Seleção de bailarinos – Ballet Jovem Palácio das Artes (MG)

De 25 de julho a 05 de agosto o Ballet Jovem Palácio das Artes abre inscrições para a seleção de dois bailarinos (1 rapaz e 1 moça), com idade entre 15 e 27 anos e com experiência comprovada em técnicas de dança clássica e contemporânea. Os candidatos devem comparecer a Diretoria de Ensino e Extensão da Fundação Clóvis Salgado, no Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, Centro), com os documentos necessários para inscrição.
O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site http://www.fcs.mg.gov.br . Candidatos do interior de Minas poderão inscrever-se pelo telefone 31. 3236-7325, e deverão enviar pelo correio os documentos necessários, até o dia 03 de agosto, quarta-feira. A audição será dia 06 de agosto, sábado, de 10h as 16h, no Estúdio A, do Centro de Formação Artística – CEFAR, no Palácio das Artes.

Ballet Jovem Palácio das Artes
O Ballet Jovem Palácio das Artes foi criado em 2007 e desde então desenvolve e habilita bailarinos preenchendo a lacuna existente entre a formação e a inserção no mercado de trabalho. O elenco é formado por 16 artistas com idade a partir de 15 anos. As aulas e ensaios são de segunda a sábado de 9h as 13h. A Cia Jovem cumpre uma agenda de apresentações no Grande Teatro Palácio das Artes, em espaços diversos de Belo Horizonte, no interior de Minas Gerais e em festivais de todo o Brasil.

Serviço
Evento: Seleção de bailarinos – Ballet Jovem Palácio das Artes
Inscrição / Horário: de 25.07 a 05.08 (segunda a sexta-feira): das 10 às 18h
Local: Diretoria de Ensino e Extensão da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes – (av. Afonso Pena, 1537, Centro) – Cep: 30130-004 – Belo Horizonte/ MG

INSCRIÇÕES GRATUITAS
(31) 3236-7325 / 7329

Fonte: Dança Brasil

Paulínia dita “tendência” nos festivais do país, diz secretário

por Marco Tomazzoni

Do interior de São Paulo, está surgindo o melhor festival de cinema brasileiro do país. Pelo menos é isso que defendem os organizadores do Festival de Cinema de Paulínia, que inaugura sua quarta edição nesta quinta-feira (07) com “Corações Sujos”, de Vicente Amorim, baseado na obra de Fernando Morais sobre a imigração japonesa no Brasil. Ao longo de sete dias, serão exibidos 27 filmes – 12 longas, 15 curtas – que vão brigar por um total de R$ 800 mil em prêmios, o maior do gênero.

Mais um motivo, portanto, para produtores e cineastas escolherem o evento para estrearem suas obras. No entanto, na opinião do secretário de Cultura do município, Emerson Alves, não é apenas o dinheiro que influi. Em entrevista ao iG, Alves conta que o prestígio da cidade como fornecedora de recursos para o audiovisual brasileiro pesa na decisão, assim como a curadoria do festival. Curadoria, aliás, que foi absorvida pela secretaria e ele agora coordena.

“Nossa curadoria, sem falsa modéstia, é uma das melhores do Brasil”, afirma, confiante. “Por sermos o primeiro festival no calendário, os filmes que estão em Paulínia depois vão para Gramado, Rio e Brasília. Ditamos tendência.”

Para o secretário, a seleção desse ano é uma das “mais fortes” da história de Paulínia. Depois de “Corações Sujos”, exibido fora de competição, seguem “O Palhaço”, segundo longa-metragem dirigido por Selton Mello, com Paulo José na linha de frente, e “Meu País”, drama de estreia de André Ristum, de cara com um elenco estrelado – Rodrigo Santoro, Cauã Reymond e Débora Falabella. A comédia “Onde Está a Felicidade?”, uma coprodução espanhola, é escrita e estrelada por Bruna Lombardi e dirigida por seu marido, o ator Carlos Alberto Riccelli.

