um motim dos menos favorecidos, separados do palco por uma constrangedora cerca. Por isso, minha descrição é do público que pode ver um espetáculo de forma adequada – ou seja, na atual situação, aquele que paga para figurar nas áreas vip. Os excluídos que se acotovelam nos setores normais não podem ter nem o direito de dizer que assistiram ao show. Estão sendo enganados e, ainda assim, conseguem se divertir.

Mas voltemos aos que se divertem de fato, os coxinhas das áreas vip. Com tantas inovações e privilégios, a plateia se transformou em palco. O exibicionismo dos jovens é tão grande que ofusca o brilho das atrações do palco. Na realidade, os coxinhas parecem ir aos estádios pura e simplesmente pelo evento social. Eles gravam nos celulares sequências inteiras do espetáculo, quando não o show completo, para depois postar nos seus canais privados no YouTube, detalhando o set list. Tiram fotos uns dos outros, ou autofotos, só para postar no Facebook e no Twitter – imagens que ninguém quer ou vai ver.

A maioria não presta atenção ao que se passa no palco: enquanto canta as letras decoradas mecanicamente, ensaia passos de dança, olha para os lados, namora e envia torpedos. O sujeito da plateia se acha astro, mas a única pessoas que está prestando atenção nele é ele próprio. Todo mundo se mira na câmera frontal de seus celulares. Isso faz lembrar o teatro do narcisismo em sua quintessência: o novo lago, o novo espelho fixa e eterniza a imagem da volúpia egocêntrica. Desse modo, a cultura das celebridades na verdade rebaixa os artistas à condição de objeto de deboche. Adam Levine, o elétrico vocalista do Maroon 5, era alvo de gritos e camisetas como quem fosse linchado por adolescentes mais interessados no corpo dele do que na música que cantava. O público se afigura mais onanista, desatento e desmemoriado do que nunca. Como a música corre hoje feito água gratuita pelos encanamentos da internet, ninguém dá mais muita bola para ela. Deixou de despertar interesse. Viv’alma se reúne para ouvir um disco inteiro e prestar atenção a sua mensagem. Que álbum resiste ao BitTorrent e à falta de memória do ouvinte? O rock e o pop sofrem uma metamorfose como nenhuma outra forma de música. É como se sua essência fosse condensada ao formato mp3, conspurcada, espoliada – e não restasse mais que ruínas da velha arte da rebelião. A arena da chacina está em cartaz nos shows a céu aberto.

Enfim, o que mudou no público esses anos todos? Ao acompanhar a marcha da civilização, ele certamente trocou a fome de cultura pela congestão das ofertas irrelevantes e a diluição do prazer artístico. O excesso matou a curiosidade, as utopias e a antiga magia da juventude. E principalmente arrancou seu coração. Não posso querer voltar atrás e muito menos culpar os coxinhas por festejar na área vip. Resta-me apenas lamentar por aqueles que anseiam em ser iguais a eles – e são a maioria dos jovens, inclusive os assaltantes de coxinhas.

*Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV (Foto: ÉPOCA)Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV

Fonte: Época

Grupo ‘cura’ calçadas ‘machucadas’ na região da av. Paulista

por Trajano Neto

Numa noite de agosto, buracos nas calçadas da avenida Paulista e das ruas Augusta e Peixoto Gomide (centro de São Paulo) receberam 40 curativos gigantes vermelhos. Eram parecidos aos usados normalmente em machucados, mas de tamanhos proporcionais às irregularidades no chão que pretendiam “curar”.

O ato faz parte de uma pequena intervenção, que recebe o nome de “Curativos Urbanos” e é promovida por um grupo de amigos –cinco deles moradores da cidade e uma sexta pessoa do Rio de Janeiro. “Estamos nos planejando para colocar os curativos no sábado [1º ] e no domingo [2] à tarde na região central de São Paulo. Ainda não temos os endereços definidos porque vamos fazer uma espécie de mapeamento dos buracos da região até sexta-feira [31]. Mas devemos colocar por volta de 50 curativos nos dois dias”, revela Renato Forster, um integrantes da ação.

