Calle 13 lidera indicações para o Grammy Latino

A dupla porto-riquenha Calle 13 recebeu o maior número de indicações para 12ª edição do Grammy Latino. Rene Perez e Eduardo Cabra foram nomeados em 10 categorias, incluindo Gravação do ano, Canção do Ano e Melhor Álbum – disputa que ainda reúne Shakira, Enrique Iglesias, Alex, Jorge y Lena e Franco De Vita. Ricky Martin, Shakira e a banda mexicana Maná também se destacaram na lista e somam três indicações cada.

Entre os brasileiros, a principal atração é a cantora sertaneja Paula Fernandes, que concorre ao prêmio de Melhor Revelação ao lado de Pablo Alborán (Espanha), Max Capote (Uruguai/Argentina), Il Volvo (Itália) e Sie7e (Porto Rico).

Carlinhos Brown foi indicado na categoria ‘Cantautor’ pelo álbum Diminuto. Já a banda mineira Pato Fu concorre em Melhor Álbum Infantil, por Música de Brinquedo.

O Grammy Latino reserva uma categoria só para a música brasileira, divididos nos prêmios Melhor Álbum de Pop, Rock, Samba/Pagode, MPB, Sertanejo e Música Regional, além do prêmio para Melhor Canção. Nesta lista específica, se destacam Ivete Sangalo e Caetano Veloso, com duas indicações cada.

A cerimônia de entrega da 12ª edição do Grammy Latino irá ocorrer em 10 de novembro, em Las Vegas.

Fonte: Território Eldorado

Mimo, o palco da música instrumental

por Antônio do Amaral Rocha, de Olinda
Em sua oitava edição, a Mimo – Mostra Internacional de Música de Olinda, ocorrida de 5 a 11 de setembro em Olinda, Recife e João Pessoa, se mostrou como um dos eventos mais importantes de música instrumental no Brasil. Isso por três razões definitivas: o evento é totalmente gratuito; apresenta contrapartida para a população com workshops e oficinas ministrados por artistas convidados; e, especialmente, porque traz música de primeira qualidade. Esse tripé é enfatizado pela produtora e diretora geral Lu Araujo e André Oliveira, responsável pelo segmento de música de concerto da mostra. A boa qualidade do evento pôde ser sentida em um line-up diversificado, com orquestras do Brasil e da França, além de artistas como Egberto Gismonti, Arrigo Barnabé, Philip Glass, André Mehmari, Hamilton de Holanda, Ballaké Sissoko, Vincent Segal, a banda Gotan Project, Alex Tassel e Arthur Verocai, entre centenas de músicos (450 ao todo). Em sete dias, o evento trouxe uma programação de 26 shows, com uma verba de R$ 1,5 milhão – número relativamente baixo se considerada a extensão do festival.

Quarta-feira, 7
Na última quarta, 7, às 18 horas, a Igreja do Rosário dos Homens Pretos (Olinda) cedeu o seu altar e teve a sua nave lotada para assistir ao show da compositora e pianista Delia Fischer, acompanhada de trio, com um repertório que homenageou Egberto Gismonti. E no mesmo horário, a Parahyba Art Esemble, um eclético coletivo de oito músicos de diversas nacionalidades, tocou suas experimentações na Igreja São João Batista dos Militares, também em Olinda. Logo depois, foi a vez da Igreja do Seminário receber lotação máxima para ouvir o Trio 3-63, liderado pelo percussionista Marcos Suzano, mais o pianista Paulo Braga e a flautista Andrea Ernest Dias, com um repertório todo baseado na obra do genial compositor e maestro Moacir Santos, inclusive com a execução de composições inéditas pesquisadas no seu acervo da Califórnia.

