Assista a trecho do documentário Rock Brasília – Era de Ouro

O site da Rolling Stone Brasil divulga com exclusividade um trecho do documentário Rock Brasília – Era de Ouro, que tem direção de Vladimir Carvalho. No vídeo abaixo, Philippe Seabra, do Plebe Rude, relembra episódio do início de sua carreira:

O longa-metragem estreia dia 21 de outubro e se trata da terceira parte de uma trilogia sobre a formação histórica, política e cultural de Brasília – as outras são Conterrâneos Velhos de Guerra (1991) e Barra 68 (2000) -, mostrando as origens de diversas bandas de rock que compuseram a cena musical oitentista do local.

O filme é montado a partir de relatos de figuras importantes do período, como Renato Russo (em imagens raras e inéditas), Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, os irmãos Fê e Flávio Lemos, além do já citado Philippe Seabra e de demais artistas que foram próximos aos grupos, como os músicos do Paralamas do Sucesso (Herbert Vianna, João Barone, Bi Ribeiro) e Caetano Veloso.

Fonte: Rolling Stone Brasil

União Europeia sinaliza ampliação de duração de direitos autorais musicais

BRUXELAS/LONDRES (Reuters) – Os músicos devem vencer na semana que vem a disputa por um maior período de duração dos direitos sobre a sua obra, ajudando artistas e gravadoras num momento de declínio do faturamento no setor fonográfico, e deixando a Europa com uma legislação mais parecida com a norte-americana.

Artistas como Paul McCartney e Cliff Richard há anos pleiteiam a prorrogação do prazo de proteção da obra, que hoje é de 50 anos, mesmo que o artista ainda esteja vivo.

Um funcionário da União Europeia disse nesta sexta-feira, pedindo anonimato, que “embora alguns países sejam contra, parece provável que seja aceita a prorrogação da proteção dos direitos autorais de 50 para 70 anos”.

Ministros de países da UE devem votar a questão na segunda-feira em Bruxelas.

No ano passado, o faturamento do setor fonográfico mundial teve queda de 9 por cento, ficando em 15,9 bilhões de dólares. O declínio é atribuído à pirataria, já que 95 por cento das músicas baixadas na internet chegam ao consumidor de forma ilegal, segundo a entidade setorial IFPI.

“Ampliar o prazo de proteção para 70 anos reduziria a lacuna entre a Europa e seus parceiros internacionais, e melhoraria as condições para investimentos em novos talentos”, disse Frances Moore, executiva-chefe da IFPI, nesta sexta-feira.

Nos EUA, a proteção do direito autoral para músicas perdura por 95 anos após a gravação. No caso de obras escritas, o prazo é de 70 anos após a morte do autor.

Os catálogos mais antigos das gravadoras vêm sendo valorizados devido à facilidade da sua distribuição pela internet. Além disso, fãs mais velhos têm mais propensão a pagar pela música digital do que os adolescentes.

Mas Mark Mulligan, analista do setor fonográfico, disse à Reuters que o melhor que as gravadoras teriam a fazer seria voltar suas energias para os novos desafios da era digital.

“Será que foi inteligente ter investido tanto esforço para tentar defender o patrimônio histórico do setor fonográfico, quando as mudanças provocadas pela tecnologia exigem atenção? Existe o risco em dar tanto foco e se esforçar tanto para tentar proteger o que foi feito no passado”, comentou Mulligan.

Fonte: Reuters

Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, reabre hoje

por Marcela Bourroul Gonsalves

O Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, região central de São Paulo, será reaberto ao público hoje. Ele passou por reforma e foi totalmente modernizado, com a troca das instalações elétricas, hidráulicas e de esgoto, além da renovação das duas salas de espetáculo. O investimento total do Estado foi de R$ 7,6 milhões e durou cerca de um ano.

A peça de estreia do teatro será “Ensina-me a Viver”, estrelada pela atriz Glória Menezes. O público também poderá conferir 17 obras de artistas plásticos e grafiteiros selecionadas a partir do acervo do programa Metrópolis, da TV Cultura, e uma exposição sobre a história do Museu Memória do Bixiga, que em 2011 comemora 30 anos de existência.

A reforma eliminou riscos de infiltração que ameaçavam o teatro e provocavam problemas na manutenção do espaço. Toda a cobertura do prédio foi refeita, assim como os sistemas de exaustão e climatização. As duas salas de espetáculo – a Sérgio Cardoso, com 835 lugares, e a Paschoal Carlos Magno, com 144 – tiveram o piso de concreto reconstruído para possibilitar uma melhor fixação das poltronas. Todo o chão, nos dois espaços, agora é coberto por carpete.

No hall de entrada e áreas de circulação do público, o antigo piso de ardósia foi substituído por granito. O mezanino ganhou um bar mais amplo para atender o público antes dos espetáculos e durante os intervalos. O teatro também foi adaptado para os cadeirantes e para os deficientes visuais: foram instalados pontos para fones de ouvido em 15 poltronas da sala Sérgio Cardoso para permitir que pessoas cegas acompanhem os espetáculos por meio de audiodescrição.

Essa foi a primeira grande reforma do teatro desde a inauguração, em outubro de 1980. Outras duas restaurações já haviam sido feitas no local. O Sérgio Cardoso foi construído pelo Governo de São Paulo no terreno onde antes ficava o Teatro Bela Vista, do então casal de atores Sérgio Cardoso e Nydia Licia. O Bela Vista funcionou no local por 15 anos. Em 1970, quando o contrato de aluguel se encerrou e terreno foi devolvido ao proprietário, o governo decidiu desapropriar o espaço para construir no local um teatro mais moderno. Sérgio Cardoso morreu logo no início das obras e a casa, então, foi batizada em sua homenagem.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Confirmado: Hair chega a São Paulo no início do próximo ano

pós temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a próxima cidade a receber o elogiado musical “Hair”, da dupla Möeller e Botelho, será São Paulo. A Aventura Entretenimento informou que a peça chegará na capital no dia 13 de janeiro de 2012, no Teatro Frei Caneca.

Durante sua temporada no Rio – que teve início em novembro de 2010 – a produção de 5,5 milhões de reais recebeu elogios da crítica, sendo classificada como a melhor peça em cartaz pela Veja Rio. Também trouxe no elenco nomes pouco conhecidos, mas de talentos insofismáveis, como Hugo Bonemer, Igor Rickli, Carol Puntel, Karin Hills, Leticia Collin, Danilo Tim, dentre outros.

O musical

O controverso musical “Hair” foi escrito em 1964 pela dupla James Rado e Gerome Ragni (letras e libretto), contando com Gal MacDermot para as músicas, no qual são demonstrados, em uma narrativa não linear,  temas relacionados à contracultura hippie da década de 1960, tendo por eixo central os movimentos contrários à vergonhosa Guerra do Vietnã.

Estreou no off-Broadway em 1967 e rápido alcançou os públicos e as discotecas, impulsionando seu debut na Broadway em 1968. Daí em diante, ganhou inúmeras montagens pelo mundo todo, uma adaptação cinematográfica em 1979 e uma série de discos, revistas e debates emocionados até hoje.

No Brasil “Hair” já foi montado por Ademar Guerra em 1969, tendo no elenco Armando Bogus, Sonia Braga, Aracy Balabanian, Ney Latorraca e outros de peso.

Fonte: Musicais Brasil

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