Aposta da Warner Bros para o segundo semestre, “Os 3” mistura um triângulo de amor jovem e reality show. A direção é de Nando Olival, que fez “Domésticas” (2001) junto com Fernando Meirelles e o curta publicitário “Eduardo e Mônica”, sucesso recente na web. Completam a disputa de ficção “Trabalhar Cansa”, thriller psicológico que representou o Brasil em Cannes, e “Febre do Rato”, carta de amor em preto e branco de Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Baixio das Bestas”) a Recife.

A programação ainda tem o esperado “Assalto ao Banco Central”, promessa de bilheteria para o final de julho, e toda a competição de curtas e documentários, entre eles “Rock Brasília – Era de Ouro”, sobre a cena que gerou Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial.

O curioso é que três longas de ficção – metade dos selecionados – foram financiados e rodados em parte em Paulínia, caso de “O Palhaço”, “Meu País” e “Trabalhar Cansa”. Emerson Alves rejeita a hipótese de que a coincidência crie conflitos na curadoria e defende que o fato do filme ter sido contemplado pelos editais do município “não é critério” para a seleção. “Artisticamente falando, todos os filmes de relevância são avaliados pelo festival”, garante. “Na verdade, os grandes lançamentos nacionais são rodados aqui, como os filmes de maior bilheteria desse ano, ‘De Pernas pro Ar’ e ‘Bruna Surfistinha’. A gente está em maior sintonia com o mercado.”

Celebridades e shows

Sétima maior renda per capita do Brasil, Paulínia é sede de um pólo petroquímico, que recheia os cofres da prefeitura. De olho em um mercado que pudesse gerar empregos e estimular a economia local, o município desenvolveu um projeto para a área audiovisual: criou um Pólo Cinematográfico, com estúdios, mão-de-obra e toda infra-estrutura para a produção da área, e lançou editais para repasse de recursos. Melo estima que nos últimos seis anos foram investidos no pólo R$ 100 milhões – só o orçamento anual da secretaria de Cultura para o setor é de R$ 20 milhões.

O custo para realizar o Festival de Cinema de Paulínia também não é acanhado, R$ 3,5 milhões pagos pelo município e outros R$ 1,5 milhão através de apoios e patrocínios. Os organizadores esperam receber por volta de 700 convidados, entre atores, cineastas e profissionais dos filmes concorrentes, mas também bancam a vinda de celebridades para abrilhantar o tapete vermelho nas sessões. Bruno Garcia, Thiago Lacerda, Maria Paula e Isis Valverde, por exemplo, têm viagem confirmada.

Melo admite a prática, segundo ele comum em eventos similares. “Todos os festivais brasileiros têm uma política de convidados. Mas a gente não paga pela presença de ninguém, nossa prioridade é o cinema nacional.”

A novidade neste ano é a realização do Paulínia Fest, festival de música que será realizado de forma paralela à mostra de cinema, numa plataforma montada em anexo ao Teatro Municipal. A agenda se estende de quinta a sábado, só com nomes consagrados do cenário nacional: Rita Lee, Caetano Veloso e Seu Jorge, Gilberto Gil e Vanessa da Mata, que sobem ao palco depois das projeções do dia, por volta de 23h30. Ao contrário dos filmes, é preciso pagar para ver os shows – os ingressos variam de R$ 120 a R$ 280 por dia (informações aqui).

Conforme o secretário de Cultura de Paulínia, a expectativa é que entre 15 e 20 mil pessoas confiram as apresentações, uma experiência que, se der certo, será replicada nas próximas edições do festival de cinema. O público esperado para assistir aos filmes concorrentes com entrada franca é bem maior – 35 mil espectadores.