Enquanto isso, em Recife, no Parque Dona Lindu, acontecia o espetáculo do violonista Guinga e trio, com suas refinadas harmonias, acompanhado da Orquestra Sinfônica do Recife. E se isso parecia pouco para uma primeira noite, na Igreja da Sé em Olinda, o espaço nobre da festa, aconteceu a abertura oficial do evento, com a presença do governador Eduardo Campos. Pontualmente às 20h30, o malinense Ballaké Sissoko (kora) e o francês Vincent Segal (violoncelo) executaram um repertório sensível que exigiu do público silêncio absoluto. A kora é um instrumento tradicional de 21 cordas que soa ora como harpa, ora como cítara e necessita de silêncio para ser ouvida. Ballaké executou os seus temas com os olhos fechados o tempo todo e o violoncelo de Vincent proporcionava a cama necessária para a construção da música. Em alguns momentos, o violoncelo quase sugeria um baião. Houve canja de Naná Vasconcelos, que apareceu com um berimbau e deu o caminho para um longo improviso. No bis, o desejado baião deu as caras com a execução de uma versão impressionante de “Asa Branca”. Um extasiado governador Eduardo Campos resumiu à reportagem da Rolling Stone Brasil o que havia acabado de assistir: “Um espetáculo maravilhoso”. E com ele, com certeza, toda a plateia sentiu o mesmo.

Quinta-feira, 8
A programação do dia 8 apresentou Arrigo Barnabé e Paulo Braga na Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos, em Recife. O repertório de Clara Crocodilo, adaptado para um duo de piano, trouxe a fusão de elementos de música erudita e signos da cultura pop, presentes na obra de Arrigo. “Sabor de Veneno”, “Diversões Eletrônicas” e “Orgasmo Total” complementaram o programa. Transgressor foi assistir a estes temas sendo executados dentro de uma igreja. Arrigo, em momento solo, executou algumas valsas que se esforçou para lembrar. O ponto alto do show foi a execução da belíssima valsa “Cidade Oculta”, tema do filme homônimo do cineasta Chico Botelho.

Bastante comentado e pouco conhecido, o compositor e arranjador Arthur Verocai teve a sua oportunidade na mesma noite, na Igreja da Sé, em Olinda. Em entrevista no dia do show, Arthur declarou ter abandonado a carreira de músico popular em 1972 (apesar de já ter temas gravados por estrelas da MPB, como Elis Regina), quando o seu único disco não teve a repercussão que ele esperava. Continuou trabalhando em jingles publicitários, até que décadas depois foi redescoberto pelo grupo de hip-hop norte-americano Little Brother, que sampleou a música “Caboclo” e virou cult nos Estados Unidos. Verocai se disse animado e resolveu ele mesmo recriar os arranjos antigos. Para este show, ele trouxe a banda paulista Projeto Coisa Fina, um conjunto de cordas, o cantor Carlos Dafé e a cantora Clarisse Grova. Visivelmente emocionado, regeu 14 temas, entre eles a conhecida “Na Boca do Sol”, e fez, seguramente, um dos shows mais apreciados de toda a mostra.

O único show em espaço aberto aconteceu também no dia 8. A Praça do Carmo, na região central de Olinda, foi tomada por 30 mil pessoas que assistiram boquiabertas aos arranjos eletrônicos para o tango do multiétnico grupo Gotan Project. O som contagiante transformou a praça numa enorme pista de dança. A melancolia do bandoneón, aliada aos arranjos eletrônicos, foi acompanhada por projeções no palco, com imagens de mulheres sensuais dançando a tradicional música argentina. O Gotan Project faz uso de toda a parafernália sonora, com programações de baixo e teclado, além de piano, violino, guitarra, violão e bandolim, e vocais a cargo da cantora Claudia Pannone. Foi o show mais popular de todo o line-up – até alguns acordes de “Samba de Uma Nota Só” foram executados, em uma tentativa de ganhar a simpatia da multidão.

Sexta-feira, 9
A Mostra continuou na sexta, 9, na Igreja do Mosteiro de São Bento, com o grupo Projeto Coisa Fina, que já havia acompanhado Arthur Verocai no dia anterior. A big band, de 13 integrantes, formada em 1995 e liderada pelo jovem Daniel Nogueira (sax tenor e flauta), trouxe mais uma vez o repertório do maestro Moacir Santos, executados como total reverência ao compositor pernambucano. Apesar da música considerada “difícil”, o público soube entender a homenagem.

