Música tem papel importante no nosso humor, diz pesquisador

Não se surpreenda se você começar a ouvir música nos corredores de hospitais. Pesquisadores estão descobrindo o poder dos sons sobre o nosso cérebro – para o bem e para o mal – e usando melodias para o tratamento de doenças.

Em entrevista à Galileu, o pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (A cura com a velocidade do som, sem edição brasileira) conta como a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e, por consequência, no nosso sistema imunológico. Na obra, eles ainda sugerem como usar a música em caráter medicinal.

Segundo o pesquisador, é preciso ter a música certa. “As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios que ensinamos no livro, o que chamamos de “marchas” (gears em inglês). Você pode separar as canções de acordo com o andamento, o alcance da frequência e arranjo”, afirma. Confira a explicação e um exemplo de cada uma das marchas citadas pelos autores:

Primeira marcha

“Na primeira, indicamos músicas de até 60 batidas por minuto (bpm), tons graves e arranjos simplificados, geralmente, instrumentais. Música ambiente e new age são exemplos e podem ser usadas para acalmar os ritmos do corpo e reduzir estresse”.

 

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Música tem papel importante no nosso humor, diz pesquisador

As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios

por Redação Galileu
 

Editora Globo

 

Não se surpreenda se você começar a ouvir música nos corredores de hospitais. Pesquisadores estão descobrindo o poder dos sons sobre o nosso cérebro – para o bem e para o mal – e usando melodias para o tratamento de doenças.

Em entrevista à Galileu, o pesquisador Alex Doman, coautor do livro Healing at the speed of sound (A cura com a velocidade do som, sem edição brasileira) conta como a música, o silêncio e o ruído têm papel importante no nosso humor, no desenvolvimento do cérebro e, por consequência, no nosso sistema imunológico. Na obra, eles ainda sugerem como usar a música em caráter medicinal.

Segundo o pesquisador, é preciso ter a música certa. “As pessoas podem montar listas individuais de acordo com 3 princípios que ensinamos no livro, o que chamamos de “marchas” (gears em inglês). Você pode separar as canções de acordo com o andamento, o alcance da frequência e arranjo”, afirma. Confira a explicação e um exemplo de cada uma das marchas citadas pelos autores:

Primeira marcha

“Na primeira, indicamos músicas de até 60 batidas por minuto (bpm), tons graves e arranjos simplificados, geralmente, instrumentais. Música ambiente e new age são exemplos e podem ser usadas para acalmar os ritmos do corpo e reduzir estresse”.

Segunda marcha

“Na marcha 2, são músicas de 60 a 90 bpm, frequências médias e geralmente instrumentais – violões e música barroca, por exemplo. São boas para a concentração”.

Terceira marcha

“A terceira marcha é de músicas acima de 90 bpm e ampla frequência sonora, como no pop, rock e jazz, usadas para aumentar a energia. Dependendo do resultado que você deseja (reduzir estresse, melhorar a concentração ou a performance atlética), você pode montar um playlist tentando atingir esse objetivo”.

Fonte: Galileu

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