Cinema ibero-americano vira dicionário em mais de 10 mil páginas

Madri, 4 mai (EFE) – De Luis Buñuel a Pedro Almodóvar, de María Félix a Javier Bardem, o novo Dicionário de Cinema ibero-americano inclui 16 mil verbetes em mais de 10 mil páginas e 10 volumes, uma ambiciosa obra que reúne tudo relativo ao cinema de 22 países e que conta com uma versão digital.
A obra está dividida em oito volumes que reúnem, por ordem alfabética, todos os gêneros e profissionais vinculados ao mundo do cinema, e em outros dois que reúnem os mil filmes mais importantes do âmbito ibero-americano, explicaram nesta quarta-feira seus diretores, Carlos F. Herdeiro e Eduardo Rodríguez Merchán.
Cerca de 400 especialistas participaram do desenvolvimento deste dicionário que durou 10 anos no qual se tratou de conseguir “um jogo de equilíbrio” para que os diretores da mesma importância dispusessem do mesmo espaço e para que os países estivessem representados como corresponde a sua história cinematográfica.
Assim, Espanha, México, Argentina e Brasil são os que dispõem de mais resultados, com 60% do espaço dedicado aos 20 países latino-americanos incluídos, explicou à Agência Efe o diretor da parte da América do dicionário, o diretor do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, Ivan Giroud.
“Foi um trabalho monumental para ordenar e processar toda a informação, escolher um coordenador para cada país e os mais de 170 especialistas que participaram da redação da parte latino-americana”.
A iniciativa da Sociedade Geral de Autores da Espanha (SGAE), que financiou os 1,6 milhões de euros que custou seu desenvolvimento, contou além disso com a colaboração desinteressada de filmotecas, academias de cinema e universidades, principalmente da Espanha, Brasil, México, Argentina, Cuba, Uruguai e Chile.
Desta forma, foi possível contar com 5 mil ilustrações, muitas delas inéditas, que completam as seções dedicadas a filmes, gêneros, censura em países com ditadura, e até arquitetura de salas de cinema.
Nomes como Cantinflas, María Félix, Arturo Ripstein, Francisco Lombardi, Raquel Meller, Sergio Cabrera, Néstor Almendros e Penélope Cruz se misturam com títulos como Viridiana, e Maria Cheia de Graça e seções como o dedicado ao cinema e a literatura através de José Saramago.
Dos 10 volumes do dicionário, os quatro primeiros já estão disponíveis – a 725 euros -, e o resto será lançado no mercado em novembro, tanto na Espanha como na América Latina. EFE

Fonte: O Estado de S. Paulo

Divulgada a lista dos indicados ao Prêmio Tony 2011

Na manhã desta terça-feira, dia 02/05/2011, foi divulgada a lista dos indicados ao Prêmio Tony de 2011. Considerado o maior prêmio conferido aos grandes nomes e performances do teatro estadunidense, o Tony premia as peças musicais e não musicais desde 1947.

Confira aqui a lista dos indicados do Tony 2011 e algumas informações sobre as peças e a história do prêmio.

Um fã de teatro musical que se preze sabe (ou deveria saber) que o prêmio Tony é a maior comenda que um profissional da área teatral pode receber em reconhecimento a seu trabalho. Mas como surgiu a idéia do Tony?

Apesar do nome essencialmente masculino, o prêmio Tony é uma homenagem a Antoinette Perry, atriz, diretora, produtora e a líder do American Theatre Wing durante o período de guerras.

No mesmo ano de seu falecimento foi oferecido um jantar no salão nobre do hotel Waldorf Astoria no domingo de Páscoa, dia 06/04/1947. Vera Allen, sucessora de Tony Perry no comando do Wing, presidiu a noite, que incluiu jantar, dança e entretenimento liderado por Mickey Rooney, Herb Shriner, Ethel Waters e David Wayne. Naquela noite, 11 Tonys foram concedido em 7 categorias, destacando-se José Ferrer, Arthur Miller, Helen Hayes, Ingrid Bergman, Patricia Neal, Elia Kazan e Agnes de Mille.

