2° Festival de Dança de Florianópolis

Centro Administrativo de Governo do Estado de Santa Catarina. Bailarinos de todo o Brasil e do exterior poderão concorrer a um total de R$ 20 mil – a segunda maior premiação oferecida em eventos semelhantes no território catarinense.

Além de ampliar o período de realização de três para cinco dias, o valor global distribuído entre os vencedores aumentou em função de duas premiações agora instituídas: melhor balé clássico de repertório e de destaque para algum profissional da dança ou conjunto de obra participante do evento. A primeira, sugerida pelos próprios bailarinos clássicos, facilita a avaliação dos jurados ao analisarem em separado “trabalhos que não necessitem de valorização por criatividade e ineditismo, mas com algo tradicional das coreografias de repertório”, explica a curadora do festival, Bia Mattar. A segunda “é uma forma de reconhecer alguém de grande destaque, mas que não teve a oportunidade de levar o prêmio principal”, comenta Daniel Pozzobon, um dos organizadores.

A partir deste ano, a programação contará com uma sessão de gala, exclusiva para a apresentação de espetáculo convidado, que será anunciado em breve. Em 2010, o D-Efeitos, de São Paulo, foi a atração no primeiro ato da noite de abertura, com um pocket-show de dança de rua. Outra novidade será a mostra não competitiva, no mesmo teatro, proporcionando aos artistas a oportunidade de se apresentar para avaliadores especializados, independentemente do concurso. Além de ser um estímulo a novos coreógrafos, bailarinos e grupos iniciantes e experimentais, “vale também para veteranos que nem sempre estão dispostos a competir, apenas mostrar a sua produção artística”, comenta Daniel.

O método de inscrição também mudou. Agora, os trabalhos solo, em duo e em trio passarão por seleção, que será feita por intermédio de vídeo. Conforme Carlos Eduardo de Andrade, também diretor do festival, “o objetivo é melhorar a qualidade do que será mostrado ao público”. Já os conjuntos, compostos por quatro ou mais bailarinos, não necessitam ingressar no processo seletivo. “Ainda estamos na segunda edição. Dependendo da procura, para o próximo ano, também teremos a seleção de conjuntos”, adianta.

Para Daniel, “as expectativas são superanimadoras e será a oportunidade de confirmar todo o sucesso que foi o primeiro, ao envolver gente de tantos lugares com os mais variados trabalhos”. Bia pondera também que “questões de como crescer sem perder a qualidade, até onde crescer e o que pode ser inédito e instigante aos participantes pairam as nossas ideias e fazem o projeto ficar vivo e investigativo, não apenas um festival de mostras e competições”.

Ao contrário do ano passado, quando os patrocínios surgiram somente depois de seu lançamento, o Prêmio Desterro já angariou apoios importantes nesta fase inicial. A direção da Unimed Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico, por exemplo, aprovou um investimento significativo ainda no começo do ano, utilizando os benefícios dispostos na Lei Municipal de Incentivo à Cultura, gerida pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes. “Sem dúvida, o incentivo municipal ajudará a concretização desse evento. Estimamos a participação de aproximadamente mil bailarinos”, completa Carlos Eduardo.

Inscrições

Com o surgimento da mostra não competitiva, agora é possível optar entre inscrever coreografias apenas para apreciação do público ou concorrer ao prêmio sob análise dos jurados. O mesmo grupo ou bailarino pode enviar fichas para os dois tipos (competitiva e não competitiva), desde que sejam trabalhos diferentes.

O formato do festival estabelece duas categorias de faixa etária: júnior (nascidos de 1994 a 1997) e adulto (nascidos até 1993). Os gêneros de dança a que concorrem são balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de salão, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado. Dependendo da modalidade, da categoria e do subgênero (solo, duo, trio e conjunto), as coreografias devem ter duração máxima de três a seis minutos. Para os conjuntos, é obrigatória a quantidade mínima de quatro integrantes.

Cada grupo ou bailarino poderá inscrever até oito trabalhos por gênero, sendo quatro em cada categoria (júnior e adulto) e uma por subgênero. Para todos os casos haverá limite de vagas e a organização poderá encerrar o prazo de inscrição antes da data prevista, se considerar o número de coreografias recebidas a quantidade máxima adequada para as noites de espetáculos.