Também na Igreja da Sé, apresentou-se a única banda de jazz puro e totalmente acústico de toda a Mostra. O quinteto do trompetista francês Alex Tassel tem formação tradicional, com Sylvain Beuf no saxofone, Laurent de Wilde no piano, Diego Imbert no contrabaixo e Julien Clarlet na bateria. Eles xecutaram um programa de uma hora, com seis longos temas. Mas, como o ecletismo é uma característica intrínseca à Mimo, a recepção foi total.

Sábado, 10
O resultado da etapa educativa e das oficinas para formação de músicos de orquestra desta edição foi mostrado no concerto da tarde do dia 10, na Igreja do Monte, único palco fora do centro histórico de Olinda. O concerto constou de quatro formações distintas: orquestra de cordas dedilhadas (violões, cavaquinhos e bandolins), orquestra de cordas com arcos (violinos e violoncelos), orquestra de sopros de madeira (clarinetes, oboés, fagotes) com flautas e trompa destoando do conceito e finalmente orquestra de sopros de metais (trombones, trompetes, tubas e sax). Percebia-se na plateia grupos familiares que foram especialmente para ver os filhos e maridos mostrarem o resultado de uma maratona semanal de aprendizado, por isso a fruição do concerto teve um tom emocional elevado.

A noite do dia 10 teve os dois shows mais esperados de toda a mostra. Na Igreja do Seminário, Egberto Gismonti (violão de 10 cordas e piano) e o filho Alexandre Gismonti (violão clássico) fizeram um show que durou duas horas. Executaram o repertório do disco Saudações, ainda inédito no Brasil. Gismonti, pai, a maior parte do tempo ao violão de 10 cordas, lançava constantes desafios ao filho, que respondia no seu violão clássico, em improvisos. Egberto se comporta no palco com um simpático professor, fala bastante – não de música em si, mas da ética da profissão, da formação e da importância da educação. Em dado momento, ele chamou ao palco a violinista Ana de Oliveira e eles executaram temas conhecidos do seu repertório. E ainda provocou a filha de Naná Vasconcelos que estava na plateia, Luz Moreno, de 11 anos. Queria que ela executasse “Água e Vinho”. Diante da negativa da menina por timidez, ele mesmo acabou executando a música ao piano. Executou também “Miudinho”, de Villa Lobos, e temas do balé “Sonhos de Castro Alves”, de sua autoria. Para encerrar, chamou ao palco o pianista André Mehmari e juntos tocaram uma arrepiante versão de “Palhaço” a quatro mãos. E como se isso fosse pouco, ainda convidou o bandolinista Hamilton de Holanda, descrevendo-o como um dos mais perfeitos instrumentistas da sua geração. O show de Egberto foi um acontecimento que o público não vai esquecer tão cedo.

Egberto parecia não querer sair do palco e o esperado show de Phillip Glass já estava começando. Descendo a ladeira da Igreja do Seminário, o público, como em uma procissão, tentava alcançar a Igreja da Sé, nestas alturas já lotada com 800 pessoas e com a praça intransitável. Estimou-se a presença de quatro mil pessoas. Glass, acompanhado do jovem violinista Tim Fain, apresentou o concerto chamado Uma Noite de Música de Câmara. Iniciou o show com piano solo com o tema “Études” (1&2). Em seguida, Tim Fain executou a peça “Partita para Violino Solo em Sete Movimentos”, mostrando toda a sua maestria com o violino, provocando aplausos demorados no meio da função. Glass, em seguida, apresentou “Metamorphosis” (4, 6 e 10), em uma performance que deixou a plateia em suspenso, e foi o ponto culminante da noite do genial pianista. Juntos executaram “The Screens” e, em alguns momentos, Philip permitiu que toda a exuberância de Tim fosse mostrada, no que parecia um longo improviso ao violino. Encerraram juntos com “Pendulum”, com uma execução realmente arrebatadora.

Domingo, 11
O dia 11, último do Mimo, começou com o concerto da etapa educativa do curso de regência. Na Igreja do Seminário de Olinda, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa foi regida por sete diferentes maestros, que se aperfeiçoaram durante uma semana sob a direção de Isaac Karabtchevsky.