Duas arquitetas, uma jornalista, uma profissional de relações públicas, uma publicitária e um designer, todos eles com gosto particular pela discussão dos problemas das metrópoles que habitam. Ainda que o escopo do grupo, segundo a publicitária gaúcha Jennifer Heemann, 28, seja analisar a cidade com foco em problemas de grande magnitude –como poluição, transporte público e uso dos espaços públicos–, o coletivo não ignora as possibilidades abertas por gestos menores e mais baratos.

Com pouco mais de R$ 120, gastos em plástico EVA, fita adesiva e cola do tipo super-bonder, os amigos confeccionaram curativos de três medidas diferentes (60 cm x 30 cm, 40 cm x 20 cm e 30 cm x 15 cm). Jennifer diz que, ao aplicá-los junto aos buracos e às rachaduras, o objetivo é chamar a atenção para as dificuldades de locomoção na cidade e, mais do que isso, incluir os próprios pedestres no problema e em sua discussão.

“É uma grande brincadeira com o intuito de levar um pouco de crítica ao dia a dia dos moradores de São Paulo. A cidade é cheia de problemas que são ignorados como se não fossem da importância de ninguém. Queremos que as pessoas também se sintam responsáveis por onde vivem”, ela explica.

A primeira região a passar pelo “tratamento” foi a da Paulista e arredores. Como o local é varrido frequentemente pelos serviços de limpeza, a intervenção resistiu apenas dois dias, mas foi fotografada e filmada pelo grupo. Os resultados dessa e de novas ações –já sendo planejadas para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre–, serão publicados na página do grupo no Facebook.

Fonte: UOL

Que tal levar seu iPhone para tomar banho com você?

Muitas pessoas acham que o momento do banho é o mais sagrado do dia: é hora de relaxar, de curtir uma banheira quentinha, ou de tomar uma ducha refrescante. Mas o pessoal lá no Japão adora deixar tudo mais hi-tech, e para aqueles que adoram se manter conectados, ou são fãs de uma musiquinha tocando durante o banho, existe o Ontama Speaker.

Excêntrico, porém funcional: o gadget protege o seu smartphone ou MP3 player e vem com um alto-falante resistente a água, ou seja: você pode deixá-lo no chão do box do banheiro, do lado da sua banheira ou até mesmo na beirada da piscina.

O recipiente plástico aloja muito bem um gadget com player de músicas e vem com um gancho. Afinal, os projetistas pensaram em tudo, inclusive na possibilidade de pendurá-lo nos porta-toalhas espalhados pelo banheiro.

Apesar de ser uma cápsula resistente a àgua, nós não aconselharíamos colocá-la boiando na banheira ou na piscina, pois o termo “resistente” não é sinônimo de “a prova de”.

São várias cores para você combinar (ou não) com seu dispositivo e o gadget custa aproximadamente 13 dólares na Rakuten. Certamente, você gastará muito mais dinheiro com o frete do Japão ou Coreia para cá que com o alto-falante propriamente dito.

Mas e você, o que achou? Útil ou dispensável?

Fonte: CanalTech

Marcas querem aproximar-se dos clientes por meio do entretenimento

por Raul Perez

O setor de mídia e entretenimento alcançou US$ 1,6 trilhão em 2011 e deve atingir US$ 2,16 trilhões até 2016, número alavancado pelas plataformas digitais, segundo levantamento da PricewaterhouseCoopers (PwC). No Brasil, onde a expansão de uma nova classe econômica e novas regulamentações dos segmentos-chave desse mercado impulsionam ainda mais seu crescimento, grandes empresas intensificam a atenção dada aos investimentos na área, tentando, sobretudo, aproximar seus clientes.

Cristina Duclos, diretora de Imagem e Comunicação da Telefônica Vivo, acredita que investir em entretenimento é também fortalecer os vínculos do público com a marca, criando uma relação mais próxima. “Os eventos também são oportunidades de criar experiências únicas, que transmitam os valores e crenças da marca aos nossos clientes”, explica.

A empresa promove diversos projetos na área, como o Conexão Vivo, mostra itinerante de videoclipes e documentários musicais, e o Vivo Open Air, que exibe lançamentos do cinema em espaços abertos, sempre seguidos de um show ou uma festa. Cristina informa que os eventos são produzidos por agências especializadas sob a supervisão da área de Eventos e Patrocínios da empresa.

