Livro revê confusões, erros e shows memoráveis das três edições do Rock In Rio no Brasil

por Maurício Stycer

Por ter reunido, ao longo de suas três edições, um público total estimado em 4 milhões de pessoas, o Rock In Rio merece, por parte do jornalista Luiz Felipe Carneiro, a alcunha de “maior festival de música do mundo”.
No seu recém-lançado livro sobre a história do festival, Carneiro mostra que há razões de sobra para sustentar este superlativo. Todos os números que envolvem o Rock In Rio são gigantescos, assim como a quantidade de confusões, erros graves e shows memoráveis que ocorreram nas três edições no Brasil.
Em 1985, Roberto Medina estimou em US$ 15 milhões o valor do projeto do festival, para o qual foi construída uma arena em Jacarepaguá, célebre por ter virado um mar de lama depois de alguma chuva. Seis anos depois, em 1991, transferido para o Maracanã, o evento teve custo de US$ 20 milhões. De volta à arena original, em 2001, o empresário fala em um projeto de US$ 100 milhões.
Erros na escalação e no tratamento
É interessante observar, lendo a narração show a show que Carneiro faz no livro, a repetição de erros crassos na escalação de artistas nos três festivais.
No Rock In Rio 1, por exemplo, Erasmo Carlos tocou antes de Whitesnake e Iron Maiden e foi saudado com uma chuva de latas atiradas pelos fãs de heavy metal. Na segunda edição, Lobão foi escalado entre Sepultura e Megadeth. Deixou o palco depois de seis minutos e não mais voltou, tantos foram os objetos arremessados na direção da sua banda. No Rock In Rio 3, Carlinhos Brown subiu ao palco na mesma noite que Guns N´Roses. Deu confusão, é claro.
Também chama a atenção no livro o tratamento desigual dado a músicos brasileiros e estrangeiros no evento. A diferença na potência sonora entre uns e outros entrou para a história da primeira edição. O descaso com grupos brasileiros escalados para abrir o show de bandas estrangeiras menos famosas levou a um motim na terceira edição.
O livro de Carneiro traz vários relatos de músicos brasileiros humilhados por seguranças de artistas estrangeiros. Prince, na segunda edição, exigiu que ninguém o visse em seu caminho até o camarim.
A partir da segunda edição, observa o autor, o Rock In Rio passou a sofrer pressão maior dos patrocinadores e parceiros, como a Globo e a Coca-Cola, que tiveram interferência direta na escalação do elenco do festival.
Para além dos problemas, o livro “Rock In Rio” promove uma divertida volta ao passado, lembrando de detalhes de cada show das três edições. Shows que entraram para a história dos próprios artistas, como o do Queen e o de James Taylor em 1985; o de Prince, em 1991; e o do R.E.M. em 2001.
Bem ilustrado, com mais de 200 fotos, e minuciosa pesquisa, o livro de Luiz Felipe Carneiro tem esta função também, de peça de colecionador, para quem foi a alguma das três edições e não quer esquecer.
“Rock In Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo”
Autor: Luiz Felipe Carneiro
Editora: Globo
Páginas: 384
Preço: R$ 49,90
Fonte: UOL

Gastronômia e Arte Flamenca – Projeto Fulana Cultural Gastronômico

Preservando a cultura e as tradições populares espanholas e brasileiras, com o intercâmbio cultural, o Projeto Fulana Cultural Gastronômico recebe no dia 6 de setembro o Tablao Flamenco AMISTAD, em um espetáculo internacional que traz ao palco do Fulana músicos e bailaores espanhóis e brasileiros para apresentar ao público uma joia viva da Cultura espanhola andaluza.

O Tablao Flamenco Amistad apresenta a Arte Flamenca com sua forma única de unir sensibilidade e técnica, em uma viagem repleta de colorido e paixão através dos ritmos mais representativos dessa expressão artística espanhola, como Tangos, Verdiales, Alegrias, Caracoles, Soléa, Bambera e Fim de Fiesta, permitindo aos presentes assistir a mágica materialização da música em linhas, formas, movimentos, com a infinita beleza do flamenco.

O Tablao Flamenco AMISTAD, irá oferecer ao público um verdadeiro ambiente flamenco, com o virtuosismo das notas musicais do guitarrista flamenco, brasileiro radicado na Espanha, Fernando de La Rua e Roberto Angerosa, em conjunto com o cante do cantaor espanhol David Vázquez, e a percussão do taconeo dos baialores; Anderson Alves, Uli Ruedas, Miguel Alonso, e das bailaoras; Yara Castro, Milene Munõz, Marianna Guerrero e Talita Sánchez que assina a coreografia do espetáculo.

O Projeto Fulana Cultural Gastronômico, irá oferecer um verdadeiro ambiente flamenco, revelando ao público a magia da expressão artística espanhola representada por números envolventes e com a linguagem forte do flamenco, com um passeio pelos diversos estilos tradicionais da dança espanhola, que irá ao palco sob a direção musical de Fernando de La Rua e coreografia de Talita Sánchez, no Tablao Flamenco AMISTAD. Tudo isso acompanhado pela tradicional Paella ou o Bombom Fulana como uma das opções de pratos principais no menu assinado pelo Chef espanhol, Arturo Frank, para o Projeto Fulana Cultural Gastronômico, que promove atividades artísticas, culturais e gastronômicas, destacando a amizade que une o Brasil e a Espanha.

