Nos bastidores da reunião do Pink Floyd

por Patrick Doyle

“Estávamos todos um pouco nervosos”, o baterista Nick Mason diz à Rolling Stone EUA

Quando o baterista do Pink Floyd, Nick Mason, chegou à O2 Arena, em Londres, na semana passada, não fazia ideia que estava entrando em uma performance de David Gilmour e Roger Waters de “Comfortably Numb”, em uma passagem de som para o show de Rogers daquela noite. “Nunca havia sido finalizado direito – tinha sido discutido de talvez tocarmos em Paris, ou algum outro lugar”, Mason disse à Rolling Stone EUA. “Então, foi muito bom chegar e ver que [David] estava lá.”

Mais tarde, os três membros remanescentes do Pink Floyd se apresentaram juntos no palco (leia aqui) pela segunda vez nos últimos 30 anos e pela primeira desde o show no Live 8, em 2005. “Foi muito bom meio que fazer parte disso e mostrar apoio a Roger. Não que ele realmente precise”, Mason diz sobre o show de quinta à noite, durante o qual os três tocaram “Outside the Wall”. “Eu acho que é bom ter Roger querendo registrar David e eu como parte disso, de certa forma. Foi meio que uma coisa mútua: foi bom ser reconhecido. Mas também foi muito bom poder apoiar Roger e deixar claro que não o criticamos por ele fazer isso.”

Após a passagem de som, os três se sentaram à mesa, no backstage, e comeram um jantar leve. “Estávamos todos um pouco nervosos, porque era um momento pré-show, então não era [uma ocasião] relaxada, ‘vamos todos bater papo sobre tudo’. Já que [David] não tocava a faixa tinha muito tempo, ele provavelmente estava preocupado com a tecnologia que o ergue até o topo do muro. É bem assustador lá em cima – já subi uma vez e é uma trajetória longa parede acima.”

Em seguida, Mason se recolheu ao seu assento na arena, onde os fãs o cumprimentaram empolgados, e assistiu a The Wall pela primeira vez como espectador. “Foi incrivelmente bom”, diz ele. “É uma pena, de certa forma se você pudesse voltar no tempo e ter acesso a esse tipo de tecnologia há 40, 30 anos, teria sido fantástico. Quer dizer, é interessante, porque acho que The Wall foi atualizado. Quando você olha para o cenário do palco e a luz que existe agora, isso dá uma apagada no que costumávamos fazer.”

A performance de Gilmour em “Comfortably Numb” aconteceu de forma magnífica. Então, ao fim do show, Waters convidou Gilmour (desta vez com um bandolim) e Mason (com um tamborim) para “Outside the Wall”, que tinham pedido que ele tocasse meia hora antes do show. No palco, Waters abraçou Mason e dançou com ele de um lado para o outro. “Ele quase me derrubou”, Mason diz. “Achei que ele fosse me jogar para fora do palco.”

E foi falada mais alguma coisa no backstage, depois do show? “Você quer dizer, além de ‘foda-se você, te odeio’? ‘Eu nunca mais quero te ver’? Não.”

A notícia da reunião se espalhou como um incêndio online, o que deixa Mason perplexo. “Incrivelmente, são só três caras velhos se juntando por um momento, realmente estranho. Mas, se é disso que as pessoas gostam, então, isso é ótimo.” Naturalmente, isso reacendeu a esperança de uma reunião. Gilmour é o único que não aceitou fazer uma reunião com os membros vivos da banda. Mason e Waters disseram que estão dispostos a realizar mais atividades com a banda, após terem se reencontrado para o Live 8, em 2005.

“Eu acho que, especialmente neste momento, David tem outros problemas com os quais se preocupar”, diz Mason. “Mas, também, as pessoas mudam de quando estão interessadas em fazer algo para quando não estão. Eu acho que vamos ter que esperar quietos e ver se Dave vai, um dia, mudar de ideia. Acredito que haja uma possibilidade, mesmo que seja um outro Live 8.”

Não espere, contudo, que o baterista suba mais vezes ao palco durante a passagem de The Wall pela O2 Arena. “Foi uma coisa muito legal de se fazer, mas poderia se tornar um pouco clichê se a gente continuar escalando até o topo daquela parede e se abraçando no palco. Quer dizer, já foi suficiente. Somos ingleses, afinal de contas. A gente não faz muito essa coisa de ficar se abraçando.”

Fonte: Rolling Stone Brasil

Fotos do primeiro show dos Beatles nos EUA vão a leilão

Fotos tiradas em 1964 do primeiro show dos Beatles nos Estados Unidos serão leiloadas em julho. As imagens mostram a banda se apresentando dois dias depois de sua famosa participação no “Ed Sullivan Show”.

As fotos foram tiradas por Mike Mitchell, que tinha então 18 anos. Ela foram feitas no Washington Coliseum em 11 de fevereiro. Mitchell tem, no total, 50 imagens incluindo registros de outro concerto realizado em Baltimore em setembro. Segundo a agência Associated Press, as fotos serão vendidas individualmente.

“As fotos são muito próximos, muito íntimas e a luz é muito interessante”, diz Simeon Lipman, consultor da Christie’s, que irá realizar o leilão.

Foto tirada em 11 de fevereiro de 1964 mostra os Beatles em seu primeiro show nos Estados Unidos

Fonte: Folha de S. Paulo

Inscrições abertas para o festival Curta Santos

O Festival Curta Santos abre inscrições para sua 9ª edição, com o tema “Para Todas as Mulheres do Mundo”.

O 9º Curta Santos acontece em setembro e contará com cinco dias de programação totalmente gratuita. O Festival tem como objetivo oferecer ao público sessões de curtas, médias e longas-metragens (os dois últimos, em mostras não-competitivas) com produções de qualidade, que estão fora do circuito comercial além de  mesas redondas, oficinas e debates com profissionais da área.

Os realizadores podem inscrever seus filmes – com até 20 minutos de duração – em quatro mostras competitivas: Olhar Brasilis, Videoclipe Brasilis, Olhar Caiçara e Videoclipe Brasilis.

Mais informações no site www.curtasantos.com.br.

Fonte: Cultura e Mercado

Bar da zona norte promove festa de aniversário com shows

O tradicional boteco da zona norte Bar do Luiz Fernandes comemora 41 anos com festa neste sábado (21), na Casa das Caldeiras (zona oeste de São Paulo), a partir das 14h.

Shows de grupos como Demônios da Garoa, Funk Como Le Gusta e Quinteto Preto e Branco devem animar os boêmios.

O espaço terá decoração temática, com fotos e referências da cidade de São Paulo de antigamente.

As bebidas e os quitutes típicos do bar, como a surpresa de dona Idalina (bolinho empanado de berinjela, um dos hits do cardápio), estão inclusos no ingresso.

Casa das Caldeiras – av. Francisco Matarazzo, 2.000, Água Branca, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/XX/11/3873-6696. Livre. Sáb.: 14h às 2h. Ingr.: R$ 150 (inclui comida, bebida, camiseta e caneca).

Fonte: Folha de S. Paulo

Musical Evita: temporada prorrogada até 31/7

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