Podem participar escolas, academias, grupos, companhias e bailarinos profissionalizados ou não de qualquer procedência. Até 15 de julho, os candidatos deverão preencher suas fichas por meio do site oficial http://www.premiodesterro.com.br e remeter a documentação solicitada por Sedex (valendo a data do carimbo dos Correios). Os trabalhos solo, em duo e em trio serão selecionados, com inscrição realizada em duas etapas: postagem da ficha e do vídeo da coreografia no site até 5 de julho e, se aprovados, pagamento de taxa e remessa dos demais documentos até 15 de julho.

As taxas de inscrição por bailarino têm os seguintes custos:

*Até 19 de junho – conjunto (a partir de quatro bailarinos): R$ 25,00; trio: R$ 30,00; duo: R$ 35,00; solo: R$ 45,00.

*Após 19 de junho – conjunto (mais de quatro bailarinos): R$ 30,00; trio: R$ 36,00; duo: R$ 42,00; solo: R$ 54,00.

*Assistentes, diretores e coordenadores: R$ 20,00, independente do número de coreografias inscritas. Coreógrafos são isentos.

Estes valores correspondem à participação dos bailarinos em apenas uma coreografia. Quem for dançar em outro trabalho deverá pagar nova taxa, integralmente.
A relação dos trabalhos selecionados nos subgêneros solo, duo e trio será divulgada no site oficial do evento dia 10 de julho e a lista completa de todos os participantes da segunda edição do Prêmio Desterro até o dia 20 de julho.

Avaliação e premiação
Cinco profissionais de reconhecimento nacional na área da dança formarão a comissão julgadora e apontarão os três primeiros colocados nos subgêneros solo, duo, trio e conjunto, em todos os gêneros (balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de salão, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado), em ambas as categorias (júnior e adulto).

Descartando-se a maior e a menor nota aferidas, serão somadas as outras três para a média final. O primeiro lugar será o que atingir a maior média acima da nota 9; o segundo, a média imediatamente inferior ao primeiro lugar e acima de nota 8; e o terceiro, a média imediatamente inferior ao segundo lugar e acima de nota 7. Todos receberão troféus pela classificação.

Além disso, o grupo ou bailarino que conquistar a maior pontuação em cada um dos oito gêneros receberá R$ 1 mil em dinheiro e troféu. A estatueta também será conferida aos segundos e terceiros colocados. Todos os participantes, independente de classificação, poderão ser indicados também a um prêmio especial de R$ 2 mil, que será outorgado a um bailarino, grupo, escola, figurinista, ensaiador, coreógrafo ou conjunto de obra que venha a ser destaque no evento.

E para a apresentação considerada a melhor de todo o festival será o concedido o Prêmio Desterro, no valor de R$ 10 mil. A escolha será feita por um júri composto de três integrantes da primeira comissão julgadora e mais dois membros da comissão organizadora.

Pódio

O Prêmio Desterro estreou em 2010, com a participação de 607 dançarinos inscritos de 53 grupos do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre as 98 coreografias que disputaram um total de R$ 17 mil, “Mov&danças”, do Hip Hop Soul, de Florianópolis, foi o grande vencedor geral, levando R$ 10 mil. O mesmo grupo já havia recebido R$ 1 mil como primeiro colocado na dança de rua.

Os demais campeões por gênero, que também ganharam R$ 1 mil, foram: Associação Cultural Arte. Dança, de Florianópolis, balé clássico; Grupo de Dança Adriana Alcântara, de Balneário Camboriú (SC), dança contemporânea; João Biasotto & Priscila Mol, de Florianópolis, dança de salão; Grupo Folclórico Tropeiros do Litoral, de Itapema (SC), dança popular; Eliane Fetzer Centro de Dança, de Curitiba, jazz; e Laboratório da Dança, de Porto Alegre, sapateado.