O segundo show do dia e penúltimo da mostra trouxe o grupo carioca Pagode Jazz Sardinha’s Club, na Igreja do Seminário de Olinda. O septeto fez uma bem humorada mistura de samba, choro, bossa e até uma imitação de funk a la James Brown que não convenceu muito. Mas como são exímios instrumentistas o resultado foi mais do que agradável.

E para encerrar a semana de música, nada melhor do que a presença do mais bem-sucedido duo instrumental brasileiro dos últimos anos, André Mehmari ao piano e Hamilton de Holanda ao bandolim, homenageando dois dos mais completos músicos brasileiros, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti. Eles trouxeram o repertório do premiado álbum Gismontipascoal. O piano de André, com constante uso do pedal, preencheu a nave da Sé, e o bandolim de Hamilton, dedilhado de forma impecável, dava uma cor especial ao repertório dos dois mestres. Foi de se lamentar a ausência da clássica “Palhaço”, de Gismonti, que com certeza permitiria uma performance arrasadora, mas o bis compensou: houve uma versão emocionante de “Rosa” (Pixinguinha). Neste show aconteceu algo que poucos viram: Philip Glass assistia à apresentação em lugar reservado e na primeira meia hora se retirou. Será que a maestria do pianista André foi demais para o genial Philip?

Para acompanhar o último dia da programação de filmes que aconteceu paralelo à mostra, Olinda recebeu Jards Macalé, um dos retratados no bem-sucedido documentário Canções do Exílio: a Labareda que Lambeu Tudo, de Geneton Moraes Neto. Macalé aproveitou e marcou presença no show de André e Hamilton e teria sido emocionante e até adequado se tivesse sido chamado ao palco. Agora só nos resta esperar a nona edição do festival.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Greve termina e museus reabrem

por Roberta Pennafort

As faixas nas fachadas ainda dizem “estamos em greve”, mas os servidores federais da cultura já voltaram ao trabalho no Rio, depois de três semanas parados. Ontem de manhã, a Biblioteca Nacional, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Fundação Palmares e os 14 museus do Estado estavam funcionando.

Na Biblioteca, turistas que tentaram fazer a visita guiada em dias anteriores e encontraram as portas fechadas saíam satisfeitos, assim como pesquisadores que atrasaram seus trabalhos por não terem acesso ao acervo. No Museu Nacional de Belas Artes, onde parte dos funcionários já havia retornado semana passada, as exposições Rio – A Arte da Animação – estendida por causa da greve até o próximo domingo – e do 3º Festival Internacional de Humor recebiam visitantes.

Cerca de 90% dos 1,8 mil servidores do Rio (o maior contingente do País, herança do período em que a cidade foi a capital) tinham aderido, segundo os grevistas; em alguns museus, como o Imperial, em Petrópolis, no entanto, a greve só durara dez dias.

Em outros estados, o movimento também já vinha enfraquecido. De acordo com a Associação dos Servidores do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Espírito Santo e Minas Gerais mantêm-se parados.

Em assembleia segunda-feira nos pilotis do Palácio Capanema, onde fica a representação do Ministério da Cultura no Rio, a categoria deliberou pela permanência em “estado de greve” até 17 de outubro, à espera do cumprimento do acordo firmado com o Ministério do Planejamento no dia 31 de agosto.

Este prevê a reestruturação do plano de cargos e salários, sendo a primeira etapa a revisão das tabelas de remuneração até julho de 2012. Outro ponto combinado foi o “aprimoramento dos instrumentos de desenvolvimento do servidor”.

“A avaliação foi a de que não adianta mais, porque o governo não negocia com quem está em greve. Vamos dar um voto de confiança”, disse Vicente do Carmo, diretor da associação do Ibram. “Queremos que se cumpra o firmado em 2007 (o acordo, que à época pôs fim a uma greve de dois meses, incluía, além do plano de cargos, a regulamentação da gratificação de titulação, com o objetivo de corrigir distorções nos salários de mestres e doutores, e a racionalização de cargos).”