Veja abaixo a lista completa de filmes do Festival de Cinema de Paulínia 2011:

Longas de ficção
“A Febre do Rato”, de Cláudio Assis
“Meu País”, de André Ristum
“O Palhaço”, de Selton Mello
“Onde Está a Felicidade?”, de Carlos Alberto Riccelli
“Os 3”, de Nando Olival
“Trabalhar Cansa”, de Juliana Rojas e Marco Dutra

Documentários
“A Cidade de Imã”, de Ronaldo German
“A Margem do Xingu”, de Damià Puig Auge
“Ela Sonhou que Eu Morri”, de Matias Bracher Mariani
“Ibitipoca, Droba Pra Lá”, de Felipe de Barros Scaldini
“Rock Brasília – Era de Ouro”, de Vladimir Carvalho
“Uma Longa Viagem”, de Lúcia Murat

Curtas nacionais
“A Grande Viagem”, de Caroline Fioratti (SP)
“Acabou-se”, de Patricia Baia (CE)
“Café Turco”, de Thiago Luciano (SP)
“O Cão”, de Abel Roland (RS)
“O Cavalo”, de Joana Guttman Mariani (SP)
“O Pai Daquele Menino”, de Lemos Arthuso (SP)
“Off Making”, de Beto Schultz (SP)
“Polaroid Circus”, de Marcos Mello e Jacques Dequeker (RS)
“Qual Queijo Você Quer?”, de Cíntia Domit Bittar (SC)
“Tela”, de Carlos Nader (SP)
“Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida”, de Denise Machi (RS)
“Uma Primavera”, de Gabriela Amaral Almeida (SP)

Curtas da região de Campinas
“Argentino”, de Diego Costa
“3×4”, de Cauê Nunes
“Adeus”, de Alessandro Barros

Fonte: Último Segundo

Início do conteúdo Balé da Cidade retorna ao Teatro Municipal de SP

O Balé da Cidade está voltando para casa. Depois de receber uma série de concertos, que marcaram sua reabertura, o Teatro Municipal agora abre as portas para a dança. A partir de hoje, a companhia sobe ao palco projetado por Ramos de Azevedo para apresentar duas coreografias inéditas: “Nos Outros”, de Lara Pinheiro, e “Cidade Incerta”, do português André Mesquita.

As peças surgem em um momento de retomada do conjunto, que está sob nova direção desde o ano passado. Nos últimos seis meses, o corpo de baile já trouxe outras duas novas criações: “Paraíso Perdido” e uma releitura do clássico “Giselle”. As atuais “Nos Outros” e “Cidade Incerta”, contudo, destoam um pouco dessas coreografias anteriores. Para conceber “Paraíso Perdido”, o grego Andonis Foniadakis pôs em relevo a potência do Balé. Ao levar à cena 34 bailarinos, evidenciou o vigor físico do conjunto. Aprofundou-se em uma proposta estética e extraiu dela um espetáculo de dimensões grandiloquentes.

Agora, a proposta é declaradamente menos pretensiosa. “É como se colocássemos uma lupa sobre o grupo. São trabalhos mais curtos, para menos bailarinos, em que tentamos mostrar o que há de mais singular, individual”, considera Lara, criadora de “Nos Outros” e diretora do Balé. “Não são trabalhos de arroubos, mas de linguagem coreográfica.”

Em sua primeira coreografia para o Balé da Cidade, Lara diz ter se debruçado, particularmente, sobre o elenco que tinha nas mãos. A noção de que o corpo está impregnado pelo acúmulo de experiências serve de esteio para o trabalho dançado por 10 bailarinos. Sob foco, surge a questão da alteridade e seus limites. Um questionamento sobre o que adquirimos no contato com o outro e o que nos é inato. “Concentro-me, sobretudo, nos detalhes. Em gestos, em padrões de movimentos, em informações que pipocam de todos os lados”, comenta a diretora. Composta separadamente, sem interferir na concepção da coreografia, a trilha sonora original é de Guga Bernardo e Eduardo Agni. A mesma dupla a assinar a música que embala a peça de André Mesquita.

É do universo do conterrâneo Fernando Pessoa que o jovem coreógrafo português extrai a matéria de sua criação. “Cidade Incerta” mira um dos heterônimos do poeta, o guarda-livros Bernardo Soares, e lança-se sobre seu título mais notável, o monumental Livro do Desassossego. Mesmo sem ter uma trama a que se apegar e mergulhado em uma obra na qual as palavras têm tanta força, o artista luso concentra-se apenas no movimento e na expressividade dos corpos. “Mesmo sem se valer de nenhuma palavra, ele estabelece uma relação entre os bailarinos que é quase literária”, considera Lara. Uma peça consagrada do repertório da companhia fecha o programa triplo da noite. Lançada em 2001, Divineia, de Jorge Garcia, volta à baila.