Fonte: Dança Brasil

2° FESTIVAL DE DANÇA DE FLORIANÓPOLIS

Enviar para um amigo Enviar para um amigo 11/05/2011

Centro Administrativo de Governo do Estado de Santa Catarina. Bailarinos de todo o Brasil e do exterior poderão concorrer a um total de R$ 20 mil – a segunda maior premiação oferecida em eventos semelhantes no território catarinense.
Além de ampliar o período de realização de três para cinco dias, o valor global distribuído entre os vencedores aumentou em função de duas premiações agora instituídas: melhor balé clássico de repertório e de destaque para algum profissional da dança ou conjunto de obra participante do evento. A primeira, sugerida pelos próprios bailarinos clássicos, facilita a avaliação dos jurados ao analisarem em separado “trabalhos que não necessitem de valorização por criatividade e ineditismo, mas com algo tradicional das coreografias de repertório”, explica a curadora do festival, Bia Mattar. A segunda “é uma forma de reconhecer alguém de grande destaque, mas que não teve a oportunidade de levar o prêmio principal”, comenta Daniel Pozzobon, um dos organizadores.
A partir deste ano, a programação contará com uma sessão de gala, exclusiva para a apresentação de espetáculo convidado, que será anunciado em breve. Em 2010, o D-Efeitos, de São Paulo, foi a atração no primeiro ato da noite de abertura, com um pocket-show de dança de rua. Outra novidade será a mostra não competitiva, no mesmo teatro, proporcionando aos artistas a oportunidade de se apresentar para avaliadores especializados, independentemente do concurso. Além de ser um estímulo a novos coreógrafos, bailarinos e grupos iniciantes e experimentais, “vale também para veteranos que nem sempre estão dispostos a competir, apenas mostrar a sua produção artística”, comenta Daniel.
O método de inscrição também mudou. Agora, os trabalhos solo, em duo e em trio passarão por seleção, que será feita por intermédio de vídeo. Conforme Carlos Eduardo de Andrade, também diretor do festival, “o objetivo é melhorar a qualidade do que será mostrado ao público”. Já os conjuntos, compostos por quatro ou mais bailarinos, não necessitam ingressar no processo seletivo. “Ainda estamos na segunda edição. Dependendo da procura, para o próximo ano, também teremos a seleção de conjuntos”, adianta.
Para Daniel, “as expectativas são superanimadoras e será a oportunidade de confirmar todo o sucesso que foi o primeiro, ao envolver gente de tantos lugares com os mais variados trabalhos”. Bia pondera também que “questões de como crescer sem perder a qualidade, até onde crescer e o que pode ser inédito e instigante aos participantes pairam as nossas ideias e fazem o projeto ficar vivo e investigativo, não apenas um festival de mostras e competições”.
Ao contrário do ano passado, quando os patrocínios surgiram somente depois de seu lançamento, o Prêmio Desterro já angariou apoios importantes nesta fase inicial. A direção da Unimed Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico, por exemplo, aprovou um investimento significativo ainda no começo do ano, utilizando os benefícios dispostos na Lei Municipal de Incentivo à Cultura, gerida pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes. “Sem dúvida, o incentivo municipal ajudará a concretização desse evento. Estimamos a participação de aproximadamente mil bailarinos”, completa Carlos Eduardo.

Inscrições
Com o surgimento da mostra não competitiva, agora é possível optar entre inscrever coreografias apenas para apreciação do público ou concorrer ao prêmio sob análise dos jurados. O mesmo grupo ou bailarino pode enviar fichas para os dois tipos (competitiva e não competitiva), desde que sejam trabalhos diferentes.
O formato do festival estabelece duas categorias de faixa etária: júnior (nascidos de 1994 a 1997) e adulto (nascidos até 1993). Os gêneros de dança a que concorrem são balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de salão, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado. Dependendo da modalidade, da categoria e do subgênero (solo, duo, trio e conjunto), as coreografias devem ter duração máxima de três a seis minutos. Para os conjuntos, é obrigatória a quantidade mínima de quatro integrantes.
Cada grupo ou bailarino poderá inscrever até oito trabalhos por gênero, sendo quatro em cada categoria (júnior e adulto) e uma por subgênero. Para todos os casos haverá limite de vagas e a organização poderá encerrar o prazo de inscrição antes da data prevista, se considerar o número de coreografias recebidas a quantidade máxima adequada para as noites de espetáculos.
Podem participar escolas, academias, grupos, companhias e bailarinos profissionalizados ou não de qualquer procedência. Até 15 de julho, os candidatos deverão preencher suas fichas por meio do site oficial http://www.premiodesterro.com.br e remeter a documentação solicitada por Sedex (valendo a data do carimbo dos Correios). Os trabalhos solo, em duo e em trio serão selecionados, com inscrição realizada em duas etapas: postagem da ficha e do vídeo da coreografia no site até 5 de julho e, se aprovados, pagamento de taxa e remessa dos demais documentos até 15 de julho.
As taxas de inscrição por bailarino têm os seguintes custos:

*Até 19 de junho – conjunto (a partir de quatro bailarinos): R$ 25,00; trio: R$ 30,00; duo: R$ 35,00; solo: R$ 45,00.