“Hoje, o patrocínio faz parte do roteiro de comunicação das empresas, é above the line, porque está na pizza de comunicação”, afirmou em entrevista ao site Meio & Mensagem Sergio Ajzemberg, presidente da produtora Divina Comédia, responsável pela produção do festival de música latina Telefônica Sonidos, que a partir deste ano deve passar a se chamar Vivo Sonidos – resultado da mudança da marca de produtos da empresa, que atingiu os serviços de telefonia fixa, internet e TV por assinatura.

Outra marca conhecida por apostar no modelo de brand content em eventos culturais é a Red Bull. Só neste ano já foram mais de uma dezena, na maior parte voltados à música. Alguns deles tiveram suas primeiras edições nacionais, como o Red Bull House of Art, residência artística que fomenta a produção de jovens artistas locais, e o Red Bull Technostalgia, prova do aumento do interesse da marca no país.

“Os eventos proprietários Red Bull têm a participação de curadores selecionados pela própria Red Bull. São pessoas ligadas às cenas com as quais os eventos conversam e que podem, a partir de sua bagagem profissional e experiência, falar com propriedade sobre o evento em si, sua dinâmica e o contexto no qual a iniciativa em questão está inserida”, informou a empresa à nossa reportagem.

Personalização – De acordo com a matéria “Inovação no setor de entretenimento é chave para atender consumidores exigentes”, do boletim Oportunidade & Negócios, publicado pelo Sebrae em fevereiro deste ano, os consumidores estão mais exigentes quanto à qualidade do serviço e do atendimento. Por causa disso, cinemas, casas de shows, teatros e outros serviços estão procurando personalizar seu trabalho.

“Hoje em dia, o consumidor quer conviver com histórias semelhantes à sua e com um final feliz. Quer ver o cotidiano, as relações autênticas, ser menos invadido e mais incluído na comunicação das marcas”, acredita Flávio Mendes, sócia da Ube Entertainment, empresa especializada em entretenimento para marcas.

Prova desse interesse é um projeto em andamento da empresa que, segundo Flávio, está sendo disputado por diversas marcas pelo sua capacidade de falar com públicos “de todas as classes, ao mesmo tempo, e com linguagens de comunicação distintas com os targets, nos diferentes eventos”. A Ube Entertainment é a responsável por cuidar da captação da Ópera Bayreuth de Richard Wagner, que será trazida ao país pela primeira vez em razão das comemorações do Ano Brasil/Alemanha, em 2013.

Ele conta que essa é apenas a quarta vez que o espetáculo sai do país de origem para ganhar um palco no exterior em um século. “As marcas querem participar de uma forma mais próxima, explorar a oportunidade”, explica ele sobre o interesse das companhias no projeto.

Flávio Mendes apresenta, de 10 a 13 de setembro, o curso Entretenimento, que vai abordar entretenimento clássico, o brand entertainment & branded content, no Brasil e no mundo. Clique aqui para mais informações.

Fonte: Cultura e Mercado

Rolling Stones voltam ao estúdio e aumentam rumores sobre novo álbum Comente

Os Rolling Stones, que comemoram neste ano seu 50º aniversário, voltaram a se reunir para trabalhar em um estúdio parisiense, confirmou o vocalista Mick Jagger, através de sua conta no Twitter.

“Se divertindo em um estúdio em Paris nesta semana”, escreveu o músico em uma mensagem que continha uma fotografia sua no estúdio, sorridente e com uma guitarra na mão.

No início do ano, o guitarrista Keith Richards afirmou que as ‘Satânicas Majestades’ entrariam em turnê, provavelmente em 2013, e que os quatro integrantes da banda aproveitariam a inauguração, em julho, de uma exposição fotográfica sobre seus cinquenta anos de história para materializar o encontro. Com isso, aumentam os indícios de estar acontecendo a gravação de um novo álbum.

A última turnê da banda foi “A Bigger Bang Tour”, entre 2005 e 2007, no qual apresentaram o seu último álbum de estúdio, “A Bigger Bang”, lançado em 2005. Durante a turnê, Os Rolling Stones se apresentaram no Brasil, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2006.