Além do Balé da Cidade, o Municipal recebe, nas próximas semanas, uma série de outras companhias de destaque. E retoma uma antiga tradição da casa: fazer de julho o mês da dança. Até o dia 26, devem passar por lá a Cia. TeatroDança Ivaldo Bertazzo; a São Paulo Cia de Dança, que traz quatro trabalhos no programa e a tradicional Cisne Negro, de Hulda Bittencourt. Em destaque, os franceses da Companhia de Dança Philippe Genty, que fazem apenas duas sessões de Viajantes Móveis, coreografia dirigida por Philippe Genty e Mary Underwood. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Balé da Cidade de São Paulo – Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/nº). Tel. (011) 3397-0327. 5ª e 6ª, às 21h; sáb., às 20h; dom., às 17h. R$ 40 – ingressos pela internet: http://www.ingressorapido.com.br/prefeitura ou pelo tel. 4003-2050.

Fonte: O Estado de S. Paulo

CNIC limita número de projetos por proponente

por Mônica Herculano

Foram publicadas na última segunda-feira (4/7), no Diário Oficial da União (Portaria nº 126, Seção 1, Página 10), oito novas súmulas administrativas da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), sobre autorização para captação de recursos com apoio na Lei Rouanet (nº 8313/91).

As súmulas foram aprovadas, por maioria absoluta, pelos integrantes da Comissão durante a 187ª Reunião, realizada no mês de maio, em Brasília (DF), e na última reunião (188ª), realizada em junho em Belém (PA).

Confira todas as súmulas aprovadas pela Comissão e já publicadas no Diário Oficial da União. Em destaque, as principais alterações:

Súmula nº 1 (revogada pela súmula n° 14)
Proponentes pessoas físicas poderão ter até 4 projetos em tramitação no Ministério da Cultura, exceto aqueles que tiverem sua prestação de contas apresentada,  sendo que o somatório destes projetos não pode ultrapassar a mil salários mínimos, exceto nos casos de restauração/recuperação de bens de valor cultural reconhecido pela área técnica competente do Ministério da Cultura ou por quem este delegar.

Súmula nº 2 (revogada pela súmula n° 14)
Proponentes pessoas jurídicas poderão apresentar até 20 projetos, ressalvando à CNIC a análise da capacidade de execução do proponente, e respeitando os limites de projetos por área cultural: Artes Visuais, 15 projetos; Artes Cênicas, 12 projetos; Artes Integradas,15 projetos; Audiovisual, 8 projetos limitados a 2 por segmento da área; Humanidades, 20 projetos; Música, 20 projetos; e Patrimônio, 10 projetos. Por solicitação do proponente, a CNIC poderá julgar pedidos de excepcionalidade, aprovando projetos acima desses limites.

Súmula nº 3 (revogada pela súmula n° 8)
Para fins de enquadramento da alínea g, § 3º do Artigo 18 da Lei 8.313/91, serão aprovados projetos cujo valor cultural seja declarado pela área técnica competente do Ministério da Cultura ou por quem este delegar, mesmo que não haja tombamento em qualquer instância.

Súmula nº 4 (revogada pela súmula n° 9)
Serão enquadrados na alínea g, § 3º do Artigo 18 da Lei 8.313/91, os projetos de construção e restauração de edificações destinadas a preservar acervos de valor cultural declarado pela área técnica competente do Ministério da Cultura ou por quem este delegar.

Súmula nº 5
Não serão admitidas despesas com a realização de recepção, festas, coquetéis e outros eventos comemorativos similares, em conformidade com o Acordão 1155/2003 do TCU.

Súmula nº 6
Serão admitidas despesas de alimentação a titulo de refeição, desde que vinculadas ao projeto cultural aprovado e necessárias para o êxito de seu objeto; não tenham sido custeadas por outra rubrica; e observem os princípios da economicidade, moralidade e impessoalidade.