*Após 19 de junho – conjunto (mais de quatro bailarinos): R$ 30,00; trio: R$ 36,00; duo: R$ 42,00; solo: R$ 54,00.

*Assistentes, diretores e coordenadores: R$ 20,00, independente do número de coreografias inscritas. Coreógrafos são isentos.

Estes valores correspondem à participação dos bailarinos em apenas uma coreografia. Quem for dançar em outro trabalho deverá pagar nova taxa, integralmente.
A relação dos trabalhos selecionados nos subgêneros solo, duo e trio será divulgada no site oficial do evento dia 10 de julho e a lista completa de todos os participantes da segunda edição do Prêmio Desterro até o dia 20 de julho.

Avaliação e premiação
Cinco profissionais de reconhecimento nacional na área da dança formarão a comissão julgadora e apontarão os três primeiros colocados nos subgêneros solo, duo, trio e conjunto, em todos os gêneros (balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de salão, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado), em ambas as categorias (júnior e adulto).
Descartando-se a maior e a menor nota aferidas, serão somadas as outras três para a média final. O primeiro lugar será o que atingir a maior média acima da nota 9; o segundo, a média imediatamente inferior ao primeiro lugar e acima de nota 8; e o terceiro, a média imediatamente inferior ao segundo lugar e acima de nota 7. Todos receberão troféus pela classificação.
Além disso, o grupo ou bailarino que conquistar a maior pontuação em cada um dos oito gêneros receberá R$ 1 mil em dinheiro e troféu. A estatueta também será conferida aos segundos e terceiros colocados. Todos os participantes, independente de classificação, poderão ser indicados também a um prêmio especial de R$ 2 mil, que será outorgado a um bailarino, grupo, escola, figurinista, ensaiador, coreógrafo ou conjunto de obra que venha a ser destaque no evento.
E para a apresentação considerada a melhor de todo o festival será o concedido o Prêmio Desterro, no valor de R$ 10 mil. A escolha será feita por um júri composto de três integrantes da primeira comissão julgadora e mais dois membros da comissão organizadora.

Pódio
O Prêmio Desterro estreou em 2010, com a participação de 607 dançarinos inscritos de 53 grupos do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre as 98 coreografias que disputaram um total de R$ 17 mil, “Mov&danças”, do Hip Hop Soul, de Florianópolis, foi o grande vencedor geral, levando R$ 10 mil. O mesmo grupo já havia recebido R$ 1 mil como primeiro colocado na dança de rua.
Os demais campeões por gênero, que também ganharam R$ 1 mil, foram: Associação Cultural Arte.Dança, de Florianópolis, balé clássico; Grupo de Dança Adriana Alcântara, de Balneário Camboriú (SC), dança contemporânea; João Biasotto & Priscila Mol, de Florianópolis, dança de salão; Grupo Folclórico Tropeiros do Litoral, de Itapema (SC), dança popular; Eliane Fetzer Centro de Dança, de Curitiba, jazz; e Laboratório da Dança, de Porto Alegre, sapateado.

Fox anuncia novo Flintstones para 2013

Os Flintstones devem voltar à TV em 2013 pelas mãos do criador da série animada Family Guy. Seth Macfarlane deve ser o responsável pela nova versão do clássico desenho criado pelos estúdios Hanna-Barbera. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 16, por executivos da Fox em um evento em Nova York.

Segundo o site Entertainment Weekly, a atração começa a ser produzida este ano, para ir ao ar em 2013. “Uma das primeiras coisas que eu desenhei na vida foi Fred Flintstone”, afirma Macfarlane. Segundo ele, a série vai ser modernizada, mas as características principais devem permanecer. “Os personagens serão os mesmos, o que vai mudar são as histórias”, disse.

MacFarlane é um dos roteiristas mais bem pagos dos Estados Unidos. Além de Family Guy, é responsável por American Dad e The Cleveland Show. Na década de 1990, produziu episódios de Johnny Bravo, dos estúdios Hanna-Barbera.