A Broadway acolheu com grande entusiasmo o Tony desde o início. As primeiras cerimônias de entrega eram menos opulentas que as atuais, mas já naquela época contabilizava mais de 5 mil convidados que se espremiam no teatro da Radio City, além dos milhões de espectadores que acompanhavam o prêmio pelo rádio.

As performances da distribuição do Tony contavam com a participação de então novatos (e incontestavelmente talentosos) atores da Brodway, tais como Katherine Cornell, Guthrie McClintic, Ralph Bellamy, Joan Crawford, Alfred de Liagre Jr., Gilbert Miller, Shirley Booth, Carol Channing, Joan Fontaine, Paul Newman, Geraldine Page, Anne Bancroft, Sidney Poitier, Fredric March, Robert Goulet, Gig Young, Anna Maria Alberghetti, Henry Fonda e muitos outros.

Em 1966, com o falecimento da então presidente do Wing, Helen Menken, a premiação daquele ano teve um clima triste e foi a única vez que não teve shows e outras perfomances.

No ano seguinte, com Isabelle Stevenson à frente do Wing, foi convidada The Broadway League para coapresentar o Tony de 1967, justamente no ano em que a premiação seria televisionada.

Alexander H. Cohen produziu a histórica exibição do Tony de 1967  pela TV e organizou uma noite de gala que ocorreu aos a cerimônia. Naquele ano o Tony foi deslocado para seu clássico teatro – o Shubert. Desde 1978 a CBS exibe a cerimômia.

Esse período televisionado e produzido por Cohen marcou a premiação do Tony como uma das mais chiques e permeadas de talentos. Mas a era Cohen terminou em 1987, ano que o Wing e a Broadway League criaram a Tony Award Production, uma joint venture criada para produzir a premiação e os eventos relacionados.

O prêmio Tony celebrou em 1997 os 50 anos de premiação. Para comemorar esse marco, deslocou a cerimônia novamente para o Radio City Music Hall, até o ano passado. Em 2011 o Tony ocorrerá no Beacon Theatre.

Em 2000 o Tony award Production se associou à IBM para criar o site TonyAwards.com, que além de exibir via webstreaming a cerimônia, é hoje a maior fonte de informações sobre o prêmio.

O Emblema

Nos dois primeiros Tonys (1947 e 1948), não havia símbolo oficial. Os ganhadores recebiam um diploma no estilo rolo de papiro e uma lembrança: um pregador de dinheiro de ouro para homens e um estojo de prata de pó compacto para as mulheres.

Em 1949 designers do United Scenic Artists montaram um concurso para escolher o melhor desenho do prêmio Tony. O design vencedor foi a de um medalhão desenhado por Herman Rosse, onde estão gravadas as máscaras da tragédia e da comédia de um lado e o perfil de Antoinette Perry do outro. Desde 1949 esse é o prêmio.

Desde 1967 o medalhão vem instalado num pedestal negro com uma estrutura curvada. Depois da cerimônia o prêmio recebe um número de série para rastreamento e é gravado o nome do vencedor.

Resumo de Regras para a Premiação

Para que haja uma indicação em alguma das categorias, é necessário cumprir 7 requisitos:

1. deve ser uma produção legitimamente teatral;

2. deve estrear oficialmente*

3. deve estar em exibição num teatro Broadway qualificado**

4. a estréia deve ser antes da data de eligibilidade***

5. as performances devem obedecer a um cronograma razoavelmente convencional

6. o produtor deve convidar gratuitamente e em tempo hábil um dos jurados do Tony, assim como pessoas alternativas designadas pelo Comitê do Tony. O convite deve ser extensível da forma prescrita pela Administração do Tony Awards para perfomances que ocorram até a 16ª semana desde sua estréia oficial.

7.  o produtor deve ser cerificado pelo Comitê do Tony Awards.

* Estréia oficial = performance que o produtor da peça tenha anunciado publicamente como estréia.