Fonte: UOL

Arnaldo Antunes e Charles Gavin farão show com os Titãs

Os Titãs completam 30 anos de carreira em 2012, e continuam celebrando o aniversário com eventos especiais. Agora, a banda paulistana anunciou um show que contará com a participação de dois de seus ex-integrantes originais, Arnaldo Antunes e Charles Gavin. A apresentação acontecerá no dia 6 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo. Nando Reis, outro membro que não faz mais parte do grupo, não irá participar da reunião.

Recentemente, os Titãs fizeram shows com o repertório do clássico disco Cabeça Dinossauro, mas no Espaço das Américas o set list irá contar com sucessos de toda a carreira.

Os ingressos já estão à venda pelo site da Ticket 360, e custam R$ 120 (pista) e R$ 200 (pista Premium), com opção de meia entrada.

Titãs 30 anos em São Paulo
Sábado, 6 de outubro, às 22h30 (abertura da casa às 20h30)
Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Ingressos: R$ 120 (pista 1º lote) e R$ 200 (pista premium 1º lote)
Informações e vendas de ingressos on-line: www.ticket360.com.br

Fonte: Rolling Stone Brasil

Produtora gaúcha confirma shows do Coldplay no Brasil em 2013

A NewFever Produtora, de , confirmou na noite desta terça-feira (14/08) cinco apresentações do no em 2013. De acordo com uma postagem no Facebook da produtora, a banda de Chris Martin & cia estaria acertada para tocar por aqui no , e Porto Alegre entre os meses de fevereiro e março. Rumores que a banda britânica do hit “Paradise” voltaria ao Brasil no ano que vem já circulam há algum tempo na web, porém, nenhum comunicado oficial foi feito pela banda até o momento.

Confira abaixo as datas divulgadas pela NewFever:

28 February 2013 – Estadio Do Engenhao, Rio De Janeiro, Brazil
2 March 2013 – Estadio Do Morumbi, Sao Paulo, Brazil
7 March 2013 – Arena Do Gremio, Porto Alegre, Brazil
9 March 2013 – Estadio Ciudad De La Plata, Buenos Aires, Argentina
12 March 2013 – Estadio Centenario, Montevideo, Uruguay
14 March 2013 – Estadio Nacional, Nunoa, Santiago, Chile

Fonte: Rockline

Funarte lança edital do Prêmio de Música Brasileira

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou edital para o Prêmio Funarte de Música Brasileira, com abrangência nacional.

Pessoas físicas (produtores e artistas) ou jurídicas (instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, de natureza artística e/ou cultural) poderão participar, inscrevendo-se até o dia 4 de outubro.

Serão selecionados projetos de composição, arranjos, shows, discos, vídeos, sites, publicações, pesquisas, seminários, debates e cursos, entre outras ações. As propostas podem ser relacionadas à criação, produção, distribuição e circulação de música.

O programa terá R$ 3,397 milhões disponibilizados pelo Fundo Nacional de Cultura. Os prêmios serão de R$ 30 mil a R$ 200 mil.

Clique aqui para mais informações.

*Com informações do site da Funarte

Fonte: Cultura e Mercado

Produtores de “Chicago” e “Hairspray” serão responsáveis pela cerimônia do Oscar 2013

O presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas Hawk Koch anunciou nesta quinta-feira (23) que Craig Zadan e Neil Meron serão os produtores da 85ª edição do Oscar.

A premiação da Academia será realizada em 24 de fevereiro de 2013, em Los Angeles.

“Craig e Neil são inovadores que trazem uma perspectiva única ao show do Oscar”, disse Koch em comunicado à imprensa. “O enorme talento coletivo deles, junto com seu amor por filmes, serve ao nosso show perfeitamente”.

Zadan e Meron produziram juntos filmes como “Hairspray” (2007) e “Chicago” (2002), e séries como “Smash” e “Drop Dead Diva”. Seus trabalhos receberam 73 indicações ao Emmy, 12 ao Tony e sete ao Grammy.

“Estamos muito animados de colaborar com Hawk e todos da Academia para produzir o Oscar desse ano”, afirmaram os produtores em nota oficial. “Esperamos usar nossa experiência em produzir longas-metragens, TV e teatro para trazer algo fresco e especial a essa incrível cerimônia de premiação”.

