Veja a lista de shows confirmados para este ano em SP

Em 2011, a cidade recebe shows internacionais para todos os públicos e idades.

Os próximos destaques de maio são os festivais Natura Nós, na Chácara do Jockey, com Jack Johnson, Jamie Cullum e Laura Marling, e Urban Music Festival, com John Legend & The Roots e Cee Lo Green.

Veja abaixo outras atrações já confirmadas para este ano.

*MAIO

Sublime With Rome
QUANDO 13 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 120 a R$ 200
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

Miley Cyrus
QUANDO 14 de maio
QUANTO de R$ 340 a R$ 700
ONDE Arena Anhembi (av. Olavo Fontoura, 1209)

Ian Anderson
QUANDO 14 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 100 a R$ 400
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17955; tel.: 0/ xx/ 11 2846-6010)

The Cult
QUANDO 14 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 120 a R$ 360
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Mötley Crüe e Buckcherry
QUANDO 17 de maio, às 21h30
QUANTO de R$ 90 a R$ 350
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17955; tel.: 0/ xx/ 11 2846-6010)

Michael Bolton
QUANDO 17 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 200 a R$ 350
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

Kenny Rogers
QUANDO 18 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 200 a R$ 500
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

Natura Nós com Jack Johnson, Jamie Cullum, Laura Marling e outros
QUANDO 21 e 22 de maio
QUANTO de R$ 180 (pista) a R$ 450 (pista premium)
ONDE Chácara do Jockey

McFly
QUANDO 23 e 24 de maio, às 21h
QUANTO de R$ 160 a R$ 300
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Village People
QUANDO 27 de maio, às 22h
QUANTO de R$ 80 a R$ 280
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Urban Music Festival com John Legend & The Roots e Cee Lo Green
QUANDO 29 de maio
QUANTO 1º lote: R$ 100; 2º lote: R$ 160
ONDE Arena Anhembi (av. Olavo Fontoura, 1209)

Festival Cultura Inglesa com Gang of Four e Miles Kane
QUANDO 29 de maio
QUANTO grátis
ONDE Parque da Independência

Dulce María
QUANDO 30 de maio, às 20h
QUANTO de R$ 120 a R$ 500
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

* JUNHO

Alice Cooper
QUANDO 2 de junho, às 21h30
QUANTO de R$ 100 a R$ 400
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17955; tel.: 0/ xx/ 11 2846-6010)

Slayer
QUANDO 9 de junho, às 22h
QUANTO de R$ 150 a R$ 250
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

Cut Copy
QUANDO 10 de junho, às 22h
QUANTO de R$ 160 a R$ 250
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

BMW Jazz Festival com Sharon Jones & The Dap-Kings
QUANDO 10 a 12 de junho
QUANTO não divulgado
ONDE Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral)

Billy Paul
QUANDO 12 de junho, às 22h
QUANTO de R$ 80 a R$ 240
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Scott Stapp do Creed
QUANDO 12 de junho, às 20h
QUANTO de R$ 140 a R$ 250
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17955; tel.: 0/ xx/ 11 2846-6010)

New Young Pony Club
QUANDO 16 de junho, às 23h40
QUANTO R$ 80
ONDE Beco 203 (Rua Augusta, 609)

* JULHO

Danzig
QUANDO 16 de julho, às 22h
QUANTO de R$ 120 a R$ 280
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Bobby McFerrin
QUANDO 28 de julho, às 22h
QUANTO de R$ 150 a R$ 400
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

* AGOSTO

Black Label Society
QUANDO 13 de agosto, às 22h
QUANTO de R$ 120 a R$ 360
ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro, tel.: 0/xx/11/2163-2120)

Never Shout Never + Hey Monday
QUANDO 27 de agosto, às 22h
QUANTO de R$ 120 a R$ 200
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

*SETEMBRO

Bobby McFerrin
QUANDO 9 de setembro, às 22h
QUANTO de R$ 140 a R$ 300
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel.: 0/ xx/ 11 3846-2300)