Súmula nº 7
Para efeitos de enquadramento na alínea “g” do parágrafo 3º do artigo18 da Lei No- 8.313, de 23 de dezembro de 1991, no que tange ao Patrimônio Cultural Imaterial não registrado na forma do Decreto 3551, de 4 de agosto de 2000, serão considerados como projetos de valorização ou de salvaguarda aqueles relativos a bens culturais imateriais transmitidos há, pelo menos, três gerações, que digam respeito à história, memória e identidade de grupos formadores da sociedade brasileira, que contenha a anuência comprovada e a participação de representação reconhecida da base social detentora, e que apresentem proposta de geração de benefícios materiais, sociais ou ambientais para esta base, devendo ainda ser enquadrados em tipologia de projetos e produtos estabelecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Súmula n° 8
Para fins de enquadramento da alínea “g”, § 3º do artigo 18 da Lei 8.313, de 1991, serão aprovados projetos de restauração cujo valor cultural seja reconhecido pela área técnica competente do Ministério da Cultura ou por quem este delegar, mesmo que não haja tombamento em qualquer instância, ficando revogada a Súmula No- 03.

Súmula n° 9
Serão enquadrados na alínea “g”, § 3º do artigo 18 da Lei 8.313, de 1991, os projetos de construção, restauração ou revitalização de edificações destinadas a preservar acervos de valor cultural reconhecido pela área técnica competente do Ministério da Cultura ou por quem este delegar, ficando revogada a Súmula No- 04.

Súmula nº 10
A apresentação de proposta de Plano Anual deverá ocorrer até 30 de setembro do ano anterior a sua execução, e será apreciada até a última reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) no ano em curso.

Súmula nº 11 (revogada pela Portaria nº 20, de 25/02/2011)
Os custos administrativos de projetos referentes a planos anuais e/ou de manutenção de instituições culturais e grupos artísticos não poderão ultrapassar 20% (vinte por cento) do valor total do projeto.

Súmula nº 12
Será custeada, com recursos de incentivo fiscal referentes à Lei nº 8.313, de 1991, a tiragem de até 3.000 (três mil) exemplares de livros, CDS, DVDS e outras mídias. O requerimento de ampliação desse limite poderá ser deferido pela CNIC, caso julgue procedente e razoável a justificativa apresentada.

Súmula nº 13
Projeto que preveja a realização de evento literário com proposta de incentivar a leitura, a criação literária ou a difusão da produção editorial será enquadrado na alínea b do § 3º do art. 18 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, em conformidade com o art. 14 da Instrução Normativa nº 01, de 05 de outubro de 2010, desde que o evento literário constitua a ação principal, e o somatório de valores orçamentários destinados às ações e produtos acessórios, quando houver, seja inferior a cinquenta por cento do somatório referente à ação principal.

Súmula nº 14
Proponentes pessoas físicas poderão ter até 2 projetos e proponentes pessoas jurídicas poderão ter até 5 projetos ativos no SALIC WEB compreendidos entre a apresentação de proposta e do relatório final de cumprimento do objeto. Acima deste limite e até o número máximo de 4 projetos para pessoa física e 10 projetos para pessoa jurídica, somente serão admitidas propostas para o proponente que tiver liberação da movimentação dos recursos captados em pelo menos 33% das propostas apresentadas, considerado o número de propostas apresentadas nos últimos 3 anos. Por solicitação do proponente, a CNIC poderá julgar pedidos de excepcionalidade, autorizando a análise de propostas acima desses limites. Ficam revogadas as Súmulas nº 1 e nº 2.

Súmula nº 15
Como condição à análise da proposta cultural na área do Audiovisual serão observados, cumulativamente, o limite previsto na Súmula 14 e o limite específico de 2 projetos por segmento da área.

Súmula nº 16
Os custos de Divulgação do projeto não poderão ultrapassar 20% (vinte por cento) do seu valor total.

Súmula nº 17
Não será admitida proposta cujo objeto seja a construção de portais e réplicas em logradouros públicos.