** Teatro qualificado da Boradway= mais de 500 cadeiras, usado principalmente para produções teatrais, anteriormente qualificado pelo Comitê do Tony Awards (a lista PE sempre liberada no início das temporadas)

*** Data de elegibilidade = data estabelecida pelo Comitê do Tony como “data de corte” para analisar as peças e estabelecer os indicados; deve ser ao menos 32 dias antes da data de apresentação dos indicados.

 

Indicados para o Prêmio Tony de 2011 (somente os musicais)

 

Melhor Musical

The Book of Mormon

Produtores: Anne Garefino, Scott Rudin, Roger Berlind, Scott M. Delman, Jean Doumanian, Roy Furman, Important Musicals LLC, Stephanie P. McClelland, Kevin Morris, Jon B. Platt, Sonia Friedman Productions, Stuart Thompson

 

Catch Me If You Can

Produtores: Margo Lion, Hal Luftig, Stacey Mindich, Yasuhiro Kawana, Scott & Brian Zeilinger, The Rialto Group, The Araca Group, Michael Watt, Barbara & Buddy Freitag, Jay & Cindy Gutterman/Pittsburgh CLO, Elizabeth Williams, Johnny Roscoe Productions/Van Dean, Fakston Productions/Solshay Productions, Patty Baker/Richard Winkler, Nederlander Presentations, Inc., Warren Trepp, Remmel T. Dickinson, Paula Herold/Kate Lear, Stephanie P. McClelland, Jamie deRoy, Barry Feirstein, Rainerio J. Reyes, Rodney Rigby, Loraine Boyle, Amuse Inc., Joseph & Matthew Deitch/Cathy Chernoff, Joan Stein/Jon Murray, The 5th Avenue Theatre

 

The Scottsboro Boys

Produtores: Barry and Fran Weissler, Jacki Barlia Florin, Janet Pailet/Sharon A. Carr/Patricia R. Klausner, Nederlander Presentations, Inc./The Shubert Organization, Beechwood Entertainment, Broadway Across America, Mark Zimmerman, Adam Blanshay/R2D2 Productions, Rick Danzansky/Barry Tatelman, Bruce Robert Harris/Jack W. Batman, Allen Spivak/Jerry Frankel, Bard Theatricals/Probo Productions/Randy Donaldson, Catherine Schreiber/Michael Palitz/Patti Laskawy, Vineyard Theatre

 

Sister Act

Produtores: Whoopi Goldberg & Stage Entertainment, The Shubert Organization and Disney Theatrical Productions

 


Melhor Libretto de Musical

 

Bloody Bloody Andrew Jackson, Alex Timbers

The Book of Mormon, Trey Parker, Robert Lopez and Matt Stone

The Scottsboro Boys, David Thompson

Sister Act, Cheri Steinkellner, Bill Steinkellner and Douglas Carter Beane


Melhor Música (Música e/ou Letras)

The Book of Mormon, Música e Letras: Trey Parker, Robert Lopez e Matt Stone

The Scottsboro Boys, Música e Letras: John Kander e Fred Ebb

Sister Act, Música: Alan Menken; Letras: Glenn Slater

Women on the Verge of a Nervous Breakdown, Música e Letras: David Yazbek

 

Melhor Revival de Musical

Anything Goes

Produtores: Roundabout Theatre Company, Todd Haimes, Harold Wolpert, Julia C. Levy

 

How to Succeed in Business Without Really Trying

Produtores: Broadway Across America, Craig Zadan, Neil Meron, Joseph Smith, Michael McCabe, Candy Spelling, Takonkiet Viravan/Scenario Thailand, Hilary A. Williams, Jen Namoff/Fakston Productions, Two Left Feet Productions/Power Arts, Hop Theatricals, LLC/Paul Chau/Daniel Frishwasser/Michael Jackowitz, Michael Speyer-Bernie Abrams/Jacki Barlia Florin-Adam Blanshay/Arlene Scanlan/TBS Service


Melhor Ator Principal em Musical

Norbert Leo Butz, Catch Me If You Can

Josh Gad, The Book of Mormon

Joshua Henry, The Scottsboro Boys

Andrew Rannells, The Book of Mormon

Tony Sheldon, Priscilla Queen of the Desert


Melhor Atriz Principal em Musical

Sutton Foster, Anything Goes

Beth Leavel, Baby It’s You!