Os Flintstones, que faz um retrato da família americana de classe média, foi exibido pela primeira vez na ABC no dia 30 de setembro de 1960. Estima-se que mais de 300 milhões de pessoas tenham visto o desenho em todo o mundo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Tela de cinema vira palco de dança em ‘Pina 3D’, de Wim Wenders

Com a ajuda da nova tecnologia 3D, o cineasta Wim Wenders transformou a tela de cinema em algo bem próximo de um palco de teatro em seu novo documentário, “Pina 3D”, que está sendo apresentado para compradores do Festival de Cannes durante esta semana, mas chega ao Brasil só em 30 de setembro.

O filme, primeiro do diretor em 3D, recria a partir de vários ângulos – incluindo o da visão geral da plateia – partes de espetáculos da famosa bailarina e coreógrafa alemã Pina Bausch, morta no ano passado. Os passos são executados por dançarinos que trabalharam durante décadas com Pina e que também fornecem depoimentos emocionados sobre a tutora. (Pina, em si, aparece pouco, apenas em algumas gravações de arquivo que, obviamente, não contam com efeitos em 3D).

Em vez de lançar mão de efeitos especiais e artifícios que já estão virando clichê em filmes 3D, como os de objetos que são jogados para fora ou dentro da tela, Wenders aproveita o aumento da profundidade de campo permitido pela nova tecnologia para acentuar a ilusão de colocar o espectador em cima do palco, muitas vezes entre os bailarinos.

Em um dos poucos “truques” de montagem do filme, o diretor constrói uma maquete do cenário do espetáculo “Café Müller” para conseguir alternar tomadas em miniatura e outras em tamanho real dos dançarinos.

Imagem de 'Pina 3D', de Wim Wenders (Foto: Divulgação)

Outra das liberdades artísticas de Wenders foi criar um número especial com um dos bailarinos de Pina ao som de “Leãozinho”, de Caetano Veloso, de quem o cineasta alemão já se declarou fã.

Mas talvez um dos aspectos mais curiosos do documentário é que, além dos ambientes fechados, Wenders também leva sua câmera para cenários externos, como estações de trem e parques, e comprova que gravar com a nova tecnologia não depende necessariamente de condições de estúdio rigidamente controladas.

Mais que um bom filme para quem gosta de dança e teatro, “Pina 3D” é um passo importante para mostrar que o novo recurso também pode atender bem aos diretores dos chamados filmes de arte.

Fonte: G1

Cultura em São Paulo pede socorro

por Chico Ferreira

Muito se fala sobre o Ministério da Cultura e sobre Ana de Hollanda. Creative Commons, Direito Autoral, Ecad, Projetos aprovados na Rouanet, entre outros.

O Ministério completou somente 5 meses, os quais grande parte foram para montar equipe, se inteirar de assuntos, coisas naturais, porém teve que passar a maior parte do seu tempo se defendendo e se virando para arrumar dinheiro e cobrir despesas da gestão passada, do que poder criar algo.

Todos estes assuntos estão em pauta e estão sendo debatidos em exaustão, o Ministério já quitou parte das dívidas atrasadas e caminha com os outros itens.

De tanto falarmos sobre as Leis de Incentivo a Cultura (Rouanet), vem se deixando de lado o incentivo a cultura na maior cidade e estado do Brasil.

LEIS DE INCENTIVO A CULTURA DE SÃO PAULO.
São Paulo vem fazendo um descaso com a área cultural, quem trabalha na área cultural e artística de São Paulo (sem ser os grandes produtores) vive pedindo esmolas.
Enquanto muitos estados e cidades do Brasil caminham para melhoria de suas leis locais de incentivo à cultura como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, entre outras, São Paulo anda cada vez mais para trás.

LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA (Lei Mendonça)
A Lei Municipal de Cultura vem ano a ano numa queda vertiginosa, empresas de São Paulo não podem investir em Cultura, devido ao Secretário Municipal de Cultura não gostar de leis de incentivo. O Secretário Carlos Augusto Calil , o qual a maioria desconhece, (devido ao fato de não ouvirmos falar nada sobre a secretaria municipal de cultura, isto porque ele assumiu em 2005) não esconde que não gosta da lei, mas também nunca fez nada que pudesse substituir e vem ano a ano acabando com a lei, dificultando a aprovação dos projetos e afastando as empresas de patrocinarem, como pode se ver no balanço dos investimentos da Lei de Incentivo no Site da Secretaria Municipal de Cultura.