Pearl Jam
QUANDO setembro
QUANTO não divulgado
ONDE não divulgado

* OUTUBRO

Eric Clapton
QUANDO 12 de outubro
QUANTO não divulgado
ONDE não divulgado

* NOVEMBRO

Planeta Terra (com Friendly Fires, The Vaccines, The Strokes e outras atrações)
QUANDO 5 de novembro
QUANTO não divulgado
ONDE não divulgado

SWU (com Cold War Kids e MGMT)
QUANDO novembro
QUANTO não divulgado
ONDE não divulgado

Foo Fighters
QUANDO novembro
QUANTO não divulgado
ONDE não divulgado

Fonte: Folha de S. Paulo

Na vida pós-OSB

por Roberta Pennafort

O violoncelista inglês David Chew completou 30 anos de Rio de Janeiro e de Orquestra Sinfônica Brasileira no último sábado. Não comemorou. “Não tem clima. É o momento mais triste da minha carreira”, conta o músico, um dos 36 demitidos por justa causa no mês passado.
Spalla (primeiro violoncelo) da OSB, Chew não se submeteu à avaliação de desempenho na qual, acompanhado de uma banca, o maestro que lhe ouve nos ensaios e nos concertos verificaria sua afinação, precisão técnica, domínio dos estilos e da obra tocada, entre outros quesitos.
Michel Bessler, spalla dos violinos, no prestigioso posto desde 1977, sendo o mais jovem a alcançá-lo (tinha 28 anos), e também o primeiro brasileiro, compara: é como se um jornalista tivesse de passar por uma prova de redação, ou se um advogado experiente fosse submetido novamente ao exame da OAB.
“Foi uma agressão muito forte. Vivi metade desses 70 anos da OSB. Tenho 62 anos e nunca estive tão em forma”, garante. “Passei noites colando pedaços de partituras para tocarmos, porque não tínhamos novas.”
Os irmãos gêmeos Paulo e Ricardo Santoro, violoncelistas de 43 anos, eram universitários quando passaram na audição para a OSB, aos 18. “Fomos criados com nosso pai (contrabaixista) tocando em orquestra e meu sonho era ter um filho vendo o pai numa orquestra”, lamenta Paulo, que planejava com a mulher ter um filho este ano.
Paulo e Ricardo formam o Duo Santoro, que se apresenta pelo Brasil e o mundo há 21 anos. Michel Bessler também toca em formações camerísticas, assim como David Chew, o violista Nayran Pessanha, o trompista Antonio José Augusto e a maior parte dos dispensados.
Dos 36, 25 são integrantes de orquestras com as Sinfônicas da Petrobrás e da UFRJ ou fazem participações a convite. Treze são professores, sendo dois na Escola de Música da UFRJ, a mais tradicional do País. Conquistaram reconhecimento de colegas, maestros, críticos, assinantes. Eles desejam manter-se unidos, apresentando-se em formações diversas. “Todo mundo sempre vestiu a camisa da OSB, mas cuidou de suas carreiras. Seguramos firme nos momentos difíceis, ficamos até seis meses sem receber salário. A OSB nunca será página virada para mim”, conta Pessanha.
A expressão também é usada por Antonio Augusto. “Essa OSB que está aí não existe de fato, só no discurso de alguns. Da minha OSB eu não abro mão.” Ele talvez seja a cara mais dramática da crise, que começou nas férias de janeiro, quando foi enviada a notificação sobre a prova, marcada para março (as negociações se encerraram em abril, porque os músicos demandaram a saída do diretor artístico e regente titular, Roberto Minczuk, e a Fundação OSB não aceitou): aos 46 anos, o trompista teve um enfarte na semana seguinte à prova não realizada.
Cerca de 30 instrumentistas compareceram. São, em geral, mais jovens, e muitos, estrangeiros, europeus e latino-americanos, alguns movidos pelo temor de perder o visto de trabalho.
Semana que vem, começam as audições para 33 vagas de violinista, violista, violoncelista, contrabaixista, flautista, oboísta, clarinetista, fagotista, trompista, trombonista, trompetista e pianista. Serão de segunda a quarta em Londres, de sexta a domingo em Nova York, e, entre os dias 25 e 28, chegam ao Rio. Entidades e músicos de vários países fazem campanha na internet para que sejam boicotadas.
Especialistas calculam que provavelmente serão necessárias décadas para que a identidade musical da OSB seja recuperada. A Fosb sustenta que o processo é benéfico para a orquestra, que busca alcançar nível internacional. Seu site anuncia que a temporada começa em agosto, “em virtude do processo de reorganização de seu corpo orquestral” – embora na página do Teatro Municipal todos os concertos até dezembro estejam com o aviso: “Venda de ingressos suspensa temporariamente, a pedido da Fosb”.