Patina Miller, Sister Act

Donna Murphy, The People in the Picture

 

Melhor Ator Coadjuvante em Musical

Colman Domingo, The Scottsboro Boys

Adam Godley, Anything Goes

John Larroquette, How to Succeed in Business Without Really Trying

Forrest McClendon, The Scottsboro Boys

Rory O’Malley, The Book of Mormon


Melhor Atriz Coadjuvante em Musical

Laura Benanti, Women on the Verge of a Nervous Breakdown

Tammy Blanchard, How to Succeed in Business Without Really Trying

Victoria Clark, Sister Act

Nikki M. James, The Book of Mormon

Patti LuPone, Women on the Verge of a Nervous Breakdown


Melhor Cenografia em Musical

Beowulf Boritt, The Scottsboro Boys

Derek McLane, Anything Goes

Scott Pask, The Book of Mormon

Donyale Werle, Bloody Bloody Andrew Jackson


Melhor Figurino em Musical

Tim Chappel & Lizzy Gardiner, Priscilla Queen of the Desert

Martin Pakledinaz, Anything Goes

Ann Roth, The Book of Mormon

Catherine Zuber, How to Succeed in Business Without Really Trying

 

Melhor Iluminação em Musical

Ken Billington, The Scottsboro Boys

Howell Binkley, How to Succeed in Business Without Really Trying

Peter Kaczorowski, Anything Goes

Brian MacDevitt, The Book of Mormon

 

Melhor Engenharia de Som em Musical

Peter Hylenski, The Scottsboro Boys

Steve Canyon Kennedy, Catch Me If You Can

Brian Ronan, Anything Goes

Brian Ronan, The Book of Mormon


Best Direction of a Musical

Rob Ashford, How to Succeed in Business Without Really Trying

Kathleen Marshall, Anything Goes

Casey Nicholaw and Trey Parker, The Book of Mormon

Susan Stroman, The Scottsboro Boys


Best Choreography

Rob Ashford, How to Succeed in Business Without Really Trying

Kathleen Marshall, Anything Goes

Casey Nicholaw, The Book of Mormon

Susan Stroman, The Scottsboro Boys


Melhor Orquestra

Doug Besterman, How to Succeed in Business Without Really Trying

Larry Hochman, The Scottsboro Boys

Larry Hochman and Stephen Oremus, The Book of Mormon

Marc Shaiman e Larry Blank, Catch Me If You Can

 

Indicados do Tony – Por Musical

The Book of Mormon – 14

The Scottsboro Boys – 12

Anything Goes – 9

How to Succeed in Business Without Really Trying – 8

Sister Act – 5

Catch Me If You Can – 4

Women on the Verge of a Nervous Breakdown – 3

Bloody Bloody Andrew Jackson – 2

Priscilla Queen of the Desert – 2

Baby It’s You! – 1

A premiação do Tony de 2011 será exibida no dia 12/06/2011 a partir das 19h (horário de NY) pela CBS e pela internet. Façam suas apostas para os ganhadores do ano!

Fonte: Musicais Brasil

Semanas de Dança reúne mais de cem espetáculos no CCSP

Começa nesta quinta-feira (5), no Centro Cultural São Paulo, o Semanas de Dança – Públicos, evento que reúne 23 companhias em mais de cem apresentações gratuitas durante oito semanas.

Também há espetáculos infantis, intervenções, debates, encontros e oficinas. Os dias e horários desses eventos está no site do CCSP.

Entre os destaques, está o bailarino português António Pedro Lopes, que, em colaboração com o carioca Gustavo Ciriaco, encena “Drifting / Em Deriva”. Também há a estreia de “Kodak”, de Neto Machado, espetáculo solo inspirado na obra do diretor britânico James Stuart Blackton (1875-1941). A Cia. Fragmento de Dança apresenta “Ecos” e Zélia Monteiro, “6 Estudos para Flutuar”.