Calil, particularmente é um grande crítico das leis de incentivo, mas não vê que foram as leis que salvaram toda uma cena cultural no Brasil nos últimos 15 anos, e que graças a elas surgiram projetos maravilhosos no Brasil.

Se ele tem problemas pessoais com a Lei ele deveria fazer mudanças criar fundos para fomento à cultura, montar um conselho para aprovação de projetos culturais baseado em interesse público, capacidade do proponente, adequação de orçamento.

Pois enquanto ele esta representando a área cultural e recebendo alto salário pago com nossos impostos a classe cultural da cidade de São Paulo pede esmola.

A prefeitura de São Paulo gasta mais de 8 milhões em apenas um dia na Virada Cultural e no resto do ano praticamente não faz nada, temos que agradecer São Jorge por não ter chovido neste dia e o dinheiro dos contribuintes não ter escorrido pelos esgotos (estes entupidos pela sujeira da Virada). Criando uma falsa ilusão de que as coisas vão indo bem na área cultural.

Neste único dia de trabalho do ano na área cultural de São Paulo, centenas de artistas e produtores atuantes da cena cultural de São Paulo, não trabalham. Em contrapartida a secretaria paga cachês exorbitantes para dezenas de artistas do grande escalão.

PROAC – LEI ESTADUAL DE INCENTIVO A CULTURA
A lei estadual surgiu recentemente e vem sendo a principal ferramenta para realização de alguns projetos culturais. Porém o proponente enfrenta duzentas dificuldades para aprovação do projeto. Se tornando praticamente impossível aprovar um projeto no Proac, a não ser de grandes peças teatrais.

Quem faz as análises são pareceristas contratados pela Secretaria os quais nunca na vida devem ter realizado qualquer projeto cultural ou chegado perto dos mesmos, reprovam a maioria dos projetos, já analisam procurando  qualquer coisa para poder reprovar, quando não conseguem, solicitam como complementação de informações coisas absurdas, como projeto de cenários, bonecos de livros prontos, cartas de todos os lugares e pessoas imagináveis, entre outras coisas, itens que quem faz projeto sabe que a maioria só é possível de realizar após a captação de recursos haja visto que depende de contratações.

A lei de Incentivo estadual vem se equiparando em dificuldades ao de se ganhar alguns dos principais editais do Brasil como (Petrobras, Natura, Banco do Brasil), conseguir uma aprovação vem sendo um grande desafio, porém não é um edital e nem existem profissionais capacitados para julgarem como tal.

As Leis de cultura servem para facilitar o acesso dos proponentes, produtores, artistas para a realização de projetos e não para selecionar aqueles que agradam aos pareceristas.

A Secretaria de Estado da Cultura deveria deixar claro o que é preciso para aprovar um projeto, parece que partem do princípio que todo proponente é pilantra,  a avalização dos projetos tem de ser imparciais, técnica, seguindo os critérios da Lei e não julgar méritos e valores de acordo com conviccões pessoais dos pareceristas. Neste aspecto e em outros aprendam com a Rouanet.

Fonte: Cultura e Mercado

Banda Tears for Fears anuncia seis shows no Brasil

A banda oitentista Tears for Fears anunciou que fará seis shows no Brasil. As apresentações serão realizadas em outubro e foram confirmadas no site oficial de Curt Smith.

Segundo o site do músico, a pré-venda de ingressos começa no próximo dia 23.

A turnê da banda pelo país começa em Porto Alegre no dia 4 de outubro no Pepsi on Stage. No dia 6, a banda passa pelo Credicard Hall, em São Paulo, e dia 8 pelo Citibank Hall, no Rio. Dia 9, eles chegam a Belo Horizonte, no Chevrolet Hall, dia 11 tocam em Brasília, no Centro de Convenções, e encerram a turnê no Siara Hall, em Fortaleza, dia 15.

O Tears for Fears foi formado por Roland Orzabal e Curt Smith no início dos anos 80. Entre seus principais sucessos estão “Woman in Chains”, “Everybody Wants to Rule the World” e “Sowing the Seeds of Love”.

Fonte: Folha de S. Paulo

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