SERVIÇO:

Tablao Flamenco AMISTAD
Cante: Convidado especial David Vázquez ( cantor espanhol)
Músicos convidados:
Guitarra: Fernando de La Rua
Percussão: Roberto Angerosa
Coreografia: Talita Sánchez
Bailores e bailaoras: Miguel Alonso, Yara Castro, Talita Sánchez, Marianna Guerrero, e Milene Munõz
Participação especial dos bailaores : Anderson Alves e Uli Ruedas.
Produção e idealização Escola e Produções em Danças Ana Guerrero & Talita Sánchez
Dia: terça-feira, 6 de setembro
Horário: Jantar a partir das 20h / Show a partir das 21h
Fulana Restaurante
Av. Luís Dumont Villares, 651
Jardim São Paulo – SP
Tel: 11 2283-6575 (reservas)
Lotação: 200 lugares
Estacionamento: Valet (R$ 10,00)
Duração do show: 60 min (aproximadamente)
Convite do Show com jantar: R$ 90,00 por pessoa (não inclusos a bebida e serviço)
Convites do Show com jantar antecipados com cartões de credito : R$ 77,00 por pessoa (não inclusos a bebida e serviço)pelo site http://www.atrapalo.com.br
Cartões de débito: RedeShop, Visanet, Maestro
Cartões de crédito: MasterCard, Visa, Amex, Diners
Classificação: Livre para todos os públicos
Sala de recreação infantil monitorada
Acesso para deficientes físicos
Ar Condicionado

Obs. O preço do convite é individual e incluirá uma opção do prato principal, que poderá ser escolhido entre Paella, Bombom Fulana com polenta cremosa, Espaguete à Carbonara, finalizando com Pêra cozida ao vinho como sobremesa. Não estão inclusos a bebida e os 10% de serviço.

 

Começa venda de ingressos para ‘Uma Flauta Mágica’

Começa hoje, às 14 horas, a venda de ingressos para o espetáculo Uma Flauta Mágica, na Rede Sesc. A montagem sobre a obra de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) será apresentada no Teatro Paulo Autran, do Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195), entre os dias 14 e 17 de setembro, às 21 h. O espetáculo, que estreou o ano passado na França, tem direção de Peter Brook, que dividirá a função com Marie-Hélène Estienne e o compositor Franck Krawczyk. Os ingressos custam de R$ 8 a R$ 32 e cada pessoa poderá comprar apenas duas entradas. Mais informações pelo site http://www.sescsp.org.br ou pelo telefone (11) 3095-9400.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Veja nomes cotados para papéis em versão de “Les Misérables” para o cinema

Assim como já divulgado, parece que finalmente Hugh Jackman terá seu papel em um musical nas telonas. O ator é escalado para viver ninguém menos que Jean Valjean, protagonista do clássico “Les Misérables“, de Victor Hugo. Segundo fontes norte-americanas, as filmagens devem começar ainda este ano.

Esta semana, foram divulgados nomes de atores e atrizes que estão na lista para interpretarem outros personagens no longa. O site www.itsonthegrid.com informou que entre os nomes estão:

Russell Crowe para o papel de Javert

Geoffrey Rush como Thenardier

Helena Bonaham Carter como Madame Thenardier

Hayden Panettiere, Miranda Cosgrove, Lucy Hale ou Emma Watson para os papéis de Eponine ou Cosette

Amy Adams, Anne Hathaway ou Rebecca Hall como Fantine.

Fonte: Musicais BR

A sustentabilidade dos museus do Rio de Janeiro

por Laura Lopes

Dois projetos de construção sustentável se destacam no Rio de Janeiro. O Museu da Imagem e do Som (MIS) e o Museu do Amanhã foram concebidos pelos consagrados escritórios de arquitetura de Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio (Diller Scofidio + Renfro, dos Estados Unidos) e do espanhol Santiago Calatrava, respectivamente. Os projetos conseguiram o Selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design, ou Liderança em Energia e Projeto Ambiental), e por isso foram apresentados como cases na 2ª conferência Greenbuilding Expo Brasil, que termina nesta quarta-feira, em São Paulo.

Novo Museu da Imagem e do Som (MIS)

O prédio que ocupava o terreno onde está sendo construída a nova sede do museu fica na Avenida Atlântica, em Copacabana, e foi demolido de forma eficiente. Até o fim das obras, provavelmente no primeiro semestre de 2013, 99,81% dos materiais serão reciclados ou reaproveitados. A fase atual envolve a execução de fundações e estruturas. Durante ela, os resíduos são separados e encaminhados a recicladoras, e não apenas encaminhados para aterros, como exige a legislação. Além disso, as águas de rebaixamento do lençol são tratadas, o que significa que não são despejadas na rede pública carregando areia ou obstruindo as tubulações.

Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é uma das principais obras do projeto de revitalização da região portuária do Rio. Ao fim da obra, ocupará uma área de 12,5 mil m² no Píer Mauá. O projeto prevê a utilização de recursos naturais do local – a água da Baía de Guanabara, usada na climatização do interior do museu – e a captação de energia solar. O prédio terá, em sua parte superior, estruturas em aço que se movimentarão como asas contínuas e sequenciais, servindo como bases para placas fotovoltaicas. Além de gerar sombreamento para toda a cobertura do museu, os movimentos são programados para seguir o sol, aumentando a eficiência dos painéis solares.

Fonte: Revista Época

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