Além disso, há coreografias em espaços alternativos, como é o caso de “Um Solo de Muitos Caminhos”, da Cia. Projeto Clarabóia, na praça das Bibliotecas, e “Canto Curioso”, de Marina Salgado, no piso Flávio de Carvalho.

Confira a programação completa dos espetáculos:

5 a 8/5 – “Área reescrita” (2010), com a J. Gar. Cia. Dança Contemporânea
O espetáculo é inspirado nas experiência do grupo em perfomances e intervenções de rua. A coreografia discute o conceito de espaço e explora o palco como se fosse um lugar de trânsito constante.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 180 lugares. Qui. a dom.: 20h. 70min. 18 anos.

5 a 8/5 – “Benjamin Taubkin e Morena Nascimento – um Diálogo entre Dança e Música” (2010), de Benjamim Taubkin e Morena Nascimento
Os dois artistas mesclam música e dança e dialogam as vivências pessoais e experiências criativas na vida de cada um.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 45 min. Livre.

7 e 8/5 – “Um Solo de Muitos Caminhos” (2010), com o grupo Projeto Clarabóia
Quatro caixas deslocam-se pelo espaço e a coreografia investiga a relação entre os performers e os habitantes das cidades.

Pça. das Bibliotecas. Sáb. e dom.: 19h. 30 min. Livre.

12 a 15/5 – “Modos de Ver” (2001), com a cia. Oito Nova Dança
Num diálogo entre dança, música e artes plásticas, a coreografia olha para o corpo humano como estrutura, poesia e movimento.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 19h. 55 min. Livre

12 a 15/5 – “Drifting/ Em Deriva” (estreia), de Gustavo Ciriaco e Antônio Pedro Lopes
O projeto levou os artistas a diversos lugares (Rio de Janeiro, Taipei, São Paulo) para mapear os afetos que correm nessas cidades a partir de diferentes tipos de encontro.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 50 min. 12 anos.

12 a 15/5 – “Seis Estudos para Flutuar” (2010), de Zélia Monteiro
A bailarina divide a cena com o músico Manuel Pessôa (que toca piano ao vivo). Inspirada no dia a dia da prática do balé e criada por meio de improvisações, a coreografia mescla as ações da dança, da luz, da

música e da cenografia, como se o espaço caminhasse junto com o movimento.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 50 min. Liv

19 a 22/5 – “Devoração” (2008), de Lu Favoreto
O espetáculo busca dois campos visuais contrapostos: a necessidade de comunicação projetada para o futuro e o movimento rastreado que se deixa ao caminhar para a frente.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 60 min. 16 anos.

19 a 28/5 – “Tráfego” (2010), com a Cia. 4 Nova Dança
A montagem encerra o projeto Trilogia Influência 2008-2010, que investiga as referências cinematográficas da dança. Em “Tráfego”, o grupo estuda a convivência entre coreografias e o cômico e busca inspiração em

filmes do francês Jacques Tati, como “Traffic” e “Play Time”.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 60 min. Livre.

27 a 29/5 – “Kodak”, de Neto Machado
O bailarino e coreógrafo se inspira nos fotogramas do cinema para discutir ilusão e realidade

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Sex. a dom.: 19h. 40 min. Livre.

26 a 29/5 – “Dimensão Oculta” (2006), com a Cia. Danças
Inspirado em ideias e textos do antropólogo americano Edward T. Hall, o trabalho explora as relações corporais, sob uma ótica biológica, espacial e sensorial.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 60 min. Livre.

2 a 5/6 – “Linhagens” (2009), com o grupo Pró-Posição
A bailarina Andréia Nhur dança ao lado da mãe, Janice Vieira. Juntas, falam de história, evolução e herança e executam a trilha sonora ao vivo em um acordeom.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 19h. 40min. Livre.

2 a 5/6 – “Verdades Inventadas” (2008), com Thembi Rosa (MG), O Grivo (MG) e Rivane Neuenschwander
A bailarina Thambi Rosa investiga as relações entre som e movimento a partir da instalação “Alarm Floor”, de Rivane Neuenschwander, realizada em parceria com o duo musical O Grivo.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 30 min. Livre.