O QUE É

Orquestra Sinfônica Brasileira

Fundado em 1940, é o mais tradicional conjunto sinfônico do País, havendo formado gerações de plateias. Desde 2005, tem como diretor artístico e regente titular o renomado maestro Roberto Minczuk, que enfrentou – e venceu – embates com os músicos em 2008 e neste ano. Minczuk sustenta que trabalha pela excelência da orquestra; os instrumentistas o definem como déspota.

Fonte: O Estado de S. Paulo

As novas cantoras antigas

por Thales de Menezes

A top model inglesa Karen Elson, que se casou com o guitarrista Jack White (White Stripes), resolveu cantar. Afinada com os tempos modernos, passou a integrar o time das novas cantoras que buscam inspiração no passado.
“The Ghost Who Walks”, seu primeiro e até agora único álbum, acaba de sair no Brasil pelo selo Lab 344. Trata-se de um disco belíssimo, de canções pop encharcadas de tristeza. Uma curiosidade: poderia ter sido gravado e lançado em, digamos, 1959.
Ter algum conhecimento sobre nomes de sucesso na história das intérpretes brancas de música popular americana e britânica tornam impossível ouvir o trabalho da moça sem pensar nas divas que encantavam multidões nas décadas de 1950 e 1960.
A comparação pode levar, por exemplo, a Julie London. Apesar do nome, foi uma lindíssima atriz e cantora americana de standards (temas de jazz que se tornaram conhecidos a ponto de ocupar as paradas de música popular).
Outra referência clara no disco de Karen Elson é Rosemary Clooney, mas ela não está sozinha na predileção.
Zooey Deschanel, mais famosa no Brasil como a atriz gracinha do filme “500 Dias com Ela”, é vocalista do duo She & Him. Ela declarou que Rosemary Clooney é sua cantora favorita. Os dois álbuns já lançados pela dupla de Zooey também lembram as músicas gravadas pela tia-avó do ator George Clooney.
Amy Winehouse bebe na fonte de cantoras do chamado blue-eyed soul (astros brancos ingleses dedicados ao gênero nos anos 1960), como Dusty Springfield e Petula Clark. Mas adora cantar em seus shows o maior sucesso de Rosemary, “Tenderly”.
Duffy, a loirinha galesa com voz de patinha que surgiu como uma possível versão comportada de Amy, é outra a construir seu som com ecos do passado.
Bernard Butler, ex-guitarrista do britpop Suede e produtor da moça, liberou para ela uma coleção de compactos de cantoras como Nancy Sinatra, Lulu e Sandie Shaw. Os álbuns de Duffy dão recibo da apropriação sonora.
Para completar um time de novas cantoras “antigas” só falta a que hoje se mostra a mais bem-sucedida delas: Adele. A inglesa fofa de 21 anos conseguiu rapidamente o que todas as suas conterrâneas querem: ganhar as paradas americanas.
Capa de uma recente edição da “Rolling Stone”, praticamente um atestado de aceitação nos Estados Unidos, ela consegue equilibrar temas melancólicos, de paixões arrebatadoras e mal resolvidas, com hits animados. A crítica que a compara a Peggy Lee acerta em cheio.
As mocinhas deste século têm competência. Mas, em tempos de discos de qualquer época numa amazon.com, vale ouvir as originais.