Súmula nº 18
Não será admitida proposta cujo objeto seja a concessão de bolsa de estudos de graduação e pós-graduação.

Súmula nº 19
Fica assegurada a possibilidade de inclusão dos custos relativos aos Direitos Autorais e conexos no orçamento dos projetos culturais, observado o limite de 10% do valor do projeto, até R$ 100.000,00 (cem mil reais), ressalvado o § 4º do art. 24 da Instrução Normativa 01/2010/MinC.

Súmula nº 20
Projetos que prevejam o tratamento de acervos documentais, abrangendo uma ou mais etapas de trabalho, tais como organização, restauração, digitalização, microfilmagem, acondicionamento e guarda, serão enquadrados na alínea g do § 3º do art. 18 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, desde que os conjuntos documentais em questão possuam valor cultural e histórico reconhecido pela área técnica competente do Ministério da Cultura, independentemente da existência de tombamento em qualquer instância.

Súmula nº 21
Os projetos culturais do audiovisual deverão respeitar os seguintes tetos orçamentários: curtas metragens: R$ 150.000,00 (finalizado em digital HD ou 16mm) e R$ 200.000,00 (finalizado em película 35mm); médias metragens: R$ 600.000,00 (para documentários finalizados em digital HD) e R$ 800.000,00 (para filmes de ficção finalizados em digital HD); mostras / festivais: R$ 600.000,00 para festivais em primeira edição e até R$ 1.500.000,00 para festivais que incluam estruturas com oficinas e workshops audiovisuais. Para os festivais tradicionais, assim considerados os realizados há mais de cinco edições, serão admitidos orçamentos superiores, desde que o proponente comprove a capacidade técnica de execução; programas de TV até 52 minutos: R$ 100.000,00 por programa; programas de rádio: R$ 30.000,00 por programa; sítios de Internet: R$ 50.000,00 para infra estrutura do site e R$ 250.000,00 para produção de conteúdo para o site. Por solicitação do proponente, a CNIC poderá julgar pedidos de excepcionalidade, autorizando a análise de propostas acima desses limites.”

*Com informações do site do MinC

Fonte: Cultura e Mercado

Disney estreia espetáculo mágico no Brasil com Mickey e Pateta

O espetáculo “Disney Live! As Mágicas do Mickey” estreia no Brasil, com temporada de 15 a 24 de julho, no Teatro Bradesco (zona oeste de São Paulo).

Personagens da Disney –como o Mickey, Pateta, Pato Donald, Branca de Neve e Cinderela– se unem a ilusionistas profissionais para apresentar o espetáculo.

Divulgação
Personagens se unem a ilusionistas para apresentar o espetáculo "Disney Live! As Mágicas do Mickey"

Criado pelos mesmos produtores de “Disney on Ice”, traz o experiente ilusionista Jim Steinmeyer –que já trabalhou com o mágico David Copperfield– com seus truques. Entre eles, há o número em que faz a Minnie levitar.

As crianças também são convidadas a participar diretamente do espetáculo e sobem ao palco para ajudar em algumas mágicas.

Os ingressos custam entre R$ 20 e R$ 160 e podem ser comprados nas bilheterias da casa ou pelo site www.ingressorapido.com.br. Alguns setores já estão esgotados.

Confira as datas e horários das sessões:

– sexta (15), às 20h
– sábado (16), às 11h, 15h e 18h30
– domingo (17), às 11h e às 15h
– terça (19), às 20h
– quarta (20), às 20h
– quinta (21), às 20h
– sexta (22), às 20h
– sábado (23), às 11h, 15h e às 18h30
– domingo (24), às 11 e às 15h

O espetáculo segue em turnê pelas cidades de Fortaleza, Recife, Natal, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Novo Hamburgo, com datas a serem divulgadas.

Disney Live! As Mágicas de Mickey – Teatro Bradesco – r. Turiassu, 2.100, 3º piso, Pompeia, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3670-4100. Estreia: 15/7. Ingr.: R$ 20 a R$ 160.

Fonte: Guia Folha

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