2 a 12/6 – “Fronteiras Móveis” (2007), com o Núcleo Artérias
O espetáculo discute incerteza, medo e vulnerabilidade sob a perspectiva do corpo.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 60 min. 14 anos.

9 a 12/6 – “Use o Assento para Flutuar” (2010), de Naiá Delion (RJ)
O solo fala de questões como desmoronamento, acidente, ruína, permanência, deserção, flutuação e alegria.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 19h. 40 min. 12 anos.

9 a 12/6 – “Ecos” (estreia), com a Cia. Fragmento De Dança
A pesquisa para o espetáculo começou em 2006 com a pintora Frida Kahlo e chegou a 2010 com a escritora Virginia Woolf, buscando enfatizar o olhar crítico e poético dessas personagens femininas.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 100 lugares. Qui. a dom.: 20h. 50 min. 14 anos.

16 a 19/6 – “Notas Sobre Minha mãe – Opus 2” (2010), de Paula Pi
O solo fala sobre a relação entre mãe e filha e foi criado a partir de vivências pessoais da bailarina e violinista Paula Pi.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 19h. 40 min. 12 anos.

Divulgação
Cena do espetáculo "Dimensão Oculta", da companhia Danças, que participa do Semanas de Dança - Público, no Centro Cultural São Paulo
Cena do espetáculo “Dimensão Oculta”, da companhia Danças, que participa do Semanas de Dança – Público

16 a 19/6 – “Entre Contenções” (2008), de Eduardo Fukushima
O trabalho enfoca o movimento e suas possibilidades de comunicação na sua crueza, sem interfaces de elementos cênicos.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 20 min. Livre.

16 a 19/6 – “Como Superar o Grande Cansaço?” (2010), de Eduardo Fukushima
A partir do cansaço, do movimento e de estudos do cansaço, o artista chega à pergunta que dá nome ao espetáculo e a desenvolve em linguagem corporal.

Espaço Cênico Ademar Guerra. 80 lugares. Qui. a dom.: 20h. 25 min. Livre.

16 a 19/6 – “A Máquina de Fazer Falar” (2010), com a Cia. Sansacroma
A montagem fala da rotina do Departamento Político de Auschwitz, que, entre outras coisas, servia de intermediário entre Berlim e os campos de concentração.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 50 min. 14 anos.

18 a 26/6 – “Canto Curioso”, de Marina Salgado
No espetáculo, a dança se estabelece em um constante jogo entre o real e o imaginário: o corpo vira textura, plano e perspectiva.

Piso Flávio De Carvalho. Sáb. e dom.: 19h. 20 min. Livre.

23 a 26/6 – “Exhibition” (2010), de Cláudia Müller (RJ)
A coreografia explora novas mídias, integrando vídeo, performance e intervenção.

Sala Paulo Emilio Salles Gomes. 40 lugares. Qui. a dom.: 20h. 60 min. Livre.

23 a 26/6 – “Produto Perecível Laico” (estreia), com a Cia. Borelli
Inspirado na poesia “A Morte”, do poeta catarinense Cruz e Souza, um dos ícones do simbolismo brasileiro.

Sala Jardel Filho. 324 lugares. Qui. a dom.: 21h. 60 min. 16 anos.

Fonte: Folha de S. Paulo

MinC convida setor cultural de SP para encontro com Ana de Hollanda

O Ministério da Cultura, por meio de sua Representação Regional e da Representação Regional da Fundação Nacional de Artes – Funarte, juntamente com a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo convidam para o Encontro da ministra Ana de Hollanda com o setor cultural do Estado de São Paulo.

Podem participar artistas, gestores, produtores, artesãos, sindicatos, cooperativas, associações, educadores e interessados em geral.

O encontro acontece no dia 10 de maio, às 14h30, na Assembléia Legislativa do Estado (Auditório Paulo Kobayashi).

Fonte: Cultura e Mercado

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