Fonte: UOL

“Dirty Dancing” comemora 25 anos nesta terça (21); relembre hits e polêmicas do filme

Cena do filme Dirty Dancing

O Brasil conheceu o ritmo quente de “Dirty Dancing” em setembro de 1987, quando o filme chegou aos cinemas nacionais pela primeira vez, mas é nesta terça, 21 de agosto, que o blockbuster oitentista comemora exatamente 25 anos de sua estreia nos Estados Unidos, marcada por hits românticos e a polêmica envolvendo o aborto de uma das personagens.

Em entrevista ao canal CNN exibida nesta segunda, a atriz Jennifer Grey relembrou a época em que atuou no longa no papel da adolescente Frances (Baby) Houseman, quando tinha 27 anos.

“O filme fala sobre a morte da inocência. Filmei dos 27 aos 28 anos e hoje vejo como eu era nova e também como foi a morte da minha inocência”, explica a atriz. Para Grey, esse marco foi um acidente de carro que sofreu com Mathew Broderick, e que matou as duas mulheres do outro automóvel envolvido na batida, dias antes da première do filme em Nova York.

“Esse longa mostra o amadurecimento dessa personagem e a forma alegre como ela vive a vida. Acho que isso é contagiante, e o principal motivo de o filme ainda fazer sucesso depois de 25 anos. As pessoas se identificam com ela”, analisa.

A atriz também lamentou a morte de Patrick Swayze, seu par romântico na trama e que morreu de câncer aos 57 anos, em 2009. “Sempre vi Patrick de uma forma vulnerável, tudo que ele fazia era muito intenso, mas eu sempre consegui ver sua beleza, uma beleza vulnerável que ainda hoje faz com que continuemos sentindo sua falta.”

Em resenha publicada pelo “The New York Times” no mesmo dia de seu lançamento nos Estados Unidos em 1987, o longa protagonizado por Patrick Swayze e Jennifer Grey menciona o fato de as famílias tradicionais americanas acusarem o filme de “encurtar o caminho dos jovens para o inferno”, por causa do tema lascivo da história.

Para o jornal, o filme – que se passa no verão americano de 1963, na colônia de férias Catskill – é “um adeus confortável ao ‘American way of life’ vivido após a morte do presidente Kennedy”. O “adeus” a que se refere o “NYT” é representado no filme pelas cenas em que Swayze – que vive o professor de dança pobretão Johnny Castle – sofre preconceito e é acusado de roubo por ser um empregado do hotel ou pelo amor proibido que vive com a aluna adolescente Frances (Baby) Houseman, papel de Grey.

Baby, por sua vez, também é uma garota à frente de seu tempo e se aventura pelas aulas de dança mesmo com a proibição do pai. Além disso, financia o aborto da amiga Penny, grávida de seu cunhado. Na época em que o filme foi lançado, o aborto tinha sido recém-liberado em algumas cidades americanas, na década de 1970, e por conta disso, o filme teve as cenas cortadas em algumas exibições. Isso depois do roteiro ser negado por diversos estúdios.

“Dirty Dancing” em números 

Escrito por Eleanor Bergstein e dirigido por Emile Ardolino, o filme arrecadou US$ 64 milhões nos Estados Unidos e US$ 214 milhões no mundo todo. Sua trilha sonora ficou no topo da parada da “Billboard” por 18 semanas.

“Dirty Dancing” foi o primeiro longa a ultrapassar a marca de um milhão de vendas em VHS. Uma de suas últimas versões em musical para o teatro, no Canadá, arrecadou US$ 2 milhões só no primeiro dia de estreia, em 2007.

Nos Estados Unidos No mundo Na parada Billboard
US$ 64 milhões US$ 214 milhões 18 semanas no 1º lugar

Remake do longa será produzido até 2014

O sucesso de “Dirty Dancing” motivou a produtora Lionsgate a fazer um remake para o filme, que tem previsão de lançamento para 2014. O roteirista escolhido é Brad Falchuk, responsável pelos episódios da série musical “Glee”. O elenco ainda não foi definido.

Fonte: Uol

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