O Ibram respira aliviado: está marcado para a segunda que vem o início da 5ª edição da Primavera dos Museus, evento que estava ameaçado em alguns estados pela falta de funcionários.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Bahia abre edital inédito de difusão teatral

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), recebe até 27 de outubro propostas para o edital Temporada Verão Cênico, iniciativa inédita que vai selecionar espetáculos de teatro, com temática livre, para compor uma extensa programação a ser realizada entre dezembro deste ano e fevereiro de 2012, na capital e no interior da Bahia.

O projeto é um ação conjunta com o Centro de Culturas Populares e Identitárias, da SecultBA, e visa a estimular a difusão, a diversidade, a acessibilidade e a atuação em rede do teatro baiano. Assim, durante o verão 2011/2012, montagens cênicas, artistas e grupos vão apresentar ao público, com ingressos gratuitos ou ao valor de R$ 1, uma mostra da produção teatral contemporânea da Bahia.

Para tanto, a FUNCEB consolidou parceria com 10 espaços culturais do estado: na capital, estão o Espaço Xisto Bahia, Sala do Coro do TCA, Teatro Gamboa Nova, Teatro Módulo e Theatro XVIII; no interior, fazem parte o Centro de Cultura Amélio Amorim (Feira de Santana), Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães (Jequié), Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (Vitória da Conquista), Centro de Cultura de Porto Seguro e o Centro de Cultura Olívia Barradas (Valença).

O concurso está dividido em duas categorias, que vão estabelecer o escalonamento das montagens dentro da programação. Na Categoria 1, “Temporada Pelourinho”, serão contemplados três trabalhos, que vão se apresentar nas segundas-feiras de dezembro, janeiro e fevereiro em palcos do Pelourinho, em Salvador. Na Categoria 2, “Quarta-Feira a R$ 1,00”, serão selecionados espetáculos, em número a definir no processo seletivo, que deverão fazer de uma a cinco apresentações nas quartas-feiras de janeiro e fevereiro, nos espaços culturais que integram o projeto, na capital e em cinco cidades do interior.

O valor total do cachê para as propostas da Categoria 1 é de R$ 12 mil. Para a Categoria 2, a apresentação no mesmo município de origem do proponente será remunerada em R$ 1,5 mil; no caso de apresentação em outras cidades, o cachê é de R$ 2 mil.

A participação é aberta para pessoas  jurídicas do campo artístico-cultural ou pessoas físicas, maiores de 18 anos, brasileiros natos ou naturalizados, ou estrangeiros com situação de permanência legalizada, estabelecidos ou domiciliados na Bahia.

Mais informações nos sites www.funceb.ba.gov.br e www.cultura.ba.gov.br.

*Com informações do Portal SecultBA

Fonte: Cultura e Mercado

Jornada sobre América Latina: abordagens de Arte e Crítica Cultural

Agência FAPESP – A Jornada sobre América Latina: abordagens de Arte e Crítica Cultural será realizada no dia 27 de setembro, na Cidade Universitária, em São Paulo.

O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam) da Universidade de São Paulo (USP) e pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA).

A programação será aberta com a palestra “A ideia do Museu das Américas: um projeto de antropologia ativa de Eduard Glissant”, a ser apresentada por Jacques Leenhardt, diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (França).

Na mesa-redonda “Novas leituras sobre arte e crítica cultural”, Mariza Bertoli (ABCA), falará sobre o tópico “A Sedução dos Contrários – uma aproximação simbólica na plástica de artistas latino-americanos”. Hélcio Magalhães (Sesc-SP) abordará o tema “Imaginários Urbanos nas Praças Públicas: o simbólico em monumentos escultóricos em São Paulo e Buenos Aires”.

“Mulheres artistas no pavilhão latino-americano na 54ª Bienal de Veneza” será o tema de Cláudia Fazzolari (ABCA). Lisbeth Rebollo Gonçalves (Prolam-USP) falará sobre “Os temas das Bienais do Mercosul: modos críticos para interpretar a arte latino-americana”. Cristina Freire, do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, falará sobre “A arte subterrânea na América Latina nos anos 1960-70”.

Mais informações: www.usp.br/prolam

Fonte: Agência Fapesp

 

Blog Stats

  • 167.433 hits