Fonte: Folha de S. Paulo

Dilma Roussef apoia pessoalmente a ministra da Cultura

A presidente Dilma Rousseff deu nesta quarta-feira (11/5), pessoalmente, uma demonstração de apoio à ministra da Cultura, Ana de Hollanda, cuja permanência no cargo foi colocada em dúvida nesta semana por setores do PT e do governo. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Dilma cruzou com a ministra ao deixar o salão nobre do Planalto, após um evento. Virou-se, colocou as mãos em seus ombros e disse, antes de entrar no elevador privativo: “Fica firme, Ana”. A ministra, no centro de uma crise dentro da própria pasta e no meio cultural, retribuiu com um sorriso.

Mais tarde, coube ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, reforçar o apoio da presidente, em reunião no MinC com os secretários da pasta e das entidades vinculadas.

Carvalho disse a todos que Dilma apoia integralmente as políticas da ministra para a pasta, inclusive a ampliação do debate sobre a mudança na Lei de Direito Autoral -um dos principais focos de insatisfação no PT.

A reunião durou duas horas e contou com cerca de 15 pessoas. O ministro avisou aos presentes que quem tentar “desestabilizar” a ministra vai “quebrar a cara”. “Não passarão”, afirmou.

Ele pediu “coesão” dos secretários em apoio a Ana de Hollanda. O recado foi entendido como uma forma de cessar o “fogo amigo” do segundo escalão contra ela.

Carvalho abriu o encontro parabenizando a ministra pela “coragem” que demonstrou ao manter um compromisso público em São Paulo no início da semana, apesar dos boatos de que haveria manifestações contra ela.

Ana de Hollanda pouco falou. Quando o fez, procurou mostrar que está trabalhando normalmente. Citou a própria discussão sobre direitos autorais e os projetos do ministério para a Copa de 2014.

Também estava na reunião Morgana Eneile, dirigente do PT nomeada sua assessora especial -”interventora” escalada para ajudar a conter a disputa no órgão.

Após a reunião, todos os secretários e órgãos vinculados ao ministério divulgaram nota na qual repudiam “a forma como o ministério vem sendo atacado por aqueles que insistem em não reconhecer o diálogo e as ações concretas empreendidas nesses primeiros 120 dias”.

Declarando “união” em torno de Ana de Hollanda, afirmaram que “esse processo deve sempre ser orientado pela defesa dos melhores valores culturais”.

Mais tarde, no Planalto, Carvalho disse que “as plantações” contra a ministra “não estão frutificando” e repetiu que quem aposta “na instabilidade vai quebrar a cara”. Ele afirmou que “em nenhum momento” Dilma pensou em demitir a auxiliar.

Além dos direitos autorais, as críticas à ministra se devem à suspensão de pagamento de convênios e à retirada do selo Creative Commons (licença para uso de conteúdo) do site da pasta. A campanha contra ela no PT começou quando cancelou a nomeação do sociólogo Emir Sader para presidir a Fundação Casa de Rui Barbosa. Ele havia dito à Folha que a ministra era “meio autista”.

Na saída de uma reunião à noite, Ana de Hollanda falou à Folha sobre o encontro com Carvalho.

Folha – Como foi a reunião com o ministro Gilberto Carvalho?
Ana de Hollanda –
Foi mais uma conversa sobre a tranquilidade em que estão as coisas, apesar de todos os “escândalos” que estão noticiando. Nada de alarmante está acontecendo. Também serviu para desmentir acusações de que tinha gente [do PT] tramando contra mim.

A senhora saiu mais tranquila da reunião?
Não, já estava tranquila.

*Com informações da Folha Online

Fonte: Cultura e Mercado

Peça “O Tribunal de Salomão” no Parque da Água Branca – Gratuito

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